Grito dos Excluídos é tema de audiência no Ceará

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A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa promove, nesta quarta-feira (19/09), audiência pública conjunta com a Câmara Municipal de Fortaleza, para discutir a “Campanha da Fraternidade 2018 – Fraternidade e Superação da Violência” e o “Grito dos Excluídos 2018 – Vida em primeiro lugar”. O debate ocorre a partir das 14h, no Complexo de Comissões Técnicas da Casa.

Para a deputada Rachel Marques (PT), que solicitou a audiência, as campanhas têm o objetivo promover a reflexão sobre as causas que tornam o Brasil um lugar de injustiças e desigualdades sociais.

O Grito dos Excluídos, segundo a parlamentar, é um movimento “sem dono”. “Não é da Igreja, nem do sindicato e nem da Pastoral. Não se caracteriza por discurso de lideranças e nem pela centralização de seus atos. O ecumenismo é vivido na prática, nas lutas, pois entendemos que os momentos e celebrações ecumênicas são importantes para fortalecer o compromisso.

O movimento surgiu em 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade daquele ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e responder aos desafios da segunda Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, Alternativas e Protagonistas”.

Foram convidadosrepresentantes do Fórum Popular de Segurança Pública, do Comitê pela Desmilitarização da Polícia e da Política, da Conferência Nacional de Bispos do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e das secretarias estaduais de Justiça e Cidadania e de Segurança Pública.

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