Dnocs faz 86 anos de pesquisas em piscicultura

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O Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) está completando 86 anos de uma das suas principais atividades, geradora de milhares de empregos e renda para o homem do campo: a Piscicultura.

Desde a criação da Comissão Técnica de Piscicultura do Nordeste, em 1932, e do Centro de Pesquisas em Aquicultura Rodolpho von Ihering, em 1972, praticamente todas as espécies regionais de peixes foram analisados e tiveram suas biologias dominadas pelo Dnocs. Neste trabalho, foram introduzidas espécies trazidas de outros países como a carpa, tilápia e espécies da região amazônica e do Vale do São Francisco, o tambaqui, pirapitinga, pescada, pirarucu, camarão canela e a curimatã-pacu.

Em 2002, o Dnocs enviou dois técnicos para buscar matrizes de alevinos de tilápia na Tailândia, único país onde existia a espécie geneticamente pura, sem alteração. A tilápia do Nilo pura já é escassa no grande rio africano que deságua no Egito.

Na Tailândia ela foi conservada na fazenda do imperador japonês Hiroito e se disseminou pelo país. A disseminação da tilápia no Brasil foi fruto dos estudos realizados por um grande número de especialista do Dnocs. A importação dos alevinos de tilápia gerou estudos no Dnocs, que dominou o seu ciclo reprodutivo com melhoramento genético e disseminou alevinos para açudes de todo o Nordeste por meio das estações de Piscicultura.

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