TJCE e RioMar Fortaleza lançam campanha de combate à violência contra mulher

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Com o objetivo de incentivar a adoção de medidas que visam o combate à violência doméstica, o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, e o RioMar Fortaleza, lançam, na próxima quinta-feira (21/03), às 11h, campanha no shopping para conscientizar frequentadores do local sobre os diversos tipos de violência contra a mulher. A juíza Rosa Mendonça, titular do Juizado de Violência Doméstica contra a Mulher da Capital, estará presente na ocasião.

A campanha, desenvolvida pelo shopping, já está em exposição no Piso L1, próximo ao Mercadinho São Luiz, onde há grande fluxo de pessoas. A ideia é simular um caminho, com barreiras e mensagens que alertam sobre os tipos e níveis de agressão que as mulheres costumam vivenciar nas suas relações do dia a dia. Os totens dispostos nesse percurso simulam homens em tamanhos reais, dizendo frases com mensagens “abusivas”, com gradações crescentes do nível de violência.

Ao final do trajeto, as pessoas podem refletir sobre situações que muitas vezes parecem comum no relacionamento, mas que devem ser pensadas. O último totem da campanha incentiva às vítimas de  agressão a denunciarem os casos na rede de apoio e acolhimento às mulheres de Fortaleza, onde elas encontram suporte psicológico, proteção policial e, se necessário, até abrigo em endereço sigiloso.

A campanha também foi feita para os funcionários e lojistas do empreendimento. Durante uma semana, cerca de 6 mil pessoas foram impactadas com a ação que ocorreu no corredor interno de maior circulação de colaboradores do estabelecimento. Outras ações voltadas aos funcionários serão também desenvolvidas em parceria com o Tribunal de Justiça nos próximos meses.

O shopping é parceiro do TJCE no Selo Empresa Parceira, entregue às empresas de iniciativa privada com execução de projetos voltados para mulheres que sofreram algum tipo de violência, além de conscientização para agressores e famílias envolvidas. A ideia é que as instituições que possuem projetos de valorização a essas mulheres sejam reconhecidas e incentivadas. São destacados ainda projetos que envolvem acolhimento e promoção da autonomia econômica e da cidadania plena dessas mulheres.

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