Crescimento de três dígitos no e-commerce B2B de moda – o case #GiroNoBrás (#Bras)

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Na contramão, mercado digital cresceu 12% no primeiro semestre de 2019 e 22,9% no mês de julho em relação aos mesmos períodos do ano passado. Esses dados foram divulgados no relatório elaborado pela Ebit|Nielsen.

Estes números parecem ótimos, mas estão longe de representar os crescentes percentuais que o mercado de moda atacadista apresenta. O Giro No Brás, vendendo no atacado para sacoleiras e representantes que antigamente visitavam o bairro para comprar os melhores jeans fabricados no país, e no varejo para quem não pode ir até lá, atingiu a marca de 304% de crescimento acumulado no período. Em julho, o crescimento em relação ao ano anterior, ficou na casa dos 463% em relação ao ano anterior.

Muitos são os motivos pelos quais o marketplace evoluiu tanto, segundo Viviane Marrese, CEO do Giro No Brás: o alto índice de desemprego cria a necessidade das famílias terem renda extra através de um ou vários membros e a revenda de roupas é uma opção bastante rápida para quem tem necessidade de ter um retorno rápido, além do investimento inicial ser baixo; a compra através de um site que oferece segurança de entrega e venda financiada também ajudam muito. Considerando que 18% das compras do E-commerce* em geral foram realizadas por “marinheiros de primeira viagem” aliada ao fato do Giro No Brás estar em seu segundo ano de atuação e estar entrando agora na fase de escalabilidade, este número vai aumentar de forma progressiva por um bom período de tempo.

Percebemos uma mudança significativa de comportamento de compra nos primeiros meses do ano, a procura por produtos de maior durabilidade e de qualidade superior, tiveram um crescimento mais acentuado. “Nossa percepção é que o consumismo excessivo está dando lugar a uma compra mais pensada, mais pesquisada. Ficamos muito felizes com este comportamento, pois o fabricante nacional, que não tem como concorrer com os preços irrisórios das mercadorias importadas, passa a ter seu espaço garantido quando o tema é qualidade!”, afirma Viviane.

Se, em 2016, o IBGE divulgou que 116 milhões de brasileiros já estavam conectados, este mercado tende a crescer e alavancar a venda que diminuiu bastante nas lojas.

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