Black Friday em tempos de pandemia: vendas online podem se tornar prioridade do comércio em 2020

Influenciada pela cultura norte-americana, a Black Friday se tornou parte da rotina dos brasileiros como uma das mais importantes datas para o comércio. Lojas cheias, prateleiras vazias e filas enormes nos caixas são algumas das cenas comuns de se ver no mês de novembro, quando produtos e serviços entram em liquidação. Neste ano, porém, em decorrência da pandemia, a expectativa é que a internet seja o ambiente mais frequentado pelos consumidores interessados em descontos.

A ascensão do comércio virtual já vem ocorrendo nos últimos anos. Segundo uma estimativa da  Ebit /Nielsen – empresa especializada em dados do comércio eletrônico – no ano passado, o e-commerce faturou R$ 3,2 bilhões, superando em 23,6% o ano de 2018. E neste ano, a promessa é de um faturamento ainda maior.

Impulsionados pela obrigatoriedade do isolamento social, algumas empresas e serviços já estão se preparando para este momento, como é o caso da Comercial Têxtil Store, empresa especializada em decoração em tecidos. 

“Nós estamos planejando ofertas durante todo o mês, não só em um dia específico, aumentando o estoque e apostando em novos produtos. Apesar da valorizamos o atendimento presencial, sabemos que o e-commerce a nova tendência de mercado e uma oportunidade de atender mais gente em menos tempo”, ressaltou Nathanael Siqueira, CEO da empresa referência em tapetes, mantas, colchas e outros artigos de decoração.  “Entramos no mercado digital no ano passado, e isso nos abriu uma nova visão das coisas. Estamos ansiosos por mais esse desafio”, concluiu.

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