Inovação em vestíveis na pandemia são oportunidades

O ano de 2021 começou com a promessa de uma série de inovações tecnológicas para os meses que estão por vir.

Realizado de forma totalmente digital pela primeira vez em 2021, o Consumer Electronics Show (CES) trouxe várias novidades que se alinham ao contexto da pandemia e, para Bruno Pereira, fundador da Mister Ins, saber como sair na frente na importação desses produtos pode ser um ótimo negócio.

Com quase 2 mil empresas presentes, o CES 2021 contou com cerca de 100 horas de programação divididas entre palestras de grandes nomes da indústria, entretenimento e, o mais esperado, lançamentos vindos desde startups até gigantes da tecnologia como Samsung, LG e outras. “Um evento desse tamanho é uma ótima maneira de se preparar para a chegada de produtos que serão tendência no mercado”, avalia Bruno.

Quem ganha na guerra dos smartphones?

Em meio a tantos anúncios, os planos de Samsung e LG para concorrer com o iPhone 12, lançado pela Apple em novembro de 2020, figuram entre os mais esperados. Do lado da Samsung, a linha Galaxy S21, que pode ter até quatro câmeras com sensor principal de 108 MP, tem previsão de disponibilidade para o fim de janeiro.

A expectativa em torno do novo smartphone é alta depois que a linha Galaxy Note 20 5G faturou mais 40 prêmios de inovação no CES Awards 2021. Já a LG, buscando concorrer com aparelhos de telas dobráveis, anunciou o LG Rollable. O novo smartphone promete uma tela expansível que pode alternar entre o tamanho de um telefone móvel comum e o de um tablet. Ainda sem data de lançamento oficial, a novidade é esperada para março.

Em meio a essa guerra de smartphones, Bruno acredita que quem ganha mesmo é o consumidor. Contudo, para o criador do curso “Academia de Importação”, quem quer comprar e vender esses itens também pode se beneficiar.

“Essa diversidade de modelos ajuda o empreendedor a encontrar preços e produtos que se funcionam tanto de acordo com a realidade dele como para atender a diferentes públicos. Com as informações certas, é possível conseguir preços bastante descontados no exterior para oferecer um produto competitivo no mercado brasileiro”, explica.

Reforçando o conceito de reunir inovações para um futuro melhor, a CES 2021 também trouxe uma série de novidades em linha com a pandemia. Dentre elas, tecnologias vestíveis (ou wearables) como a Mudra Band, uma pulseira para Apple Watch, foram destaque.

Em um contexto onde um toque descuidado pode carregar um vírus perigoso, o acessório, uma vez conectado ao relógio da Apple e preso ao braço, permite que o usuário atenda chamadas ou pule faixas de uma playlist, dentre outras funções, apenas movimentando os dedos.

Outro vestível que impressiona é a máscara facial AirPop Active+. De acordo com especialistas da área médica, esses itens devem continuar sendo obrigatórios por um longo período. Diante disso, a novidade conta com conexão via bluetooth para oferecer à pessoa que a usa uma série de informações valiosas sobre o ar à sua volta.

Dentre os dados analisados, será possível acompanhar a qualidade do ar respirado, os poluentes que a máscara filtrou ou mesmo quando esse filtro precisa ser substituído. Além disso, o acessório também pode avaliar o ritmo respiratório do usuário, inclusive durante atividades físicas.

Para Bruno Pereira, o mercado de produtos importados relacionados à segurança individual durante a pandemia ainda tende a crescer muito junto ao e-commerce em geral, trazendo novas oportunidades.

“Todos nós precisamos nos proteger do vírus e qualquer inovação que traga um reforço eficaz para isso tem potencial para ser muito bem recebida pelo mercado. Mais uma excelente forma de começar um novo negócio aliado a um propósito cheio de impacto positivo”, completa.

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