Engie e Senai prorrogam inscrições de desafio que pagará até R$ 2 milhões em incentivos para startups

As inscrições do Desafio Engie – Vamos Além da Energia foram prorrogadas até 26 de fevereiro. A iniciativa é uma parceria da Engie, empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas, com o Senai. Ao todo, serão disponibilizados até R$ 2 milhões em recursos para startups brasileiras dispostas a desenvolver soluções para uma sociedade neutra em carbono. 

As empresas interessadas devem submeter suas propostas respondendo desafios associados a cinco áreas: excelência operacional, loss control, carreira e sucessão, análise de estabilidade para segurança de barragens e mitigação do impacto ambiental. 

Poderão participar startups e demais companhias de base tecnológica. Oito serão selecionadas, em duas etapas. Os projetos devem ter duração máxima de dois anos e orçamento entre R$ 250 mil e R$ 400 mil. 

Mais informações sobre a chamada e o canal para inscrições podem ser acessados no link:  https://www.engie.com.br/chamada-engie-vamos-alem-da-energia/.  

O diretor de Estratégia, Desenvolvimento de Negócios e Inovação da ENGIE, Raphael Barreau, explica que o projeto é mais uma ação da companhia para promover a inovação e estimular o empreendedorismo na área de tecnologia. “O desafio está alinhado com o nosso propósito de agir para acelerar a transição para uma sociedade neutra em carbono, por meio do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis”, ressalta. 

Inovação – O Desafio Engie – Vamos Além da Energia busca ideias que ajudem a acelerar a transição energética. Na última edição, realizada em 2019, quatro projetos foram selecionados. Criado por uma startup de Santa Catarina, um sistema de monitoramento do consumo de energia elétrica com inteligência artificial pode ajudar empresas a economizar até 40% no valor da conta de luz. A novidade foi batizada de Desagregador Virtual.  

Desenvolvido pela ShiftOne, no ano passado, o simulador identifica qual equipamento da empresa está gastando mais do que deveria, a partir do histórico de consumo. O sócio-fundador da startup, Marlon Henrique Teixeira, explica que o sistema funciona via redes neurais artificiais treinadas para descobrir quanto cada aparelho consome em relação ao gasto total da unidade.  

Os projetos selecionados no edital anterior trouxeram muitos ganhos para a Engie. “Eles nos trouxeram benefícios que vão muito além dos produtos desenvolvidos. A experiência de ter nossa empresa trabalhando com startups cria um ambiente colaborativo e de inovação”, conclui Barreau. 

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