Dia Mundial do Meio Ambiente: empresa de cerâmica faz mapeamento para monitorar impactos ambientais

No 5 de junho se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente. A Roca Brasil Cerámica, empresa do setor de revestimentos cerâmicos e porcelanatos, detentora das marcas Roca Cerámica e Incepa, se orgulha de compartilhar o resultado de sua Análise de Ciclo de Vida (ACV), estudo que monitora os impactos de seus processos e produtos no meio ambiente. “Somos a primeira indústria de revestimentos cerâmicos nacional a investir em tal mapeamento. Acreditamos na relevância desses indicadores para nosso planejamento estratégico, entendendo os desafios e oportunidades que a Roca Brasil Cerámica tem pela frente, para trabalhar sempre com muita ecoeficiência”, afirma Sergio Wuaden, Managing Director da Roca Brasil Cerámica. A ACV mapeou as etapas de extração da matéria-prima, transporte de insumos e produção dos revestimentos da Fábrica 1 da empresa, em Campo Largo (PR).

Detalhada na íntegra no site oficial da Roca Brasil Cerámica, a Análise do Ciclo de Vida é um documento importante para a companhia, que preza pela transparência da marca, e ainda é o ponto de partida para novas metas sustentáveis. “A Roca Brasil Cerámica busca constantemente iniciativas sustentáveis, evoluindo lado a lado com nossos clientes. Esta análise permitiu à empresa um direcionamento focado e claro para melhorar ainda mais os resultados e estratégias sustentáveis”, afirma o presidente. Ela também contribuiu para os profissionais do setor, que podem obter pontuação para certificações sustentáveis, como a LEED.

Ciente que o ACV é um estudo de alta relevância, a Roca Brasil Cerámica já iniciou o monitoramento em sua outra unidade fabril, em São Mateus do Sul, com previsão de conclusão para dezembro de 2021.

Roca Brasil Cerámica e água

Estação de Tratamento de Efluentes da Roca Brasil Cerámica em seu parque fabril localizado em Campo Largo (PR)

Com produtos desenvolvidos aliando inteligência e sustentabilidade, de forma a minimizar a utilização de recursos, facilitando questões de logística e priorizando a saúde humana, a Roca Brasil Cerámica reavaliou seus processos após o desenvolvimento da ACV e já conta com resultados concretos. Um exemplo foram as contínuas melhorias no uso água. Hoje, a Roca Brasil Cerámica utiliza 49% menos água que a média brasileira divulgada para 1 m² produzido em processos de via úmida. A empresa também trata 100% da água utilizada em seus processos, através de Estação de Tratamento de Água e Estação de Tratamento de Efluentes. A quantia de água excedente devolvida a Bacia Hidrográfica do rio Cambuí, na fábrica de Campo Largo, tem a garantia de uma qualidade maior do que a da água original. “Para maior economia, passamos também a utilizar retíficas a seco”, destaca Sergio Wuaden.

Extração de matéria prima

A extração responsável é outro ponto de destaque da Roca Brasil Cerámica, que conta com fábricas em Campo Largo e São Mateus do Sul, localizações estratégicas e com alta disponibilidade de matéria-prima acessível. 64 % dos insumos são originários do Paraná, o que, além de reduzir os impactos ambientais resultantes do transporte, incentiva a economia local. “Possuímos políticas internas de reaproveitamento de matéria-prima e minimização de desperdícios ao longo do nosso processo de manufatura”, afirma também o presidente. As quebras de materiais que ainda não passaram pelo processo de queima são retornadas e reinseridas ao início do processo produtivo, já as quebras de materiais que passaram pelo processo de queima são enviadas a outras empresas, que as reaproveitam como matéria-prima.

Linha Contínua+, da Roca Brasil Cerámica

Além do controle criterioso de resíduos, a tecnologia empregada na fabricação dos produtos é essencial para a economia de insumos. A linha Contínua+, por exemplo, conta com sistema moderno que utiliza menos matéria-prima na produção das peças.

Energia e otimização de recursos

A busca por evolução e otimização de recursos é constante na Roca Brasil Cerámica, que tem 79% da energia utilizada proveniente de fontes limpas. Além disso, os fornos nas unidades de Campo Largo operam apenas com gás natural e todo o calor que sai deles é reaproveitado em outros equipamentos que utilizam combustível para geração de calor, o que resulta em uma economia de 225.000 m³ de gás natural por mês. “Com essa economia de recursos, nós evitamos a emissão de 560 toneladas por mês de CO2 eq. Isso equivale a mais de 5.100 viagens de carro da cidade de São Paulo até a cidade do Rio de Janeiro”, afirma Sergio Wuaden.

Grupo Roca e parceria com Schneider Electric

Em nível global, o Grupo Roca ainda anuncia parceria com a Schneider Electric, especializada na transformação digital de gestão e automação de energia, para definir um novo roteiro para a descarbonização, estabelecendo uma estratégia alinhada em todas as 85 fábricas e filiais da companhia, que está presente em 170 países. “No Grupo Roca trabalhamos todos os dias para otimizar os nossos processos produtivos, incorporando as mais recentes tecnologias com o objetivo de reduzir a nossa pegada ambiental, bem como proporcionar à sociedade produtos que aliam o bem-estar ao respeito pelo ambiente. Longe de estarmos satisfeitos, queremos continuar avançando nessa estratégia e oferecer a todas as nossas divisões e fábricas uma estrutura comum que nos permita continuar impulsionando nossa descarbonização”, disse o CEO do Grupo Roca, Albert Magrans.

Deixe uma resposta