Empresa investe R$ 80 milhões em equipamentos para atender projetos de energia solar

A Win Energias Renováveis, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos pertencente ao Grupo All Nations, investe atualmente de R$ 80 milhões em estoque para atender o crescimento de projetos de energia solar no Brasil este ano.

O aporte faz parte do plano estratégico da organização de ampliar a presença no mercado nacional e abastecer as empresas integradoras e distribuidoras regionais de todo o Brasil que desenvolvem projetos fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais

A aposta da companhia em meio à crise econômica causada pela pandemia é respaldada pelos resultados já obtidos no primeiro trimestre deste ano, quando o faturamento no período superou em 55% todo o volume de vendas registrado ao longo de 2020.

Com os investimentos, a Win Energias Renováveis pretende figurar entre as TOP 3 empresas de distribuição de geradores fotovoltaicos no Brasil este ano. Nos últimos 12 meses, a empresa forneceu equipamentos fotovoltaicos para mais de 3,3 mil projetos de energia solar em telhados e pequenos terrenos no País, espalhados por todos os estados brasileiros, sendo muitos deles para consumidores de média e baixa rendas.

Quem lidera o crescimento da empresa é a executiva Camila Nascimento, atual diretora comercial da organização e que atua também como coordenadora estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica no Rio de Janeiro.

“Somos a distribuidora que possui uma das melhores ferramentas web de criação de gerador fotovoltaico e uma das poucas grandes que trabalham com todas as tecnologias de inversor: inversor de string, microinversor e otimizador Solaredge, além de mantermos parceria com importantes marcas, como Fronius, Canadian e JA Solar, que já fazem parte do portfólio de produtos”, conta Camila.

 A distribuidora, sediada no Rio de Janeiro, consegue atender a todos os tipos de projetos dos integradores, desde sistemas em residências pequenas e médias, bem como em estabelecimentos comerciais e também para grandes usinas”, acrescenta.

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