Conceder espectro radioelétrico de bandas baixas é fundamental para o desenvolvimento da 5G na América Latina

A situação geral das bandas do espectro radioelétrico de 600 MHz e 700 MHz, bem como sua implementação em redes para oferecer serviço de banda larga móvel, a concessão e alocação em diferentes mercados latino-americanos são aspectos analisados na versão 2021 do relatório “Cenário atual das bandas de espectro radioelétrico de 600 MHz e 700 MHz na América Latina”, publicado pela 5G Americas.

O estudo ressalta que diferentes administrações da região incorporaram, ou estão em processo de incorporação, das bandas de 600 MHz e 700 MHz em suas Tabelas Nacionais de Frequências, para desenvolver serviços de banda larga móvel. Essas faixas de espectro são propícias para o desenvolvimento da LTE e 5G, além disso, dada sua grande capacidade de propagação, permite levar cobertura para áreas rurais e distantes dos grandes centros urbanos.

“A maioria dos reguladores da região já começou a analisar a viabilidade de atribuição de espectro nessas frequências no curto prazo, o maior obstáculo em muitos mercados continua sendo a ocupação dos mesmos por outros serviços. A realocação desses serviços para outras bandas é essencial para melhorar o desenvolvimento das redes 4G e 5G na região. A alocação adicional de espectro radioelétrico em bandas baixas é positiva para a indústria, pois permite a implantação com bom custo-benefício de serviços em áreas remotas”, explicou José Otero, vice-presidente para América Latina e Caribe da 5G Americas.



Tabela: Potencial do espectro radioeléctrico em médio prazo na América Latina. Fonte: 5G Americas, baseado em anúncios dos reguladores locais.
 
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