#Fakenews podem ser consideradas doença: saiba como diagnosticar e tratar

Recente pesquisa da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Associação Paulista de Medicina (APM) mostra que 91,6% dos médicos acreditam que a propagação de fake news e de informações sem comprovação técnica interferem no enfrentamento à Covid-19. Mais especificamente, 68% deles acreditam que as notícias falsas fazem com que pessoas minimizem o problema e as recomendações de isolamento social, higiene e até a procura dos serviços de Saúde.
 

Mais da metade (51,2%) diz que elas levam indivíduos a desacreditarem a Ciência. O vírus das fakes não é novo, mas está cada vez mais incrustrado na sociedade, causando importantes danos em todos os setores; hoje, em especial à saúde.

Diante da urgência de encontrar vacina definitiva para contê-lo, a APM realizou a primeira live do projeto “Fake News: Como diagnosticar e tratar”.

Participaram os jornalistas Claudia Collucci, repórter e colunista da Folha de S. Paulo, e Chico Marés, editor e coordenador da Agência Lupa, a advogada Juliana Hasse, da Comissão Especial de Direito Médico e da Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil, além dos presidentes da AMB e APM, respectivamente César Eduardo Fernandes e José Luiz Gomes do Amaral.   

A transmissão está no canal da APM no youtube – https://www.youtube.com/user/TVAPM

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