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Escolha de investimento pode fazer diferença na reserva de emergência

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Onde investir para formar a Reserva de Emergência? | InfoMoney

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (Bacen), prevê que o brasileiro, com medo dos impactos da crise causada pela pandemia, aumente os depósitos em investimentos de precaução ou a chamada reserva de emergência. Porém, boa parte dos brasileiros não tem feito boa escolha.

Dados do Bacen apontam que a captação líquida (depósitos menos saques) da caderneta de poupança atingiu R$ 30,459 bilhões em abril, valor recorde da série histórica para um mês desde 1995. O que muitos dos investidores da poupança não sabem é que hoje seu rendimento é de 2,1% ao ano – uma das rentabilidades mais baixas na renda fixa.

O novo Certificado de Depósito Bancário (CDB) escalonado do Banco RCI Brasil, braço financeiro das montadoras Renault e Nissan, tem uma rentabilidade que pode superar em 32% a da poupança. As taxas desse investimento aumentam com o tempo e, simultaneamente, ele tem liquidez diária, podendo ser resgatado a qualquer momento. Na prática, esse novo produto permite que a rentabilidade do investimento aumente com o passar dos meses até o vencimento do prazo da aplicação, que é de dois anos.

Em uma simulação, se for aplicado R$ 10 mil por um período de dois anos, o resultado com a rentabilidade será de R$ 10.422,66 na poupança. Já no CDB escalonado do Banco RCI Brasil atingirá R$ 10.559,81, ou seja, o rendimento é 32% superior que o da poupança.

A rentabilidade inicial do CDB escalonado é de 100% do CDI e vai aumentando progressivamente, de três em três meses, até chegar a 120% do CDI no último período. “Isso não significa que a aplicação vai ter rendido 120% do CDI em dois anos. Como as taxas são escalonadas, ao atingir o vencimento, a rentabilidade acumulada será de aproximadamente 108% do CDI. Então, esse produto é uma ótima opção intermediária para o cliente que quer ter liquidez diária, mas que acredita que não usará o recurso logo nos primeiros meses”, detalha o o diretor administrativo-financeiro do Banco RCI Brasil, Fabien Tournier.

Segundo Tournier, o novo CDB da instituição é uma ótima opção para quem quer ter liquidez diária no seu investimento, mas acredita que não usará o recurso no curto prazo. “O valor fica disponível para eventuais emergências, mas, se permanecer aplicado até o vencimento, com prazo de dois anos, terá rentabilidade superior às aplicações de liquidez diária tradicionais”.

Para o cliente Welinton Sachwek, o CDB escalonado é uma ótima opção para pessoas que querem um investimento com maior rendimento a longo prazo, mas que também querem a alternativa da liquidez diária para um caso de emergência. Sachwek, que diz ter um perfil conservador, decidiu concentrar os investimentos do Banco RCI Brasil por ser um banco confiável e com ótimas taxas. “Além disso, há a facilidade para investir por meio do aplicativo, que é bastante intuitivo e de fácil acompanhamento da evolução dos investimentos”.

Assim como os demais CDBs da instituição, o valor mínimo de aplicação é de apenas R$ 100, o que também torna o produto acessível a um número maior de investidores. Além disso, há isenção de tarifa.

Diversidade de prazos, segurança e praticidade

Com esse produto, o Branco RCI Brasil passa a contar com quatro opções de CDB para diferentes perfis. Para quem imagina que será necessário resgatar o valor de forma antecipada, existe o CDB de liquidez diária, cuja taxa inicial já é de 104% do CDI – uma das melhores para essa modalidade. Além disso, há dois CDBs com vencimento de um e dois anos, com taxas de 108% e 110% do CDI, respectivamente. Todos os CDBs da instituição têm rentabilidade superior à da poupança.

Além de ter uma das taxas mais atrativas do mercado, os CDBs do Banco RCI Brasil têm a solidez de uma instituição financeira classificada como “Aaa.br”, o melhor rating concedido no País pela agência Moody’s. Ao mesmo tempo, o investimento também é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Para investir é muito fácil. O Banco RCI Brasil conta com o aplicativo CDB Banco RCI, disponíveis nas lojas App Store e Google Play, especialmente desenvolvido para as pessoas físicas acessarem o produto financeiro, o que garante uma experiência fácil e segura aos clientes.

Para garantir ainda mais ganhos, o Banco RCI Brasil também está com uma iniciativa de conceder bônus financeiro aos clientes que indicarem novos investidores para seus CDBs. Para participar, o investidor recebe até cinco códigos para convidar pessoas de seu relacionamento. Quando a soma do valor investido por seus amigos atingir R$ 10 mil, quem indicar receberá R$ 100 em bônus. Com a taxa ampliada e com o bônus, o produto fica ainda mais atrativo que as outras opções do mercado.

Fora do Brasil, os produtos de depósito do RCI Bank and Services, controlador do Banco RCI Brasil, têm sucesso em países como Inglaterra, França, Áustria e Alemanha.

Soluções digitais para continuar trabalhando de casa durante e depois da pandemia

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HOME OFFICE: Confira vagas de emprego abertas por todo o Brasil

Estudo da FDC com a Grant Thornton, realizado com 705 profissionais, constatou que a maioria dos trabalhadores desejam continuar no home office após pandemia. 54% deles pretendem pedir aos seus gestores a continuação do trabalho remoto. 

 “Desde que o trabalho remoto foi introduzido no aplicativo de idiomas Babbel, que é considerada a empresa de educação mais inovadora da Alemanha, houve um aumento de concentração e produtividade”, afirma Dorothea Herm, Diretora de People & Organisation da Babbel. Diante desse novo cenário, inovação e criatividade se tornaram elementos essenciais para as empresas, que passaram a buscar novas estratégias para estimular a colaboração remota, seja por meio de ferramentas e recursos digitais ou iniciativas que ajudam a manter a coesão das equipes. 

Metade dos entrevistados da pesquisa avalia que o espaço que possuem em casa e as ferramentas disponíveis são suficientes para trabalhar em casa. Apenas 15% relataram ter tido seu desempenho prejudicado diretamente por limites de infraestrutura e tecnologia.

Confira agora 7 soluções digitais fundamentais para continuar trabalhando de casa, segundo os especialistas em gestão de pessoas da Babbel. 

Comunicação: Slack

Para manter contato com a equipe, colaboradores podem recorrer a plataformas profissionais de mensagens instantâneas, como é o caso do Slack. Alternativa eficiente e rápida à convencional troca de e-mails, o Slack permite que seus usuários não só discutam sobre um determinado projeto, mas também conversem informalmente.

Gerenciamento de projetos: Jira e Trello

Para organizar atividades e otimizar o tempo de trabalho de suas equipes, muitas empresas contam com aplicativos de gerenciamento de projetos, tais como o Jira e o Trello, que permitem planejar e acompanhar a evolução das tarefas a ser executadas. Essas ferramentas se baseiam em quadros de avisos eletrônicos, também conhecidos como quadros Kanban, que listam visualmente de forma simples e intuitiva cada estágio de um determinado projeto. 

Gerenciamento de informações: Confluence

Para evitar que dados importantes se percam entre tantos e-mails e arquivos, empresas podem contar com a possibilidade de armazenar e organizar informações em um único lugar. Isso  pode ser feito, por exemplo, com a ajuda da plataforma Confluence, que funciona como uma espécie de Wikipédia da empresa.

Criação e armazenamento de arquivos: G-Suite

O acesso aos arquivos da empresa a partir de casa se tornou obrigatório. O G-Suite reúne vários aplicativos Google, como o Drive, por exemplo. Trata-se de uma espécie de nuvem em que as empresas podem armazenar seus arquivos. Ao oferecer recursos para a criação de documentos, planilhas e apresentações, o G-Suite é uma solução completa para quem está trabalhando remotamente. Esse serviço permite ainda que seus usuários trabalhem ao mesmo tempo em um mesmo arquivo.

Reuniões e apresentações: Google Hangouts

Para reuniões e apresentações online, as empresas podem usar o serviço de videoconferência Meet, do Google Hangouts. Essa ferramenta também é perfeita para noites de quiz, almoços, happy hours e jantares virtuais com colegas.

Gerenciamento de compromissos: Calendário do Google

Não é difícil perder a noção do tempo quando estamos trabalhando de casa. Para evitar esse inconveniente, é importante ter um registro de reuniões, tarefas e prazos. Uma ferramenta muito útil nesse sentido é o Calendário do Google, que também permite compartilhar compromissos com a equipe e colaboradores externos.

Soluções para usar a crise a seu favor e vender muito online

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E-commerce: Como o foco pode aumentar suas vendas online – VendaMais

Ao longo do tempo, o processo de compra e venda passou por inúmeras transformações devido aos avanços tecnológicos, que nos levou a estar inseridos na cultura da velocidade e do imediatismo, acompanhando o avanço da infovia. Hoje com a emergência da covid-19, mais uma vez o setor de serviços e comércio precisou se reinventar, desta vez praticamente de um dia para o outro, representando uma das maiores revolução da história recente.

O especialista em marketing digital e CEO da Vende Muito Brasil, Lucas Leite, revela porque a covid-19 forçou os profissionais de diversos ramos de atuação a migrar para o digital: “neste momento onde todos estão na mesma situação, procurando meios de vencer a pandemia e o isolamento, o relato de experiência e as redes sociais tomaram o protagonismo. Logo, necessitamos de uma experiência combinada — navegar pelos e-commerces, analisar ofertas nos ambientes online e offline, acessar aplicativos e, principalmente, nos identificar com as marcas (e não apenas com os produtos).”

Isolamento x Acessibilidade

Com o distanciamento social e o isolamento, chegando a ser um lockdown (quando todos os serviços fora os essenciais são totalmente paralisados) em algumas cidades mais afetadas pelo vírus, Lucas Leite faz um contraste em como é preciso apesar de encerramento de estabelecimentos e lojas físicas se tornar virtualmente mais presente na vida das pessoas: “É primordial interagir e se fazer acessível com o seu público, que está ávido por esta interação já que está sofrendo com o isolamento — e a maneira mais fácil de realizar isso é pelas redes sociais. Assim, para vender mais, é preciso ir além: estar presente em todos os canais possíveis (e adequados), acompanhar de perto o comportamento do cliente e compreender os seus desejos.”

Dicas para vender muito na crise

Confira as dicas de Lucas Leite para vender muito na crise e manter os negócios em alta apesar da pandemia:

1. Promova conteúdos compartilháveis

Mais do que buscar seguidores, é necessário tornar a sua página interessante, um espaço com conteúdos atraentes e engajadores. Afinal, é isso que conquistará fãs e consequentemente clientes para o seu e-commerce.

Para que a sua página seja atrativa e não apenas um monte de publicidade que as pessoas não terão interesse nenhum em ler, tenha em mente a Lei do Pareto (80/20): para cada dois posts de produtos e divulgação da marca, crie outros oito com intuito de apenas informar e interagir. Publique imagens com frases motivacionais (especialmente às segundas-feiras), dicas de como usar o produto X ou, ainda, alguma novidade sobre o seu nicho.

2. Integre

Aproveite a oportunidade de divulgar e vender os produtos da sua loja virtual no marketplace do Facebook ou do Instagram. Se a plataforma do seu e-commerce possui integração com essa rede social, melhor ainda. Você conseguirá, por exemplo, controlar o estoque e as formas de pagamento de uma só vez.

3. Invista em publicidade paga e impulsionamento

O Facebook e o Instagram oferecem a possibilidade de impulsionar suas publicações por meio de anúncios pagos. As campanhas são segmentadas por idioma, localidade, gênero, idade e interesses, e você pode definir o investimento que cabe no seu bolso.

Essa é a chance de alcançar um público ainda maior, veiculando produtos, conteúdos e, principalmente, direcionando novos usuários para a home do seu e-commerce.

4. Seja criterioso com as imagens que posta

Uma imagem vale mais que mil palavras, certo? Então, saiba utilizá-las a seu favor. Por meio de fotos, mais que produtos, mostre um estilo de vida que se relacione à sua marca.
Capture cenas exclusivas, reações espontâneas e momentos descontraídos da sua equipe.
Publique fotos de making of, fabricação de produtos (caso você desenvolva isso no seu e-commerce) ou até eventos já realizados.

5 – Inspire

Inspire! Esse é um dos principais focos de redes sociais como o Instagram. Através dela, você deverá despertar o desejo no consumidor e fazê-lo crer que a sua marca e o seu produto proporcionarão qualidade de vida e felicidade.

6 – Use hashtags

Não deixe de agregar hashtags (#) às suas fotos — serão essas palavras-chave que te levarão a um hall de marcadores de conteúdo, indicando um contexto pré-estabelecido.

7. Faça bom uso do Stories

No Stories, você poderá reforçar a jornada do seu negócio por meio de storytelling.
Tal abordagem tem como objetivo destacar os momentos que realmente representam a sua marca, como mudanças no ambiente de trabalho, novidades no e-commerce ou na estratégia dele.

Conselho do Contribuinte faz reunião virtual aberta para discutir reabertura da economia no Ceará

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O Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte (Condecon) realiza amanhã (sexta-feira, 29/05), às 14 horas, no canal Sefaz Ceará no YouTube, reunião para discutir a situação fiscal do Estado e a retomada econômica no pós-pandemia.

Na ocasião, a titular da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE), Fernanda Pacobahyba, mostrará os impactos do novo coronavírus nas finanças públicas estaduais e apresentará as medidas que estão sendo implementadas pela Sefaz para dar suporte à reabertura gradual das atividades econômicas no Estado.

Sobre o Condecon

Instalado em abril de 2019, o Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte conta com representantes do Poder Púbico estadual, de entidades do setor produtivo e de categorias profissionais.

Entre as atribuições do colegiado estão planejar, elaborar, coordenar e executar a política estadual de proteção ao contribuinte; analisar as sugestões encaminhadas ao colegiado; orientar sobre os direitos, garantias e deveres dos contribuintes e conscientizar sobre os tributos e sua função social.

Sistema Fecomércio Ceará chega aos 72 anos e apresenta ações para o setor

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O Sistema Fecomércio chega ao 72° ano de atuação no Ceará. Ao longo desses anos, seu propósito de apoiar e defender o segmento de comércio de bens, serviços e turismo, alavancou profundas transformações econômicas, sociais, culturais e educacionais com ações que chegaram a milhares de pessoas em todo o Estado. 

O setor de comércio e serviços gera mais de 760 mil empregos e participa em mais de 75% do PIB do Ceará. Em constante transformação para melhorar o desempenho e garantir a sustentabilidade das empresas, vem criando soluções voltadas aos empreendedores locais. O Cartão do Empresário, lançado há três anos, auxilia na redução de custos das empresas, oferecendo descontos em telefonia móvel, planos de saúde, automóveis, além de facilitar o acesso a serviços e produtos diferenciados. 

O Fecomércio Bank é a mais recente inovação para apoiar as empresas cearenses e apontar alternativas voltadas à retomada econômica após a pandemia. Anunciado em maio, o banco digital foi pensado para facilitar o crédito, reduzir tarifas e aumentar o faturamento dos comerciantes. Com mais de 700 serviços exclusivos, as soluções tecnológicas vão permitir segurança e confiança necessárias para agilizar os negócios. 

A ferramenta de market place “Tá Fácil Comprar” vai organizar a estrutura de uma loja virtual, onde o empresário cadastra e vende seus produtos e serviços. A plataforma está sendo desenvolvida e poderá ser acessada via site ou aplicativo. 

“O Sistema Fecomércio está transformando suas práticas, atividades e atento às novas demandas. Nunca houve tanta necessidade de as instituições mudarem suas formas de fazer. Mas a nossa essência será a mesma,” ressalta Maurício Filizola, presidente do Sistema Fecomércio Ceará. 

As quatro instituições que formam o Sistema Fecomércio Ceará (Federação, Sesc, Senac e IPDC) juntas têm alcance em todos os 180 municípios. Atualmente, existem 35 unidades físicas Sesc e Senac e 10 unidades móveis que levam serviços de Lazer, Cultura, Assistência, Educação e Saúde à população. 

Hoje a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará representa mais de 150 mil empresas organizadas em 34 sindicatos patronais. Enquanto instituição representativa, orienta, coordena, defende e representa legalmente as categorias econômicas do comércio de bens, serviços e turismo.    

O Serviço Social do Comércio, Sesc Ceará, atendeu, no último ano (2019), mais de 400 mil pessoas em projetos de Lazer, Cultura, Promoção Social, Educação e Saúde, voltados à qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio e suas famílias. Destaque para os grandes projetos culturais, como as Mostras Sesc de Culturas, o Encontro Povos do Mar, os Museus Orgânicos e ações de lazer como CicloSesc, Dia do Desafio, entre outros. O Programa Mesa Brasil Sesc Ceará tem distribuído, todos os anos, cerca de 3 milhões de quilos de alimentos a instituições sociais em todo o Estado. 

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, Senac Ceará, torna o ensino profissionalizante uma alternativa para os trabalhadores cearenses. O balanço realizado no ano passado mostrou que, nas doze unidades do Senac, estão matriculados mais de 120 mil alunos em fase de capacitação para desenvolver serviços com qualidade e empreender. 

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC), fundado em 1998, já realizou 191 mapeamentos e tornou-se referência para as projeções do mercado local. 

Para celebrar a data de fundação, oficializada no ano de 1948, e mostrar a relevância histórica de seus serviços, a instituição lança a campanha “Porque transformar é a nossa essência”, reverenciando os empresários do comércio e mostrando os benefícios às pessoas atendidas por seus serviços e projetos. 

Liderança na pandemia 

A ação dos 72 anos da Fecomércio vai também mostrar o trabalho da instituição, presente e atuante em meio à pandemia de COVID-19. Desde abril, os serviços de Sesc e Senac, assim como as orientações jurídicas, trabalhistas e econômicas da Federação, continuam a ser prestadas ao público e agrupados na plataforma Tudo em Casa Fecomércio. 

Ao vivo pelo Instagram e Facebook, o Senac já transmitiu mais de 50 atividades ao público com lives sobre gestão dos negócios e tendências no novo cenário mundial, além de dicas para profissionais autônomos e de empreendedorismo. 

Nas redes sociais do Sesc, um público de mais de 60 mil espectadores já acompanhou artistas que estão construindo o conteúdo dessa ação. Até agora e já foram produzidos 306 vídeos interativos.   

Com shows online, o projeto Sintonia do Bem está arrecadando doações para o Programa Mesa Brasil Sesc, que já entregou 316 mil quilos de alimentos até 24 de abril. Uma nova ação solidária da Fecomércio chamada Costuras do Bem produziu mais de 32 mil máscaras para doação.  

Serviços essenciais de alimentação e emergências odontológicas foram reiniciados no dia 22 de abril, quando o Restaurante Sesc Centro, o Projeto Sopa Amiga e a Clínica Odontológica foram reativados.  

Diversos serviços educacionais migraram para o ambiente virtual. No dia 6 de maio, o Senac adaptou cursos de qualificação, aperfeiçoamentos, técnicos e aprendizagens em aulas online para cerca de 2.300 alunos.  A Rede Sesc de Ensino também passou a funcionar pela internet, beneficiando um total de 6.792 alunos. 

Junto às lideranças do setor produtivo e ao Governo do Estado, a Federação do Comércio tomou assento no comitê de gestão da crise no Ceará e representa a classe empresarial, mostrando as graves perdas financeiras para os negócios locais e contribuindo com ideias e iniciativas para a retomada das atividades. 

O monitoramento dos cenários para setor continua sendo realizado pelo Instituto com a realização de dezenas de pesquisas com empresários, consumidores e com economistas. 

Histórico   

Em maio de 1945, representantes empresariais da indústria, comércio e agricultura, realizam em Teresópolis, a primeira Conferência das Classes Produtoras (CONCLAP). Nesse encontro elaboram uma proposta ousada de custeio dos serviços sociais e da educação profissional para os trabalhadores com recursos das classes patronais. A Carta da Paz Social foi o documento que formalizou as diretrizes para o desenvolvimento econômico com justiça social. Nascia assim, a partir da iniciativa do empresariado, o Sistema S, o maior Sistema de desenvolvimento social do mundo. 

No Ceará, em 16 de março de 1948, o empresário Clóvis Arrais Maia fundou a Federação do Comércio com a finalidade de unir lideranças do setor para colaborarem com a educação profissional e a qualidade de vida dos trabalhadores. No mesmo ano, a Fecomércio implanta o Sesc e o Senac instituições mantidas pelos empresários do comércio que ofertam serviços sociais e educam para o comércio de bens, serviços e turismo.  

Linha do tempo Fecomércio  

1945 a 2017 https://www.fecomercio-ce.com.br/a-fecomercio/conheca-a-federacao/  

2018- Colóquio Internacional Sesc UFC foi realizado, em fevereiro e debateu  

Inclusão Social e Diversidade na Educação com intercâmbio de experiências entre Brasil, França, Canadá, Itália e Suíça. Em maio, Maurício Filizola assume a presidência do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac com a licença de Luiz Gastão, eleito vice-presidente administrativo Confederação Nacional do Comércio. Em setembro, foi lançado o projeto inédito Museus Orgânicos, no qual Sesc e Fundação Casa Grande homenageiam os Mestres da Cultura. O Museu Orgânico Casa do Mestre Antônio Luiz em Potengi foi aberto em setembro, ao todo 16 serão ativados no Cariri  

2019- Em fevereiro, Fecomércio apoia a participação do ex-aluno do Senac, o designer David Lee, no International Fashion Showcase, em Londres, e a exposição de obras do Mestre Espedito Seleiro e do livro Meu Coração Coroado (Editora Senac) na Embaixada Brasileira na capital britânica. Em maio, a Fecomércio realiza, pela primeira vez, o Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSE). Em agosto, foi inaugurado em Fortaleza o Senac Reference, com a proposta de inovar a educação profissional no Ceará. O Sesc promove o I Seminário Internacional do Patrimônio da Chapada do Araripe, iniciando a campanha pelo reconhecimento da Unesco. Em julho acontece primeira Mostra Sesc de Culturas no Sertão Central e, em novembro, a vigésima edição da Mostra no Cariri.  Em março, a Fecomércio formaliza a criação da Câmara de Desenvolvimento e Inovação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará, agrupando o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade, Conselho de Inovação e Pesquisa e o de Políticas Públicas e Tributação. Em outubro, é iniciado o Inovacom, um Hub do Comércio para estímulo à modernização dos serviços e das empresas cearenses.  

2020- Em fevereiro é realizada a primeira edição do Congresso de Educação Sesc e Senac. Em março é decretado o isolamento social no Ceará para conter a pandemia do novo coronavírus, em abril é lançada a plataforma Tudo em Casa Fecomércio com conteúdo cultural e informativo e atividades online para o público. Fecomércio realiza convenção coletiva para garantir segurança jurídica aos empresários em questões trabalhistas durante a pandemia. Dia 20 de abril, o setor produtivo do Ceará lança manifesto ao Governo do Estado para planejar uma forma segura de retorno gradual das atividades empresariais. Em maio, o presidente Maurício Filizola anuncia a criação do banco digital, Banco Fecomércio; lança também plataforma de vendas Tá Fácil Comprar e Projeto Retomada, consultoria on line para empresários e empreendedores.  

Nesse período, o Senac EAD ampliou sua atuação com a oferta de cursos mais curtos, alguns com aplicação prática. De março a abril, foram 60.000 vagas gratuitas nacionalmente, além da oferta de cupons de desconto.  

O Programa Mesa Brasil Sesc, que há mais de 20 anos atua como banco de alimentos, buscando onde sobra e entregando onde falta, desponta exponencialmente como parceiro de associações, instituições e comunidades para diminuir o sofrimento das pessoas em vulnerabilidade social.  

Indicadores apontam para possível melhoria no quadro da #covid-19 em Fortaleza

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O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), apresentou dados da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) que apontam melhora no atual cenário da Covid-19 na Capital. Os números revelam uma diminuição do fluxo de atendimentos nos 113 postos de saúde e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), comparando as quatro últimas semanas.

Para o prefeito, os números podem significar uma possível redução da pandemia. “Se a gente quiser entender se a demanda tem aumentado ou tem diminuído, o primeiro local a ser examinado é exatamente o posto de saúde, que é a porta de entrada do sistema. Se a gente olhar na linha do tempo, até esta terça-feira (26/05), pode observar uma tendência de redução na procura por pacientes com quadros gripais”, afirmou, durante transmissão em rede social.

Os registros se baseiam nos números das segundas-feiras, quando os picos acontecem, de acordo com Roberto Cláudio. “Na última segunda-feira (25/05), a gente atendeu 1.486 pessoas, contra 2.110 na segunda passada (18/05). E na anterior (11/05), foram 2.139. Então, houve uma queda às segundas feiras”, ressaltou, acrescentando que essa redução tem sido registrada ao longo das últimas semanas, no dia a dia.

Ainda segundo o Prefeito, o menor número de atendimentos registrados, nas últimas quatro semanas, aconteceu na última terça-feira (26/05). “Nesta terça-feira, foram 990 atendimentos, contra 1.660 na terça passada, contra 2.072 da terça retrasada. Então, há uma importante tendência de redução de procura por novos quadros gripais aos postos de saúde”, informou.

Nas UPAs, também houve redução na demanda de internação diária em enfermarias e UTIs. “Se a gente olhar o gráfico do começo de maio ao longo do mês, há uma tendência bem consistente de redução do número de pacientes que chegam às UPAs, diariamente, com indicação de internação hospitalar em enfermaria ou em leitos de UTI”, declarou.

Segundo Roberto Cláudio, “esses dados são importantes porque, apesar de ainda termos que vivenciar muita dor e angústia, porque ainda há muitos casos demandando internações e, infelizmente, muitos óbitos todos os dias, também temos tido notícias boas que indicam que estamos passando a viver um momento mais favorável do que  viveu ao longo das semanas passadas”.

Renda em Casa

O prefeito Roberto Cláudio também prestou esclarecimentos sobre o auxílio emergencial de renda destinado a feirantes, ambulantes e autônomos que estejam cadastrados oficialmente junto ao Município até o mês de março.

“Nós vamos continuar depositando o dinheiro na conta daqueles que preencheram seu cadastro on line e apontaram a sua agência bancária. Já para os que preferiram fazer o resgate na boca do caixa, a gente tá suspendendo a retirada, de hoje até o dia 5 de junho, para evitar a maior aglomeração que pode acontecer na sexta-feira e nos primeiros dias do mês. Então, pra evitar o risco de disseminação, essas pessoas só podem fazer o resgate a partir do dia 6 de junho. Para o demais, o processo continua normalmente”, explicou.

Minha Casa, Minha Vida

Roberto Cláudio também ressaltou que a Prefeitura deu um passo importante no empreendimento do Residencial Alto da Paz, no Vicente Pinzón, do Programa Minha Casa, Minha Vida.

“Na próxima segunda-feira (01/06), a gente vai fazer, com a Caixa Econômica, o sorteio on line de onde cada pessoa irá morar. Vamos sortear o bloco, o apartamento e o andar. As pessoas poderão acompanhar ao vivo, mas depois publicaremos no Portal da Prefeitura a lista com os apartamentos para os quais foram sorteados. Esse é um dos últimos passos para que, efetivamente, já possam fazer a mudança e tenham o direito definitivo, nobre e fundamental à casa própria”, garantiu.

Retorno de obras públicas

O prefeito deu detalhes de obras públicas essenciais que serão retomadas. “A partir da próxima segunda-feira (01/06), quando encerrar o isolamento social rígido, vamos retomar algumas obras públicas emergenciais. Estamos preocupados com dois blocos, em especial. O primeiro é o da educação, pois temos creches e escolas que estão bem próximas de serem finalizadas, para que a gente já possa ofertar mais vagas de educação infantil e tempo integral no início do período letivo do próximo ano. O segundo é o da saúde. Algumas estão muito próximas de ficarem prontas e serão importantes no enfrentamento ao Covid-19, mas também serão fundamentais para o Sistema de Saúde Municipal como um todo”, assegurou. 

Em junho,a Prefeitura deve entregar a obra do Gonzaguinha da Barra, já com nova emergência e com expansão de leitos de enfermaria. “Vamos entregar também a expansão do Frotinha da Parangaba. Praticamente. será um hospital novo que vai ampliar de forma significativa a capacidade de internação clínica e cirúrgica. Deveremos entregar também ainda em junho o Frotinha do Antônio Bezerra com centro cirúrgico, sala de recuperação, estrutura de farmácia, tudo novo”, detalhou.

Duas policlínicas também estão próximas de serem entregues à população. “Entre final de junho e começo de julho, elas já podem abrir as portas para exames complementares e consultas médicas especializadas. Uma fica no Passaré (Regional VI) e a outra no terreno da Secretaria Regional V. São estruturas que nos ajudarão a enfrentar a Covid-19 e que servirão também depois que a gente vencer essa batalha”, disse.

Abertura das atividades econômicas e comportamentais no Ceará começa em 1º de junho com 17 setores contemplados

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O Governo do Ceará implementa, a partir de 1º de junho, segunda-feira, o Plano Responsável de Abertura das Atividades Econômicas e Comportamentais. Detalhes da nova estratégia foram apresentados pelo governador Camilo Santana (PT), na tarde desta quinta-feira (28), em anúncio via redes sociais. O processo conta com uma fase inicial de transição, em que estão contemplados 17 setores, e mais quatro fases de abertura, obedecendo a critérios técnicos, sanitários e epidemiológicos. O decreto de isolamento social que minimiza os efeitos da Covid-19 no estado será mantido, bem como a atuação de serviços essenciais.

Camilo Santana destacou o desafio de aliar a prioridade do momento, salvar vidas, com a necessidade de retomar o ritmo de crescimento da economia local. Ele frisou que o plano só terá sucesso em caso de compreensão por parte de empresas e população. “Para que esse plano possa funcionar é fundamental nós respeitarmos os decretos. Não adianta começar a abrir e daqui a pouco, se os casos aumentam, ter que retroceder a um processo mais rígido. Sempre tenho dito que nossa prioridade é salvar vidas. É fundamental o compromisso das empresas com os funcionários e o comportamento da população”.

O governador salientou que o plano foi gestado pelo Grupo de Trabalho Estratégico, envolvendo o poder executivo, setor produtivo e sociedade civil, tudo orientado pelo Comitê de Saúde do Estado. O titular da Secretaria da Saúde, Dr. Cabeto apresentou dados que apontam para a estabilização do quadro da Covid-19 no Ceará, com sinais de redução, o que gerou a possibilidade de que o plano pudesse ser colocado em prática.

Faseamentos

Cada estágio obedece a critérios que precisam ser atingidos para se alcançar a abertura do passo seguinte nas medidas. A Fase de Transição começa na segunda-feira (1º) e segue por uma semana. Nela está liberada a operação de 100% da Cadeia de Saúde (incluindo consultórios médicos e odontológicos), 31% da Cadeia da Construção Civil, com até 100 operários por obra e 30% de efetivo no setor produtivo, além de percentuais dos setores: Indústria Química e Correlatos; Artigos de Couros e Calçados; Indústria Metalmecânica e Afins; Saneamento e Reciclagem; Indústria e Serviços de Apoio; Energia; Têxteis e Roupas; Comunicação, Publicidade e Editoração; Artigos do Lar; Agropecuária; Móveis e Madeira; Tecnologia da Informação; Logística e Transporte; Automotiva; e Esporte, Cultura e Lazer.

Segundo os critérios, as áreas totalizam a abertura de 66.562 empregos formais em todo o Estado. Com exceção da Cadeia de Saúde, que opera em 100%, os demais setores terão trabalho presencial variando entre 20% e 30% do efetivo.

A primeira fase se inicia em 8 de junho e soma 14 dias de duração. As etapas seguintes dependem do atendimento aos critérios de análise, tendo, cada uma delas, 14 dias de duração. Os gatilhos para a transição destas fases levam em consideração a taxa decrescente de ocupação dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) destinados ao tratamento da Covid-19, de internações, de óbitos pela doença, e a territorialidade dos casos. Com o retorno pleno das atividades, 1.472,504 empregos formais voltarão a circular.

Monitoramento

Além dos critérios especificados para cada etapa, a transição também será condicionada às normas de monitoramento. Serão realizados inquéritos sorológicos e testes nas empresas liberadas, via Secretaria da Saúde, verificados o cumprimento dos protocolos das empresas, e ainda inquéritos epidemiológicos para investigação da razão de transmissibilidade. Atividades de grande aglomeração, como aulas presenciais, abertura plena de shopping centers, celebrações religiosas, eventos esportivos e culturais, entram nas fases finais da estratégia.

Pedidos de recuperação judicial caem em abril, revela Serasa Experian

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 O último mês de abril, marcado pelo isolamento social e pela queda do consumo, registrou 120 pedidos de recuperação judicial, de acordo com dados da Serasa Experian. O dado ficou próximo aos 124 acordos requisitados no mesmo mês de 2019, o que representa uma queda de -3,2% no período. Já quando analisado em comparação com março deste ano, sem ajuste sazonal, houve um aumento expressivo de 46,3% no volume de recuperações judiciais solicitadas, ante os 82 pedidos que foram feitos na época.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, analisa que por conta dos prazos burocráticos para que as decisões de solicitar a recuperação judicial se concretizem, os números ainda não sofrem tanto impacto relacionado ao atual período de incertezas econômicas, mas prevê que esse número cresça daqui em diante. “Com empresas enfrentando dificuldades no fluxo de caixa e para manter a folha salarial em virtude da queda considerável dos níveis de consumo e de produção, nos próximos meses devemos ter um aumento dos pedidos, sendo que as empresas de menor porte  e as recentemente criadas deverão ter uma maior representatividade”, projeta o economista.

Rabi ainda explica que apesar da queda observada na comparação anual, o índice pode ser considerado estável, uma vez que a variação das quantias absolutas, ou seja, o total de requerimentos, são relativamente baixos. “Podemos enxergar essa estabilidade quando analisamos que o acumulado deste ano até abril totalizou 377 pedidos, sendo praticamente igual ao do ano passado, quando tivemos 371”, explica o economista.

Setor de serviços e micro e pequenas empresas lideram pedidos em abril
O indicador de Recuperação Judicial da Serasa revela que o setor de serviços foi o mais impactado e quase dobrou o número de requisições, passando de 56 solicitações de recuperação judicial em abril de 2019 para 92 em igual mês de 2020. Os demais seguimentos tiveram baixa, entre elas a mais acentuada foi no setor primário, que diminuiu de 22 pedidos para apenas 3.

Na análise por porte todas as naturezas jurídicas tiveram diminuição, no entanto, as micro e pequenas empresas continuam se destacando, com 226 pedidos feitos em abril deste ano. Em seguida estão as médio porte (99) e grandes empresas (52).

Solicitações de falências caem 42,7% em abril
Em abril de 2020 foram registradas 75 requisições de falências, uma retração de 42,7% em relação ao mesmo mês de 2019 que marcou 131 requerimentos. O economista Luiz Rabi pondera que a baixa tem a ver com o fato de que tanto as empresas credoras como as devedoras têm buscado flexibilizar novos acordos financeiros para suas dívidas, demovendo mesmo que temporariamente, os credores a entrarem com pedidos de falências.

Datafolha: rejeição de Bolsonaro chega a 43% e é maior do que a de Collor

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Do site Conversa Afiada, criação do jornalista Paulo Henrique Amorim:

Popularidade de Bolsonaro sofre queda, diz CNT/MDA | HuffPost Brasil

Levantamento Datafolha realizado entre 25.5 e 26.5 e divulgado nesta quinta-feira, 28.5, aponta que a rejeição ao governo de Jair Bolsonaro bateu recorde: 43% dos brasileiros consideram a gestão ruim ou péssima, ante 38% segundo a pesquisa anterior, publicada em 27.4. A aprovação de Bolsonaro segue estável, os mesmos 33% nas duas aferições.

Entre aqueles 55% dos brasileiros que assistiram ao polêmico vídeo da reunião ministerial de 22.4, a rejeição a Bolsonaro sobe a 53%. Acham que Bolsonaro nunca se comporta de forma adequada ao cargo 37% dos entrevistados, ante 28% há um mês.

Questionados sobre sua adesão ao isolamento, o maior grupo (50%) diz que só sai de casa se for inevitável. Entre esses, a rejeição a Bolsonaro vai a 48%. O mesmo se dá entre aqueles que ou pegaram a Covid-19 ou conhecem alguém que pegou, com 47% de ruim/péssimo.

Por outro lado, há coincidência entre posições de maior relaxamento contra o coronavírus e o apoio a Bolsonaro. Entre aqueles que dizem viver normalmente, 53% o acham bom ou ótimo. Já entre quem é contra a ideia de um lockdown, 55%.

Lembra o Datafolha: “Bolsonaro tem o pior índice de aprovação de presidentes eleitos desde 1989 a esta altura de um primeiro mandato. Entre aqueles que sofreram impeachment desde então, Fernando Collor (então PRN) tinha 41% de rejeição um pouco mais à frente, com um ano e seis meses na cadeira. Já Dilma Rousseff (PT) gozava de aprovação estratosférica (65%) e apenas 5% de ruim/péssimo em março de 2012. Acabou reeleita em 2014, e impedida dois anos depois”.

Foram ouvidos 2.069 adultos, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Impostos prorrogados e novas linhas de crédito: como organizar as finanças das PMEs?

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Artigo de Regina Fernandes, contadora e responsável técnica da Capital Social, escritório de contabilidade com 10 anos de atuação que tem como objetivo facilitar o dia a dia do empreendedor.

A prorrogação de impostos e o anúncio de novas linhas de crédito, como a que foi sancionada recentemente para micro e pequenos negócios, têm garantido a sobrevivência de muitas empresas. Com taxas de juros facilitadas, longa carência para pagamento e até subsídio do governo, os empréstimos oferecem uma oportunidade para que as empresas se mantenham vivas, mantendo seus funcionários e honrando compromissos financeiros. Contudo, a grande dificuldade está na gestão dessas finanças no médio e longo prazo. Uma hora a conta chega, os prazos vencem e é preciso estar preparado financeiramente para cumpri-los.

As ofertas anunciadas são atrativas. No entanto, na prática, o dinheiro não está chegando a quem precisa. E, o que se observa é a dificuldade do governo em transmitir segurança aos bancos e ao mercado neste momento de crise, o que colabora com a insegurança jurídica e operacional das empresas. Afinal, sem confiança nas medidas governamentais, as instituições financeiras tendem a ser mais receosas quanto a liberação do crédito.

Caso opte pelo empréstimo, o empresário deve fazer o seu fluxo de caixa para os próximos 12 meses, simulando cenários de geração de caixa, além de se perguntar: como esse dinheiro será investido? Tenho um plano de aplicação para esse valor? Há perspectivas para o meu negócio que me possibilitarão pagar a dívida? Caso seja uma exigência manter o número de funcionários, isso será viável ou planejo reduzir alguns postos de trabalho? Só depois de levar tudo isso em consideração é que se deve captar o dinheiro no mercado financeiro. O mesmo deve acontecer em relação ao adiamento dos impostos. O fato de não pagar agora não pode ser ignorado, é preciso considerá-lo nas projeções financeiras. A dica de ouro e ponto de atenção para um bom gestor nesse momento é a formação de um colchão de liquidez. Portanto, se houver dinheiro disponível em caixa não queime: aplique e deixe reservado.

Outra medida eficaz e que vem sendo adotada por muitas empresas é a renegociação de prazos e valores de contratos e serviços, além da suspenção de gastos que não são essenciais. A adesão da suspensão de contrato de trabalho ou redução de jornada pode ser uma indicação para casos de redução brusca de receitas, entre outras medidas trabalhistas que foram anunciadas. Agora, as empesas que mais se destacam são aquelas que, além dessas medidas, tiveram a postura de inovar e se adaptar, pensando na sobrevivência do negócio em longo prazo.

Reinventar-se constantemente é a maior necessidade de um empreendedor, ainda mais em um contexto de mundo tão imprevisível. Se a única certeza é a mudança, precisamos abraçar esse processo e estar prontos para fazer diferente. É preciso fazer negócios pensando no novo perfil do consumidor, que tende a mudar bastante após a pandemia. Acompanhar as tendências, analisar a sua contabilidade e antever as oportunidades é a maior lição de casa que o empresário deve fazer.

Diante dessa situação, tendem a se dar melhor os empreendedores que entenderem que o mercado não parou totalmente, mas que a forma de consumir mudou. Essa crise não afetou todo mundo da mesma forma. Com toda certeza, temos cenários mais críticos. No entanto, se houver um olhar para além do padrão, será possível enxergar que existe uma demanda reprimida ou um novo jeito de fazer. Empresas de serviços de entrega viram a demanda por seus serviços explodirem nos últimos meses, pois as vendas descobriram o delivery e o e-commerce. E, se essa é uma opção para a sobrevivência do seu negócio, por que resistir? Experimentar novas formas de gerir o negócio é um dos maiores benefícios de uma crise.

A falta de dinheiro é uma fala frequente de todo empreendedor, isso em qualquer cenário. Um ensinamento que costumo passar para os clientes do Capital Social é a metodologia Lucro Primeiro. Os empresários costumam calcular seu lucro a partir da diferença entre faturamento e despesas. O que sobrar é dividido entre os sócios – e, sinceramente, quase nunca sobra. Mas essa lógica prejudica o crescimento do negócio e a própria atividade empresarial. Deve-se pensar primeiro no lucro que se pretende obter para depois determinar o quanto se pode gastar.

A dica é começar pequeno, poupando 3% do faturamento e abastecendo uma boa poupança. Depois de um tempo, haverá dinheiro suficiente para pagar dívidas, fazer novos investimentos e expandir a margem de lucro. É como diz a máxima das finanças: mais importa quanto você poupa do que, efetivamente, quanto você ganha. Assim, com planejamento e organização, será possível sair desse período turbulento sem maiores prejuízos, e se isso não era feito antes não tem problema, comece agora. E, se precisar de ajuda, converse com o seu contador.