Brasil

Prefeito de Fortaleza tem reunião com dirigentes do Banco de Desenvolvimento da América Latina para negociar U$ 151 milhões

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O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT, foto), se reuniu em Brasília com dirigentes do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), quando tratou de empréstimo que a Prefeitura de Fortaleza tenta viabilizar para investir em obras de drenagem, pavimentação e urbanização de ruas e avenidas, através do Programa de Infraestrutura em Educação e Saneamento de Fortaleza (Proinfra).

Os recursos, no valor global de U$ 151 milhões, cerca de R$ 500 milhões, vão garantir, pela primeira vez na Capital, além da execução de obras de drenagem, obras de saneamento e esgotamento sanitário, competência executada atualmente apenas pela Cagece, atual detentora da concessão dos serviços de água e esgoto do Estado.

Parte desses recursos será destinada ainda para as áreas de Educação – com a construção de Escolas de Tempo Integral (ETI) e Centros de Educação Infantil (CEI) – e Mobilidade Urbana, com a implantação de corredores expressos de ônibus e obras de infraestrutura viária.

”São investimentos essenciais que vão garantir a qualidade de vida daqueles que moram em regiões que, hoje, são desprovidas de obras de saneamento básico”, afirmou o prefeito Roberto Cláudio.

Para o diretor representante da CAF no Brasil, Jaime Holguin, “Fortaleza é, hoje, um parceiro importante para o banco, que também deverá participar do Programa Meu Bairro Empreendedor no bairro Vicente Pinzon”. Nesta sexta-feira (29/03), o prefeito de Fortaleza lança o programa no bairro Bom Jardim e que, nessa primeira etapa, será financiado com recursos públicos.

Também participaram da reunião, o secretário executivo da Chefia de Gabinete da PMF, Pedro Rocha, o executivo sênior da CAF, José Rafael Neto, e Diego Vetorri, executivo de setor público da CAF.

Salmito volta a destacar a demanda por ações que gerem oportunidades produtivas no semiárido

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Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Ceará, nesta terça-feira (26.3), o deputado Salmito Filho (PDT), ressaltou mais uma vez a necessidade da construção de ideias no Parlamento que gerem oportunidades produtivas no semiárido.

” Nosso papel é legislar, fiscalizar e debater ideias que possam ser assimiladas e transformadas em ações governamentais que beneficiem a população “, destacou o deputado.


Segundo o parlamentar, ele pretende, ainda neste semestre, possivelmente no mês de maio, apresentar uma proposta com começo, meio e fim, para gerar economia ao Estado.“ Economia não pelo consumo, mas pela produção. Se der certo, poderá ser transformador “, salientou Salmito.

Proposta em construção


“Estamos preparando uma sugestão com embasamento técnico, buscando uma oportunidade produtiva para que o homem e a mulher do semiárido gerem renda, gerem riquezas que gerem negócios para vender para o Brasil e para o mundo “, observou o parlamentar.

O deputado lembrou que o Ceará está se destacando em vários setores pela modernidade na gestão pública, principalmente no que se refere à educação de qualidade, aos recursos hídricos e à gestão fiscal, que, conforme ele, são as melhores do país. Ele destaca, portanto, que na área da oportunidade produtiva o estado do Ceará deve avançar mais.

Produção e inovação

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Artigo de José Carlos Abreu, coordenador do MBA em Gestão Estratégica, Econômica e Negócios e do MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria do ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br).

Às vezes, um executivo chega na empresa e diz: “tenho uma ideia nova”. E a resposta que ouve é: “Você sabe se temos demanda comprovada para isto?” Obviamente, é claro que não. Se a ideia é nova, o mercado ainda vai ter que ser apresentado ao conceito. Este tipo de situação acontece porque muita gente confunde produção com inovação. Inovação vem na frente e quebra paradigmas. O mercado ainda nem pensou e o inovador está lá criando. Foi assim com o Facebook, telefones celulares, rádios, computadores… O inovador não depende de demanda.

A produção, essa sim, depende da demanda. Você produz somente se existe a demanda. Se não há demanda, reduzimos a produção ou até mesmo paralisamos. Essa é a diferença entre economias em crescimento e economias estagnadas. Essa é a diferença entre empresas em crescimento e empresas estagnadas ou em declínio. As empresas em crescimento estão sempre inovando, mesmo antes do mercado pedir. Essas empresas se antecipam e incentivam seus executivos a inovar, criar, pensar fora da caixa. A inovação cria a necessidade no mercado. Quantos de nós precisava do Facebook, de um iPod, de um Walkmann ou de um post it antes desses produtos existirem? As empresas inovadoras inventam o seu futuro. As empresas inovadoras estão correndo na frente do mercado.

As empresas estagnadas, as que estão indo para o cadafalso, são aquelas que reagem ao mercado, não inovam. Se o mercado demanda elas atendem. Se não há demanda, se retraem e não criam, nem recriam, não inovam, não inventam, se acomodam, tentam atender reagindo. Não existe proatividade. As empresas em declínio correm atrás do mercado, correm atrás dos concorrentes, correm atrás do cliente.

Observem os automóveis coreanos. Eles estão quebrando paradigmas na indústria automobilística, tal como os americanos fizeram nos anos 50 com seus carrões rabo de peixe e os japoneses fizeram nos anos 70 e 80 com seus carros confiáveis e econômicos. Observem as construtoras que constroem edifícios inteligentes. Observem os chineses. Observem os desenhistas de software indianos. E pelo outro lado, observem a velha Europa. Quem está inovando? Quem está tentando correr atrás do mercado?

“Em time que está ganhando não se mexe” é uma frase bonita, que serve para justificar ficar deitado em berço esplendido. No ano de 1985, as enciclopédias dominavam o mercado da informação classificada quando a internet ainda era “apenas” uma inovação sem muitos adeptos. Um dia, no início dos anos 1990, a internet “atropelou” as enciclopédias. Poderia citar centenas de casos parecidos que aconteceram nas últimas décadas, entre eles os relógios suíços, os microcomputadores da IBM, os rádios, os telefones, os discos de vinil, os carros americanos, as câmeras da Kodak e as máquinas de escrever da Olivetti.

Esse tipo de síndrome, ou tipo de crise, afeta as empresas grandes, estáveis ou com mercados garantidos, muitas vezes erroneamente considerados cativos. É a síndrome dos generais. No exército, o generalato é o cargo máximo de carreira. Os generais sabem que dali vão para a aposentadoria, já chegaram ao topo, não há mais disputa. Então consequentemente um General não precisa inovar. O General não tem que inventar. Os termos “Céu de Brigadeiro” e “Mar de Almirante” não significam que o mar se acalme quando almirante navega ou que as tempestades dos céus amainem quando um Brigadeiro voa. É ao contrário. Um Almirante só vai navegar se o mar já estiver calmo. Um Brigadeiro só vai voar se o céu já estiver azul bonito.

E como quebrar esse ciclo? Devemos perguntar se a empresa estabilizada pode mudar, sabe mudar, precisa mudar e, principalmente, quer mudar. Um bom começo é iniciar a análise pela forma de recompensa. Empresas que recompensam seus executivos pelo valor absoluto do lucro já garantido, não vão inovar nada. É obvio. Já empresas que remuneram seus executivos pela derivada primeira das vendas, pelo EVA ou pelo lucro marginal, vão incentivar seus executivos a inovar.

A pergunta que usei para abrir esse artigo (Você sabe se temos demanda comprovada para isto?) tem seu lugar se a proposta fosse de aumentar a produção. Porém, quando a proposta é inovação as perguntas devem ser outras: Isto funciona? É mais econômico? Agrega mais valor ao produto? Tem um custo menor? Tem outros diferenciais em relação aos nossos produtos tradicionais? Temos tecnologia para fazer? Temos a logística para entregar? O cliente vai perceber os diferenciais? É aquela velha história. Você faz a pergunta errada e terá a resposta errada. Você faz a pergunta certa e terá a resposta certa. No mundo real dos negócios, tudo depende da pergunta certa.

Universidade Federal da Paraíba apresenta inovação em alimentos

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Hortigranjeiros. Foto: Divulgação

Uma ação para mostrar os avanços da ciência na produção de alimentos está sendo preparada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Trata-se do I Workshop de Tecnologia de Alimentos e Inovação, realizado hoje (26.3), no Auditório da Reitoria da UFPB, no campus I, em João Pessoa.

Palestras discutirão patentes e sua importância para a UFPB; aspectos funcionais associados à tecnologia de laticínios e emprego de bactérias lácticas; biodisponibilidade de compostos antioxidantes em matrizes alimentares; inovação e processo de extração supercrítica na indústria de alimentos; reaproveitamento de resíduos agroindustriais para elaboração de novos produtos; perspectiva de aplicação de biomassa; embalagens biodegradáveis e comestíveis, entre outros assuntos.

Estava programada ainda a oficina “Ferramentas de auxílio à pesquisa: mendeley e estatística“. Ela ocorrerá no Auditório do Lacom, às 14h, com número limitado de vagas. A programação completa, inscrições e outras informações podem ser conferidas no site do workshop. Serão emitidos certificados para os participantes tanto do ciclo de palestras quanto da oficina.

O evento é organizado pela coordenadora do Laboratório de Tecnologia de Biocombustíveis do Idep Nataly Albuquerque dos Santos e pela professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos Ângela Maria Triobuzy de Magalhães Cordeiro.

Empresa adota WhatsApp Business como canal de atendimento

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A XGEN, empresa especializada em plataformas de Inteligência Artificial para canais de atendimento, acaba de implementar o WhatsApp Business para o atendimento dos clientes em todas as áreas da empresa, incluindo suporte, vendas e administrativo.

Além de agilidade na resolução de suas necessidades, a ideia é também oferecer uma nova experiência aos clientes, por exemplo, com recursos de envio e recebimento de fotos e arquivos, que poderão acelerar diagnósticos e soluções pelas equipes. 

Para receber estes contatos, o roteamento e gerenciamento das interações, bem como todo o controle de produtividade de cada canal, é realizado através da Plataforma Digital XGEN, que proporciona gestão unificada dos atendimentos em todos os canais digitais, integrando as informações do cliente, armazenando todo seu histórico e os indicadores das operações.

Além do suporte, as áreas comercial e administrativa também poderão receber contatos via WhatsApp, facilitando as interações diárias com esclarecimento de dúvidas e troca/envio de arquivos. “No caso do suporte, que já atende 20% dos chamados via Skype e Telegram, a previsão é que, com a implantação do WhatsApp Business, os atendimentos online representem mais de 50%”, afirma Rafael Souza, diretor de serviços da XGEN”. 

BNDES anuncia linha de crédito mais simples e ágil para micro e pequenas empresas

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Micro e pequenas empresas brasileiras terão acesso a uma nova linha de financiamento, mais simples e ágil, criada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A BNDES Crédito Pequenas Empresas atende às demandas do setor e tem como foco a geração de empregos e a ampliação da concessão de crédito para empresas de menor porte, responsáveis por mais de 50% dos postos de trabalho formais no País. 

O lançamento foi feito em evento com a participação do presidente do BNDES, Joaquim Levy e de representantes da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e de bancos parceiros. 
Segundo Levy, as micro e pequenas empresas são a “saúde e a vitalidade da economia” e o crédito é extremamente importante para elas. “Estamos lançando essa linha mais ágil para atender quem tem mais dificuldades de obter crédito. Essa é uma contribuição do BNDES para dar mais competitividade ao segmento que mais gera emprego. E emprego é o que o Brasil mais precisa”, afirmou. 

Ele também ressaltou que não há limite de valores destinados ao programa. A expectativa é que a demanda chegue a R$ 1 bilhão rapidamente e, se necessário, o BNDES disponibilizará mais recursos caso a demanda seja maior. “Estamos deixando de investir nas grandes para ter mais recursos para esse tipo de atividade e se chegar a R$ 3 bilhões ou R$ 4 bilhões, melhor ainda”, disse o presidente do Banco. 

A BNDES Crédito Pequenas Empresas será oferecida por meio dos agentes financeiros credenciados que repassam recursos do BNDES e que começarão a disponibilizá-la nas próximas semanas. As empresas interessadas podem ir direto aos bancos ou acessar o Canal MPME (www.bndes.gov.br/canal-mpme), que permite encaminhar pedidos de financiamento a um ou mais bancos repassadores, selecionados conforme as necessidades de quem solicitar e de acordo com o perfil informado pelo tomador. 

A nova linha terá limite de crédito máximo de R$ 500 mil por cliente a cada 12 meses, com prazo máximo de até 60 meses e até dois anos de carência. O cliente contará com três opções de juros de referência – Taxa de Longo Prazo (TLP), Taxa Selic (TS) ou Taxa Fixa do BNDES (TFB). A eles será acrescida a remuneração do BNDES, de 1,45% a.a., e a remuneração do agente financeiro, que é negociada diretamente com o cliente final. Com isso, na maior parte dos casos, os juros do financiamento devem ficar em torno de 1,3% a.m. 

Pequenas empresas – Com a aprovação da linha BNDES Crédito Pequenas Empresas, o BNDES também aprovou a realização de um estudo de efetividade que vai avaliar a geração e a manutenção de empregos nas empresas. 

Responsáveis por mais da metade dos postos de trabalho formais no país (18 milhões empregos, ou 55% do total), as empresas de menor porte são as que mais sofrem com restrição de crédito. 

O BNDES segue apoiando fortemente o segmento. Em 2018, foram R$ 14,7 bilhões em desembolsos, num total de 242.400 operações (79% do total). O percentual de clientes com faturamento até R$ 4,8 milhões correspondeu a 90% dos clientes do Banco no período, alcançando 4.581 municípios (82% do Brasil). 

Opções de custo financeiro – O BNDES oferece aos clientes três opções de custo financeiro. A Taxa de Longo Prazo (TLP) é inferior à taxa referencial de mercado (DI) para todos os prazos de financiamentos. Em uma comparação para financiamentos com prazos de 3, 5 ou 7 anos, a TLP equivale a 93,3%,  88,3% ou 83,5% do DI, respectivamente.

A Taxa Fixa do BNDES (TFB), na qual a variação do IPCA é pré-fixada, elimina qualquer variação da taxa de juros ao longo do seu financiamento, o que garante previsibilidade no custo do empréstimo. Com a TFB, é possível prever todo o fluxo de pagamento da empresa e, neste caso, é o BNDES que arca com os riscos decorrentes das variações da inflação. 
O valor da TFB varia diariamente, mas a taxa é fixada para cada financiamento no momento da contratação da operação pelo Banco repassador ou no pedido de liberação do financiamento ao BNDES. Em operações que usam a Taxa Fixa do BNDES, o financiamento é desembolsado de uma só vez.

Como exemplos, os valores da TFB para contratos firmados em 18 de março de 2019, com prazo de pagamento de 3, 5 ou 7 anos, ficaram com custo de 7,74 % a.a. ou 101% do DI (3 anos); 7,84 % a.a. ou 93% do DI (5 anos) ; ou 7,99 % a.a. ou 91% do DI (7 anos). 

Comitê Gestor do MPCE aprova projeto pela educação e cidadania contra a corrupção

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O Comitê Gestor de Projetos Estratégicos do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) aprovou o projeto “Educação e Cidadania contra a Corrupção”, defendido pelo promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público (CAODPP), Élder Ximenes. De acordo com o promotor de Justiça, a ideia é que o projeto se torne um trabalho preventivo de caráter permanente, alcançando a juventude cearense. Inicialmente, ele pretende atingir, pelo menos, 10% das escolas com os alunos das turmas de 4º ano.

Em sinergia com o Projeto TCEduc, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Élder Ximenes afirmou que, nos anos seguintes, o projeto deverá buscar mais parceiros para ampliação até garantir a permanência em todas as escolas públicas e privadas. “Teremos um trabalho didático com conteúdos relativos à ética no dia a dia, à participação social e à prevenção da corrupção. Nossa sociedade ainda é muito leniente contra a prática da corrupção. Esperamos que o trabalho continuado ajude a prevenir pequenos atos de corrupção, a fim de evitarmos um mal maior no futuro das novas gerações”, ressaltou.

Segundo afirmou a procuradora de Justiça e ouvidora-geral do MPCE, Vera Ferraz, a relevância do projeto é destacada em virtude da “magnífica ressonância” encontrada ao se trabalhar uma geração na idade da pré-adolescência concentrada no ambiente escolar. “Este projeto planta uma semente que germinará, cem por cento, no pré-adolescente disposto a absorver conhecimentos, obtendo na fonte as condições de desenvolver a tônica da ética contra a corrupção”, acredita a procuradora.

Encontros Regionais 2019

Outra pauta apresentada, desta vez pela coordenadora da Assessoria de Planejamento e Gestão da PGJ Ticiana Sampaio, considerou os resultados e encaminhamentos relativos ao Encontro Regional 2019, ocorrido em Juazeiro do Norte nos dias 14 e 15. O encontro reuniu gestores públicos, estudantes, membros e servidores do MPCE e representantes da sociedade civil no auditório do Núcleo de Práticas Jurídicas do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio.

Neste aspecto, Vera Ferraz declarou que o Ministério Público trilha um caminho dentro da realidade atual ao aproximar-se das comunidades interioranas, principalmente as mais vulneráveis, em busca de fazer valer a justiça social por meio dos projetos estratégicos de alto interesse social. “Ticiana Sampaio expôs o resultado dos trabalhos de Juazeiro do Norte. A repercussão do público foi mais do que a esperada. O terceiro setor participou ativamente e as pessoas ficaram satisfeitas com o trabalho proativo de todos os envolvidos”, elogiou.

FCDL-CE recebe inscrições para curso de Comunicação de Líderes

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Saber se comunicar de forma clara é um dos requisitos essenciais para uma pessoa se tornar um líder estratégico. A comunicação é a troca e o fluxo de informações e ideias por meio das palavras e ações. Para que essa comunicação seja eficiente, o receptor precisa ser capaz de entender exatamente aquilo que o emissor desejou comunicar.

Segundo o jornalista e professor Wellington Nunes, no ambiente empresarial, saber lidar com a diversidade de colaboradores ainda é o maior desafio para que bons resultados sejam alcançados, já que o desempenho dos profissionais é determinante para o sucessode qualquer empresa. 

Diante dessa necessidade, a Federação das CDLs do Ceará (FCDL-CE) está com inscrições abertas para o curso “Comunicação de Líder”, que será realizado, em duas turmas, nos dias 13 e 15 de maio, das 8h30 às 18h, na sede da entidade. “Nosso trabalho é ajudar os líderes e gestores a desenvolver uma comunicação estratégica, por meio de técnicas e ferramentas cientificamente comprovadas”, explica o facilitador. 

As vagas para o curso são limitadas. Apenas 15 alunos por turma. Os interessados devem fazer suas inscrições pelos e-mails assessoria@fcdlce.com.br ou sec.presidencia@fcdlce.com.br

Mão dupla

Ainda de acordo com Wellington Nunes, que também é especialista em marketing, a transparência no momento da comunicação entre o líder e seus colaboradores não é importante apenas para garantir que a equipe esteja absorvendo o que o gestor espera dela.

“A comunicação é uma via de mão dupla. Aprender a ouvir é tão importante quanto saber o que falar. É por meio dessa comunicação que o bom gestor vai poder identificar as fortalezas de cada um e descobrir qual perfil poderá ser aproveitado em tarefas específicas”.

Fortaleza (CE) terá estratégia conjunta de combate ao trabalho precoce

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Mais de 240 educadores e assistentes sociais se reúnem hoje (26.3), no Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT-CE), para analisar e propor soluções para casos concretos de estudantes da rede pública identificados em situação de trabalho. A mobilização é parte das ações estratégicas do Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca), direcionadas para Fortaleza.

Entre os inscritos, há profissionais de ensino dos seis distritos de educação da capital. Eles deverão atuar em conjunto com profissionais dos centros de referência de assistência social. “Vamos compartilhar experiências e aperfeiçoar os fluxos de identificação, busca ativa e proteção social de crianças e adolescentes em situação de trabalho e respectivas famílias”, antecipa o procurador do MPT-CE Antonio de Oliveira Lima. “Outro foco (do encontro) serão as ações de responsabilização dos que exploram o trabalho precoce”, completa.

Confirmaram presença representantes de 26 CRAS e seis CREAS que prestam atendimento em Fortaleza. Para as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) são encaminhadas pessoas em situação grave de desproteção, entre eles crianças e adolescentes retiradas do trabalho precoce. Os centros são referência da rede de proteção social básica e, no geral, estão localizados em áreas de maior vulnerabilidade social.

Vítimas do trabalho infantil ou de abandono também podem receber atendimento nas unidades do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), além de outros indivíduos em risco pessoal ou social. Nas unidades, é possível receber orientação jurídica, suporte no acesso à documentação pessoal e encaminhamento para a assistência social e serviços públicos disponíveis.

Foram convidados para o encontro professores, coordenadores pedagógicos, diretores de escolas, técnicos da Secretaria Municipal da Educação, representantes do CRAS, CREAS, serviços de convivência, conselheiros tutelares, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Superintendência Regional do Trabalho e entidades de aprendizagem.

Câmara Municipal de Fortaleza debate Código da Cidade

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A Câmara de Fortaleza realizou audiência pública sobre o Livro III do Código da Cidade, referente às posturas destinadas à promoção da harmonia, o equilíbrio e a boa convivência no espaço urbano, por meio do disciplinamento dos comportamentos, das condutas e dos procedimentos dos cidadãos no município de Fortaleza.

O Projeto está dividido em quatro livros, havendo uma audiência pública de debate para cada um. Entenda mais sobre o Código da Cidade e como ele adequa a legislação municipal à realidade da Capital clicando aqui.

As pautas do Livro III foram apresentadas por Gizela Gomes, que explicou o objetivo de cada projeto. Confira os principais pontos abordados:

• Calçadas padronizadas e acessibilidade
• Arborização 
• Conscientização sobre o uso da água
• Diminuição do uso de sacolas plásticas
• Fiação subterrânea dos fios de eletricidade
• Implantação de banheiros públicos
• Programa de Reorganização e Requalificação de Feiras Livres
• Programa Meu Carrinho Empreendedor
• Fechamento de terrenos sem uso, por medidas de segurança e saúde
• Uso de material reciclável em obras públicas
• Possível alvará de funcionamento permanente
• Programa Adoção de Praças e Áreas Verdes
• Bicicletários obrigatórios em edificações comerciais

Na ocasião, Fabiana Farah, representante da Comissão da OAB sobre os Direitos da Pessoa Idosa, sugeriu que a pauta sobre fiscalização do limite do som não ficasse de fora. Ela também falou da atual questão acerca da substituição do canudo de plástico por papel: “na atual conjuntura, não podemos mais permitir que esse tipo material continue sendo utilizado”.

Por meio de inscrições, membros de sindicatos e representantes da sociedade civil tiveram a oportunidade de dar suas contribuições, contando suas experiências e fazendo perguntas, todas respondidas pelas autoridades à mesa. O evento também contou com a presença dos vereadores Dr. Eron Moreira (PP), Ronivaldo (PT), Benigno Júnior (PSD) e Jorge Pinheiro (DC).

O próximo debate será dia 29 de março, sexta-feira, às 9h, no Auditório Ademar Arruda, anexo à Câmara Municipal. Na ocasião, será debatido o Livro IV do Código da Cidade, referente à ética na relação entre poder público e sociedade. A audiência também pode ser acompanhada ao vivo pelo canal da Câmara no YouTube.