Brasil

Acordo Mercosul e União Europeia: possíveis reflexos no agronegócio e como o setor pode se preparar

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Artigo de Robinson Cannaval Jr , sócio fundador e diretor do Grupo Innovatech, diretor executivo da Innovatech Consultoria, formado em Engenharia Florestal pela ESAlQ/USP, com especialização em Gestão estratégica de Negócios pela Unicamp e MBAs em Finanças e Valuation pela FGV.

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O mercado mundial recebeu uma grande notícia no final de junho. Depois de 20 anos de negociações, foi firmado durante a 14ª Cúpula do G20, em Bruxelas, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Ele passa a ser o segundo maior acordo do mundo em relação ao PIB somado de seus participantes, ficando atrás apenas do acordo entre a União Europeia e o Japão. Juntas, as duas regiões respondem por um PIB de cerca de US$ 20 trilhões, aproximadamente 25% da economia mundial.

Hoje, das dez maiores economias do mundo, o Brasil é o que tem menor participação no comércio internacional, com menos da metade do volume transacionado por países com PIBs comparáveis, como Itália e Canadá.

O acordo entre Mercosul e União Europeia poderá representar o acesso mais competitivo para os produtos brasileiros a um mercado consumidor de 500 milhões de pessoas, que responde por mais de 21% da economia mundial. E os produtos da cadeia do agronegócio têm posição de destaque nessa negociação.

Pelo acordo, está prevista a redução ou eliminação de tarifas sobre mais de 90% dos produtos comercializados entre os blocos, com entrada em vigor, de modo escalonado, ao longo dos próximos 15 anos. Antes dele, apenas 24% das exportações brasileiras entravam livres de tarifa na União Europeia.

Para entrar em vigor, o pacto deve ser ratificado pelos parlamentos de cada um dos estados-membros dos blocos, o que pode ser um desafio a ser vencido. Entre as condicionantes do acordo, estão a permanência no tratado de Paris e a redução do desmatamento na região do Mercosul. Outras questões ambientais podem ser incluídas, como o uso de determinados defensivos agrícolas.

Mas no que esse acordo impactaria no agronegócio brasileiro?

Caso os desafios sejam vencidos e o acordo seja ratificado pelo parlamento brasileiro, os produtos da cadeia do agronegócio, que hoje já representam mais de um terço das exportações para a União Europeia, serão beneficiados. As importações de máquinas e químicos também podem trazer impactos positivos para o setor.

A União Europeia é o maior importador agrícola mundial. Para se ter uma ideia, em 2018, o bloco europeu importou no setor US$ 182 bilhões e o Brasil está entre os seus maiores fornecedores de produtos de origem agrícola. Com a retirada ou redução de tarifas, o país se tornará ainda mais competitivo na exportação desses produtos para o bloco.

Segundo dados da Innovatech, em 2018, entre os cinco campeões de exportação do Brasil para a União Europeia estão a soja e derivados (12,80%- campeão de exportação) e o café cru em grão (5,50%). Pelo acordo, ocorrerão grandes mudanças no setor do agronegócio com a retirada ou diminuição de tarifas. Por exemplo, óleos vegetais passariam a ter tarifa zero de imediato; o café torrado e solúvel em quatro anos; o açúcar até a cota de até 180 mil toneladas teria tarifa zero de imediato, entre outros.

Outro ponto importante do acordo é que a União Europeia liberalizará 82% do volume de comércio e 77% das linhas tarifárias no setor agrícola e dará acesso preferencial ao Mercosul. O Mercosul, por sua vez, no comércio agrícola, liberalizará 96% do volume de comércio e 94% das linhas tarifárias.

O novo tratamento tarifário poderá tornar o Brasil mais competitivo no fornecimento de proteínas. Porém, o tema pode ser um entrave para a ratificação do acordo pelos parlamentos de Estados-membro que têm participação relevante nesse mercado.

O acordo reduz as barreiras tarifárias em contrapartida os entraves podem surgir, tais como: questões sanitárias, rastreabilidade de produção, sustentabilidade da produção e demanda por certificação de produto.

No caso das carnes por exemplo, a tarifa seria reduzida imediatamente nos seguintes casos:  a carne Bovina teria tarifa de 7,5% até a cota de 99 mil toneladas peso carcaça, 55% resfriada e 45% congelada e tarifa zero na cota Hilton1 (10 mil toneladas); no caso da carne suína, a tarifa passaria para €83/tonelada até a cota de 25 mil toneladas; e na carne das aves 180 mil toneladas peso carcaça, intraquota zero, 50% com osso e 50% desossada. Já no caso dos peixes a tarifa seria zero imediatamente e o camarões a extinção seria em quatro anos.

O pacto entre os blocos econômicos deve trazer muitas oportunidades e também algumas ameaças para quem atua na cadeia do agronegócio brasileiro. Embora nem todos os efeitos sejam imediatos, é preciso estar pronto para não perder o timing. E para que isso não ocorra, algumas perguntas básicas precisam ser feitas.

É essencial para os empresários do agronegócio entender como fica a posição competitiva e a atratividade da exportação dos seus produtos no mercado europeu; o timing e como se preparar para aproveitar as oportunidades que surgirão para a exportação de produtos; qual a melhor estratégia para acessar o mercado e quais são as oportunidades para ganhar competitividade importando máquinas, equipamentos e insumos europeus, como menor custo e mais tecnologia.

Já para os produtores locais e subsidiárias locais de empresas estrangeiras de insumos, máquinas e equipamentos, as preocupações devem ser outras: se o negócio está ameaçado pela redução de tarifas dos produtos importados; como a liberalização afeta os seus mercados; e as estratégias para se defender da competição com os produtos europeus.

Então, muito mais do que entender no que o acordo Mercosul União Europeia pode ajudar ou prejudicar o agronegócio no Brasil, é preciso se preparar para os novos tempos que poderão vir. Para isso, é necessário planejar: estudar o mercado, analisar a viabilidade dos negócios; implementar e gerir. Só assim, o Brasil estará preparado para colher os frutos desse acordo, caso ele seja validado.

Por que as #startups são atraentes para novas gerações?

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Segundo um estudo realizado no começo do ano pelo Investimentos Canary, atualmente, cerca de 37% dos estudantes brasileiros querem um emprego em startups. A pesquisa foi realizada com 350 alunos que estudam em grandes Universidades do país. Mas quais são os motivos de a nova geração optar por esse estilo inovador de empresas?

“São muitas causas que levam a essa tendência, entre elas estão a ambição e a vontade de crescer rapidamente. Há alguns anos, um jovem recém-formado inscrevia-se em um processo seletivo para trainee em uma grande empresa e lá ficava por muitos anos, subindo degrau por degrau. Hoje, as coisas mudaram. A agilidade tomou conta de nossas rotinas e os jovens têm cada vez mais pressa em “chegar lá”, comenta a especialista em desenvolvimento humano Susanne Anjos Andrade, autora do best-seller “O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil”.

Já parou para pensar que, antes, ficávamos semanas esperando o próximo capítulo daquela série que tanto amávamos e, hoje, acessamos a Netflix e todas as temporadas já estão lá, disponíveis? Em meio à aceleração, as startups nasceram e estão ganhando cada vez mais espaço. Elas são empresas inovadoras, que têm como intuito criar modelos pioneiros de negócio – a maioria deles na área de tecnologia. Mas, como já existem milhões de startups, muitas também migraram para o setor financeiro e de educação. E o que elas apresentam de tão atrativo para a geração atual?

“Além da vontade de crescer na carreira, como citei acima, para trabalhar em um determinado local, o jovem quer estar alinhado com o propósito da empresa, ou seja, concordar com a missão, visão e valores, se envolver nas estratégias, ganhar responsabilidade, com um perfil de autogestão, e ser capaz de contribuir com a equipe, mesmo se tratando de um estagiário, por exemplo. É a geração do empreendedorismo, seja próprio ou o da empresa, com o sentimento de fazer parte daquele núcleo”, avalia Susanne.

Modelo de gestão humanizado

As startups, na maioria das vezes, são fundadas por empreendedores que fazem parte dessa geração, que acompanham as novidades do mercado e, acima de tudo, pensam em criar cada vez mais inovações. Para isso, é preciso montar uma equipe engajada, atualizada e conectada. Assim, seguem o modelo de gestão humanizado, fugindo um pouco daquele estilo tradicional, em que o líder dá ordens e o colaborador apenas obedece.

“A humanização oferece um ambiente de trabalho mais descontraído, sem horários rígidos para cumprir, e o líder atua bem próximo do time, quebrando o conceito de hierarquia”, explica a especialista.

Dessa forma, de acordo com Susanne, os membros da equipe assumem o protagonismo, entendem a linguagem do cliente, e a empresa proporciona benefícios como local para jogar vídeo game e fazer happy hours depois do expediente. “Essas medidas tornam o ambiente mais leve, fazendo com que os colaboradores entreguem resultados de maneira mais natural, sem tanta ansiedade no que fazem”, diz ela.

Mais do que dinheiro, quem está começando a carreira hoje procura a felicidade no trabalho, ideias inovadoras, e a oportunidade de mostrar suas qualificações – e é isso o que muitas startups também acreditam. “Essa é uma tendência que, a longo prazo, chegará às grandes corporações, como os bancos, por exemplo. A empresa que não se atualizar junto com o mercado ficará para trás, e enfrentará dificuldade para encontrar e reter talentos”, finaliza Susanne.

Lei de Proteção de Dados e os impactos no setor financeiro – entenda o que muda nas relações com os clientes

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A oportunidade de utilizar a análise e armazenamento de dados a favor dos serviços e atividades do seu negócio está renovando o setor financeiro. No entanto, as empresas deste segmento, que lidam diariamente com inúmeros dados pessoais dos clientes, precisam estar de acordo com as novas regras de proteção de dados de pessoas físicas naturais. A Lei Geral de Proteção de Dados, ou simplesmente LGPD, deverá impactar de forma significativa o setor financeiro, principalmente, as instituições bancárias.

Entretanto, menos da metade das empresas do segmento estão adequadas às novas regras. Pesquisa realizada neste ano pela Serasa Experian mostra que, faltando pouco mais de um ano para entrar em vigor em todo o território nacional, somente 31,8% das empresas do segmento no Brasil, entre bancos, financeiras, cooperativas, seguradoras e corretoras, estão preparadas para as exigências previstas pela LGPD. Apesar do índice, o levantamento revela que o setor financeiro representa o melhor desempenho entre todos os setores da economia brasileira. A média nacional foi de 15,2%.

Sinal de alerta

O especialista em Segurança da Informação da Indyxa, empresa blumenauense especializada em soluções e serviços de tecnologia, Tiago Brack Miranda, alerta que o setor financeiro é um dos principais alvos de criminosos digitais, visto que possui grande movimentação de dados, por isso, é fundamental que existam processos recorrentes de auditoria para garantir que as camadas de proteção estejam seguras e que os processos implementados estejam sendo seguidos corretamente.

“Hoje algumas instituições financeiras acabam compartilhando dados pessoais de clientes com empresas terceiras para divulgação de produtos e ofertas de crédito. Esse tipo de compartilhamento de dados, com a chegada da LGPD, será revisto e alterado. É necessário transparência no tratamento, processamento e armazenamento dos dados pessoais. As instituições financeiras também precisam implementar medidas técnicas e organizacionais eficientes para responder as solicitações dos titulares das contas, com base em seus direitos afirmados em lei, como a portabilidade de dados. Qualquer compartilhamento de dados, sem autorização prévia, não será mais tolerado”, diz.

Outro risco presente é o de violação dos dados, por exemplo, e se isso acontecer no departamento financeiro, as informações roubadas poderiam resultar em adulterações de contas dos clientes, desvio de fundos e até mesmo fraudes de identidade. Com a implementação da LGPD, as empresas precisam relatar qualquer tipo de violação o mais rápido possível à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que tem o papel de supervisionar as empresas e determinar as medidas ou penalidades cabíveis.

Como implementar a LGPD no setor financeiro

Para as instituições financeiras que desejam iniciar a jornada para a adequação de acordo com a normativa, além dos investimentos em tecnologias da segurança da informação, é necessária a implementação de um programa de Governança de Proteção e Privacidade de Dados nos negócios. “Esse programa, além de definir a trilha dos dados dentro das empresas, tem como objetivo conscientizar os colaboradores sobre a importância desse tema. Ou seja, faz com que as pessoas estejam aptas e capacitadas a buscarem sempre a proteção dos dados de seus clientes”, explica Tiago.

Miranda alerta, ainda, que a própria lei exige que o investimento em camadas de Segurança da Informação seja recorrente. Ou seja, tão importante como a implementação de um programa de adequação à LGPD, é a sua continuidade dentro das empresas. “O encarregado de dados terá um papel importante nesse ponto. Além dele ser o ponto focal para tratativas com a ANPD, ele deverá buscar a organização e manutenção desse programa”, comenta.

Tecnologia para ajudar

Para o especialista, é fundamental possuir tecnologias de segurança reconhecidas no mercado, pela capacidade de prevenção de invasões e malwares– um tipo de software que causa danos, alterações ou vazamento de dados -, por exemplo. Além da proteção no perímetro da rede de computadores da empresa, que garantem a disponibilidade e integridade da conexão à internet e aos seus clientes. Se faz necessário ainda investir na proteção dos dispositivos por meio de soluções de antimalwares. “Seja em servidores, estações de trabalho ou até mesmo em smartphones, a tecnologia voltada para ações preventivas é essencial para a LGPD”. Outro ponto de extrema importância é a anonimização de dados. “É recomendado que dados em ambientes de testes sejam descaracterizados para que em caso de vazamento ou perda, não individualizem nenhum cidadão, evitando dessa forma penalidades pela ANPD”, finaliza.

O erro como ponto de partida para a inovação

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Erre mais para acertar mais rápido. Esta é uma das frases mais utilizadas por Mara Carneiro, coordenadora do MBA Business Innovation da FIAP. Ela também é fundadora do DeRose Changemakers, um projeto especialmente elaborado para ajudar as pessoas a tirarem suas ideias do papel, com técnicas de alto desempenho.
 

No dia 31 de agosto Mara promove o curso a “A arte de errar”, evento que conta com outros dois ministrantes de peso, o professor e palestrante Flávio Moreira e o especialista em gamificação Victor Cayres. Juntos eles formataram um circuito de informações fundamentais para a realização de qualquer projeto, principalmente os projetos de inovação: organizar as ideias sem medo de errar; aprender como desenvolver a gestão emocional e, por fim, colocar as ideias em prática por meio da gamificação.
 

Mara Carneiro, fundadora do DeROSE Changemakers

“Aprender a lidar com os erros é algo importantíssimo para o sucesso e isso inclui, por exemplo, descobrir a medida certa para acolher ou não os feedbacks”, pontuou Mara Carneiro. “Trata-se da habilidade de auto-observação e de correção de curso em tempo real. Se você estiver aberto a ouvir, o universo a seu redor estará repleto de inputs para melhorar a sua ideia. Porém, se você ouvir e implementar tudo que todos dizem, sem colocar um filtro, corre o risco de perder a integridade da proposta inicial”, alertou.
 

Outro fator de grande relevância para alavancar um projeto é a inteligência emocional. De acordo com o professor Flávio Moreira, diretor geral da escola DeRose Method Anália Franco, em São Paulo, “a emoção é um poder e se for bem adestrada, ela se torna um verdadeiro catalisador de sucesso em todas as áreas da vida”, explicou. “O contrário também é verdadeiro. Ao deixá-la sem gestão, os resultados podem ser desastrosos”, complementou Flávio, que há mais de 30 anos ensina desenvolvimento pessoal para alta performance humana e corporativa.
 

Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Victor Cayres trabalha com pesquisa e desenvolvimento na área de games e traz para o curso a expertise de aplicação da gamificação como estratégia de aprendizado. “Ao desenvolver estratégias baseadas na lógica de jogo fica mais fácil colocar em prática novos hábitos ou novos processos”, explica Cayres. 
 

Todos os ministrantes são também professores do DeRose Method, uma escola que ensina técnicas e conceitos comportamentais para desenvolver alta performance física, emocional e mental, know-how que contribuirá como grande diferencial para o curso.

Sistemas de antenas avançados turbinam capacidades 5G

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A 5G Americas, a associação setorial e a voz da 5G e LTE para as Américas, hoje anunciou a divulgação de Sistemas de Antenas Avançados para 5G[VN1] , um relatório explorando as tendências atuais da tecnologia e avanços no uso de espectro para sistemas de antenas avançados (advanced antenna system – AAS) que devem aumentar a velocidade de transmissão de dados, cobertura e experiência do usuário da tecnologia 5G.

A 5G oferecerá velocidades muito maiores que a 4G, com picos de até 20 Gigabits-por-segundo (Gbps) e taxas médias de transmissão de dados de 100+ Megabits-por-segundo (Mbps). A tecnologia é capaz de suportar um aumento de 100x a capacidade de tráfego e eficiência de rede, e oferecer acesso instantâneo, reduzindo a latência em 10x comparada com as redes 4G.
“Avanços recentes nessa tecnologia viabilizaram a adoção de sistemas de antenas avançados e recursos multiantena na implementação de redes 5G em grande escala, e nas redes 4G que já estão em operação também”, disse Bo Hagerman, Líder da Evolução de Estratégia para Redes 5G, Soluções para Produtos de Rede, da, Ericsson North America.

O relatório identifica como os AAS serão comercializados, apresenta informações técnicas sobre a crescente complexidade dos sistemas de antenas sem fio e mostra como esses sistemas podem ser fundamentais para o desenvolvimento e implementação de redes 5G.

Mais especificamente, o relatório analisa como:

  • Avanços em técnicas como a formação e gestão de feixes (alternação, recuperação e refinamento de feixes) aumentam a cobertura e capacidade em um número maior de canais de controle e transmissão comparado com a LTE, com rádio de até 64 elementos de antena e transceptor
  • A MIMO Massiva agrega ainda mais capacidade sem adicionar mais elementos de antena, devido à crescente liberdade qualquer sistema de antenas possui para modificar um sinal transmitido – mesmo para múltiplos usuários e antenas
  • Avanços no uso de bandas de espectro de ondas milimétricas (mmWave) são maiores com um sistema totalmente integrado de antenas que pode incluir mais de 100 elementos de antena e transceptores
  • O uso de espectro abaixo de 6 GHz e na faixa de mmWave apresenta ganhos sensíveis em cobertura e capacidade que não seriam possíveis com técnicas de rádio anteriores
  • Vários cenários de implementação podem ser baseados em localização de redes, serviços e casos de uso

As novas tecnologias de antena operam com as versões independente e não independente da 5G Novo Rádio (New Radio – NR). No entanto, com a complexidade emergente dos 5G NRs, as operadoras e fornecedores terão que administrar soluções de rádio ativas e passivas em bandas de espectro abaixo de 6 GHz. As operadoras que adotam a AAS devem levar em conta vários fatores, como desempenho x custo, questões de Campo Eletromagnético (EMF) e restrições de implementação.

”Sistemas de antenas avançados viabilizam técnicas de última geração para formação de feixes e Multiple Input Multiple Output (MIMO), que são ferramentas poderosas que podem aprimorar a experiência do usuário, a capacidade e a cobertura”, disse Hagerman.

Além de espectro de banda alta, o espectro atual de bandas médias e baixas será fundamental para suportar a implementação da 5G NR. Inicialmente, a 5G NR será implementada principalmente nas bandas de Time Division Duplex (TDD), e nas bandas de mmWave e Frequency Division Duplex (FDD) abaixo de 3 GHz, de acordo com a carteira de espectro de cada operadora. Quando o sistema está otimizado, as velocidades de transmissão 5G podem chegar a picos que oferecem até oito conexões simultâneas de 20 Gbits/seg no downlink e quatro conexões simultâneas de 10 Gbits/seg no uplink.

Chris Pearson, Presidente da 5G Americas disse “Sistemas de antenas avançados são essenciais para muitos serviços e casos de uso da 5G. Durante os últimos cinco anos, registramos grandes avanços em cobertura e capacidade usando os AAS e isso deve continuar com as redes 5G do futuro em vários ambientes”.

Por exemplo, em áreas de alta densidade como centros urbanos com poucas células macro, medidas para aumentar a densidade de células pequenas devem aproveitar da formação de feixes horizontais e verticais. Ambientes urbanos de alta densidade com prédios altos, alta densidade de veículos e estações instaladas em telhados frequentemente usam células macro em conjunto com estações internas de células pequenas, principalmente usando a formação de feixes horizontais de baixa energia. Do outro lado, ambientes urbanos com prédios menores, onde os edifícios normalmente possuem entre quatro e seis andares, permitem a formação de feixes verticais. Em um terceiro exemplo, as redes rurais devem aproveitar de células marco com espectro da banda reduzida e densificação seletiva em centros populacionais.

Esses avanços, entre outros, foram definidos e finalizados, em junho de 2019, no 3GPP Release 15. As operadoras de rede e fornecedores de equipamentos de rede ainda estão aprimorando esses avanços usando protocolos de tese 5G cada vez mais sofisticados.

Sistemas de Antenas Avançados para 5G foi criado por um grupo de trabalho do Conselho de Administração da 5G Americas e liderado por Bo Hagerman da Ericsson, Bjorn Lindmark da CommScope e David Kokotoff da Kathrein. O relatório está disponível gratuitamente no site da 5G Americas. O site da 5G Americas também oferece uma apresentação em slides e um blog do Chris Pearson.

#Nubank libera cartão com função débito para clientes da NuConta que fizerem solicitação

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A NuConta, a maior conta digital fora da Ásia, está liberando o acesso à função débito para todos os clientes que quiserem. A funcionalidade está sendo testada desde dezembro do ano passado e já é usada por mais de 2,5 milhões de clientes da conta digital do Nubank.

Todos os clientes da NuConta poderão agora requisitar o acesso à funcionalidade diretamente pelo app do Nubank. “Criamos a NuConta há dois anos para ressignificar a maneira como os brasileiros lidam com o próprio dinheiro. Em dezembro, transformamos a porta giratória dos bancos em uma peça de museu. E, agora, estamos liberando o cartão com a função débito da NuConta para todos que quiserem. Esse era o principal item que faltava para os brasileiros poderem abandonar de vez os bancos tradicionais com sua burocracia, contratos complicados e taxas escondidas e abusivas”, afirma Vitor Olivier, vice-presidente de Consumo do Nubank.
Desde que a função débito foi lançada, mais de 5 milhões de pessoas aderiram à NuConta, que já tem 8 milhões de clientes em todas as cidades brasileiras. “Um dos valores mais importantes do Nubank é colocar o cliente sempre no centro de nossas decisões. Nosso objetivo é empoderar as pessoas para que elas tenham total controle sobre a própria vida financeira. O débito foi uma das funções mais requisitadas por nossos clientes. Agora, todos que quiserem vão poder usar a NuConta para pagamentos no débito”, diz o executivo.

Para solicitar o cartão habilitado com a função débito, basta, no app do Nubank, ir em Configurações > Pedir Função Débito. Para quem já tem o novo modelo de cartão Nubank contactless, que foi lançado em setembro do ano passado, a ativação do débito será automática após esse processo.

Nos últimos meses, a NuConta ganhou uma série de funcionalidades que facilitam a vida financeira dos brasileiros. Exemplos disso são a função Guardar Dinheiro, que ajuda no controle das finanças, e integração entre o app do Nubank e a lista de contatos do celular, que permite transferências entre clientes em poucos cliques.
Além disso, os clientes da conta digital do Nubank também têm a possibilidade de fazer aplicações em RDB do Nubank, que conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para depósitos de até R$ 250 mil por CPF e instituição financeira.

Todo dinheiro depositado na NuConta rende mais do que a poupança, a 100% do CDI com liquidez diária. Com a conta digital do Nubank, também é possível fazer transferências gratuitas e ilimitadas para qualquer banco, pagar boletos, além de fazer a portabilidade do salário. O Nubank calcula que os clientes da NuConta economizam cerca de 40 reais por mês considerando as tarifas médias do mercado para TEDs, saques, manutenção e rendimento do dinheiro aplicado.

Conheça cinco ferramentas que mudaram rotina dos profissionais do #Direito

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O uso da tecnologia para informatização de dados se torna cada mais abrangente, e na vida prática dos advogados não é diferente. Conhecido pela resistência às inovações, o setor jurídico já conta com uma série de sites e plataformas que auxiliam a organização, gestão e produção de peças jurídicas, o que torna o trabalho do profissional mais ágil, prático e assertivo. 

Segundo a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L), existem mais de 200 startups com atuação nas áreas de automação e gestão de documentos no Brasil. Conhecidas como legaltechs/lawtechs, essas empresas oferecem serviços como monitoramento e extração de dados públicos, jurimetria, compliance e conteúdo e consultoria para advogados, como é o caso do Previdenciarista (http://previdenciarista.com/), plataforma que oferece serviços para que profissionais do Direito economizem tempo e dinheiro com as rotinas previdenciárias.

“Softwares, aplicativos e plataformas como o Previdenciarista propõem auxiliar o trabalho de advogados, departamentos jurídicos e escritórios de advocacia para atender a altíssima demanda na Justiça brasileira. Agora estes profissionais podem automatizar a criação de petições, gerando petições pré-preenchidas feitas a partir de documentos dos clientes, como o Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS do INSS, além de gerir e automatizar processos internos do escritório para facilitar o trabalho em ações judiciais”, destaca Renan Oliveira, advogado e cofundador do Previdenciarista.  

Conheça 5 tecnologias presentes em sites e plataformas que facilitam a rotina do advogado.

1. Conteúdo jurídico, calculadora inteligente e consultoria – Previdenciarista: Com cerca de 9 mil usuários, o Previdenciarista coloca à disposição dos assinantes uma ferramente que calcula os benefícios previdenciários dos seus clientes a partir do envio do CNIS para a plataforma, indica a melhor aposentadoria e, dentro desse benefício, entrega as melhores petições pré-preenchidas para o caso concreto. Além disto, disponibiliza um cadastro dos clientes com procuração e contratos de honorários gerados automaticamente, ficha de atendimento e envio de documentos do cliente para a nuvem. 

2. Análise e compilação de dados e jurimetria – Softplan:  o objetivo da empresa é desenvolver ferramentas que preveem a decisão judicial que será dada a respeito de determinada demanda. Robôs são usados para realizar uma “varredura” das sentenças e acórdãos proferidos em todo o país, leem seu conteúdo e calculam a probabilidade de êxito com base no histórico de decisões de cada magistrado.

3. Busca inteligente de jurisprudência OABJuris: a plataforma da OAB é especializada em ajudar a encontrar jurisprudências de acordo com a necessidade de advogados e advogadas, podendo copiar e destacar julgados favoritos. Os resultados são otimizados pela inteligência artificial, que ajuda os profissionais do direito a aumentarem sua eficiência na rotina profissional.

4. Conteúdo tributário e fiscal com informações atualizadas da área – Tributário: é uma rede colaborativa que organiza e filtra informações dinâmicas e exclusivamente tributárias da internet brasileira. Os membros da plataforma disponibilizam artigos, decisões, notícias e comentários do setor.

5. Compliance – Ventura: a empresa se dedica a promover ações voltadas para o cumprimento das normas legais nacionais e internacionais para atividades de determinada companhia. Portanto, de ferramentas que buscam desenvolver e disseminar de uma cultura de integridade nas empresas, evitando o risco, por exemplo de que elas sejam penalizadas por irregularidades administrativas, legais e éticas.

Até 2022, setor hoteleiro deve receber R$4 bilhões em investimentos

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Artigo de Marcelo Vital Brasil, presidente da ABFHRS-Associação Brasileira dos Fornecedores para Hotéis, Restaurantes e Similares.

O ano de 2019 revela perspectivas animadoras para o setor de hotelaria do Brasil. O mercado, cujos percentuais de otimismo cresceram em relação a 2018, vive momento de projeção de aumento de faturamento e indica intensificação nas pretensões de investimento.

Esse clima de confiança foi observado em pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo com 682 empreendimentos de todo o Brasil: 67,6% dos empresários ouvidos anunciaram ter intenção de fazer novos investimentos no ano, e 47,8% vislumbravam aumento no faturamento, os percentuais mais favoráveis apurados desde o início da pesquisa, em janeiro de 2018.

Hoteleiros de São Paulo (59,8%), Minas Gerais (59,3%) e Pernambuco (56,3%) são os mais confiantes em relação ao faturamento, enquanto os de Pernambuco (25%), Rio Grande do Norte (23,1%) e Minas Gerais (22%) são os que planejam investir mais em seus próprios negócios.
 Além destes dois tópicos, outros quesitos que retrataram a expectativa positiva do setor na pesquisa foram a demanda por serviços ofertados (44,8%), a demanda pelo destino onde o empreendimento está localizado (43,4%), o número de turistas no destino (38,2%) e a rentabilidade do setor de turismo como um todo (36%).

Números como esses vão ao encontro com o “Panorama da Hotelaria Brasileira: perspectiva de desempenho e nova oferta”, do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), que estima uma alta de 3,2% na ocupação dos hotéis brasileiros, totalizando 64%.

Outro fator que também contribui para as avaliações otimistas são os prognósticos para os próximos anos: estão confirmados mais de R$ 4 bilhões em investimentos para o setor hoteleiro no Brasil até 2022, período durante o qual devem ser inaugurados 123 hotéis. Esses estabelecimentos trarão um incremento de cerca de 18.698 unidades habitacionais (UHs) à rede hoteleira do país, que em 2017 contava com um total de 1 milhão de UHs e 2,4 milhões de leitos.

Essa nova oferta e a constante transformação pela qual passa o segmento servem como estímulos para que os estabelecimentos se adequem à nova realidade do mercado, oferecendo o que os clientes buscam e, ao mesmo tempo, potencializando a concretização de novos negócios.

Para trazer as principais tendências mundiais em termos de produtos, equipamentos e soluções para a área, acontece entre os dias 25 e 27 de setembro a Hospitality Business Fair. Reunindo 100 expositores num espaço de 10 mil m² do Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, a feira é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Fornecedores para Hotéis, Restaurantes e Similares (ABFHRS). Os organizadores esperam que o evento atraia aproximadamente 30 mil visitantes.

Focada nos fornecedores da hotelaria e alimentação, a feira será dividida em segmentos como móveis, colchões, cama, mesa e banho, amenities, lazer, equipamentos leves para copa e cozinha e pesados para cozinha industrial, alimentos e bebidas, decoração, refrigeração, fitness e tecnologia, entre outros.

Boas práticas do TCE Ceará são certificadas por comissão da Atricon

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A Comissão de Garantia de Qualidade da Associação Nacional dos Tribunais de Contas (Atricon) validou quatro boas práticas realizadas pelo Tribunal de Contas do Ceará: a ferramenta Contexto, de pesquisa e busca de informações; a Política de Governança Institucional; a Controladoria; e o Painel de Prazos da Prescrição, desenvolvido pela Secretaria de Tecnologia da Informação (STI). 

O presidente da Corte, conselheiro Edilberto Pontes, recebeu o Certificado de Conformidade nesta quarta-feira (14/8), em seu gabinete. O documento garante a aderência ao Manual de Procedimentos do Marco de Medição do Desempenho dos Tribunais de Contas (MMD-TC) e demais documentos normativos. Nele, constam os critérios que foram atendidos ou não pelo TCE Ceará, além das indicações de melhorias.

Os trabalhos foram coordenados pelo presidente do TCE Rondônia, conselheiro Edilson Silva, que também preside o Colégio Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC). Edilson Silva afirmou que os resultados encontrados na corte cearense superaram as expectativas. “Vimos um grupo engajado, com alegria nos olhos em alcançar os resultados que se propuseram. Conseguimos evidenciar, por meio do relatório, que o Tribunal de Contas do Ceará guarda a aderência, na sua maioria, com o Marco de Medição do Desempenho”, assegurou.

“A boa notícia é que os números gerados pela avaliação externa apontam que Tribunal de Contas do Ceará está avançando bastante. Isso é resultado do trabalho e dedicação dos setores que compõem o TCE”, enfatizou o presidente Edilberto Pontes.

Além do conselheiro Edilson Silva, a Comissão de Garantia da Qualidade é composta pelo conselheiro substituto, Flávio Luna (TCM-GO), pelo auditor de Controle Externo, Roberto Tenório (TCE-BA), a auditora Pública Externa, Francine Trevisan (TCE-RS) e o auditor de Controle Externo, Reinaldo Valino (TCE-PA).

As atividades de avaliação foram realizadas de segunda a quarta-feira (12 a 14/8). As ações fazem parte do Programa Qualidade e Agilidade dos Tribunais de Contas (QATC), desenvolvido pela Atricon para o aprimoramento do sistema nacional de controle externo.

Todo o trabalho é baseado nas orientações do Manual de Procedimentos aprovado pela Resolução nº 01/2019 da Atricon. Os resultados das atividades serão conhecidos durante o Congresso Internacional dos Tribunais de Contas, a ser realizado em novembro desde ano, em Foz do Iguaçu.

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A avaliação faz parte do Calendário 2019 do MMD-TC. O projeto adota metodologia inspirada na Supreme Audit Institutions – Performance Measurement Framework – SAI PMF, da Intosai, principal instrumento de avaliação dos Tribunais de Contas do Brasil, incorporando as diretrizes da Atricon, as Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público (NBASP) e as Normas Internacionais das Entidades Fiscalizadoras Superiores (ISSAIs).

No TCE Ceará, a análise interna é produzida pela Comissão de Avaliação, composta pelos servidores Gleison Mendonça Diniz, Mariana Torres Lima Vieira Pinheiro, Carlos Alberto de Miranda Nascimento e Larissa Machado Pinheiro Gomes Militão. Já a Comissão de Controle de Qualidade é formada pelo assessor de Planejamento e Gestão, Glinton José Bezerra de Carvalho Ferreira, pelo controlador José Wesmey da Silva, e pelo secretário de Administração, José Auriço Oliveira.

Como proteger os dados de sua empresa contra um ataque #hacker

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A moeda de troca mais valiosa do mercado são as informações de pessoas e empresas que utilizam a tecnologia para realizar ações cotidianas. Embora seja a mais importante, não é necessariamente a mais cara, sendo que frequentemente são cedidas voluntariamente quando utilizamos as principais aplicações gratuitas no mercado.

Quando problemas de segurança da informação ganham notoriedade, como os recentes casos envolvendo algumas das figuras públicas da política brasileira e porto-riquenha, a sociedade desperta para o tema enquanto a mídia explora o momento para questionar a maneira como as empresas processam e protegem os dados recebidos no uso de seus aplicativos e serviços.

Mas embora as companhias sejam responsáveis por tudo o que ocorra a partir do momento em que os dados são transferidos para sua plataforma, por outro os usuários também precisam ter mais responsabilidade ao compreender o que está em jogo na transação de um serviço considerado gratuito e até mesmo no caso de suas versões pagas.

Em ambientes corporativos, especialmente onde as pessoas compartilham uma aplicação através da nuvem ou ethernet (rede local), a responsabilidade é ainda maior, pois as práticas de uso de um usuário podem resultar em crises que envolvem o coletivo. Nesse caso, as empresas precisam instruir melhor seus colaboradores sobre as práticas mais seguras de uso, enquanto em redes locais deve preparar sua estrutura para autodefesa e assegurar que todos os recursos estejam funcionando devidamente em suas versões mais estáveis. No caso do uso de serviços de terceiros (como servidores em nuvem), a responsabilidade mais uma vez passa a ser parcialmente compartilhada.

Em algumas estruturas organizacionais existem colaboradores focados em manter a rotina segura para todos, mas como na maioria dos casos o cenário é diferente, conheça algumas práticas que podem fazer a diferença ao serem implementadas:

  • Troque as senhas regularmente.
     
  • Crie senhas mais fortes e distantes do usuário – Não utilize data de aniversário, nomes de familiares ou animais de estimação.
     
  • Evite o uso de aplicativos não licenciados – Embora sejam normalmente “gratuitos”, esses apps possuem procedência questionável e provavelmente não cuidarão das informações de seus usuários como deveriam.
     
  • Ativação do login de dois fatores. – Embora torne o credenciamento mais demorado, a autenticação de dois fatores é hoje uma das principais armas contra acessos não autorizados.
     
  • Quando disponível, ative o acesso por impressão digital. – A metodologia torna mais difícil a cópia do acesso por pessoas mal-intencionadas.

Na escolha dos melhores softwares para complementarem a segurança de uma organização não existe fórmula fácil, é preciso identificar a solução que o ambiente necessita e após isso analisar as alternativas que melhor se alinham a esse propósito. É um equívoco deduzir que o mais caro é sempre a melhor opção nesse caso.

Uma empresa possui inúmeras opções de soluções para a segurança das suas informações no mercado, e para usar isso ao seu favor, é necessário contar com a assessoria de uma empresa que possa oferecer análises para filtrar e auxiliar na escolha dos melhores resultados ao invés de apenas apresentar os produtos disponíveis.