Brasil

Revolução digital amplia demanda de segurança dos dados

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Artigo de Andre Andriolli, CTO da VMware na América Latina.

Em maio de 2018, o GDPR (General Data Protection Regulation) entrou em vigor com objetivo de proteger os cidadãos europeus e garantir sua privacidade. Ao responsabilizar as empresas e organizações sobre a coleta, armazenamento e utilização de informações de todas as pessoas da União Europeia, a lei tem um papel importante não só na região, mas para todos que possuem a intenção de se relacionar com empresas europeias ou coletam dados de seus cidadãos.

Quando discutimos a privacidade de dados, a primeira coisa que passa pela mente das pessoas são as redes sociais e todas as informações que depositamos nelas. Decisões políticas de extrema relevância, como as eleições norte-americanas de 2016 e o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia), foram cercadas por questionamentos sobre a influência dos meios digitais perante suas resoluções, principalmente das fake news.

Essas situações provam que o impacto dos dados vai muito além de redes sociais, direcionando, inclusive o futuro de um país. E, regulamentações como essa se tornam cada vez mais relevantes, principalmente após escândalos como o da Cambridge Analytics, que levou o mercado a dar mais atenção ao assunto, até então, um pouco incipiente. Ainda assim, seus impactos vão muito além do cenário apresentado.

Com o avanço da tecnologia, as organizações também passaram a captar mais informações dos consumidores e viram nelas diversas oportunidades de crescimento baseada no comportamento deles. A revolução digital intensificou ainda mais a coleta de dados e os sistemas que usam eles em escala evoluíram de forma que nem imaginávamos.

Hoje, os dados dos indivíduos são realmente um bem precioso para empresas e governos. Entretanto, precisam ser tratados de forma segura e correta para não comprometer nem as pessoas, nem os negócios. A irresponsabilidade pode custar caro e causar legítimos impactos sociais.

Nos Estados Unidos, empresas de cartões de crédito instauraram um protocolo de segurança para regular a indústria, visando a proteção dos dados transacionados em e-commerces. Desta forma, ao comprar uma passagem de avião, por exemplo, algumas companhias aéreas salvam seus dados bancários para agilizar o processo em uma próxima compra. Com o protocolo americano, para isso acontecer, é preciso que todas as informações sejam criptografas e que as empresas garantam que todos os patches de segurança necessários estejam instalados e atualizados.

Isso ainda não acontece no Brasil, mas com o GPDR e a LGPD, lei local similar à europeia aprovada no País recentemente, acredito que veremos iniciativas como essa, não só no segmento de cartões de crédito, mas em todos os setores. O fator motivador é a responsabilidade das organizações em relação ao tratamento e vazamento dos dados coletados – isso sem falar das multas milionárias e do impacto na imagem e reputação das empresas. No cenário atual, em que convivemos com muitas fake news e um aumento da preocupação dos consumidores com a responsabilidade das empresas e a experiência do usuário, isso se torna ainda mais relevante. Tecnologias para auxiliar neste processo já existem.

Sindireceita reafirma que a ANAC prejudica o controle aduaneiro nos aeroportos

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Manifestação da Diretoria Executiva Nacional (DEN) do Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita)

Assim como a ANAC considerou importante esclarecer alguns pontos no artigo intitulado “ANAC prejudica Receita Federal nos aeroportos”, publicado no dia 31.01.2019 no Correio Braziliense, o Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (SINDIRECEITA) também entende ser necessário clarificar algumas afirmações feitas pela ANAC.

A ANAC se baseia no Anexo 17 da Convenção da Organização Internacional de Aviação Civil (OACI) para justificar que a inspeção física constante em servidores da Aduana é praticada como procedimento padrão em todo o mundo. Infelizmente essa afirmação não é verdadeira, pois um estudo da Receita Federal do Brasil, fruto de consultas feitas a outras Aduanas, apresentou os seguintes resultados:

Podemos observar que em vários países os servidores da Aduana não sofrem inspeção física, cabendo esclarecer que os Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil não se opõem aos controles de acesso realizados pela ANAC, o que está sendo debatido é a questão da necessidade de se realizar múltiplas inspeções físicas no cotidiano funcional de servidores devidamente identificados pela Receita Federal do Brasil e pela própria ANAC (crachás, carteiras funcionais e brasões).

Vejamos ainda que o Anexo 17 da Convenção da Organização Internacional de Aviação Civil recomenda como medida relativa ao controle de acessos que cada Estado Contratante assegure que pessoas, às quais tenha sido concedido acesso a áreas restritas de segurança, sejam rastreadas. Contudo, se o princípio de 100 por cento de rastreio não puder ser alcançado, outros controles de segurança a serem realizados com aleatoriedade e imprevisibilidade proporcionais, aplicados em conformidade com uma avaliação de risco efetuada pelas autoridades nacionais relevantes (item 4.2.6).

As recomendações do Anexo 17, tomado como direcionador das ações da ANAC, são claras ao dizer que o tipo de controle a ser realizado em pessoas que acessam áreas restritas é determinado de acordo com uma avaliação de risco efetuada pelos órgãos responsáveis pela segurança aeroportuária. Dessa forma, pergunta-se: podemos entender que a ANAC, ao determinar que os servidores da Receita Federal do Brasil (Analistas-Tributários e Auditores-Fiscais) sofram inspeções físicas constantes, realizou uma avaliação de risco que concluiu a existência de um risco elevado dos servidores da Aduana brasileira para a segurança aeroportuária? Se sim, quando foi realizada, quais critérios e que riscos foram detectados?

As recomendações do Anexo 17 também elencaram a aleatoriedade e a imprevisibilidade como norteadores das ações de controle de acesso e era o que estava determinado no texto da Resolução 207/2011 da ANAC anterior à nova determinação instituída em 2013 e que está causando desconforto entre os órgãos. O texto anterior determinava: a realização de inspeção dos servidores públicos que sejam credenciados pelo operador aeroportuário e que possuam porte de arma por prerrogativa de cargo, quando em serviço, deverá ser realizada de forma aleatória e eventual, sob coordenação da Polícia Federal ou, na sua ausência, pelo órgão de segurança pública responsável pelas atividades AVSEC no aeroporto. Até porque, o que realmente se estaria pretendendo detectar nessas múltiplas inspeções? É que, se os servidores da RFB possuem porte de arma de fogo institucional quando em serviço, a inspeção que detectar o servidor armado, mesmo assim, terá que liberar seu ingresso na área de acesso restrito, pois a arma de fogo faz parte da sua ferramenta de trabalho.

Novamente, outra não poderia ser a conclusão senão a de que a ANAC avaliou os servidores da Receita Federal do Brasil com um nível elevado de risco para a segurança aeroportuária. Ressalte-se que referidos servidores que atuam diuturnamente no combate ao contrabando, descaminho, tráfico internacional de drogas e armas. Com resultados que são divulgados nas mídias diariamente e que alcançaram no ano de 2018 resultados recordes de apreensão no valor de R$ 3,16 bilhões em mercadorias irregulares e 31,5 toneladas em cocaína.

A ANAC ainda afirma que procedimentos de inspeção física ocorrem em ministérios, outras repartições públicas, no Congresso Nacional, nos Palácios Presidenciais e em órgãos do Judiciário. Mais uma meia verdade!!! Os servidores dos órgãos citados não são submetidos a múltiplas inspeções físicas durante suas respectivas jornadas de trabalho, bastando a apresentação do crachá para adentrarem, quantas vezes forem necessárias, em seus recintos de trabalho.

Citando o Decreto 7.168/2010, que dispôs sobre o Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita (PNAVSEC), a ANAC busca fortalecer seu posicionamento, contudo esse mesmo decreto estabelece que a Receita Federal do Brasil, ao exercer as suas atividades de controle do Estado, nos aeroportos, dentro das respectivas áreas de competência, sem prejuízo das atribuições de outros órgãos, tem responsabilidades com a segurança da aviação civil (Art. 16). Além, o controle da entrada, da permanência, da movimentação e da saída de pessoas, veículos, unidades de cargas e mercadorias, na Área Restrita de Segurança dos aeroportos internacionais, caberá à Receita Federal do Brasil, no que interessar à Fazenda Nacional (Art. 17).

O Sindireceita sempre busca alertar a sociedade sobre situações que enfraquecem a Receita Federal do Brasil, comprometendo a fiscalização e o controle aduaneiro nas fronteiras terrestres, portos e aeroportos. É inegável que inspeções físicas constantes realizadas em servidores da Receita Federal do Brasil devidamente identificados causa estranheza, levando-se em consideração que nunca foi registrado nenhum incidente negativo relacionado a qualquer comprometimento da segurança. Estranha-se dificultar o trabalho de combate ao contrabando e descaminho que ocorrem nos aeroportos.

Empreendedores são público de curso específico de inglês

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Profissionais que querem empreender ou já atuam no setor de agronegócios terão a oportunidade de aprender o inglês com foco no segmento. É o chamado “inglês agro”. As aulas do curso são para auxiliar aqueles que trabalham nessa área e começam hjá em fevereiro, no próximo dia 18.

Atualmente, o setor do agronegócio representa cerca de 25% do PIB brasileiro. Com o aumento de novas tecnologias, maquinários e pesquisas no campo brasileiro, o segmento é cada vez mais promissor para quem quer empreender. Mas, para ter sucesso como empresário no segmento, falar um segundo é essencial, já que é uma área cada vez mais modernizada, que adota novas tecnologias constantemente.

A Semana do Inglês Agro é organizada pela GreenGo, que tem como fundadora Rizia Prado – única especialista focada em inglês agro no país, que há mais de cinco anos ministra aulas pela internet e, com toda a sua experiência, enxergou uma oportunidade de trazer o ensino da língua para o mercado de agronegócios, em alta aqui no Brasil.

A versão do curso completa ensina o inglês agro em apenas seis meses, em um total de 221 aulas, com material liberado semanalmente. “Criei a Semana do Inglês Agro para que interessados em geral possa ter acesso gratuito ao curso, de uma forma resumida, sem perder o conteúdo”, explica Rizia.

“Conhecido como ISA – Inglês de Sucesso Agro -, o curso disponibiliza aos alunos o método raiz, dentro do qual ensino formas práticas de utilizar a língua inglesa no mundo agro. Ele é indicado para qualquer nível do idioma, pois, além das técnicas de agronegócio – que é o foco principal -, os interessados poderão aprender um inglês eficaz, tendo a possibilidade de ler livros, ouvir rádios e até fazer pesquisas”, completa.

Os participantes terão a oportunidade de entender o que não deve ser feito ao aprender o inglês. “Consigo mostrar que o método tradicional oferecido pelas escolas é ultrapassado, ensinar o ‘passo a passo’ das melhores ferramentas para aprender outro idioma e aplicá-las no inglês. Além disso, o curso gratuito irá proporcionar uma aula completa, com um material de apoio em PDF, áudio de nativos e bônus”, explica.

Não importa em qual setor do agronegócio a pessoa trabalha, em algum momento ela terá que usar o inglês, seja em vendas, pesquisas ou para quem quer investir em um negócio na área. “O inglês pode abrir muitas portas, e o grande diferencial do ISA é que o aluno poderá se aprofundar em uma técnica com dicas específicas para quem é do setor”, finaliza.

Assembleia do Ceará debate empreendedorismo feminino

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A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa realizou mais uma edição do projeto Papo com Mulheres. Nesse encontro, foram debatidas as dificuldades enfrentadas pelas mulheres que decidem encarar o desafio de iniciar o próprio negócio.
A presidente da Procuradoria Especial da Mulher, deputada Augusta Brito (PCdoB), destacou que o empreendedorismo feminino não se resume a um negócio, mas também tem um importante aspecto social.

Segundo a parlamentar, pesquisas indicam que 70% das mulheres que sofreram violência doméstica voltavam a viver com o agressor porque dependiam financeiramente do companheiro. Ela ressaltou que o empreendedorismo pode ajudar essas mulheres a saírem de situações desse tipo. Pensando nisso, a deputada explicou que apresentou um projeto de lei que determina a reserva de 5% das vagas em empresas prestadoras de serviço ao Estado para mulheres vítimas de violência doméstica.

Augusta Brito afirmou também que pretende conhecer melhor a situação das mulheres empreendedoras de bairros mais pobres e que vai buscar parcerias com instituições de ensino para que sejam oferecidos cursos de capacitação a essas pessoas.

A sobrecarga de trabalho doméstico foi destacada pela vereadora Larissa Gaspar (PPL) como uma das grandes dificuldades para as mulheres que querem ter uma renda. “As mulheres ficam sobrecarregadas com os trabalhos domésticos e têm menos tempo para se qualificar ou buscar emprego”, ressaltou. Ela defendeu o debate sobre a divisão igualitária das tarefas domésticas. A vereadora sugeriu que o projeto Papo com Mulheres debata, na sua próxima edição, as consequências da reforma previdenciária para as mulheres.

A pedagoga e chefe de Departamento de Relações Empresariais do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), Maíra Nobre, enfatizou que é preciso que existam políticas públicas mais abrangentes para as mulheres, que permitam que elas trabalhem e gerem renda. Ela também explicou que existem três fatores fundamentais para o empreendedorismo: a formação, as políticas públicas para essa área e programas de fomento.

Maíra Nobre informou ainda que o IFCE oferece cursos de extensão para mulheres que querem empreender e que essas capacitações acontecem nas comunidades, podendo ser solicitadas à instituição.

A necessidade de capacitação em temas específicos para garantir o sucesso do negócio foi lembrada pela coordenadora do Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec), Sueli Vasconcelos. Ela ressaltou que oferecer conhecimentos sobre finanças, gestão e inovação é necessário e que o Centec também pode colaborar com capacitações.

O encontro do projeto Papo com Mulheres teve ainda a presença da digital influencer Luana Passos, de representantes da Federação de Entidades de Bairros e Favelas de Fortaleza, da Comissão de Juventude, Secretaria de Ciência e Tecnologia e de associações comunitárias de Fortaleza.

O projeto propõe a realização de rodas de conversa abertas ao público, nas primeiras quartas-feiras de cada mês, com o objetivo de aprofundar o conhecimento e a reflexão da sociedade civil, em especial das mulheres, sobre os mais diversos temas.

Frente parlamentar quer juros baixos para Santas Casas endividadas

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A Frente Parlamentar Mista de Apoio às Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas, no Congresso Nacional, foi reinstalada com a meta de garantir que as entidades financiem dívidas a juros baixos.

O presidente da frente, deputado Antonio Brito (PSD-BA), criticou a Medida Provisória 859/18, editada em dezembro pelo governo Temer, que permite elevar as taxas de juros a serem pagas pelas Santas Casas. Ele lembrou que uma medida provisória anterior (848/18), aprovada pelo Congresso Nacional, limitava o percentual de juros a 8,66%, mas a MP 859 possibilita aumentar até 3% a mais. “Portanto, nós vamos ficar com juros de quase 12% ao ano”, afirmou.

“Os parlamentares estão se articulando para tentar ver se isso não ocorre e pedir tanto à Caixa e ao Banco do Brasil quanto ao BNDES e ao governo federal que mantenham os juros subsidiados. Rolar a dívida para pagar com recursos do SUS subfinanciado, com juros de 12% ao ano, é praticamente enxugar gelo, na dificuldade que é manter pagamento de juros com um dinheiro do SUS que não aumenta”, disse o deputado.

A comissão mista que vai analisar a MP 859 ainda não foi instalada, e os deputados da frente parlamentar querem garantir a Presidência ou relatoria do colegiado. Há uma ação direta de inconstitucionalidade contra essa medida provisória.

Equilíbrio das contas
A 1ª vice-presidente da frente parlamentar, deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), disse que é fundamental a defesa do equilíbrio de contas das Santas Casas. “Hoje, as Santas Casas têm uma despesa muito alta e uma receita baixa para os serviços prestados, como o atendimento de um paciente que chega em uma emergência e o internamento de um paciente com pneumonia ou com uma fratura”, declarou.

De acordo com dados do setor, as Santas Casas e os hospitais filantrópicos são responsáveis por mais de 50% dos atendimentos ambulatoriais e internações hospitalares realizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) e representam a maior rede hospitalar no País. A dívida dessas entidades, no entanto, já contabiliza mais de R$ 21 bilhões.

Além da dívida a ser paga, o presidente da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, Edson Rogatti, afirmou que é preciso haver novas fontes de recursos para as entidades. “Precisamos de recursos novos para as Santas Casas, para a saúde, para que a gente tenha um atendimento justo”, disse.

A Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos reúne cerca de 2.100 hospitais em todo o País e está presente em mais de 1.700 municípios do Brasil. Em 967 municípios, os filantrópicos são a única unidade de saúde.

Adesão ao fundo de pensão de servidores públicos federais vai até 29 de março

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Está reaberto o prazo de adesão ao fundo de pensão dos servidores públicos federais, por força de Medida Provisória aprovada no Congresso Nacional. O texto concede mais seis meses para que servidores da União possam migrar para o regime de previdência gerido pela Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal.

O prazo original para adesão ao Funpresp se encerrou em 29 de julho de 2018. Com a medida provisória, os funcionários públicos terão até 29 de março de 2019 para migrar para o novo sistema. A MP determina que a mudança de regime previdenciário é irrevogável e irretratável.

A Funpresp foi instituída para complementar a aposentadoria dos servidores que entraram no serviço público após a data de sua implantação, em 2013, já que receberão apenas o teto pago pelo Regime Geral de Previdência Social. O fundo de pensão foi criado com o argumento de reduzir o deficit do regime de previdência dos servidores públicos federais.

Prazo para médias empresas fecharem folha de salários no eSocial termina hoje

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Da Agência Brasil:

Pela primeira vez, 1,24 milhão de empresas de médio porte terão de fechar a folha de pagamento no novo sistema do eSocial, plataforma que unifica a prestação de informações por parte dos empregadores e reduz a burocracia. O prazo para processar as folhas dos trabalhadores acaba hoje (7.2).

Segundo a Receita Federal, que administra o eSocial, o novo sistema elimina 15 informações periódicas que os empregadores eram obrigados a fornecer ao governo. Adotado para empregadores domésticos em 2015, o eSocial está sendo expandido gradualmente para todos os empresários.

As médias empresas, que faturam de R$ 4,8 milhões a R$ 78 milhões, e as pequenas empresas que não fazem parte do Simples Nacional começaram a aderir ao eSocial em julho do ano passado. Depois de passarem os últimos meses incluindo os dados das empresas e de cada trabalhador no sistema, os empregadores passarão a fechar as folhas de pagamento pelo eSocial.

O empregador que não cumprir os prazos estipulados para a adesão ao eSocial estará sujeito a punições previstas na legislação. O desrespeito ao cronograma poderá prejudicar os trabalhadores, que terão dificuldade para receber benefícios sociais e trabalhistas, caso o empregador não preste as informações nas datas corretas.

O primeiro grupo de empregadores, as grandes empresas, fecham as folhas de pagamento por meio do eSocial desde maio do ano passado. Segundo a Receita Federal, 13 mil grandes empresas e 11,5 milhões de trabalhadores já completaram a migração para o novo sistema. Com as médias empresas, 1,24 milhão de empresas e 21 milhões de trabalhadores também passarão a fazer parte do sistema informatizado de prestação de informações.

Empresa de plataforma de comunicação renova gestão

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A Zenvia, empresa que promove conversas inteligentes e personalizadas por meio de uma Plataforma de Comunicação, anuncia Mateus Bueno como gerente de Produtos. O executivo será responsável por liderar o lançamento de novos produtos, desde o desenvolvimento, além de analisar e acompanhar o desempenho das operações e de atuar na capacitação das equipes, com o objetivo de ampliar o portfólio de canais de comunicação e a carteira de clientes da companhia.

Para cumprir o desafio, Mateus chega à Zenvia trazendo a expertise de 15 anos de atuação em grandes empresas de TI e telecom, como Oi e Embratel, onde foi o responsável pela reestruturação do portfólio de soluções de segurança da informação, gerando crescimento de receita de 140% em 2018. Para assumir o cargo na Zenvia, Bueno também se valerá da graduação em Engenharia pela PUC-Rio, do MBA em Marketing pela FGV e dos conhecimentos adquiridos em gestão, vendas e pré-vendas e na metodologia PMI (Project Management Institute).

“Minha missão é ampliar o portfólio de soluções da Zenvia para que a empresa seja ainda mais percebida no mercado como Plataforma de Comunicação Multicanal, capaz de simplificar a experiência de comunicação dos clientes com as empresas. Isso será possível pela busca constante de inovação nas ofertas, garantia de desempenho e capacitação contínua das equipes. Acreditamos na tecnologia como aliada na simplificação do dia a dia, para que todos tenham mais tempo para fazer o que realmente gostam”, afirma Mateus Bueno.

Sobre a Zenvia

​A Zenvia acredita que a inteligência aliada à tecnologia tem o poder de tornar o mundo um lugar mais simples. Por meio de uma plataforma de comunicação multicanal, a empresa promove conversas inteligentes e personalizadas que transformam a experiência entre consumidores e empresas. Fundada em 2003, a Zenvia é líder em mensagens e chatbots no Brasil. A companhia tem o empreendedorismo e a inovação em seu DNA para oferecer as melhores soluções a mais de 5.000 clientes no País, com todo tipo de porte e necessidade de mercado. Para mais informações sobre a empresa, acesse  https://www.zenvia.com/ e confira os perfis nas redes sociais: linkedin.com/company/zenvia-mobile, facebook.com/zenviamobile, twitter.com/zenviamobile.

Caucaia (CE) garante merenda escolar para 2019

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As 187 unidades da rede municipal de ensino de Caucaia já estão com merenda garantida para o início do ano letivo na próxima sexta-feira (8/2). Cinquenta toneladas de frutas, verduras e legumes e outras 80 toneladas dos mais diversos gêneros alimentícios, tais como leite, mingau, arroz, feijão, macarrão, carne, ovos, dentro outros já foram distribuídos.

O cardápio foi definido por nutricionistas da Secretaria Municipal de Educação (SME) considerando os diferentes públicos atendidos pela rede. A SME também trabalha no sentido de valorizar a agricultura familiar com o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), beneficiando os mais de 55 mil alunos das escolas públicas municipais com alimentação mais saudável.

Todos os produtos hotifruti são adquiridos com o objetivo de apoiar o desenvolvimento sustentável de Caucaia. A ideia é incentivar gêneros alimentícios diversificados produzidos em âmbito local e preferencialmente por empreendedores familiares rurais, priorizando comunidades tradicionais indígenas e remanescentes de quilombos.

A escolha dos cardápios também visa garantir a segurança alimentar e nutricional dos alunos, respeitando as diferenças entre as faixas etárias e condições de saúde dos estudantes que necessitem de atenção específica e daqueles que se encontram em vulnerabilidade social.

“Todo esse cuidado em incluir a educação alimentar e nutricional no processo de ensino e aprendizagem contribui para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, e o rendimento escolar”, afirma a secretária municipal de Educação, pedagoga Camila Bezerra.

Boris Casoy dá entrevista a canal que trata de educação financeira no YouTube

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O jornalista e apresentador Boris Casoy deu entrevista ao canal do YouTube 1Bilhão Educação Financeira. Entrevistado pelo jornalista Fabrizio Gueratto, Boris mostrou cautela com o Governo Bolsonaro. “É um governo novo, inexperiente, cheio de ideias e que terá que concretizá-las. É um muro cheio de dificuldades. O Congresso Nacional é um conflito de interesses de todos os tipos. Puros ou impuros. Corretos ou incorretos”. Quando questionado sobre a equipe econômica e se acreditava que a Reforma da Previdência passaria ele foi enfático.

O apresentador também foi questionado sobre o comportamento do brasileiro em relação a educação financeira. “Acho que o país tem cortes. Tem uma camada da população que sabe como administrar e tem uma parte que não tem a mínima perspectiva. Porque não exercitou o uso do dinheiro. Quando tem se lambuza, se endivida. Isso virou uma espécie de cultura da maioria nacional. Essa tentativa de se endividar. Tem um fator que eu sempre estranho… A pessoa quando tem possibilidade de crédito ela nunca pergunta o total. Ela pergunta quanto é a prestação… De repente ela vai pagar o resto da vida”, explicou.

Em relação ao maior sonho do brasileiro que é a casa própria, Boris explicou que este é um sonho já ultrapassado e que é um erro colocar quase todo a riqueza acumulada durante décadas em um imóvel. “Ter uma residência nem sempre é o melhor negócio. A pessoa coloca a sua vida para ter um imóvel. Eu acho que é um bom investimento, mas não o primeiro. Não para colocar 70% do que se ganha para realizar um sonho. Esse é um sonho que já era”, finalizou.

Sobre 1Bilhão

O canal 1Bilhão leva educação financeira em uma linguagem simples, resumida e disruptiva, para que o investidor aprenda a acumular riquezas, preservar o poder de compra e aumentar a sua rentabilidade com investimentos com alta expectativa de retorno. Fundado pelo jornalista, escritor e palestrante Fabrizio Gueratto, eleito em 2018 com um dos mil paulistanos mais influentes e que atua a mais de 12 anos no mercado de informações financeiras. Tem como mascote o Golden Retriever Troy Bilhão, o primeiro Cãoducador Financeiro, um dos cachorros mais ativistas da internet. O canal tem como o slogan “investimento não é cassino” e foca em desconstruir na cabeça do brasileiro a ideia de que é preciso acertar sempre o investimento da moda. O planejamento patrimonial de qualquer pessoa, independente da sua classe social deve começar ainda na infância e continuar até o final da vida. Além disso, o conteúdo também revela as pegadinhas que existem dentro do mercado financeiro e como desviar delas.