Brasil

Empresas de ensino podem protestar inadimplentes

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Embora o objetivo final das instituições particulares de ensino seja a educação, assim como qualquer empresa de outros setores, elas precisam gerar lucro. Nesse cenário, escolas e faculdades também estão sujeitas à inadimplência e, sem recursos, essas entidades não conseguem cumprir com sua principal missão, que é oferecer ensino de qualidade para seus alunos. Uma alternativa em situações como essa é o protesto extrajudicial, opção para cobrar valores em aberto, como mensalidades atrasadas, por exemplo.

“A cobrança por meio do cartório é amparada em lei e não tem custo para quem precisa receber um débito atrasado”, comenta Eversio Donizete, presidente do Instituto de Protesto-MG, entidade que representa os cartórios do Estado. Segundo ele, esse é um recurso para quem precisa receber valores em aberto, que são indispensáveis para a manutenção dos seus negócios, mas que não querem recorrer à justiça.

“A partir do momento em que uma instituição de ensino procura o cartório para protestar uma dívida, como uma mensalidade em aberto, por exemplo, o devedor é intimado a pagar o débito e ele tem até três dias úteis, após o recebimento da intimação para quitar o valor”, orienta Eversio. Caso isso não aconteça, o protesto é efetivado, implicando uma série de restrições para o devedor, como impedimento de realizar financiamentos e empréstimos, além de ressalvas em agências bancárias para retirada de talões de cheque, cartões e outros.

Legislação

O presidente do Instituto de Protesto – MG comenta que a cobrança feita pelo cartório segue as normas estabelecidas na lei, o que facilita para escolas, universidades e faculdades, que devem seguir à risca o Código de Defesa do Consumidor (CDC). “A legislação que rege o setor educacional exige que devedores não sejam constrangidos em função de mensalidades em atraso, por exemplo. Por isso, essas instituições devem ficar atentas ao fazer cobranças, pois nem o aluno inadimplente nem seus responsáveis devem ser expostos. Além disso, o código considera como prática abusiva a retenção de documentos pessoais do estudante, como o histórico escolar”, diz.

Donizete reforça que o aluno não pode ser discriminado durante o ano letivo em função de débitos. “A Lei 9.870/99, além de proibir a suspensão de provas, retenção de documentos ou qualquer outra penalidade por motivo de inadimplemento, coloca que a instituição de ensino precisa fornecer os documentos de transferência dos alunos”, diz.

Multinacional lança novo módulo óptico para análise de fibras

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A Valmet, que reivindica a posição de líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, acaba de lançar a nova versão do Analisador de Imagem de Fibra Valmet FS5. Com os seus mais de 35 anos de experiência em medições de morfologia da fibra em laboratório e online, a Valmet apresenta o módulo óptico, de altíssima definição, que mede fibras com uma resolução muito maior, expandindo suas áreas de aplicação e aumentando a precisão das medições.

“Os analisadores de morfologia de fibras da Valmet vem sendo utilizados por muitos anos, com suas tecnologias cada vez mais consolidadas, na América do Sul. O desenvolvimento deste equipamento é feito em parceria com os seus usuários e sua aplicação vai desde as áreas acadêmicas, em Universidades, até os mais desenvolvidos centros de Pesquisa e Desenvolvimento dos fabricantes de celulose e papel”, conta o gerente de vendas da Valmet, André Kakehasi.

Desde o seu lançamento em 2013, o Analisador de Imagem de Fibra Valmet FS5 possibilitou realizar medições padronizadas e precisas de morfologia de fibra, sem necessidade de treinamento especial na sua utilização, na preparação de amostras ou na instalação no laboratório. “A plataforma Valmet FS5 foi validada por mais de cem clientes satisfeitos em todo o mundo. Graças às possibilidades oferecidas pelo novo módulo óptico, tivemos um feedback positivo de nossos antigos e novos clientes”, afirma o diretor da linha de produtos de Analisadores, Medidores e Soluções de desempenho da Valmet, Tuomo Kälkäjä,.

Agora, o novo Valmet FS5 apresenta uma célula de medição mais ampla para melhor medição de Shiveseste módulo conta, também, com uma área de imagem maior para medir fibras mais longas e em maior quantidade, e uma câmera de ultra-alta definição que analisa fibras de forma mais rápida e com maior nitidez, para detecção de fibrilas e partículas pequenas. O novo módulo óptico também está disponível como uma atualização dos analisadores Valmet FS5 já existentes.

“As melhorias na parte óptica permitem que nossos clientes vejam partículas menores, identifiquem partículas como células de parênquima e sejam capazes de medir fibras mais longas ou Shives maiores,” diz o gerente do produto do Valmet FS5, Tommi Niskanen.

O Valmet FS5 destina-se ao uso regular no dia a dia da fábrica, além de atender aos requisitos dos laboratórios de pesquisa. Os resultados estão em conformidade com a norma ISO e são totalmente rastreáveis, além de fornecerem uma melhor compreensão do potencial da celulose para a fabricação de papel, ajudando os fabricantes a gerenciar melhor o processo para obter a qualidade desejada do produto final. Os requisitos de manutenção do Valmet FS5 são mínimos e cada unidade é calibrada com uma ferramenta credenciada no centro de produção da Valmet em Kajaani, na Finlândia.

Governo deve definir novo pacto federativo na próxima semana, diz senador de PE

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O Planalto decidiu avançar com o novo pacto federativo e deve definir na próxima semana a partilha de recursos da cessão onerosa e do Fundo Social do Pré-Sal com estados e municípios. Segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o dinheiro arrecadado com o leilão da cessão onerosa, marcado para novembro, também será usado para pagar R$ 4 bilhões referentes à Lei Kandir. Outros R$ 21 bilhões do leilão serão distribuídos de acordo com os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Já em 2020, começa a partilha dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal.

Fernando Bezerra explicou que a divisão de recursos com estados e municípios será definida numa reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na próxima semana. A ideia é aproveitar as propostas já aprovadas pela Câmara e que estão tramitando no Senado, como a da cessão onerosa, para fazer a partilha.

“A União não está abrindo mão de um milímetro de recursos de receita corrente. A partilha é de toda receita nova, advinda de royalties do petróleo e de reserva especial. Teremos a partilha dos recursos do Fundo Social, que é um novo recursos, que não se confunde com a cessão onerosa. O Fundo Social é outro recurso, que será partilhado a partir de 2020 – começa com 30% e vai até 70%. Isso vai configurar um novo arranjo federativo no Brasil”, afirmou o líder.

PREVIDÊNCIA – Os líderes dos partidos no Senado definiram um cronograma para a votação da Reforma da Previdência. A expectativa é que proposta de emenda constitucional (PEC) seja votada em 60 dias, o que permitiria a promulgação pelo Congresso Nacional até 10 de outubro.

Para o líder Fernando Bezerra, a Reforma da Previdência terá entre 56 e 60 votos favoráveis no plenário do Senado. “O governo está muito confiante. Estimamos entre 56 e 60 votos para aprovar a Reforma da Previdência e não vamos permitir nenhuma desidratação da proposta que saiu da Câmara.”

O senador Fernando Bezerra acrescentou que eventuais inovações no texto vão tramitar na reforma de uma PEC paralela, que retornará para análise da Câmara. “É uma única PEC que, depois de votada em plenário, será fatiada pelo presidente do Senado e tramitará como se uma PEC autônoma fosse.”

Especialistas comentam efeitos no Brasil

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O resultado das prévias eleitorais na Argentina surpreendeu as expectativas do mercado. Com a derrota por uma boa margem da chapa de Maurício Macri, os mercados derreteram, a Bolsa de Valores portenha perdeu US$ 23,7 bilhões em valor de mercado somente na última segunda-feira. Além disso, o valor da moeda caiu 16% em relação ao dólar, mesmo com as medidas do governo para reter a evasão de dólares do país. Especialistas do mercado financeiro comentam sobre como esses eventos podem afetar a economia brasileira.

Para Pedro Coelho Afonso, especialista Relações Internacionais e Economista-Chefe da PCA Capital, o histórico da chapa que saiu à frente da disputa levou a forte reação. “O mercado reagiu negativamente devido a possibilidade do retorno de um governo que acabou por degradar a economia argentina com dados manipulados, nacionalização de empresas e uma série de medidas que impactaram na crise atual. Os investidores fogem drasticamente de cenários desse tipo”, explica.

O Diretor de Câmbio da FB Capital, Fernando Bergallo, explica o movimento de compra de dólares para escapar de possíveis crises, chamado de “fly to quality” ou “voo para a qualidade”. “Em uma crise de um país emergente e importante como a Argentina, todos os outros países emergentes são ‘contaminados’. Na argentina, o candidato para o mercado é o Macri, se ele for derrotado é provável que se conflagre uma crise econômica. Existe um movimento que se chama Fly to Quality é, basicamente, uma busca por ativos de maior segurança. O Brasil e todos os outros países emergentes configuram um risco maior para investimentos que os EUA, por exemplo. Então o dólar tende a valorizar mais em frente a outras moedas. O ouro também é outro ativo que se valoriza neste caso. O que acaba afetando todo o mercado”, comenta Bergallo.

Segundo Jefferson Laatus, Estrategista-Chefe do Grupo Laatus, o principal problema está na relação entre a chapa oposicionista e seu alinhamento com a política atual do Brasil. “Não é exatamente a crise da Argentina que traz problemas para o Brasil. A Argentina é a 3ª maior compradora de exportações brasileiras, então é um mercado importantíssimo. A preocupação agora então é como vai ficar a relação do governo Bolsonaro com um possível governo Fernandez. Recentemente o Presidente Jair Bolsonaro fez duras críticas à chapa oposicionista que também é muito pouco amigável ao Presidente. O que mostra que a relação entre os países será bem complicada. Então, a grande questão é a perda de um cliente fundamental. Além dos acordos, como o do Mercosul, que possivelmente serão revisados caso se concretizem os resultados deste final de semana”, ressalta Jefferson.

De acordo com Daniela Casabona, Sócia-Diretora da FB Wealth, existe uma preocupação em relação aos acordos entre Brasil e Argentina, pois o candidato derrotado nas primárias é mais alinhado com o governo Brasileiro. “Os resultados das eleições primárias impactaram de forma bastante negativa no Brasil em função da derrota de Macri, que fez com que o dólar disparasse para quase R$ 4,00 e causasse uma forte turbulência na Bolsa. Isso porque a possível derrota da chapa de Macri pode impactar as relações que o país tem com a Argentina. O candidato e atual presidente tem uma visão mais pró-mercado que a oposição e que vai mais de encontro com a nossa política atual”, finaliza.

Empresa oferece dossiê com informações detalhadas de devedores, acompanhado de parecer jurídico

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A inadimplência é sempre impune no Brasil?Por que devedores mal-intencionados conseguem, muitas vezes, blindar tranquilamente seu patrimônio a fim de não acertar as contas com seus credores? E por que parece tão difícil detectar estas fraudes e apresentá-las à Justiça?

A Victoria Jus é uma Lawtech que chega ao mercado para romper estes paradigmas. Quem explica é o CLO da empresa, Armando Zanin: “Nosso carro-chefe é o Read, o Relatório de Estudo Aprofundado do Devedor. Trata-se de um dossiê completo com todas as informações sobre os devedores, seus relacionamentos e patrimônio; histórico de participações societárias e a análise jurídica de documentos que permite o cruzamento de datas para checar eventuais alienações de bens e até fraudes. Com esta ferramenta, o advogado consegue, de forma imediata, tomar as medidas jurídicas cabíveis em cada caso de recuperação de crédito, tanto na fase cautelar ou no processo de execução. Estamos no mercado para empoderar o credor”.

O dossiê é construído com base em muita pesquisa e tecnologia. Tiago Neves, CIO da Victoria Jus comanda consultas em mais de 2,5 mil cartórios, bureaux e órgãos diversos espalhados pelo Brasil e faz o cruzamento com informações públicas. “Completam a pesquisa muita expertise e até o uso de inteligência artificial”.

Para tornar o Read ainda mais completo, ele chega aos clientes com um parecer jurídico, responsabilidade de Armando Zanin. “O Judiciário oferece algumas ferramentas básicas para busca de bens e ativos em nome dos devedores de um processo. Contudo, tais mecanismos se mostram, na esmagadora maioria das vezes, insuficientes para a localização de patrimônio de devedores contumazes, que realizam a blindagem de seus bens na tentativa de fraudar credores e fazer com que as ações de execução se arrastem por anos”, justifica. “Com o nosso serviço, vamos ajudar os advogados num estudo mais aprofundado do devedor, fornecendo mecanismos de fato e de direito capazes de identificar eventuais fraudes que impedem o credor, em um primeiro momento, a alcançar o patrimônio do devedor”.

O Read pode ser contratado pelo site www.victoriajus.com.br; por e-mail contato@victoriajus.com.br   ou pelo Whatsapp (19) 99864-9146.

Sobre a Victória Jus

A Victoria Jus é uma Lawtech que fornece a credores e advogados o Read – Relatório de Estudo Aprofundado do Devedor,. Trata-se de um dossiê inteligível para o universo jurídico, que agiliza sobremaneira a recuperação de ativos. Além de pesquisa de bens, é capaz de dectar fraudes, blindagem de patrimônio, localização do executado bem como suas relações, além de várias outras informações de extrema relevância. Vem acompanhado de um parecer jurídico. O serviço pode ser contratado pelo site www.victoriajus.com.br; por e-mail contato@victoriajus.com.br   ou pelo Whatsapp (19) 99864-9146.

Os #comunistas estão chegando! #China expõe produtos em feiras

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Entre 17 e 19 de setembro serão realizadas no São Paulo Expo, na Rodovia Imigrantes, na capita paulista, as feiras China Machinex e China Homelife Brazil. Ambas acontecem simultaneamente e trazem produtos que vão de maquinário pesado a objetos de decoração.

A sexta edição consecutiva do evento no país comprova o interesse dos empresários chineses em fazer negócios com os brasileiros. O projeto chinês objetiva abrir mercados para fabricantes chineses em mercados em desenvolvimento, trazendo produtos que já contam com certificações de qualidade em mercados como o norte-americano e o europeu. Para os empresários brasileiros o benefício é a possibilidade de suprir carências de produtos por meio de reuniões com mais de 800 fornecedores em um único local, sem sair do país, além da possibilidade de estabelecer parcerias de longo prazo com fabricantes que almejam eleger distribuidores e revendedores no país.

Todos os anos, as empresas que aderem ao projeto que faz parte do Programa chinês “One Belt One Road”,  viajam por 13 países, como Turquia, Polônia, Cazaquistão, Índia, Egito, África do Sul,Nigéria, Quênia, Brasil, México, Irã, Emirados Árabes Unidos, e Jordânia. As empresas participantes passam pelo crivo de qualidade do governo chinês e têm experiência com exportação e compromisso ambiental. 
 

O Brasil ocupa posições de liderança entre os países que participam do road show. Em 2018, mais de dez mil empresários e profissionais de diversas regiões brasileiras visitaram as feiras e participaram das rodadas de negócios que, desde a primeira edição do evento em 2014, aumentaram 50%.
 

“As feiras deste ano terão quase o dobro de espaço. 800 expositores se juntarão e farão o maior evento já realizado em São Paulo. O positivo cenário econômico brasileiro deve resultar em um aumento no número de transações entre compradores brasileiros e vendedores chineses durante as feiras”, comenta Binu Pilai, diretor da Meorient, organizadora do projeto.

Este ano, os destaques da China Homelife estarão no setor de móveis para casa e escritório, equipamentos de ginástica, linha premium de home têxtil, iluminação decorativa, malas e acessórios de viagem, tecidos e roupas, além dos já tradicionais eletrodomésticos e artigos para o lar. No setor industrial, a China Machinex Brazil vai destacar fornecedores de empilhadeiras de vários portes e tipos, motoredutores e equipamentos e peças para indústria do plástico e borracha. Associações de negócios que apoiam o evento realizarão um evento preview para mostrar aos seus associados os destaques da edição 2019.
 

“O aumento do interesse de importadores locais para visitar a feira e o crescimento das vendas nas plataformas de e-commerce com produtos importados indicam que a feira está bem posicionada tanto para o comércio – para bens de consumo – quanto para a indústria que pode se beneficiar das ofertas de equipamentos industriais oferecidos pelos expositores”, comenta Anselmo Carvalho, da ExpoSolutions, braço organizador do evento em nome da Meorient.

Companhia inaugura casa colaborativa em Belo Horizonte (MG)

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Baanko, empresa mineira de aceleração e investimento em negócios de impacto, lança iniciativa pioneira para reunir em um mesmo espaço empreendedores, investidores e organizações que fomentem a inovação com impacto socioambiental. Localizada ao lado da Praça da Liberdade, no coração de Belo Horizonte, a Casa Baanko será aberta amanhã (sábado, 17 de agosto), mas já foi palco de um evento de pré-inauguração, em 23 de julho, que reuniu diversos parceiros e investidores. De acordo com os idealizadores, esta é a primeira de outras cinco casas compartilhadas a serem abertas até o final de 2020. O plano é criar grupo de ‘Casas Baanko’, espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, conectadas entre si como uma rede a fim de encontrar soluções de impacto para problemas das cidades e organizações.

Negócios de impacto são aqueles que promovem inovações e transformações que levam ao desenvolvimento ou melhora socioambiental de forma mensurável, de acordo com o fundador da Baanko, André Menezes. “Vemos que é preciso – e possível – resolver problemas sociais e ambientais sistêmicos através de negócios e que é urgente oferecer mais e melhores oportunidades para populações de menor renda.”Segundo ele, a capital mineira foi escolhida por ser a sede de fundação da empresa, desde 2014, com objetivo de materializar a rede de parcerias e ser o produto mínimo viável. “Esta primeira Casa Baanko é um local pensado para conectar empreendedores e investidores com organizações que estão pensando em inovação, mas com impacto. Uma vitrine a fim mostrar o potencial do projeto da casa, alinhado aos objetivos do negócio”. Ele explica que um dos objetivos, a partir de agora, é ativar comunidade do entorno, em conjunto com o Circuito Cultural Praça da Liberdade, para pensar nos impactos que podem ser gerados na região.

Como todo negócio de impacto, a iniciativa tem a intenção de ser autossustentável. Além dos investimentos dos membros, de patrocinadores e das empresas residentes, o faturamento da Casa Baanko também virá do aluguel de salas e de espaços para finalidades diversas, como eventos, galerias de arte, exposições culturais, e uma “Sala de Guerra” especial para workshops de inovação e design thinking.O empresário explica que “esta primeira é uma ‘casa conceito’, onde iremos potencializar os serviços e produtos de negócios de impacto”. Como exemplo, ele cita algumas startups parceiras já confirmadas, como a Morada da Floresta, que irá compostar 100% dos resíduos produzidos na casa; a ImpactLab, um hub de especialistas que agregam valor estratégico e compartilhado para negócios de impacto; a Mooca, para a venda de produtos criativos locais; a Cofice, para que a cafeteria seja sustentável; e a FazGame que cria aplicativos de educação para escolas públicas e irá produzir uma espécie de jogo online para que os interessados possam conhecer a casa por meio de um aplicativo.

O local, que funcionará todos os dias, das 7h às 23h, pretende ser livre de plástico e pet friendly. Contará também um ‘espaço kids’, a fim de apoiar mães de crianças até dois anos de idade, além de outros empreendimentos de impacto que poderão se beneficiar do ambiente de colaboração e inovação.

André completa que o objetivo da Casa Baanko é oferecer um ecossitema de apoio, onde os membros se beneficiam do trabalho uns dos outros, compartilhando conhecimento, ideias, conexões, formando parcerias duradouras, bem como oportunidades de crescimento de seus respectivos negócios. “Nós acreditamos na economia colaborativa, onde empresas atuam em rede a fim de idealizar e viabilizar inovações que possam gerar ou potencializar um impacto mensurável, ligado a pelo menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, finaliza.

No Nordeste, regionalismo influencia as escolhas dos consumidores

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De acordo com pesquisa da consultoria Kantar, o Nordeste representa 25% dos domicílios brasileiros, porém contribui com apenas 15% do PIB do país. Segundo o IBGE, enquanto o PIB nacional cresceu 1,1%, em 2018 versus 2017, o Nordeste teve aumento de 0,6%, número abaixo do restante do país.
A região Norte + Nordeste se diferencia do restante do país pela alta
concentração de domicílios da classe DE, 47% versus 24% no Brasil, esse
retrato muda toda a dinâmica de consumo na região. Com relação ao perfil dos consumidores, os domicílios se destacam com presença de crianças até 12 anos e famílias numerosas, de 5 ou mais pessoas, com donas de casa mais jovens.

Apesar de a região ter a menor renda média domiciliar mensal do país, R$ 2.489 versus R$ 3.173 do total Brasil, ela é uma das únicas que consegue
equilibrar o orçamento doméstico, ficando atrás apenas do estado de São
Paulo.

Em relação ao consumo, alimentos e bebidas têm um peso importante dentro dos lares no Nordeste e comprometem 26% de todo o orçamento doméstico. As cestas que mais se destacam são Mercearia Doce e Higiene e Beleza que, além de elevada importância, apresentam o maior gasto médio por domicílio.

Categorias como café solúvel, cereal tradicional, deo colônia, leite em pó,
caldos e cremes e loções são destaques na região. O Nordestino também se diferencia do restante do país ao apresentar menos idas ao ponto de venda e menos mixidade entre os canais. Enquanto no Brasil são usados, em média, sete canais de compra, mais da metade da população do Nordeste acessa, em média, apenas quatro canais. O varejo tradicional é bastante
relevante na região, porém quem mais cresceu no último ano, em comparação ao restante do país, foram autosserviços e os atacarejos. O levantamento aponta também que 44% das unidades compradas se concentram nos dez primeiros dias de cada mês. Durante a semana, destacam-se o sábado (21%) e, diferente do restante do país, a segunda-feira exerce uma importância relevante (17%).

“O regionalismo é uma tendência forte no Nordeste e podemos ver como essa identidade é distinta do restante do país pelas escolhas dos consumidores da região, marcas locais são líderes em 16% das 110 categorias auditadas no Nordeste e chegam a ganhar importantes posições no ranking por regiões da Kantar, o Brand Footprint”, comenta Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.

Franquia de ginástica para o cérebro chega a 400 unidades no País

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A Franquia Supera – marca pioneira em ginástica para o cérebro no Brasil – chega a 400 unidades no país, presentes de norte a sul, em todos os estados do território nacional, afirmando-se como maior rede de escolas no segmento em toda a América Latina.

O Supera conta com 13 anos de história e segue em expansão, com a expectativa de abrir mais 20 escolas de ginástica para o cérebro até o fim do ano – até o momento, foram 55 franquias inauguradas.

O crescimento acelerado da rede de franquias reforça a ideia de que o produto representa uma grande tendência de mercado. De 2013 a 2018, a rede cresceu 250% em relação ao número de unidades.

“Continuamos com o intuito de continuar expandindo nossos negócios para a capital. Porém, acreditamos que as cidades do interior também ofereçam grandes oportunidades. Para elas, trabalhamos com o sistema de microfranquias”, explica Ana Paula Lino, Gerente do Departamento de Expansão da marca.

Desde que abriu a primeira franquia Supera, em 2006, o presidente fundador Antônio Carlos Perpétuo tinha a ideia de transformar o maior número de vidas que podia em todo o país.

A ideia para a fundação da metodologia exclusiva de ginástica para o cérebro da marca surgiu a partir de um desafio familiar, quando o empresário buscava por uma forma de ajudar seu filho caçula a melhorar o desempenho nos estudos.

Ao encontrar o ábaco e aplicá-lo em sua educação, ele obteve resultados expressivos e então pensou “se posso ajudar meu filho, por que não contribuir para milhares de outras pessoas?”. A partir daí, ele se uniu a uma equipe especializada de pedagogos e neurocientistas e fundou a metodologia que hoje representa um grande sucesso no mercado.

Com o crescimento da rede, o anseio que Antônio Carlos tinha quando fundou o Supera tem se realizado de forma cada vez mais real. Desde o início dos negócios, o método de ginástica para o cérebro já transformou a vida de mais de 130 pessoas de todas as idades e a tendência é que este número também se multiplique ao longo dos próximos anos.

XIII #Bienal Internacional do #Livro do #Ceará tem abertura amanhã (16.8)

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O Governo do Estado do Ceará abre sexta-feira (16.8) a XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará, a partir de 20h, no Centro de Eventos do Ceará. Além da solenidade com presença do governador Camilo Santana (PT), do prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (PDT) e outras autoridades, a programação inclui espetáculo com a Orquestra de Barro Uirapuru, a ONG Tapera das Artes e a cantora e pesquisadora da cultura indígena brasileira Marlui Miranda. A Bienal acontece de 16 a 25 de agosto, com acesso totalmente gratuito.

Na sequência, às 20h30, o palco do Terreiro será tomado pelos sopros da Orquestra de Barro Uirapuru, ao lado de Marlui Miranda, do grupo Luthieria Catavento e do coral Tapera Encantada – esses dois últimos da ONG Tapera das Artes. Nascida em Fortaleza em 1949, Marlui Nóbrega Miranda é cantora, compositora e referência internacional em pesquisa da cultura indígena brasileira. Irmã da jornalista e escritora Ana Maria Miranda, morou em Brasília – onde se graduou em Arquitetura pela UFB – e no Rio de Janeiro, onde ingressou no Conservatório Villa-Lobos. Também estudou Regência na Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, onde mora atualmente.

No Rio, aprendeu violão clássico com professores renomados, entre eles Turíbio Santos, Oscar Cárceres, Jodacil Damaceno, João Pedro Borges e Paulo Bellinati. Fez parcerias com Egberto Gismonti, Hermeto Paschoal, Taiguara, Milton Nascimento e Jards Macalé. Paralelamente, a partir de 1974, passou a trabalhar com pesquisa de tradições musicais dos povos da Amazônia.

Ao longo dos anos, Marlui visitou aldeias dos índios Kraô, Urubu-Ka´Apor, Juruna, entre outros. Nesse processo, todos os seus discos passaram a ser interpretados em diferentes línguas indígenas. Um de seus trabalhos mais importantes é “Paiter Merewá” (1984), composto por canções de índios Suruí. Seu último álbum é “Fala de Bicho, Fala de Gente” (2014), cuja pesquisa começou em 2010, traz canções de ninar do povo Juruna. Além de gravar discos para o Brasil e o exterior, Marlui também produz espetáculos e atua como consultora de música indígena em filmes e eventos.

Atuante desde 1997, a ONG Tapera das Artes desenvolve um trabalho de educação de crianças e adolescentes por meio das artes, no município de Aquiraz (CE). Atualmente, são oferecidas aulas de violão, acordeom, bateria, percussão, violino, cello, viola e canto coral. A iniciativa é reconhecida nacionalmente e já rendeu à ONG a menção do Prêmio Itaú-UNICEF, em 2001 e 2003, além de um lugar entre os semifinalistas da segunda edição do premio do Ministério da Cultura “Cultura Viva”, em 2007, quando concorreu com mais de 8 mil ONGs. É ainda uma das instituições beneficiadas pelo projeto Criança Esperança, da Rede Globo, e parceira do Instituto Ayrton Senna.

Já o Grupo Uirapuru – Orquestra de Barro, da comunidade de Moita Redonda, no município de Cascavel (CE) foi criado a partir de uma ação conjunta entre o luthier e artista plástico Tércio Araripe e as “senhoras do barro” da comunidade. O projeto tem como objetivo não apenas fomentar o conhecimento e a educação entre os jovens participantes por meio da arte, mas valorizar a produção artesanal do barro, atividade ancestral em Moitas. 

Ou seja, a proposta inclui não apenas o ensino da música, mas a fabricação dos próprios instrumentos, no sentido de ressignificar o trabalho com o barro e, a partir daí, contribuir para a inclusão social desses jovens e suas famílias e para a transformação da comunidade. 

A XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará é apresentada pelo Ministério da Cidadania e pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará. Realizada pelo Instituto Dragão do Mar, Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult, e Governo Federal, a Bienal do Livro conta com os patrocínios de Bradesco, Cagece, Grendene e Cegás, e com os apoios de Fecomércio, Sebrae, Universidade de Fortaleza (Unifor), TV Ceará, Sistema Verdes Mares, Grupo O Povo, Café Santa Clara, RPS Eventos, Câmara Cearense do Livro, Sindilivros-CE, Câmara Brasileira do Livro (CBL), Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), Associação Nacional de Livrarias (ANL), Prefeitura de Fortaleza e das Secretarias de Educação (Seduc), Turismo (Setur), Cidades (SCidades) e Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará (Secitece).