Brasil

Scania vende 300 caminhões da Nova Geração a conglomerado de transporte

Posted on Updated on

Ao comprar 300 unidades, o G10, de Maringá (PR), acaba de se juntar à AMAGGI na história da Scania como os maiores compradores da Nova Geração de caminhões da marca, lançada em novembro. Com a consultoria da Casa Scania P.B.Lopes, baseada na maior rentabilidade e nas características da operação, os modelos customizados como ideais foram R 450 6×2 e R 500 6×4. As entregas ao conglomerado de transportadoras já começaram e seguirão ao longo do segundo semestre. Serão 190 produtos para a Transpanorama e outros 110 divididos entre as demais empresas (Transfalleiro, Cordiolli, Rodofaixa e VMH Transportes).

“Mais um grande lote vendido que comprova a revolução que a Nova Geração de caminhões está fazendo. O G10 é um dos maiores frotistas do Brasil, e optou pela solução que oferece o menor custo total da operação por quilômetro rodado via customização ideal do produto para a aplicação”, afirma Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil. “A economia de diesel de até 12%, em relação à linha anterior, está fazendo a diferença no dia a dia dos clientes. Já recebemos cerca de 7 mil encomendas da ‘Máquina dos Sonhos’.”

Segundo Claudio Adamuccio, diretor-presidente do G10 e diretor Administrativo da Transpanorama, os primeiros lotes recebidos estão surpreendendo as empresas do Grupo. “Comprovamos que a economia de diesel da Nova Geração é maior do que a geração anterior, como foi prometido pela Scania”, conta. Adamuccio revela que são três pilares que definem a escolha de um produto e uma marca para o G10. “O primeiro é o econômico, pois na conta do transporte o combustível é o campeão no custo total. O segundo é o conforto da cabine, pois a mão de obra está escassa e precisamos oferecer o melhor caminhão para reter o motorista. O terceiro pilar é a maior disponibilidade de horas do caminhão. Não podemos perder dinheiro com o produto parado e ele precisa dar o mínimo de manutenção.”

O lote de 300 unidades foi a maior compra de caminhões num mesmo ano da história do G10. “A quantidade explica nosso otimismo para 2019. Estamos expandindo os negócios. Abriremos 10 unidades de embarque do G10 e mais quatro para a Transpanorama. Movimentos que aumentarão o faturamento. No G10, planejo crescer 17% e na Transpanorama projetamos um acréscimo de 17% no faturamento. A Nova Geração da Scania será essencial para cumprir estas metas. Na nova gestão do transporte vale o custo por km rodado.”   

Os caminhões Scania R 500 6×4 são ideais para atuar em longas distâncias e rodarão com implementos rodotrens graneleiros de 25 metros, com capacidade para transportar até 49,5 toneladas de grãos cada um. Todos equipados com freio auxiliar hidráulico Retarder de 4.100Nm. Já os R 450 6×2 são modelos versáteis, também para longas distâncias, e podem formar conjuntos com sider, baú, tanque, por exemplo, além de outras opções diversas.

O agronegócio sempre foi um dos pilares do transporte de cargas rodoviário. E, da mesma forma para o faturamento da Scania. “No caso da Scania, em 2018, o agronegócio representou cerca de 40% do total vendido de caminhões. Para 2019, queremos aumentar esta participação. Estamos otimistas”, diz Munhoz.

A verdadeira ‘Máquina dos Sonhos’

A Nova Geração de caminhões Scania chegou ao Brasil em novembro de 2018, apenas dois anos após o lançamento na Europa. As novas cabines foram desenvolvidas com a mais alta tecnologia disponível no mercado e sob a perspectiva do condutor. A marca sueca decidiu manter a nomenclatura P, G e R, mas nenhuma peça da cabine da gama anterior foi reaproveitada. É uma característica da Scania privilegiar o motorista na criação do seu produto, algo que faz toda a diferença no dia a dia do trabalho no setor de transportes. O posicionamento do condutor foi realocado para que ele tenha uma melhor visibilidade externa e o painel foi rebaixado.

A Scania passou de 7 opções para 19 tipos de combinações variantes das novas cabines P, G, R, além da estreante S, com piso interno totalmente plano. Junta-se à novas cabines o pacote XT, formado por componentes específicos para pisos irregulares e também indicados para operações fora-de-estrada.

Entrevista com Claudio Adamuccio, diretor-presidente do G10

Claudio Adamuccio, 59 anos, natural de Osvaldo Cruz (SP), é um dos transportadores mais experientes do Brasil. Acompanha e cuida de perto sua frota, incentiva e valoriza seus motoristas e luta ativamente pelos direitos do setor em fóruns de entidades de classe e do poder público. Sem deixar de estar antenado com as tendências, as novas tecnologias e o futuro do transporte de cargas rodoviário.

Quando foi o primeiro contato com a Nova Geração Scania?

R. Foi em 22 de agosto de 2016, em Paris, no lançamento mundial realizado pela matriz. Tive o privilégio de conhecer o engenheiro-chefe do projeto e ele me deu muitos detalhes do produto. Já imaginei o quanto seria bom quando chegasse no Brasil. O segundo contato foi quando a Scania antecipou dois motores da Nova Geração, nas potências 510 e 450cv, ainda na geração passada mas já com o novo sistema XPI, de múltiplas injeções. Compramos os primeiros modelos a sair da linha em fevereiro de 2018. No total, adquirimos 170 caminhões e já fomos comprovando a maior economia de diesel.

As 300 unidades são para expansão ou substituição da frota, ou por otimismo com a melhora da economia e do mercado?

R. Um pouco destes três ingredientes. Em 20 anos, não deixamos um ano sequer de comprar caminhões, mesmo com as crises econômicas brasileiras ou mundiais. Mas, reduzimos os volumes entre 2014 e 2017, no período da última crise. Em 2018, aumentamos um pouco a quantidade. Em 2019, com o mercado aquecido voltamos com tudo; e precisei aumentar e substituir a frota para compensar os menores volumes dos anos passados. Estamos sempre antenados às novas tecnologias e modernidades para buscar a eficiência com a diminuição de custos e aumento de produtividade.

O setor de Transportes vive uma modernização de gestão. A nova conta a ser feita envolve o custo total da operação, a escolha da solução ideal para a aplicação, o custo por km rodado e a idade média da frota?

R. Sim. Hoje, as margens de lucro estão muito mais ajustadas. A informação está mais fácil e temos muitas ferramentas de gestão. O maior custo é o diesel, e o segundo o motorista. São dois fatores relevantes e estão ligados à marca do caminhão. Se compro um veículo que consome mais e não é confortável estou colocando minha operação em risco, para não ter lucro. Um motorista que não está satisfeito com o produto pode não dirigir tão bem e aumentar os gastos com manutenção. Trabalhando feliz e satisfeito ele terá mais cuidado.

Quem vai sobreviver no mercado de transportes de cargas?

R. Quem tiver a operação com muita tecnologia, custos extremamente enxutos e verdadeiras parcerias de negócio. Não vejo uma má gestão sobrevivendo no futuro. Em Paris, em 2016, no lançamento da Nova Geração da Scania, houve uma palestra com a federação local de transportes. Lá as empresas já não sobrevivem apenas com o faturamento do frete, das margens do transporte. Se a transportadora não tiver um Centro de Distribuição, acordos de coletas e distribuição e armazenagem para cuidar do ciclo completo não sobrevive. Tenho que antecipar tendências para continuar saudável no mercado.

A frota adquirida atuará em novos segmentos?

R. Não, vamos manter e fortalecer os ramos de atuação. Hoje, temos um mix diversificado: grãos, postal/e-commerce, aço, combustíveis, fertilizantes, sementes, produtos de higiene e limpeza e alimentos. Atuamos com sider, baú, tanques e graneleiros. Hoje, a divisão do faturamento está em 35% para postal/e-commerce (entregas para os Correios), 35% nos grãos, combustíveis (10%), e os outros 20% divididos respectivamente.  

“Operadoras precisam se beneficiar da economia dos aplicativos”, diz gestor de empresa

Posted on Updated on

Gary Greenbaum, CEO da Syntonic, destacou durante o evento Tela Viva Móvel, em São Paulo, o alto potencial da economia de aplicativos, pouco explorada no Brasil pelas operadoras de celulares, anunciantes e provedores de conteúdo. Para o executivo é possível criar negócios criativos para gerar novas e sustentáveis fontes de receita, em um mercado com previsão de movimentar mais de US$ 6 trilhões até 2021.

Com parcerias consolidadas em todo o mundo, a Syntonic aposta no país ao oferecer soluções inovadoras que possibilitam toda a cadeia a participar mais ativamente desse mercado e passem a monetizar com novos serviços e produtos. “Além de oferecer dados e voz, as operadoras podem ampliar a visão sobre a nova geração de agregadores e conteúdo móvel. Esse é o melhor momento para desenvolvemos um negócio que una publicidade móvel, navegação patrocinada, teles e provedores de conteúdo, gerando mais receitas para todos.

No Brasil, há cerca de 230 milhões de telefones celulares cadastrados e cerca de 58% deles com serviços pré-pagos, segundo dados da Anatel. Números que para o CEO significam oportunidades para todos da cadeia, incluindo novas experiências em toda a jornada do cliente, proporcionadas pelas mais diferentes marcas e aplicativos de alta qualidade.

“A conectividade já foi um luxo no passado. Hoje, um celular sem conexão é inútil, pois não conseguimos fazer quase nada. Por isso, oferta de dados será sempre uma boa oportunidade, em especial para modelos de negócios criativos como o que estamos propondo”, ressaltou Greenbaum, afirmando que a companhia já está fechando parcerias com as principais operadoras do Brasil e sempre a procura de bons aplicativos e conteúdos.

Sobre a Syntonic

Fundada em 2013, a Syntonic Limited Limited (SYT.ASX) é uma empresa de software sediada nos Estados Unidos, com atuação global e capital aberto na Austrália. No Brasil, a empresa está presente desde 2018 com sede em São Paulo e filial em Porto Alegre.
 
Operadoras de todo o mundo usam as plataformas de geração de receita da Syntonic para gerar novas fontes de faturamento provenientes de dados móveis e também de aplicativos. Os premiados software, serviços e suporte da Syntonic abrangem publicidade móvel, monetização de conteúdo, comércio on-line de aplicativos e conteúdos. 

Grupo Boticário reforça o movimento ‘Com você eu jogo melhor’ com ações para engajamento de mais marcas

Posted on Updated on

O Grupo Boticário, detentor das marcas O Boticário, Eudora, quem disse, berenice?, The Beauty Box, Multi B e Vult, dá sequência às ações do movimento ‘Com você eu jogo melhor’. Após lançar a campanha no Dia Internacional da Mulher, a empresa convida marcas e torcedores a demonstrarem apoio à seleção brasileira de futebol feminino, que vai disputar a Copa do Mundo em julho deste ano.

A intenção do Grupo Boticário é incentivar que outras empresas brasileiras se tornem signatárias o movimento, ou seja, qualquer companhia que tenha interesse pode participar e ajudar a engajar seus colaboradores na torcida pelas meninas do Brasil. A campanha será potencializada nas mídias online por meio das redes do Grupo Boticário e também de suas marcas.

“A #comvocêeujogomelhor é uma oportunidade grande para falarmos sobre igualdade, uma das grandes bandeiras do Grupo Boticário. Mais que um jogo, o torneio de futebol feminino é a oportunidade para levarmos esse movimento adiante, criando consciências positivas sobre o tema e adotando uma atitude transformadora”, diz Lia Azevedo, VP de VP de Recursos Humanos, Comunicação e Sustentabilidade do Grupo Boticário.

Ações da campanha

Após anunciar que irá paralisar o expediente durante os jogos da Seleção para que os colaboradores possam assistir às partidas, o Grupo Boticário amplia sua plataforma de comunicação para a campanha, com o lançamento do site https://comvoceeujogomelhor.com.br/. No canal online, estão disponíveis kits de torcedor para que pessoas físicas e jurídicas possam baixar e se juntar ao movimento. O material é composto por uma série de mídias para redes sociais e também para impressão, como wallpapers, adesivos, bandeiras, posts e cartazes. Há também um vídeo explicativo sobre a campanha e outras informações sobre o futebol feminino.

A plataforma digital é apenas uma dentre diversas ações do Grupo Boticário em apoio à campanha ‘Com você eu jogo melhor’. Ainda será lançada uma ação de comunicação interna em que todos colaboradores poderão doar roupas usadas e, em troca, receber uma camiseta temática destacando a mensagem do movimento.

Ainda como parte do projeto, desenvolvido em parceria com a agência SoWhat, foi criado um hino em apoio ao time, com estética forte, animada e impulsora. Intitulada “Vem jogar”, a composição tem lançamento previsto para este mês em plataformas de streaming. A música é assinada pela produtora Toro Creative Audio, com letra das artistas Dani Zan e Janine Mathias. Abordando a força das brasileiras e enviando energias positivas para a França, onde acontece o torneio, a música é interpretada pelas cantoras Olívia Robell, Janine Mathias, Carine Luup e Raissa Fayet. “Vem com as meninas jogar, o Brasil vai pirar e vai parar pra ver”, destaca o refrão, que une uma mensagem potente com percussões de escola de samba, graves de música eletrônica, piano da bossa nova e o beatbox do funk.

Guaraná Antarctica convoca outras marcas para apoiar o futebol feminino no Brasil

Posted on Updated on

Todo grande evento esportivo merece uma convocação. Afinal, é nas grandes competições que encontramos as melhores atletas de todo o mundo. E no ano do principal torneio de futebol feminino do planeta, Guaraná Antarctica veste a camisa da Seleção Brasileira e convoca outras marcas para um movimento de apoio ao futebol feminino no país. Se a modalidade é a mais amada pelo brasileiro, não existe momento melhor para mostrar que a equipe feminina também é um orgulho da nação, ou melhor, “É Coisa Nossa”. Ou você ainda acha que as mulheres não sabem jogar ou até mesmo participar de uma propaganda?

Quando o assunto é futebol, ainda é comum ver uma valorização maior dos homens em relação às mulheres. A maior competição da modalidade está perto de começar e quantas propagandas com a participação das atletas você já assistiu? Se o assunto fosse o time masculino, a resposta seria: “Várias”. Mas como estamos falando da equipe feminina… 

E para mudar esse panorama, Guaraná Antarctica, patrocinador das seleções brasileiras masculina e feminina de futebol há 18 anos, assume o papel de um bom treinador e inicia a busca por um time ideal para apoiar o futebol feminino. Ao admitir que usou pouco as esportistas mulheres em suas próprias propagandas, a marca quer incentivar outras empresas a abrir as portas para as jogadoras em suas campanhas. Talentosas dentro de campo, elas também podem representar qualquer marca longe das quatro linhas. E para ajudar nessa convocação, nada melhor do que chamar algumas especialistas no assunto. Por isso, a marca de refrigerante conta com a atacante Cristiane, a meia Andressinha e a lateral-direita Fabi Simões nessa campanha.

“Neste ano, Guaraná Antarctica tem a proposta de valorizar tudo o que o Brasil tem de bom, tudo o que É Coisa Nossa. E uma das coisas boas do país é o futebol feminino. Queremos mostrar para as pessoas todo o potencial dessas meninas, todo o sucesso que elas já alcançaram e tudo o que ainda podem alcançar”, afirmou Daniel Silber, gerente de marketing de Guaraná Antarctica.

Convidadas por Guaraná Antarctica, as três atletas estiveram em um ensaio fotográfico simulando a participação em propagandas de diversos segmentos, como beleza, produtos esportivos, cartão de crédito, entre outros. A ideia é que essas imagens sejam negociadas com as marcas interessadas e que o valor arrecadado com a venda seja dividido entre as jogadoras e o Joga Miga, um projeto sem fins lucrativos, que conecta mulheres que querem jogar futebol.

“É sempre muito importante quando uma marca abre espaço para o futebol feminino no Brasil. Mesmo com todo o sucesso nos últimos anos, ainda não existe muito espaço para as jogadoras. Com essa iniciativa, esperamos que essa situação mude”, declarou a atacante Cristiane.

Para a lateral-direita Fabi Simões, o futebol feminino no Brasil é muito maior do que apenas uma só atleta ou a Seleção. “Temos diversas jogadoras que lutam por um espaço, e ter o apoio das marcas ajuda muito a abrir caminho para as mais jovens, que buscam mais visibilidade”, destacou a atleta.

“Precisamos cada vez mais de iniciativas e oportunidades como essa. O Brasil está cheio de talentos e atletas que buscam uma oportunidade. Mas, muitas vezes, por falta de apoio, elas precisam desistir. Agora, esperamos que essa situação mude”, completou a meia Andressinha.

“Uma das principais preocupações do futebol feminino no Brasil sempre foi com a falta de apoio. O Joga Miga surgiu para dar mais visibilidade para a modalidade em diversas frentes, seja na prática esportiva, seja com análises, tornando os times e atletas profissionais mais visíveis, ou com ações digitais colaborativas. Contar com essa iniciativa, ajuda não somente o nosso projeto, mas toda a modalidade”, disse Nayara Perone, responsável pelo projeto.

E nessa seleção de marcas, não existe limite de convocados. A ideia é juntar o maior número de parceiros para apoiar essa causa. Para participar, as empresas podem escolher as imagens no Instagram de Guaraná Antarctica e entrar em contato com a marca também pelas redes sociais.

A ação, criada pela AlmapBBDO, é contada no filme chamado Seleção Feminina “É Coisa Nossa”: https://www.youtube.com/watch?v=8wsDd_MqXwM.

Sobre o Joga Miga:

O #JogaMiga é uma iniciativa multiáreas que aborda o Futebol Feminino em diversas frentes.  Através da prática do futebol com aulas para mulheres que desejam aprender, dando oportunidade a todas e trazendo o lado mais divertido do futebol. Com festivais e copas, para fomentar o futebol feminino. Com conteúdo, com os quais acompanhamos os times profissionais, com dicas, curiosidades, matérias que dêem visibilidade para jogadoras ou por meio de ferramentas digitais colaborativas, como o Mapa do Futebol Feminino que hoje possui mais de 100 times cadastrados no país inteiro.

Transformação Digital avança com adoção de métodos ágeis nas indústrias latino-americanas

Posted on Updated on

A IDC, empresa de inteligência de mercado global, especializada nos setores de TI, Telecom e Comunicações, realizou a pedido da everis – junto aos seus clientes -, o estudo “Avanços na maturidade dos métodos ágeis na América Latina”, que ajuda a avaliar a evolução da transformação digital na região. “Nós realizamos este estudo para a everis há dois anos para identificar em que estágio se encontram as empresas latino-americanas em relação à adoção das metodologias ágeis, desafios para maior adesão e principais benefícios obtidos pelas usuárias”, afirma Waldemar Schuster, Research and Consulting Manager da IDC.

O estudo apontou, em 2018, que a transformação digital já se encontra em etapas de maturidade repetitivas (67%) e gerenciadas (18%), tendo como prioridades melhorar as habilidades digitais para ampliar a automatização e a adoção de Internet das Coisas e Inteligência Artificial, entre outras tecnologias. As companhias que estão na etapa de maturidade repetitiva têm os objetivos de transformação digital alinhados a uma estratégia de curto prazo, com iniciativas que contemplam produtos e experiências digitais. Aquelas na etapa gerenciada são mais dinâmicas no uso de novas tecnologias e modelos de negócios para influenciar mercados e criar novos negócios.

“Nosso estudo mostrou uma evolução positiva para os negócios da região ao verificar que a maioria das empresas (85%) se encontram em etapas intermediárias de implementação destes métodos, que são fundamentais para sua transformação e para garantir melhores resultados estratégicos e operacionais, bem como mais inovação e maior competitividade”, explica Nelson Wilson, Head de Negócios da Unidade de Soluções e Serviços de TI da everis.

Porém, 10% das companhias latino-americanas ainda estão no modelo ocasional, ou seja, sabem da necessidade de desenvolver estratégias de negócios aprimoradas digitalmente para seus clientes, mas a execução é feita de forma isolada, e 5% são Ad hoc, com iniciativas desconectadas da estratégia empresarial e das experiências dos clientes.

“Infelizmente, nenhuma companhia latina está de fato madura, sendo efetivamente disruptiva, com tecnologias e modelos de negócios digitais, capazes de propiciar um ecossistema de inovação constante e de conquista de novos mercados. Mas acredito que está realidade mudará em poucos anos e a everis fará o possível para auxiliar nesta evolução”, detalha Wilson. A everis tem vasta experiência no âmbito de agilidade integrada por pessoas de diferentes nacionalidades, colaborando na formação de equipes, treinamentos, execução de metodologias ágeis e transformações organizacionais. Com esta finalidade, criou o Centro de Excelência Ágil no Brasil em 2016, que atende às demandas de seus clientes estratégicos, tendo como principal foco companhias dos setores de telecomunicações, bancos, indústria, energia, saúde e governo.

O executivo da IDC ressalta que outro aspecto positivo do estudo foi que 38% das empresas implementaram projetos ágeis e uma cultura DevOps (Desenvolvimento & Operações) e destas 58% começaram a ver reduzidos seus tempos de entrega do código de produção dos softwares para de uma a quatro semanas e de recuperação para de uma a seis horas. Ou seja, com os métodos ágeis aprimoraram seus processos e estão conseguindo lançar produtos mais rápido ao mercado, devido ao envolvimento de equipes cada vez mais multidisciplinares e focadas.

“Elas também obtiveram menores índices de falhas, o que está em sintonia com as ações implementadas para medir o sucesso dos projetos em desenvolvimento, com base na capacidade de resposta aos clientes internos e externos, assim como com um acompanhamento em prazos mais curtos, o que é fundamental para a transformação empresarial”, completa Schuster da IDC. De acordo com o estudo, outro benefício adicional constatado foi uma redução de 10% a 60% dos custos em 42,5% das empresas.

Quando se fala em impactos esperados dos projetos ágeis nos negócios, o estudo identificou que de 80% a 85% das empresas consideram essencial a redução do tempo de apresentação de novos produtos e serviços ao mercado, o aprimoramento da experiência do consumidor e a melhora da resposta a requerimentos dos negócios, o que estudo mostrou vem sendo obtido pelas adeptas dos métodos. Os maiores desafios para implementação, por sua vez, são a resistência persistente das pessoas às mudanças e as equipes reduzidas, que para complicar tem pouca experiência na adoção destas metodologias”, declara Schuster do consultor do IDC.

“Por esta razão, neste momento, é imprescindível que as empresas construam um ecossistema multidisciplinar, integrando parceiros, fornecedores e clientes, em um relacionamento de confiança e sinérgico, a fim de atingir o nível de maturidade almejado de disrupcão. Tudo isto tendo como premissas a valorização dos negócios e das pessoas”, esclarece Wilson.

A amostra do estudo incluiu líderes de empresas com grande impacto econômico na América Latina, que contam com mais de 2.000 empregados, dos mais variados setores, como financeiro, telecomunicações, seguros, distribuição, atacado, manufatura discreta e de processos, governo e saúde, entre outros. Os países contemplados foram Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

Gestão de equipes ágeis

A pesquisa com os clientes da everis verificou ainda a necessidade de uma conversa mais constante e direta do CEO ou o Digital Lead com as áreas estratégicas e operacionais sobre como contratar serviços de outsourcing de agilidade, que são muito diferentes dos modelos tradicionais. “Como a maioria das companhias é motivada a ser ágil e se transformar para criar novos produtos, serviços ou canais de distribuição, é fundamental que o CEO se preocupe e invista na melhoria das habilidades digitais e na melhor gestão de seu capital humano para viabilizar um cultura empresarial ágil”, alerta o consultor da IDC.

Por isto, os métodos ágeis vêm provocando uma mudança significativa na gestão dos talentos, com melhores possibilidades de formação e desenvolvimento profissional, viabilizados por meio de melhores técnicas de treinamento e avaliação de desempenho, assim como pela maior integração entre os membros das equipes técnicas e de negócios. “Isto porque para colocar em prática a agilidade é preciso ter, além de conhecimento e qualificação, uma verdadeira mudança cultural, que trabalhe com os valores da agilidade, e uma estrutura eficiente, integrada e colaborativa na empresa como um todo, que deve necessariamente ser apoiada pela alta direção”, reforça Wilson. Mas segundo o estudo ainda há muito a ser feito, pois 32% das entrevistadas ainda utilizam processos tradicionais para contratar, com ciclos de revisão muitas vezes desajustados em relação ao progresso exigido e 67% têm menos de 10 equipes em toda a organização aptas a implementar métodos ágeis.

Definição de orçamento de TI x agilidade

O estudo contemplou a distribuição orçamentária das companhias latino-americanas para a implementação de métodos ágeis e constatou que, no ano passado, 58% delas destinaram mais de US$ 20 milhões para Tecnologia da Informação (TI) e mais de 65% investiram mais de US$ 1 milhão em projetos de agilidade, porém 42% destas empresas ainda não separa parte dos recursos para a definição das equipes de agilidade.

Entre as que desenvolveram projetos ágeis, só 18% conseguiram aplicar recursos diretos em suas equipes de agilidade, sendo que destas 30% optaram por fazer isto no modelo de despesas OPEX (Operational Expenditure), cujo custo operacional é menor e mais facilmente ajustável às necessidades oscilantes do negócio e da infraestrutura tecnológica. As demais 70% seguem o modelo CAPEX (Operational Expenditure), porque entendem que os métodos ágeis estão associados com o desenvolvimento de novos produtos ou funcionalidades.

Este é um avanço interessante considerando-se só 21% das empresas tinham orçamento anual para manter equipes de agilidade em 2017 e que não existia orçamento independente para equipes de agilidade em 35% delas, além de 29% das despesas neste sentido serem destinadas a alguns projetos específicos.

Leia a íntegra da pesquisa no link: http://bit.ly/everisEstudoAgile_e

Cinco dicas para uma mudança positiva de hábitos

Posted on Updated on

Quando foi a última vez que se propôs a fazer uma atividade diferente? Segundo informações divulgadas pela Universidade de Duke, nos Estados Unidos, uma média de 40% das ações do cotidiano são realizadas no formato de piloto-automático. Neste contexto, o jornalista Charles Duhigg afirma no livro “O Poder do Hábito – Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e Nos Negócios” que os chamados atos inconscientes ocorrem devido a constante necessidade do cérebro humano em poupar esforços. Na prática, a propagação de atitudes similares na rotina pessoal e profissional promove a internalização de um determinado padrão que, ao longo do tempo, se torna involuntário.

“O desenvolvimento de hábitos é um movimento ininterrupto que acontece desde a infância até a terceira idade. Ou seja, ninguém nasce com um pensamento automático. Na verdade, os padrões comportamentais são criados de acordo com o ambiente externo e as experiências individuais”, explica Carolina Manciola (foto), sócia-diretora da Posiciona Educação e Desenvolvimento. 

Ao se aprofundar no conceito, é possível dizer que os atos inconscientes são responsáveis por uma trajetória de sucesso. Afinal, determinam o afastamento ou a concretização de metas de uma pessoa. Neste sentido, é fundamental transformar as ações nocivas em positivas. Veja abaixo as sugestões da especialista em desenvolvimento corporativo sobre mudanças de hábitos: 

Dispense recompensas A primeira etapa na construção de um hábito consiste no gatilho onde um estímulo é capaz de acionar certa atitude. Em seguida, a rotina aparece com a função de dar sequência às atividades físicas, intelectuais e emocionais ativadas. Por fim, o sistema exige uma recompensa a fim de incentivar a memorização da ação. Logo, o ciclo permanece ineficaz ao retirar a última fase, pois o benefício do comportamento involuntário deixa de existir. 

Pratique a substituiçãoA motivação é a base da mudança de hábito, mas não é o suficiente para modificá-lo da noite para o dia porque o cérebro tende a criar resistência no processo de adaptação diante de um novo comportamento. Então, é preciso priorizar a substituição ao abandono. Durante uma dieta, por exemplo, nutricionistas recomendam trocar o chocolate ao leite pelo meio amargo, por este ser mais saudável e menos calórico. 

“Não vá com sede ao pote”O excesso de motivação pode se tornar uma armadilha ao provocar um esforço excessivo no início do processo e uma desistência no meio do caminho, ocasionada pelo cansaço. Neste caso, trabalhe em doses homeopáticas. Se pretende estudar uma nova língua durante uma hora por dia, dedique-se ao menos trinta minutos e aumente o período de maneira gradual, até alcançar o objetivo inicial. 

Fique atento com a frequência A constância é uma das partes mais desafiadoras de um processo de mudança de hábito, pois o fato de um novo comportamento remeter a uma ação definitiva gera uma barreira emocional. Contudo, há a possibilidade de fazer uma reprogramação mental menos penosa ao se apoiar em prazos curtos, como a Teoria dos 21 dias, na qual a pessoa utiliza este período para implantar as novas ações no cotidiano sem precisar dispor de um comprometimento maior.

Fuja de padrões negativos Além das distrações físicas em uma modificação comportamental, existem também as barreiras mentais. Entretanto, a técnica do “mas” é uma espécie de braço direito no contorno desta situação. Ao ter pensamentos sabotadores, corrija-os, usando o “mas”. Por exemplo, “exercitar-se todos os dias é cansativo, mas fará bem à saúde”.  

Petrobras Distribuidora faz pré-lançamento do “Cartão do Caminhoneiro Petrobras”

Posted on Updated on

A partir da próxima segunda-feira, 20/05, a Petrobras Distribuidora inicia a fase de testes da solução de pagamento denominada “Cartão do Caminhoneiro Petrobras”, que visa a dar mais segurança, facilidade e garantia ao caminhoneiro autônomo em relação às oscilações do preço do óleo diesel.

Além dos autônomos, o “Cartão do Caminhoneiro Petrobras” será disponibilizado para transportadores e embarcadores. A solução funcionará como cartão pré-pago na compra de diesel, em postos com a bandeira Petrobras nos principais corredores rodoviários do país.

De forma simples e segura, durante o período de testes, os caminhoneiros já poderão realizar um pré-cadastramento pelo site www.cartaodocaminhoneiro.com.br. Após o lançamento definitivo, o cadastro poderá ser feito também via aplicativo, call center ou presencialmente, em locais a serem divulgados.

Feito o cadastro, o caminhoneiro poderá transferir valores para seu cartão e fazer a conversão dos valores para litros de óleo diesel, que podem ser utilizados em até 30 dias na rede de postos Petrobras credenciada. O “Cartão do Caminhoneiro Petrobras” também é uma conta digital, permitindo que as transações sejam realizadas sem a presença do cartão físico, por meio do site e do aplicativo.

Os valores em reais para conversão em litros de diesel estarão sempre disponíveis no site, no aplicativo e nos postos credenciados. O crédito em litros de diesel também pode ser revertido a qualquer tempo para reais, dentro dos 30 dias, descontando-se uma taxa cujo valor será previamente informado aos usuários.

A BR conta com a parceria da empresa CTF Technologies no desenvolvimento deste produto, que eliminará riscos de volatilidade dos preços do diesel durante este período.

Na fase inicial de testes, o cartão estará disponível em alguns postos Petrobras da Rede Siga Bem, nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, e cerca de 100 caminhoneiros serão os primeiros a experimentar o produto. Tão logo seja concluída essa fase de forma positiva, a BR irá lançar o produto em larga escala.


“Entendemos que existe uma oportunidade de mercado e conseguimos desenvolver uma solução segura e viável economicamente. É um produto que gera valor para a BR, nossos revendedores e caminhoneiros”, afirma o diretor executivo de Rede de Postos e Varejo da Petrobras Distribuidora, Marcelo Bragança.

Liderança – A BR é líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e lubrificantes, com mais de 7.500 postos de serviço com sua bandeira, atuando também com as franquias de conveniência BR Mania e Lubrax+. No mercado B2B, seu portifólio inclui aproximadamente 14.000 grandes clientes, em segmentos como aviação, asfaltos, transporte, produtos químicos, supply house e energia.


Petrobras Distribuidora faz pré-lançamento do “Cartão do Caminhoneiro Petrobras” Referência em gestão de frotas – A CTF Technologies é uma das líderes no segmento de gestão de abastecimento, com mais de 20 anos de atuação no mercado, e possui um portfólio completo para controle de combustível e gestão de frete. Em 2012, após a aquisição da empresa pela Fleetcor, líder mundial em soluções de pagamento para empresas, a CTF incorporou à sua cesta de serviços os cartões de combustível, além de soluções para pagamento eletrônico de frete e vale-pedágio.

Empresa implanta programa de fidelidade baseado em tecnologia blockchain

Posted on Updated on

A Zen, fintech pioneira em crédito como serviço no Brasil, anuncia o CAPZ, o primeiro programa de pontos de fidelidade e arranjo de pagamento que tem como base a tecnologia de blockchain. A empresa iniciou no último dia 14 o primeiro ICO (sigla em inglês de oferta inicial de moeda) do Brasil, em que os interessados podem comprar o CAPZ, utility token dos pontos de fidelidade do programa. Não existe limite mínimo de investimento.

Um utility token oferece ao seu detentor acesso a um produto ou serviço. Neste caso, o CAPZ representa pontos de fidelidade, que serão guardados numa carteira eletrônica chamada ZenCap e poderão ser transferidos e negociados livremente entre os participantes. Essa característica resolve um dos principais problemas dos programas tradicionais de fidelidade, que é a dificuldade em se transferir ou resgatar pontos. O CAPZ também terá a vantagem de não ter prazo de validade, podendo ser utilizado indefinidamente.

 “Estamos criando um programa de fidelidade mais transparente (a tabela de preços por volume será pública no blockchain), eficiente, do ponto de vista de custos, e, ao mesmo tempo, mais simples, seguro e intuitivo”, afirma o CEO da Zen, Jorge Vargas Neto. “A possibilidade de os clientes negociarem entre si os pontos, que nunca expiram, traz melhor experiência aos usuários e, consequentemente, maior fidelidade e engajamento dos consumidores com as marcas.”

Oferta inicial

A ICO do CAPZ terá início às 10h (horário de Brasília) do dia 14 de maio de 2019, com duração de 90 dias. Durante esse período, os interessados podem comprar o utility token por 50% do preço base (ou seja, o menor valor pago por unidade de CAPZ, para compras de mais de 100 milhões de pontos). A meta é levantar pelo menos US$ 650 mil no ICO. O valor máximo da oferta é de US$ 33.333.333,33. Os recursos serão destinados ao desenvolvimento e divulgação do serviço, cujo piloto está previsto para o primeiro trimestre de 2020.  

Blockchain

O CAPZ será um utility token de preço determinado por volume, transparente e verificável. Tanto o CAPZ quanto a carteira eletrônica ZenCap terão como base a tecnologia blockchain, adotada por criptomoedas como bitcoin e ethereum.

O ICO do CAPZ seguirá o protocolo ERC20 do blockchain ethereum, mas após o prazo de 90 dias do lançamento a plataforma permitirá o resgate e compra e venda de CAPZ no próprio aplicativo ZenCap.

Diferentemente dessas criptomoedas, após o ICO, CAPZ e o ZenCap adotarão um blockchain privado com tecnologia proprietária. O sistema de registro de transações será imutável e auditável, com capacidade de processamento de mais de 5 mil transações por segundo.

Empresa de seguros de viagens implanta novo serviço de atendimento

Posted on Updated on

A Vital Card Seguro Viagem está anunciando bot de atendimento de usuários em seu site. A tecnologia tira dúvidas dos usuários e auxilia no direcionamento de onde encontrar alguns serviços do site, como quais as coberturas, orçamentos e instruções para acionar o seguro, entre outras.

O Bot aumentou a agilidade do atendimento, uma vez que pode oferecer atendimento a qualquer hora. “Os clientes estão gostando, pois conseguem acesso mais fácil e respostas mais certeiras sobre suas dúvidas”, comenta Fabiano Simm, Diretor de TI da TZ Systems, desenvolvedora dos sistemas da Vital Card. “Mesmo assim, temos operadores para intervir caso alguma questão não seja resolvida pelos nossos robôs” completa.

Simm afirma, ainda, que a TZ Systems segue trabalhando em tecnologias que otimizem o atendimento. “Cada vez mais estamos investindo, nessa área, e promovendo ferramentas melhores para os agentes e viajantes” finaliza.

Grupo CCR abre inscrições para o Programa de Trainee 2019, incluindo vagas em Salvador (BA)

Posted on Updated on

O Grupo CCR, uma das maiores companhias de infraestrutura da América Latina, abre inscrições para a 10ª edição do Programa de Trainee. O projeto tem duração de oito meses (ou 32 semanas) e conta com uma programação multidisciplinar que inclui a imersão nos negócios do Grupo CCR, job rotation e ações de desenvolvimento. O programa conta com a parceria da Cia de Talentos para atração e seleção dos profissionais.

O processo seletivo abrange seis etapas e as inscrições podem ser feitas até 30 de maio pelo site www.grupoccr.com.br. Os requisitos para a participação incluem a conclusão da formação superior nos últimos dois anos, nos cursos de administração, ciências econômicas, ciências contábeis, engenharias, ciência da computação, sistemas de informação ou análise de sistemas. Outros requisitos são nível de inglês avançado e disponibilidade para mudanças de cidade e viagens.

Os benefícios oferecidos pela companhia incluem assistência médica, seguro de vida, vale-transporte, vale-refeição/alimentação, assistência odontológica, previdência privada e Participação nos Lucos e Resultados (PLR).

De acordo com Márcia Takayanagi, Superintendente de Gestão de Pessoas do Grupo CCR, o recrutamento de novos talentos é uma parte essencial para o crescimento do Grupo: “Os 20 anos de história do Grupo CCR em vários setores da infraestrutura possibilitaram a construção de uma equipe profissional sólida e inovadora. Muitos dos profissionais que ajudaram no crescimento da companhia começaram aqui como trainees. O programa então oferece oportunidades não apenas para os jovens, mas também para a companhia ao atrair muitos talentos que farão a história da companhia daqui em diante”.

As atividades podem ser desenvolvidas nas seguintes unidades:

  • CCR AutoBAn – Jundiaí
  • CCR Engelog – Centro de engenharia Jundiaí
  • CCR EngelogTec – Núcleo de Tecnologia Jundiaí
  • CCR NovaDutra – Santa Isabel
  • CCR Metrô Bahia – Salvador
  • CCR RodoNorte – Ponta Grossa
  • CCR SPVias – Tatuí
  • CCR ViaOeste – Barueri
  • CCR ViaQuatro – São Paulo
  • CCR ViaMobilidade – São Paulo