Brasil

Brasil e China estreitam laços nas áreas de ciência e tecnologia

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Com informações da Agência Brasil:

Reunião da Subcomissão de Ciência, Tecnologia & Inovação da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação, realizada esta semana no Itamaraty, em Brasília, abordou questões como a cooperação em biotecnologia e agricultura, a colaboração no desenvolvimento de nanotecnologia e a criação de novos laboratórios e plataformas conjuntas. Estados do Nordeste têm grande interesse em definiões sobre esses temas.

Na reunião, as representações do Brasil e da China trataram do monitoramento das ações planejadas e fizeram acordo para o uso de nova tecnologia de produção de biodiesel. A companhia chinesa Biostar Company vai assumir 80% das ações da usina brasileira Biopar, no Mato Grosso, que passará a se chamar New Biopar. O investimento será de R$ 880 mil.

A Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) foi implantada em maio de 2004 e, desde então viabilizou quatro reuniões da subcomissão que trata de ciência e tecnologia. Na última, Brasil e China decidiram criar um secretariado permanente da comissão, a fim de acompanhar a execução das ações conjuntas. O secretariado terá reuniões trimestrais para fazer o acompanhamento de prazos e metas das iniciativas no nível técnico. Semestralmente, autoridades dos dois países discutirão as políticas.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. No ano passado, o intercâmbio bilateral chegou a US$ 58,5 bilhões.

Tailândia e Ceará abrem diálogo

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O secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico do Ceará, Régis Medeiros,  se reuniu esta semana com o embaixador da Tailândia no Brasil, Surasak Suparat. Foi a primeira visita do embaixador ao Estado.

Na ocasião, Medeiros expôs políticas e projetos do Governo do Ceará em desenvolvimento econômico, destacando aspectos que promovem a internacionalização da economia cearense, como a parceria entre os Portos do Pecém e Roterdã; as políticas de incentivos fiscais  e as oportunidades de negócios em áreas estratégicas como o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP),  Zona de Processamento de Exportação (ZPE), Polo de Saúde do Eusébio, entre outros.

Régis Medeiros ressaltou ressaltou a localização estratégica do Ceará em relação aos diversos continentes do mundo.

Abaixo, informações do Governo do Ceará:

O embaixador Surasak Suparat destacou que a intenção da visita é estimular a relação comercial e oportunidades de negócios entre Ceará e Tailândia. Segundo Suparat, a Tailândia tem possibilidade de receber investimentos brasileiros em seu território em áreas como economia do futuro,  baseada em inovação tecnológica como transportes autônomos e elétricos, alimentação, economia da saúde e tecnologia da informação. O embaixador entregou ainda uma agenda de Feiras e Eventos na Tailândia, convidando formalmente o Ceará para a participação nesses espaços.

Em ritmo decrescente desde 2012, o comércio entre Brasil e Tailândia somou, em 2016, US$ 3,1 bilhões. De acordo com dados do Centro Internacional de Negócios da Fiec, atualmente, os principais produtos importados da Tailândia pelo Ceará são filamentos sintéticos ou artificiais; borracha e suas obras; fibras sintéticas ou artificiais, descontínuas; veículos automóveis, tratores, ciclos e outros veículos terrestres.; outros produtos de origem animal, não especificados; máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos; máquinas, aparelhos e materiais elétricos; produtos farmacêuticos; resíduos das indústrias alimentares; alimentos preparados para animais; sementes e frutos oleaginosos; plantas industriais ou medicinais; palhas e forragens.

Já o Ceará exporta para a Tailândia ferro fundido, ferro e aço; calçados, polainas e artefatos semelhantes; peixes e crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos; obras de couro; artigos de viagem, bolsas e artefatos semelhantes; cera de carnaúba, gorduras e óleos animais ou vegetais; plásticos e suas obras; produtos farmacêuticos; livros, jornais, gravuras e outros produtos das indústrias gráficas; peles, exceto as peles com pelo, e couros; vestuário e seus acessórios, exceto de malha.

Censo agropecuário de 2017: coleta de dados começa em outubro

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Começa em 1º de outubro próximo a coleta de dados do 10º Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Durante cinco meses, os recenseadores visitarão mais de 5,2 milhões de estabelecimentos agropecuários no Brasil.

Vão ser levantadas informações sobre área, produção, pessoal ocupado, uso de agrotóxicos e agricultura familiar, entre outros temas. Os resultados do Censo Agro 2017 devem começar a ser divulgados pelo IBGE em 2018.

E o IBGE divulgou o resultado do segundo processo seletivo para o Censo Agropecuário de 2017. A consulta é possível no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), neste link.

Mais de 170 mil pessoas no Brasil todo concorreram às 24.984 vagas temporárias para Agentes Censitários Municipais e Agentes Censitários Supervisores (duas funções de nível médio) e Recenseadores (nível fundamental).

Abaixo, informações do IBGE:

Os Agentes Censitários começarão a ser convocados imediatamente pelo IBGE. No caso dos Recenseadores, é preciso que eles façam a consulta individual no site da FGV para conhecer o dia, o horário e o local de apresentação para o treinamento, que terá ajuda de custo (transporte e alimentação). Somente serão convocados os Recenseadores que obtiverem um mínimo de 40% de acertos na avaliação que será realizada após o treinamento, conforme previsto em edital. O acompanhamento do processo também poderá ser feito pelo hotsite do Censo Agro 2017.

A jornada de trabalho dos Agentes Censitários Municipais e Supervisores será de 40 horas semanais. Além das remunerações mensais específicas, ambas as funções terão direito a auxílio alimentação, férias e 13º salário proporcionais.

Já os Recenseadores terão jornadas flexíveis e serão remunerados por produção, segundo a região em que estiverem atuando e o número de estabelecimentos agropecuários recenseados.

A íntegra está aqui.

Preço da cesta básica diminui em 21 capitais

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Hoje, na Agência Brasil:

O custo dos alimentos que compõem a cesta básica caiu, no mês de agosto, em 21 das 24 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O relatório divulgado hoje (5) mostra queda em Campo Grande (-7,09%), Salvador (-7,05%), Natal (-6,15%) e no Recife (-5,84%). As altas foram registradas em Goiânia (0,04%), Maceió (0,91%) e Boa Vista (1,40%).

Tiveram as cestas mais caras as cidades de Porto Alegre (R$ 445,76), São Paulo (R$ 431,66) e Florianópolis (R$ 426,30). Os menores valores foram observados em Salvador (R$ 332,10), Natal (R$ 336,12) e no Recife (R$ 340,54). A maioria das capitais registrou queda de preços, principalmente do óleo de soja, açúcar, tomate, feijão, leite e carne bovina de primeira.

Nos últimos 12 meses, o valor da cesta caiu em todas as cidades pesquisadas. A principal queda ocorreu em Campo Grande (-19,46%) e a menor foi em Aracaju (-4,55%). Entre janeiro e agosto, o custo da cesta teve queda em 23 capitais, com destaque para Campo Grande (-12,98%), Cuiabá (-1,79%), Manaus (-9,39%) e Belém (-8,50%). A única alta foi registrada em Aracaju (1,19%).

O texto completo leva a assinatura de Fernanda Cruz e está neste link.

Janot contesta legislação cearense

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Do portal de notícias G1 Ceará:

A prerrogativa do governador do Ceará de instaurar processo legislativo sobre concessão de benefício fiscal está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF). Na segunda-feira (4), o procurador geral da República, Rodrigo Janot, ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a norma da Constituição do Estado do Ceará.

Segundo o dispositivo – em redação dada pela Emenda Constitucional 61/2008 – são de iniciativa privativa do governador do estado as leis que disponham sobre concessão de subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia ou remissão, relativos a impostos, taxas e contribuições.

A íntegra da matéria pode ser lida neste link.

Botijão da gás tem novos preços

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Da Agência Brasil, com texto de Alana Gandra:

A Petrobras anunciou hoje (5), no Rio de Janeiro, reajuste de 12,2% para o gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, o chamado gás de cozinha, vendido em botijões de até 13 quilos. O aumento foi decidido pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da empresa e começa a vigorar amanhã (6).

Segundo a Petrobras, o Gemp considerou para efeito de ajustes nos preços do gás para uso residencial o cenário externo de estoques baixos, além dos reflexos de eventos climáticos, como o furacão Harvey, na maior região exportadora mundial do produto, que é a cidade de Houston, no Texas, Estados Unidos, cujos terminais permanecem fora de operação, o que afeta o mercado internacional. Com a menor disponibilidade de gás, os mercados consumidores, inclusive o brasileiro, sofreram aumento de preço.

A íntegra está aqui.

BNB financia o uso racional da água

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Trecho publicado hoje no jornal Diário do Nordeste, de Fortaleza, Ceará, na Coluna Comunicado:

O Banco do Nordeste está operacionalizando o FNE Água. Trata-se de uma linha de crédito com dinheiro do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste para  projetos voltados ao bom uso  de água. Em tempos de seca braba, a notícia é relevante. Empresas de portes distintos, produtores rurais, agricultores familiares e cooperativas e associações podem buscar os recursos. Barragens subterrâneas e sistemas de dessalinização de água, frequentemente apontados nos meios técnicos como alternativas viáveis para o armazenamento hídrico, estão na lista de ações amparadas pelo FNE Água.

 

A reforma política domina a pauta do plenário da Câmara

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Da Agência Brasil:

A reforma política volta para o centro dos debates da Câmara dos Deputados a partir desta segunda-feira (4). O tema tem se arrastado sem consenso entre os parlamentares e será pauta única do plenário hoje, a partir das 16h, com a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 282) que, entre outros pontos, proíbe as coligações para as eleições proporcionais (deputados e vereadores) já a partir das eleições de 2018 e cria uma cláusula de desempenho para as legendas.

De acordo com a relatora da proposta, deputada Shéridan (PSDB-RR), a votação será possível após acordo com a presidência da Câmara. A matéria saiu do Senado, mas como foi alterada pelos deputados e precisará passar novamente pelo Senado.

A íntegra do texto, dos repórteres Heloisa Cristaldo e Paulo Victor Chagas, você pode ler neste link.

Ceará investe em regularização fundiária

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O secretário-chefe da Casa Civil do Estado do Ceará, Nelson Martins, e o superintendente do Instituto do Desenvolvimento Agrário do Ceará (Idace), Cirilo Pimenta,  entregaram sábado último 1.586 títulos de terra a agricultores familiares de Bela Cruz (432 títulos), Cruz (543) e Amontada (611), beneficiando um total de 1.823 famílias.

Com a entrega dos documentos, o Governo do Ceará chegou a 15.733 títulos de terra expedidos a partir de janeiro de 2015. Desses, 5.174 títulos foram repassados ainda neste ano, com a previsão de realizar a entrega de outros 10 mil também em 2017.

Abaixo, informações da assessoria de Imprensa do Governo do Ceará:

Com o título lavrado em cartório, o agricultor pode ir até banco e solicitar um empréstimo no valor de até R$ 20 mil. O microcrédito rural é ofertado em casos de reforma, aquisição de equipamentos ou ampliação da produção. “Esse é um importante passo para conquista da cidadania do homem do campo e um instrumento efetivo de combate à extrema pobreza”, argumentou Cirilo Pimenta.

“Se cada agricultor familiar (que recebeu o título a partir de 2007), têm acesso a crédito, então todos vocês juntos podem se tornar responsáveis por movimentar um capital de até R$ 1,2 bilhão, impulsionando a economia do nosso Estado”, citou  potencial econômico da categoria o secretário da Casa Civil, Nelson Martins.

Leia texto integral aqui.

Castanhão: sob o impacto da seca

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Publicado hoje, 4.9, na Agência Brasil:

Maior açude público de usos múltiplos do Brasil, o Castanhão, no Ceará, chegou esta semana ao volume mais baixo de toda a sua história. Atualmente, o reservatório mantém 4,46% de toda a sua capacidade de 6,7 bilhões de metros cúbicos (m³). Uma marca semelhante a essa só havia sido atingida em 2004, quando era recém-inaugurado e estava pegando os primeiros aportes de água.

Pelos cálculos da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do estado (Cogerh), essa quantidade de água deve ser suficiente para manter os usos do açude, que já estão reduzidos, até por volta de janeiro de 2018. Após essa data a situação será reavaliada considerando os prognósticos do período chuvoso do Ceará, que começa em fevereiro e se estende até maio. O volume total disponível atualmente é de 298,5 milhões de m³. Desses, 75 milhões de m³ correspondem ao chamado volume morto.

O gigante cearense é um dos principais responsáveis pelo abastecimento da Região Metropolitana de Fortaleza, onde vive quase metade da população do estado. No entanto, hoje ele responde somente por 10% da água que chega às casas da capital. Cerca de 7 metros cúbicos por segundo (m³/s) viajam por 250 quilômetros, via Eixão das Águas, para complementar os outros 90%, que são oriundos de reservatórios localizados na própria região. Ano passado, a lógica era contrária: o Castanhão contribuía com 70% da água consumida na Grande Fortaleza.