Brasil

Cuidados psicológicos diante da realidade da pandemia

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Artigo de Ivo Carraro, psicólogo do Centro Universitário Internacional Uninter.

O cérebro humano desenvolveu-se pelas ações do homem. Assim, em tempos de pandemia, há de se fazer um projeto de vida cotidiano. Programar, no dia anterior, as atividades que poderão ser desenvolvidas no dia seguinte: uma rotina em família para mudar o foco da atenção, desde o acordar até o adormecer.

Horário do café matinal; tempo para arrumar a casa; momento para a leitura prazerosa; programar filmes divertidos; estipular um horário para atualizações de noticiários (evitar o estresse ficando o tempo todo em frente à TV tomando conhecimento contínuo sobre os efeitos do coronavírus no mundo); atividades de lazer com as crianças, como pinturas e ginástica laboral; reservar um tempo para as redes sociais para comunicar-se com os amigos; escutar músicas que levem às boas lembranças do tempo de infância; um tempo para refletir sobre os acontecimentos no mundo; lembrar-se de dedicar um tempo para a espiritualidade para se falar de vida e não de morte… Enfim, cada um a seu modo e com criatividade poderá fazer a sua própria programação. E, em caso de severidade da realidade psíquica individual desencadeada pela quarentena, procurar ajuda profissional.

No final de cada dia, enumerar três acontecimentos que trouxeram alegria. Escrever sobre eles num caderno e por que eles causaram este sentimento alegre — uma espécie de diário de bordo. O impacto na saúde mental desta atitude positiva é de fundamental importância nestes tempos de pandemia.

Pode-se tirar algo de bom do coronavírus?

Ouve-se seguidamente que o mundo acabou ou vai acabar. É de se refletir sobre tais previsões catastróficas. Observe-se que o planeta Terra continuará a girar em torno de si (movimento de rotação) e em torno do Sol (movimento de translação).

Então o mundo não acabou e não se tem previsão de que o mesmo acabe tão logo. Provavelmente o mundo individual de muitos sofra mudanças ou mesmo acabe após o coronavírus. Acabou o mundo do “eu” para surgir o mundo do “nós”, da solidariedade, da empatia e da teoria da mente, no qual cada um imagina o que o outro sente diante dos apertos ou das injustiças da vida.  Terminou o mundo do individualismo e da indiferença para surgir um mundo das comunidades, da família, da solidariedade, do respeito às individualidades. Findou o mundo do silêncio, como a quietude angustiante das ruas durante a quarentena, para ressurgir o mundo da palavra escutada e falada que ameniza os conflitos dos espíritos angustiados e difunde a paz e a esperança entre os homens, a mesma esperança que impulsiona os voluntários nos tempos de pandemia.   

Brevemente a primavera surgirá com seus encantos coloridos, pois a Terra, silenciosamente, continuará na sua trajetória com seus movimentos infinitos. Como as ondas do mar que surgem no horizonte e se findam na praia, a onda do coronavírus também passará. Apenas os humanos não serão os mesmos depois que esta realidade se abrandar, porque eles sentir-se-ão mais fortes pelas experiências vividas, pois não se consideraram vítimas das circunstâncias, mas aprendizes eternos na infindável peregrinação pela vida.

Que se pense nisto.

Empresa inova com loja que oferece garantia eterna e ajuda na África

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Mulher com a mão no rosto

Descrição gerada automaticamente

Imagine conseguir unir gostos pessoais a um empreendedorismo e de quebra colaborar em missões na África? Essa é a história da empresa Joias 4Ever, que surgiu de forma repentina pelo desejo de oferecer acessórios vitalícios e hoje possui mais de 75mil seguidores, em suas vendas online, com apenas 4 anos de história.

A empresária Tatiane Castro, hoje com 37 anos, sempre gostou de acessórios, e sua proximidade colaborava para pequenas vendas entre grupos de amigos. “Sempre fui curiosa para entender as tendências, então foi uma consequência mesmo. Percebi que compravam todas as semijoias que eu oferecia e por isso comecei com um teste, e acabou virando meu próprio negócio”, conta a empreendedora.

Segundo a sócia proprietária, seu principal foco era oferecer “acessórios lindos e diferenciados, mas também, peças com alta durabilidade”. Dessa forma, surgiu o nome 4Ever remetendo ao termo forever.

O avanço da marca gerou demanda, fornecedores, venda online e então a decisão de profissionalizar ainda mais. Sendo assim, começouseu empreendimento oficialmente. A jovem investiu em desenhar e produzir semijoias. “Somos uma das pouquíssimas empresas que oferece garantia eterna no banho de nossas peças”, ressalta Tatiane.

Ainda, a criatividade levou a unidade com famosos, lançando linhas exclusivas com eles, e coleções sempre atuais sendo lançadas.

Além da durabilidade a empresa tem outro diferencial, oferece a essência do que é criado. “Amamos fazer peças com significados, que tragam alegria ao coração de quem compra”, explica a sócia proprietária. Ainda,  entre estes itens existem alguns que são de trabalho social com a África. “Temos peças específicas que revertemos o lucro para ajudar missões com crianças em situações de risco ou desnutrição”, finaliza Tatiane.

Atualmente as vendas são realizadas on-line e por meio de representantes, além disso, possuem um escritório de criação em Mauá, ABC Paulista- São Paulo.

Adiamento da Lei de proteção de dados pode gerar preconceito com portadores do coronavírus e aumento de ataques cibernéticos, diz advogado

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Tudo que você precisa saber sobre a LGPD - Blog

O Senado Federal aprovou o projeto que dispõe sobre o Regime Jurídico Emergencial e Transitório das relações jurídicas de Direito Privado no período da pandemia do covid-19. “Em linhas gerais, o projeto estabelece que a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados seja postergada por mais dezoito meses, para não onerar as empresas em face das enormes dificuldades técnicas e econômicas advindas da pandemia”, explica Paulo Perrotti, advogado e líder do marketplace LGPD Solution, hub de empresas de consultoria especializadas na nova Lei. “Ou seja, a LGPD entraria em vigor somente a partir de agosto de 2021”, conclui.

Segundo Paulo, a decisão é ruim, especialmente no cenário de pandemia, porque a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) é essencial para evitar preconceito contra os portadores da doença. “Estes indivíduos podem ser rejeitados em processos seletivos, recepção de hotéis, clínicas, entre outros”, comenta Perrotti. “Quando falamos da área de saúde, é preciso ter ainda mais cuidado no tratamento de dados e a LGPD favoreceria a proteção dos cidadãos brasileiros neste momento”, continua. “Isso porque, com as novas regras, os dados não poderão mais ser coletados de forma aleatória e sem rastreabilidade, sendo que os profissionais de saúde deverão explicar a finalidade de obter aquele dado, o destino que lhe será aplicado, a forma e prazo em que este será armazenado, bem como a garantia de que será bem protegido e apagado da forma correta”, conclui. Perrotti lembra, ainda, que na Europa, a General Data Protection Regulation (GDPR), Lei que inspirou a nova LGPD aqui no Brasil, não sofreu alterações devido a pandemia.

E mais: os ataques cibernéticos e vazamentos de informação vão continuar acontecendo. “Isso vai agravar ainda mais a crise econômica, política e institucional no Brasil”, diz Perrotti. “É recomendável a contratação de uma apólice de seguros para perdas em razão de ataques virtuais, que podem aumentar neste período, uma vez que as empresas deverão adiar as adequações de privacidade, que fariam total sentido neste momento de incerteza e fragilidade”, finaliza.

Para evitar estes problemas, segundo o especialista, a LGPD poderia ser colocada em prática ainda este ano. “E neste processo de adequação seria natural que as empresas cometessem erros, por estarem ainda aprendendo a se moldar às regras”, comenta Perrotti. “Assim, o governo e a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) poderiam aplicar medidas educativas, no sentido de orientar, ao invés de medidas punitivas, como multas”, finaliza.

Caso o projeto de Lei que propõe o adiamento da LGPD para 2021 seja, porém, aprovado, o advogado sugere que as empresas não suspendam as adequações à nova Lei, já que este é um bom momento para capacitar a equipe sobre o tema por meio de cursos on-line, que são didáticos, práticos e têm ótimo custo.

O que é uma pandemia e porque são necessários isolamento social e quarentena?

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Artigo de Cristiano Caveião, coordenador do curso de Tecnologia em Gerontologia – Cuidado ao Idoso do Centro Universitário Internacional Uninter, e Fabiana da Silva Prestes, professora.

Ferri Advocacia Atenção: Idoso analise seu plano de saúde! - Ferri ...

Segundo o dicionário, pandemia significa enfermidade epidêmica amplamente disseminada. Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma pandemia é a disseminação mundial de uma doença, ou seja, é quando a doença se espalha por vários países com uma transmissão contínua entre as pessoas. Deixamos claro aqui que uma pandemia significa doença com alta contaminação de pessoas, mas o termo não diz respeito à gravidade da doença (que pode ser pouco ou muito severa). É claro, no entanto, que as autoridades e órgãos competentes como a OMS levam também em consideração estes critérios.

É importante destacar que ao ser declarada uma pandemia, isso deve ser levado a sério. Todas as instruções dos órgãos de saúde precisam ser rigorosamente seguidas. No caso da COVID-19, antes mesmo de ela ser anunciada, houve um imenso trabalho de investigação e tentativa de contenção da doença por diversos setores e entidades envolvidas.

Dessa forma, os órgãos de saúde orientam os melhores cuidados a serem seguidos e, quando estes são acatados pela população, torna-se possível enfrentar a situação e passar por ela sem grandes prejuízos.

Frente a esse cenário, temos dois grupos de população: os que seguem as orientações e os que não seguem. Nesse momento, todos precisam seguir as recomendações. É um momento de união e cooperação, a fim de diminuir riscos e prejuízos. Vamos citar alguns exemplos: a pandemia de H1N1 que ocorreu em 2009. Naquela época, foram infectadas cerca de 1 bilhão de pessoas e, em seu primeiro ano, foram centenas de milhares de mortos. No início do século XX também aconteceu a gripe espanhola, que tirou a vida de cerca de 50 milhões de pessoas.

Agora vamos refletir! Será que estes números não poderiam ter sido reduzidos? O que deve ter faltado para que não houvesse tantas mortes? Isso é uma coisa a se pensar, e mais do que só pensar, a ser posto em prática.

Há quem diga que a COVID-19 levará muito mais pessoas à morte e há quem ache que não. Mas, em momentos assim, não seguir as recomendações pode custar a vida de pessoas ao nosso redor. Portanto, a prevenção ainda é a melhor alternativa — como dizem, a situação de risco só ocorre quando falha a prevenção.

Vários países anunciaram a quarentena como uma medida de prevenção para conter a disseminação da COVID-19 — países estes de primeiro mundo e bem estruturados.

E você sabe o que significa quarentena? Ela diz respeito ao período de isolamento para que seja reduzida a transmissão de uma doença. A quarentena restringe a circulação, mesmo de pessoas saudáveis, mas que podem estar com a doença e ainda não sabem, ou então ainda serem assintomáticas (ou seja, que não apresentam sintomas). Desse modo, essa medida garante que essas pessoas não vão continuar a transmissão da doença, principalmente para as pessoas que são do grupo de risco — aquelas que apresentam maior risco de morte quando contraem a doença. O isolamento social separa as pessoas infectadas das que estão saudáveis para que aquela pessoa que já está com a confirmação da doença não passe para outros.

Mas quando a quarentena é recomendada? Deve ser colocada em prática em situações de contaminação comunitária, quando já não é mais possível identificar a origem da infecção e não se sabe quem passou para quem. Ela ajuda a controlar o número de casos naquela região e também auxilia no controle para redução da disseminação da doença, porque restringindo a circulação é mais difícil que o vírus seja espalhado.

Testemunhamos países de primeiro mundo que mesmo em quarentena sofreram muitas perdas. Ser otimista é ótimo, precisamos disso, mas não podemos cair na ilusão de que vamos passar por isso sem nenhum prejuízo. Este é um momento de parar e refletir sobre como podemos enfrentar a situação com o menor prejuízo possível a todos.

Se não seguirmos as recomendações dos órgãos de saúde, teremos muitas dificuldades para controlar esta situação. Portanto, cada um necessita fazer a sua parte, pois juntos somos mais fortes para enfrentarmos e logo sairmos dessa pandemia. Consequentemente, vamos retomar e reestabelecer a economia do país.

Sindirações analisa o impacto do novo coronavírus na cadeia de alimentação animal no Brasil

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Planejar o curto prazo diante de tanta incerteza se transformou numa tarefa árdua para o produtor brasileiro e toda cadeia agropecuária. Para o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações, além do desafio diário em atender o protocolo de prevenção da Covid-19 e manter um nível aceitável de produção e escoamento, a alta do dólar e a iminente recessão global pós pandemia deixa um clima de incerteza no campo.

A desvalorização do câmbio nos últimos 12 meses favoreceu a cadeia produtiva exportadora, mas a desvalorização em torno de 35% do Real inflacionou o preço do milho, da soja e outros itens como vitaminas, enzimas e outros aditivos que o Brasil importa. Segundo Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações, “no mesmo período, o preço da ração para frango e suíno subiu em média 35%, enquanto o preço (do kg do frango e suíno) pago ao produtor recuou 10%. O milho, que custava R$40 a saca de 60kg em abril de 2019, hoje está valendo R$61. Aumento de 52% em 12 meses. Já o farelo de soja, subiu quase 50%, era vendido a R$1.165, e agora em março passou de R$1.725. Uma situação que coloca o produtor no vermelho”, informa.

Para Zani, há muitas incertezas pairando no ar, e depende de como e quando será o “Dia Seguinte” da Covid-19, tanto em termos de segurança sanitária e saúde das pessoas, como em relação ao retorno da plena atividade econômica. “É consenso entre os analistas e envolvidos no processo que a recessão será global. O PIB per capita vai cair no mundo inteiro, o consumidor eventualmente passará a consumir menos proteína animal ou gastar menos, nesse caso, menos milho e farelo de soja serão necessários. Teoricamente os preços, em dólares, devem arrefecer. É difícil estimar agora se o recuo desse preço em dólar vai compensar a desvalorização abissal do Real. De toda forma, um cenário que pode ser construído, é que a menor demanda de proteína animal pode resultar em menor quantidade de ração a ser produzida”, analisa Zani.

Até aqui, segundo o Sindirações, as ações dos Ministérios da Agricultura e de Infraestrutura têm garantido o trânsito das mercadorias (insumos para fabricação e as rações prontas para alimentação dos animais) pelo país e a continuidade no desembaraço aduaneiro de mercadorias importadas pelo setor.

“O Sindirações tem se integrado às demais entidades representativas do agronegócio com intuito de convergir demandas de maneira transversal e então sugerir medidas de mitigação às autoridades dos Poderes Executivo e Legislativo, em nível federal e nos Estados da Federação. Dentre elas, a manutenção do fluxo de caixa, crédito e financiamento para garantia da produção, manutenção do emprego e abastecimento dos consumidores”, informa Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações.

Para os produtores, o Sindirações reforça a importância de ficar atento às informações disponibilizadas pelas associações representativas e seguir as recomendações do Ministério da Saúde para garantir aos colaboradores (exceto àqueles que cumprem quarentena compulsória – com mais de 60 anos, portadores de doenças crônicas, gestantes e lactantes, além dos que podem realizar suas tarefas remotamente) um ambiente de trabalho mais seguro possível.

Adriano Mussa, da Saint Paul Escola de Negócios, lança livro sobre Inteligência Artificial

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Adriano Mussa - Tecnologia - Inteligência Artificial (IA) Planejamen

Para esclarecer de forma didática a Inteligência Artificial (IA) no mundo dos negócios, separar mitos de verdades, apresentar riscos e oportunidades desta tecnologia para organizações e para o futuro do trabalho, Adriano Mussa, Diretor de Inteligência Artificial da Saint Paul Escola de Negócios, anuncia o lançamento do livro: Inteligência Artificial – mitos e verdades, as reais oportunidades de criação de valor nos negócios e os impactos no futuro do trabalho, em versões física e digital, em uma live no LinkedIN da escola de negócios nesta terça-feira, dia 14 de abril, às 18h.

Após forte transformação digital da Saint Paul Escola de Negócios, que culminou no lançamento de sua plataforma digital LIT, o líder do projeto, Adriano Mussa, decidiu mergulhar no uso pioneiro de inteligência artificial na educação e fazer seu Pós-doutorado na Columbia University in the City of New York em Inteligência Artificial e Educação. A percepção de que grande parte dos livros sobre o tema estavam ligados à programação e conceitos de tecnologia pouco palpáveis para executivos leigos no assunto fez com que Mussa decidisse escrever um livro que trouxesse conceitos profundos sobre as novas tecnologias possibilitadas pela I.A, traduzidos para o mundo dos negócios.

O autor traz para a realidade empresarial as oportunidades criadas pelas novas tecnologias, com exemplos práticos nacionais e internacionais, incitando a reflexão individual dos leitores para a aplicabilidade em suas organizações.

De acordo com Ana Paula Assis, Gerente Geral da IBM América Latina, o “Inteligência Artificial – Mitos e Verdades serve como um guia para aqueles profissionais que querem se preparar para o futuro do trabalho e para as empresas que queiram transformar seus modelos de negócios e serem os agentes da disrupção”.

Por ter uma visão profunda de negócios e também técnica de I.A, Adriano Mussa elencou os quatro pilares essenciais para o mundo dos negócios nos quais seu livro é dividido: Parte I– O que é IA: mitos e verdades; Parte II – IA e as organizações: oportunidades e riscos; Parte III – IA e as pessoas: oportunidades e riscos e Parte IV – Futuro da IA: perspectivas, limitações e desafios.

O livro está disponível em formato digital, com o valor sugerido de R$29,90 e, físico, no valor de R$ 79,90, neste link. Toda a renda da Saint Paul Editora e do autor será revertida para o projeto Infill RJ, uma startup nascida no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, para o desenvolvimento de impressoras 3D de baixo custo, visando aumentar o número de impressoras 3D e labs nas favelas cariocas para que possam ser usadas na produção de materiais para as comunidades, em especial durante a crise de Covid-19, e como forma de criação de renda para diversos jovens e famílias após o término da pandemia.

E-commerce da Santa Helena já está disponível para todo o Brasil

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Menos de dois meses após iniciar as vendas virtuais para o estado de São Paulo, a indústria de alimentos Santa Helena expande as operações do e-commerce para todo o Brasil neste mês. São mais de 100 produtos disponíveis para as compras, que podem ser feitas com 10% de desconto na primeira transação. Além disso, em abril o frete será grátis em valores acima de R$ 99. 

Nessa nova fase, a empresa estima que as vendas diretas ao consumidor sejam multiplicadas por 10. Em toneladas, a quantidade mensal de remessas pode chegar até 30 toneladas, de acordo com estudos feitos pela companhia. 

Segundo Carlos Gorgulho, gerente de novos negócios e exportação, a abertura gradual, primeiro em São Paulo e depois em todo o território nacional, foi importante para a compreensão da representatividade do canal e para definições e andamento do planejamento estratégico. “No total, entre 12% e 15% do orçamento dedicado às ações de marketing para 2020 serão voltadas para a divulgação desse novo canal.” 

A abertura da loja virtual é uma maneira de ofertar conveniência, algo que já era intrínseco para a empresa e que se acentuou diante da nova realidade do mercado, que vem sofrendo os impactos da pandemia desencadeada pelo novo coronavírus. “Inicialmente, prevíamos uma curva de crescimento mais branda. Porém, o isolamento social e a necessidade de oferecer ferramentas para o público durante esse período nos fez avançar a operação, investindo em equipe, tecnologia e marketing para levar o melhor do amendoim ao alcance de todos. Antecipamos em cerca de seis meses as ações inicialmente pensadas”, ressalta. 

As compras on-line podem ser feitas pelo endereço www.compresantahelena.com – não há valor mínimo estipulado para concluir as transações. Todas as informações sobre o regulamento estão disponíveis no canal, assim como uma FAQ com as principais dúvidas respondidas.

Cobrança de taxa no setor aquaviário é legal, define agência governamental

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Modal aquaviário | Blog do Rocha

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) negou pedido cautelar para suspensão da cobrança do Serviço de Segregação e Entrega (SSE). A decisão foi proferida a partir de denúncia feita pelo Sindicato das Empresas Operadoras de Terminais Retroportuários de Itajaí e Região (Sinter) contra dois terminais de Santa Catarina. Na ação, o Sinter pediu que fosse estabelecido um preço- teto parta a cobrança do SSE.

O entendimento da Antaq foi no sentido de que regulação de preço é medida extrema e sensível e também considerou há um mercado aquecido (com diversos concorrentes) e que os preços são livres. Segundo o relator, Francisval Mendes, qualquer interferência da agência pode prejudicar a sustentabilidade dos portos e dificultar os necessários investimentos para a manutenção da atividade. 

Para a Antaq, a cobrança do SSE em si não é abusiva, como já foi demonstrado junto ao Cade, TCU e Poder Judiciário em outras decisões. Sobre este ponto ainda, a Agência Nacional destacou que o pedido do Sinter contou com apenas três autorizações de empresas associadas, o que não deixa evidente que seja, de fato, uma questão de abusividade experimentada por todas as empresas retroportuárias da região. 

Na denúncia, o Sinter alegou também que os terminais atuavam em regime de duopólio na movimentação de contêineres em Santa Catarina. Neste sentido, a Antaq disse que há diversos outros terminais de contêineres que atuam na hinterlândia dos terminais denunciados, inclusive em portos um pouco afastados, mas que competem pelas mesmas cargas. 

Para lembrar, o SSE (chamado por alguns de THC2 erroneamente), segundo definição contida na Resolução Normativa 34/2019 da Antaq, remunera o serviço de movimentação das cargas entre a pilha no pátio e o portão do terminal e outros serviços consequentes para essa entrega da carga em regime de trânsito aduaneiro, que precisa estar disponível para carregamento em 48 horas após o desembarque.

Prefeito Roberto Cláudio anuncia em Fortaleza auxílio a profissionais de transporte

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O prefeito Roberto Cláudio anunciou a extensão do projeto de Segurança e Proteção Alimentar Municipal para taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativos. Mais de 14.400 profissionais serão beneficiados com uma cesta básica durante o período de enfrentamento ao coronavírus.

Como critério, foi definido que receberão o benefício mototaxistas cadastrados junto à Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), taxistas (autorizatários, permisssionários e substitutos) que estão com carteira válida desde 2019 e motoristas de aplicativos que trabalham por mais de 30h por semana ou acumulado médio de 120 horas por mês, o que caracteriza aqueles que são considerados motoristas exclusivos.

“Cada um desses 1.518 mototaxistas, 5.099 taxistas e 7.800 motoristas de aplicativos dentro do critério vai ter o direito a receber, a partir do dia 20 de abril, uma cesta básica. A decisão nossa foi garantir o benefício por dois meses”, declarou o Prefeito, que também informou que haverá a suspensão de cobrança e realização de vistoria dos táxis em abril e maio, com reavaliação no mês de junho, atendendo a pedidos do Sindicato dos Taxistas do Ceará (Sinditáxi).

Plano de Segurança e Proteção alimentar

De acordo com Roberto Cláudio, a partir de 20 de abril, a Prefeitura passa a distribuir 341 mil cestas básicas tanto dentro das escolas como também para os beneficiários do Bolsa Família que não têm filhos na escola, são muitos jovens ou não estão em idade escolar.

Plano de proteção a profissionais autônomos, artesãos e artistas locais

Na mesma data, a Prefeitura começa a realizar o pagamento às famílias de 22.500 feirantes, ambulantes, autônomos, artesãos e artistas cadastrados no Município, que receberão auxílio à renda de R$ 100,00 por mês.

Roberto Cláudio ressaltou ainda que essas medidas que buscam garantir uma rede de proteção social, econômica e alimentar para os mais vulneráveis estão sendo tomadas dentro dos limites legais e financeiros do Município.

Fortaleza anuncia plano de acolhimento de pacientes da #covid-19

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A Prefeitura de Fortaleza realiza amanhã, terça-feira (14.04), às 9h, uma Live no Facebook, apresentando o plano de ação municipal para acolhimento e internação de pacientes com sintomas da Covid-19.

Durante a transmissão ao vivo, a secretária Municipal de Saúde, Joana Maciel, apresentará o balanço de leitos já instalados e os que serão em Fortaleza, entre Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e enfermaria, assim como as intervenções que estão em fase de conclusão.

Os profissionais de imprensa podem interagir durante a live, enviando perguntas para o número de whatsapp: (85) 99694.4541.