Maranhão

São Luís capacita ambulantes que vendem comidas

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Vendedores informais de alimentos que vão trabalhar nos arraiais durante os festejos juninos participaram de capacitação oferecida pela Prefeitura de São Luís (MA) Este mês, em duas turmas de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos (BPMA), foram treinados 180 ambulantes. O curso, coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus), é uma exigência para este tipo de comércio e habilita para a venda regular de comidas. No curso os participantes aprenderam sobre manuseio, armazenamento e tratamento adequado dos alimentos, além de condições higiênico-sanitárias necessárias ao ambiente e ao manipulador.

Ao final, todos os participantes receberam certificado, que deve ser apresentado, na ocasião das fiscalizações. O curso é exigido para vendedores ambulantes e integra ação da gestão do prefeito Edivaldo para garantir melhores condições aos vendedores e mais segurança à população que vai consumir os produtos.

Essa capacitação é importante para qualificar os ambulantes deste ramo para a atividade, pontua o secretário da Semus, Lula Fylho.

Na capacitação, os ambulantes foram orientados quanto ao recebimento, armazenamento e a manipulação dos alimentos de forma adequada e dentro das normas.

As turmas tiveram duração de quatro horas, cada, com treinamentos quanto a origem do produto, armazenamento adequado, condições sanitárias do manipulador e espaço de comercialização e exposição dos alimentos.

As equipes de fiscalização da Vigilância Sanitária têm foco na vistoria aos manipuladores, nos itens higiênicos e sanitários, alimentos e locais da atividade. Em caso de irregularidades, os comerciantes são orientados e intimados à adequação, e, se necessário, há o recolhimento de produtos (se estiverem vencidos e em condições inadequadas de consumo) e suspensão do alvará (se for pessoa jurídica) e impedimento de cadastro para eventos posteriores (pessoa física).

Maranhão faz ação contra glaucoma

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A Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão (SES), realiza o mutirão do Glaucoma em mais 16 municípios das regionais de Bacabal e Zé Doca. Nesta quinta-feira (14.6), o atendimento tem início nas cidades de Centro do Guilherme, Bom Lugar, São Luís Gonzaga do Maranhão e Presidente Médici.

A estratégia é reduzir os casos de glaucoma no Maranhão com o fortalecimento do diagnóstico precoce. “A ação do governo incentiva o cuidado com a saúde nessa área. Com o mutirão, a secretaria amplia o alcance dos serviços de prevenção do glaucoma e o acesso da população ao tratamento especializado e gratuito”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

O paciente para se consultar precisa levar uma cópia do documento de identidade, cartão do SUS e comprovante de endereço. Se for detectado glaucoma, o paciente recebe medicamento gratuito e encaminhamento para tratamento. De caráter preventivo e assistencial, a busca ativa também identifica e trata outras patologias da visão, como a catarata, por exemplo.

BNB chega a R$ 1,14 bilhão em operações na agricultura familiar

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As operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) alcançaram a marca R$ 1,14 bilhão, em quase 80 mil operações de crédito operacionalizadas pelo Banco do Nordeste, em toda a sua área de atuação, que compreende os nove estados da Região e ainda o norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo.

O montante refere-se a contratos do Programa de Microfinança Rural do Banco, Agroamigo (R$ 966,7 milhões) e operações nas demais linhas do Pronaf (R$ 172,1 milhões). Grande parte desses recursos foi aplicada em municípios do semiárido (74,5%), onde residem os produtores de mais baixa renda, ou destinou-se à atividade da pecuária (81,5%). O valor representa aumento de 27,6% se comparado ao contratado no mesmo período de 2017. Para as necessidades de custeio, foram aplicados 9% dos recursos, com taxas de juros de 1% a 3% ao ano.

A agricultura familiar é responsável pela produção dos principais alimentos consumidos pela população brasileira: 87% da mandioca, 70% do feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz e 21% do trigo do Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A Região Nordeste possui 89,1% dos quase 2,5 milhões de estabelecimentos rurais familiares do País. São 6,4 milhões de trabalhadores e trabalhadoras do campo que atuam no segmento, tendo o Pronaf como principal fonte de financiamento.

No âmbito do Plano Safra 2017/2018, que se encerra em junho, o Banco do Nordeste reservou R$ 2,5 bilhões para investir na agricultura familiar da região. O valor representa acréscimo de 8% em comparação ao Plano Safra 2016/2017. Os juros permanecem os mais baixos do mercado, variando de 0,5%, 2,5% e 5,5% ao ano, dependendo da destinação do crédito.

O Banco do Nordeste é o maior operacionalizador do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) na Região, atendendo agricultores familiares que desenvolvem atividades agropecuárias e não agropecuárias utilizando-se, basicamente, de mão de obra familiar. Atualmente, sua carteira ativa para o segmento é de 1,5 milhão de clientes, com saldo de R$ 6 bilhões.

O programa oferece condições diferenciadas de acesso ao crédito, de acordo com a renda bruta anual obtida pela Unidade Familiar, que é de até R$ 20 mil para mini produtores até R$ 360 mil para clientes de maior porte.

O Pronaf também disponibiliza linhas de crédito especiais para públicos e atividades específicas: Pronaf Mulher, Pronaf Jovem, Pronaf Agroindústria, Pronaf Floresta, Pronaf Mais Alimentos, Pronaf Custeio, Pronaf Produtivo Orientado (PPO), Pronaf Microcrédito Grupo A, Pronaf Agroecologia, Pronaf Custeio para Beneficiamento e Industrialização de Agroindústria Familiar, Pronaf ECO e Pronaf Semiárido.

O Agroamigo é o Programa de Microfinança Rural do Banco do Nordeste que tem como objetivo melhorar o perfil social e econômico do(a) agricultor(a) familiar do Nordeste e norte de Minas Gerais e Espírito Santo, cuja operacionalização conta com a parceria do Instituto Nordeste Cidadania (INEC).

Tem como característica a presença nas comunidades rurais por meio dos Agentes de Microcrédito e atende, de forma pioneira no Brasil, a milhares de agricultores(as) familiares, enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), com exceção dos grupos A e A/C.

A metodologia inovadora do Agroamigo impulsiona a sustentabilidade dos empreendimentos rurais, a equidade de gênero no campo, a inclusão financeira dos agricultores(as) familiares e a redução de desigualdades.

BNB apoia negócios na Agrobalsas

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Referência para o agronegócio no Brasil, a cidade maranhense de Balsas recebeu importante incentivo para fortalecer-se como um dos polos nacionais da produção de grãos. O Banco do Nordeste contratou mais de R$ 20 milhões em operações de crédito, durante a Agrobalsas, considerada a maior feira de tecnologia agrícola do Maranhão e uma das maiores do Nordeste. A expectativa é que outros R$ 40 milhões sejam negociados até o fim do evento, dia 19.

“Trabalhamos com crédito para indústria, comércio e serviços, mas somos mais fortes aqui no financiamento do setor do agronegócio, atendendo à própria vocação da região”, afirmou o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Carneiro Rolim, que participou da cerimônia de assinatura dos contratos, realizada durante o Encontro BNB Agronegócio, dentro da programação da Agrobalsas.

O encontro reuniu produtores rurais, clientes do Banco na cidade e em municípios vizinhos, representantes de órgãos públicos e associações de produtores, prefeitos e autoridades políticas atuantes no sul do Estado, público para o qual Romildo ressaltou os resultados alcançados em 2017. Foram cerca de R$ 16 bilhões com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), dos quais 40% foram destinados ao setor do agronegócio. “Queremos continuar aplicando ainda mais. As demandas aqui para o Maranhão já somam R$ 4 bilhões”, informou o presidente.

Ao todo, foram assinados sete contratos de financiamento durante o Encontro BNB Agronegócio, envolvendo projetos de reforma e ampliação de propriedades, aquisição de máquinas e equipamentos, além de operações de investimento e custeio pecuário, com compra de matrizes e insumos e manutenção de pastos.

Para o superintendente do Banco do Nordeste no Maranhão, Expedito Neiva, as contratações evidenciam a importância da instituição para o agronegócio na região. “Somos responsáveis por 70% das contratações de longo prazo, o que nos reafirma como um dos principais vetores de indução ao desenvolvimento econômico no Estado”, pontua.

Os produtores rurais presentes ao Encontro BNB Agronegócio também puderam conferir o pré-lançamento de dois novos produtos de crédito que estão sendo trabalhados pelo Banco do Nordeste. Um deles é o financiamento de peças de reposição e manutenção de máquinas e veículos com recursos do FNE, com taxas de juros e condições mais vantajosas para o produtor.

Outra ferramenta que o BNB passa a trabalhar é BNB Agro Inovação, que incentiva a incorporação de novas tecnologias e inovações na área rural, a exemplo de projetos envolvendo máquinas autônomas, agricultura de precisão, equipamentos para rastreabilidade e controle de vazão.

“Com isso, mostramos que o Banco do Nordeste segue inovando para atender cada vez mais às necessidades dos produtores rurais da região”, afirmou o superintendente Expedito Neiva. Também representaram a instituição no evento o diretor de Negócios, Antônio Rosendo Neto Júnior, o chefe do Gabinete da Presidência do Banco, José Andrade Costa, e o superintendente de Negócios de Varejo e Agronegócio, Luiz Sérgio Farias Machado.

Em 2018, o Banco do Nordeste superou a marca de R$ 1 bilhão investidos na economia maranhense. Do total aplicado, R$ 468 milhões são oriundos do FNE, principal fonte de recursos da instituição. Além desse montante, o BNB conta ainda, no Estado, com propostas de financiamento no montante de R$ 387,8 milhões em fase de contratação, e outros R$ 566,5 milhões, que estão em etapa inicial de tramitação.

O Banco também trabalha com volume de R$ 1,4 bilhão no âmbito de linha específica para projetos de infraestrutura, dos quais R$ 454 milhões já foram aprovados e estão igualmente em fase de tramitação interna, também com recursos do FNE.

Prefeitura de São Luís (MA) divulga São João já de olho na economia turística

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A Prefeitura de São Luís (MA) começou a divulgação do São João 2018 em diversas cidades do Brasil. Depois de levar uma mostra da festa para São Paulo e para o Paraná, é a vez do vizinho estado do Pará conhecer mais da cultura ludovicense. A iniciativa integra a política de incentivo ao turismo, implementada na gestão do prefeito Edivaldo. Com a indiciativa espera-se aumentar o número de turistas na capital, contribuindo desta forma para a geração de emprego e renda.

De hoje (3.5) a domingo (6.5) será realizada uma grande ação nas cidades paraenses de Parauapebas e Marabá. A divulgação começará ainda na viagem São Luís/Parauapebas, quando, no vagão social do trem da Vale, haverá apresentação de bumba meu boi. O encerramento, no percurso Marabá/São Luís, também receberá a ação.

A titular da Setur, Socorro Araújo, destaca que essa é uma ação contínua realizada na gestão do prefeito Edivaldo, que tem incentivado, ao longo dos anos, a divulgação do potencial turístico da capital maranhense. “Nós fazemos a divulgação do nosso destino turístico em lugares importantes para tornar o turismo ainda mais rotativo. O Pará é o segundo estado do Brasil que mais envia turistas para a nossa cidade, então nós estamos valorizando o público paraense, tentando atrair cada vez mais pessoas para São Luís”, afirmou a secretária.

O trem da Vale comporta 1.500 pessoas, sendo o público distribuído entre trabalhadores e visitantes das cidades por onde ele passa. O vagão social, onde serão feitas as apresentações do bumba meu boi, é voltado para eventos. Quem estiver no trajeto também poderá participar de oficinas que ensinarão a tocar instrumentos do bumba meu boi e também a dança da manifestação folclórica. “Vai ser um grande arraial em movimento. A gente vai decorar os vagões e deixar o trem todo temático sobre o São João. A música vai conquistar todos os passageiros durante o trajeto”, explica a secretária Socorro Araújo.

Essa ação faz parte de uma série de trabalhos da Prefeitura de São Luís para fomentar o turismo. No início de abril, também foram levadas apresentações culturais para a cidade de São Paulo, no sentido de incentivar o turismo durante o período junino. A escolha dos estados de São Paulo e do Pará, neste ano, para a divulgação do São João, se deve ao fato desses serem os estados que mais enviam turistas para a capital maranhense, segundo pesquisas da própria Setur.

 

BNB já regularizou este ano 18,4 mil operações de dívidas rurais

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O Banco do Nordeste já regularizou este ano mais de 18,4 mil operações de dívidas rurais com base na Lei 13.340/2016, em sua área de atuação (Região Nordeste e norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo). O montante já supera R$ 1,7 bilhão, entre liquidações e repactuações. Os clientes beneficiados podem voltar a obter novos créditos e realizar investimentos em suas propriedades.

O instrumento permite que agricultores recebam descontos de até 95% em dívidas contratadas até 2011, podendo renegociar suas operações para pagamento até o ano de 2030, com parcelas a partir de 2021. Os juros da renegociação variam de 0,5% ao ano, para agricultores familiares, a 3,5% ao ano, para grandes produtores.

Esse é o instrumento legal de regularização de dívidas mais abrangente nos últimos anos. O Banco tem feito todo o esforço necessário para mobilizar o maior número de produtores beneficiados, efetivar as negociações e contribuir, diretamente, para o fortalecimento das atividades econômicas rurais, desde os pequenos até os grandes produtores da Região.

Em 2017, com base na Lei nº 13.340/2016 e Resolução CMN nº 4.591/2017, o Banco regularizou 295.466 operações. Desse total, 271.408 utilizaram recursos do FNE, num total de R$ 7,94 bilhões em recuperação, que beneficiou cerca de 1 milhão de pessoas. Até o final do ano, o BNB espera superar o resultado obtido no exercício passado.

Para obter mais informações sobre as condições de renegociação ou liquidação de dívidas com o Banco do Nordeste, os clientes podem buscar a rede de agências ou realizar contato por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente: 0800 728 3030.

Maranhão: educação profissional

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A partir deste mês, mais de 6 mil pessoas presas, familiares, egressos e servidores do Sistema Penitenciário do Maranhão spoderão fazer cursos profissionalizantes do Senac. O benefício está sendo garantido por Convênio entre o Senac e a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, responsável pela oferta dos cursos que compõem o Programa Rumo Certo, do Governo Estadual. Além do Senac, também participam do convênio o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e Instituto Estadual do Maranhão.

Serão ofertadas 6.856 vagas distribuídas em 294 turmas em São Luís, Imperatriz, Caxias, Bacabal, Santa Inês, Balsas e Timon, municípios onde o Senac mantém unidades educacionais. Os cursos, com cargas horárias de 20h a 160h, têm previsão de início no próximo dia 23. Entre eles, Corte e Costura, Bolos e Doces Regionais, Chocolataria Básica, Corte de Cabelo Masculino e Técnicas de Barbear, Cozinha Básica, Culinária Regional, Frentista, Salgados para Festas, Preparação de Pães e Pizzas, Básico de Manicura e Pedicura, totalizando 24 cursos.

Para o secretário estadual de Administração Penitenciária, Murilo Andrade, o propósito maior do Programa Rumo Certo é possibilitar condições de reinserção das pessoas presas no mercado de trabalho.

Inédito no Maranhão, o Programa Rumo Certo pretende ampliar as oportunidades de formação e qualificação de mão de obra, oferecendo cursos de capacitação profissional, alfabetização, pós-graduação e preparatório para vestibulares, totalmente gratuitos, no âmbito do sistema carcerário maranhense. O programa contará com um moderno estúdio, onde todas as aulas serão gravadas e transmitidas pelas centrais de informática instaladas, inicialmente, em oito unidades prisionais da capital e 18 no interior, na modalidade de ensino a distância. As aulas também serão presenciais, nas salas de aula das mais de 40 unidades prisionais da capital e também do interior do estado.

Presidente do BNB aponta indicadores de aquecimento da economia no Nordeste

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O Banco do Nordeste tem mais de R$ 18 bilhões em propostas para contratação de financiamentos em suas esteiras negociais e de análise de crédito. A informação é do presidente da instituição, Romildo Rolim. Ele explica que a demanda é um bom indicador do aquecimento da economia na Região.

A afirmação foi feita na abertura do seminário “O Futuro do Nordeste”, organizado pelo Grupo Folha e realizado na sede do BNB, em Fortaleza. O evento discutiu oportunidades e soluções para a economia nordestina.

“As contratações com as novas taxas de juros foram autorizadas há três semanas. Nossas esteiras negociais estão lotadas, desde o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf, até operações com grandes empresas”, informou.

O presidente do Banco referiu-se às novas regras de cálculo de juros do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que levam agora em consideração o Coeficiente de Desigualdade Regional, divulgado pelo IBGE. Com a mudança, os juros dos financiamentos com a fonte FNE podem chegar a patamares de 37% a 68,5% mais baixos em relação às taxas praticadas no mercado.

Romildo Rolim ressaltou que o BNB deve aplicar R$ 42 bilhões até o fim do ano, sendo R$ 30 bilhões pelo FNE e mais R$ 12 bilhões por meio dos programas de microfinanças urbano (Crediamigo) e rural (Agroamigo).

O seminário abordou os problemas e soluções do Nordeste em áreas como produção industrial, tecnologia, energia, infraestrutura logística e turismo.

O superintendente de Políticas de Desenvolvimento do Banco do Nordeste, Henrique Jorge Tinoco de Aguiar, apresentou os financiamentos que o Banco dispõe para a infraestrutura regional no painel “Entraves e soluções para a infraestrutura logística”, ao lado da diretora de desenvolvimento comercial do Porto do Pecém, Rebeca Oliveira, e da secretária de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza, Águeda Muniz.

Tinoco enfatizou a possibilidade de o BNB financiar até 80% de projetos de infraestrutura, com taxas de juros diferenciadas em contratações voltadas para áreas de saneamento, água e logística.

A expectativa é que o Banco do Nordeste aplique R$ 16 bilhões em projetos de infraestrutura só em 2018.

Prêmio BNB de Jornalismo prorroga inscrições

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O Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo em Desenvolvimento Regional 2018 está com inscrições prorrogadas. Agora, trabalhos de todo o país têm até o dia 23 de março para concorrer em iniciativas que retratem desenvolvimento na área de atuação do BNB, que inclui os Estados nordestinos e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, e concorrer a R$ 191 mil em prêmios.

Os materiais podem ser inscritos pela internet ou pelos Correios, no caso de material televisivo. O site do Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo é www.bnb.gov.br/web/premio-banco-do-nordeste-de-jornalismo. O regulamento está lá e ele explica que os concorrentes disputam dez prêmios, nas categorias mídia impressa, rádio, TV e internet. As matérias devem ter sido publicadas em 2017, em veículos de imprensa ou mídias-laboratório.

Para o Prêmio, o tema desenvolvimento regional abrange mais do que a vertente econômica. Também são consideradas produções que abordem iniciativas como as sociais, culturais e ambientais, que promovam a melhoria na qualidade de vida das pessoas da Região. São exemplos de subtemas: expansão de crédito; empreendedorismo; geração de empregos, ocupação e renda; tecnologia e inovação; responsabilidade socioambiental; e manifestações culturais.

O Grande Prêmio Nacional da edição 2018 tem o tema “O papel das cidades médias para o desenvolvimento regional” e pagará a maior premiação: R$ 38 mil. Os vencedores das categorias mídias impressa, rádio, TV e internet do Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo em Desenvolvimento Regional receberão R$ 22 mil cada. Os ganhadores das quatro categorias regionais serão reconhecidos com R$ 15 mil e o melhor trabalho universitário receberá R$ 5 mil.

Cesta básica mantém índices nas capitais nordestinas

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Nenhuma capital do Nordeste teve incremento no preço da cesta básica, avaliando-se os índices acumulados nos últimos 12 meses. A informação é do Banco do Nordeste.

As maiores quedas foram registradas em Salvador (BA) (-6,4%), São Luís (MA) (-4,2%) e João Pessoa (PB) (-4,1%). Em seguida, aparecem Aracaju (SE) (-2,9%), Recife (PE) (-2,8%), Fortaleza (CE) (-1,8%) e Natal (RN ) (-0,8%). Em janeiro, porém, houve expressivas elevações em todas elas. A pesquisa não alcançou Maceió (AL) e Teresina (PI).

Em relação a valores monetários, Fortaleza continua com a cesta básica mais cara no Nordeste (R$ 387,61). A cesta básica dos fortalezenses é 8,1% maior que o valor da cesta regional (R$ 358,66) e supera em 16% a cesta mais barata da Região, a de Salvador (R$ 333,98). O custo da cesta básica nas demais capitais é: João Pessoa (R$ 368,76), Natal (R$ 360,48), Recife (R$ 356,47), São Luís (R$ 355,22) e Aracaju (R$ 349,97).

As variações mais expressivas em 12 meses foram verificadas nos preços da banana (+12,1%) em Recife e do tomate (+5,5%) e do pão (+4,4%) em Salvador. As maiores retrações foram verificadas no preço do feijão (-43,8%) e da banana (-13,2%), ambos em Salvador, e leite (-12,8%) em Recife.

O estudo do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste, área do BNB que analisa dados do Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos, conclui que os aumentos da cesta básica têm superado a variação da inflação do país. Em conseqüência, as famílias de baixa renda são penalizadas.