Nordeste

Aço Cearense investe em formação de líderes

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Fortalecer o espírito de equipe, contribuir para o crescimento da instituição e manter um bom padrão de desempenho de suas lideranças são alguns dos pontos fortes do Grupo Aço Cearense. Pensando no bom desenvolvimento de seus coordenadores, a instituição encerrou, na última semana, o Programa de Desenvolvimento de Líderes, em evento realizado no hotel Holiday Inn, em Fortaleza.

Com uma turma de 45 pessoas, o programa durou nove meses e teve como objetivo proporcionar aos participantes a oportunidade de se autoavaliarem, reconhecendo seus papéis, trabalhando a autoliderança e melhorando suas atuações, tornando-os referência para seus liderados.

A ministrante do Programa, Cláudia Blaia, especialista em desenvolvimento de empresas, destacou o ótimo trabalho realizado junto aos líderes do Grupo Aço Cearense. “O objetivo do curso foi atingido e os participantes se superaram. A gente percebe a mudança das pessoas, que antes eram mais voltadas para si e agora se percebem como parte do sistema. Com essa consciência se formou um time de alta performance”, avalia Claudia.

Proposta do Parlamento Metropolitano de Fortaleza chega a São Luís do Curu (CE)

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Salmito Filho, presidente da Câmara Municipal de Fortaleza

O presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Salmito Filho (PDT), apresentou aos vereadores de São Luís do Curu a proposta de criação do Parlamento Metropolitano e do Fundo de Captação de Recursos. De acordo com o presidente, a ideia é se reunir pelo menos uma vez ao mês para deliberar sobre as demandas do Parlamento.

“A intenção é criar um Parlamento Metropolitano para que os vereadores possam ter esse ambiente de fala, de apresentação de propostas e de reivindicações em defesa de toda a população da região metropolitana”, explicou Salmito.

Entre as várias demandas de São Luís do Curu discutidas, a ausência de transporte metropolitano, a falta de segurança e de empregos, foram as problemáticas que tiveram destaque. Todos os assuntos e propostas apresentadas durante o Fórum servirão para a construção de uma agenda propositiva.

A cidade de São Luís do Curu fica aproximadamente a uma hora de Fortaleza, distante cerca de 78 km. A maior concentração populacional está na zona urbana. A economia local é baseada na agricultura e artesanato de redes e bordados.

As senhas da boa administração de condomínios

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A Associação das Administradoras e Condomínios do Estado do Ceará (Adconce) agendou para o próximo dia 29.5 o seminário Condomínios Sem Segredos. A iniciativa será conduzida pelo advogado Afrânio Melo e o atual ouvidor do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Ceará (CRC-CE), Orlando Silveira. Temas como eSocial e questões jurídicas condominiais serão discutidos no auditório do BS Tower, no bairro da Aldeota, em Fortaleza.

O evento é direcionado para síndicos profissionais (ou não).

As inscrições podem ser feitas por telefone (85) 2181.6301 ou pelo e-mail secretaria@adconce.org.

Crato (CE) ganha shopping popular

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A população do Crato, na Região do Cariri, recebeu esta semana o Shopping Popular Belizário de Souza Primo, antigo camelódromo, que durante décadas abrigou pequenos comerciantes e vendedores ambulantes do município. A obra recebeu R$ 1,8 milhão em investimentos e foi executada em parceria com a Prefeitura do Crato.

Construído numa área de 1.780m² no Centro do município, o empreendimento tem 179 boxes, onde os permissionários irão comercializar frutas, verduras, confecção, ferragens, variedades e calçados. No local também foi construída uma praça de alimentação, banheiros e recebeu nova fachada.

“Sempre tive a preocupação de dar condições dignas para esses comerciantes que trabalhavam em condições insalubres . Era um local feio e em péssimas condições. Outra preocupação era de manter a arquitetura do local. É um obra de grande valor”, afirmou o governador Camilo Santana.

O shopping popular é uma antiga demanda da população do município e dispõe de acessibilidade na edificação, instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias e pluviais, e sistema de som e controle.

Prazo de renovação do Fies termina hoje

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Hoje (25.5) é o último dia para renovar o contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre deste ano. Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), cerca de 1,1 milhão de financiamentos devem ser renovados.

Os contratos do Fies precisam ser aditados todo semestre. O pedido é feito inicialmente pelas instituições de ensino e depois as informações devem ser validadas pelos estudantes pela internet, no Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies).

No caso das renovações que tenham alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro – Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal – para concluir o processo. Nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. Os estudantes que ingressaram no programa a partir de 2018 aderiram ao Novo Fies, que tem diferentes modalidades, possibilitando juros zero e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato.

Decisão da Câmara altera fundos constitucionais

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A Câmara federal aprovou em plenário a Medida Provisória que muda a forma de cálculo das taxas de juros dos empréstimos não rurais concedidos com recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO). A matéria será enviada ao Senado.

Aprovada na forma do projeto da deputada Simone Morgado (MDB-PA), a mudança vale para contratos firmados a partir de 1º de janeiro de 2018.

A ideia do governo é aproximar as taxas desses fundos da Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituirá totalmente a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) dentro de alguns anos.

Para preservar as condições específicas de menor desenvolvimento dessas regiões, a MP cria uma fórmula com fatores que reduzem a taxa para o tomador segundo a renda domiciliar per capita regional comparada à nacional e segundo o tipo de empréstimo.

No entanto, as taxas serão apuradas mensalmente, e o pagamento das prestações será ajustado pela variação da inflação. Para cada tomador do empréstimo, a TLP vigente no mês de assinatura do contrato não irá variar durante todo o tempo do financiamento.

Paralisação dos caminheiros é suspensa, mas o governo vai cumprir compromissos?

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Da Agência Brasil:

Governo e representantes de caminhoneiros chegaram a um acordo e a paralisação será suspensa por 15 dias. Em troca, a Petrobras mantém a redução de 10% no valor do diesel nas refinarias por 30 dias enquanto o governo costura formas de reduzir os preços. A Petrobras mantém o compromisso de custear esse desconto, estimado em R$ 350 milhões, nos primeiros 15 dias. Os próximos 15 dias serão patrocinados pela União.

O governo também prometeu uma previsibilidade mensal nos preços do diesel até o final do ano sem mexer na política de preços da Petrobras e irá subsidiar a diferença do preço em relação aos valores estipulados pela estatal a cada mês. “Nos momentos em que o preço do diesel na refinaria cair e ficar abaixo do fixado, a Petrobras passa a ter um crédito que vai reduzindo o custo do Tesouro”, disse o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

Empresas podem contestar penalidades indevidas por acidentes de trabalho e pedir compensações, diz especialista

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As empresas têm que acompanhar a classificação de acidentes em que estão inseridas, para evitar serem penalizadas de forma indevida pela Previdência em relação ao FAP (Fator Acidentário de Prevenção). Nesses casos, há a possibilidade de contestar dados e de solicitar a compensação. Erros são comuns, como no caso de acidentes B92, em que há o aumento da expectativa de vida do trabalhador; ou de nexos indevidos, a exemplo de benefícios por acidentes dados a trabalhadores não pertencentes ao quadro da empresa; ou ainda o cômputo de incidentes que acontecem fora do ambiente de trabalho.

O alerta é do especialista em Saúde e Segurança no Trabalho (SST), engenheiro civil Aledson Damasceno Costa, no seminário Gestão do FAP – Reduza custos na sua empresa, realizado pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI Bahia). O objetivo foi orientar empresários sobre como reduzir custos com o FAP e quanto à necessidade de adotar medidas práticas para prevenir acidentes. “A Lei 8.813 diz que é contravenção penal a empresa não investir em SST”, lembrou Aledson Costa.

Ele destacou a importância de a empresa acompanhar seus registros no FAP, que são divulgados anualmente, sempre no mês de setembro, com a utilização de dados dos dois anos imediatamente anteriores ao do processamento. No cálculo, são levados em conta a frequência de benefícios (35% do total), índice de gravidade do acidente (50%) e custo gerado por ele (15%).

Após o registro do FAP, a empresa tem 30 dias para contestar junto à Previdência. Além disso, nos casos em que o acidente não é relacionado à empresa, esta tem 15 dias para realizar a contestação. “Por razões como estas é importante que a empresa faça a gestão do FAP, evitando assim custos indevidos. Sei do caso de uma indústria, com folha salarial elevada, que pagou R$ 4 milhões a mais devido a um erro da Previdência”, relatou Aledson Costa.

A metodologia do cálculo do FAP sofreu alterações em relação ao exercício de 2017, com vigência em 2018, em decorrência da Resolução 1.329, do Conselho Nacional da Previdência. Veja a seguir algumas das principais alterações:
• Acidentes de trabalho que não geraram benefício previdenciário (os que contabilizaram menos de 15 dias de afastamento) não mais serão contabilizados no cálculo do FAP;
• Acidentes ocorridos no trajeto ao trabalho ou deste para casa também foram retirados;
• Bloqueio de bonificação por morte ou invalidez será válido somente no ano em que o acidente ocorreu;
• Foi retirada a possibilidade de desbloqueio de travas de bonificação por morte ou invalidez.

Ceará exporta US$ 150 milhões em abril

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Informações do  Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece):

As exportações cearenses somaram US$ 150 milhões em abril último, com queda de 1,4% sobre março do mesmo ano, apresentando o menor valor do ano. No entanto, com relação a abril de 2017, o resultado significa crescimento de 58,7%. Já o acumulado de janeiro a abril deste ano totaliza um valor de US$ 639 milhões, elevação de 3,25% se comparado a igual período de 2017. As exportações do Estado nos quatro primeiros meses representaram 0,85% do total da pauta nacional. A participação cearense nas exportações nordestinas ocupa o quarto lugar, atrás da Bahia, Maranhão e Pernambuco. As exportações de frutas voltaram a ganhar destaque na pauta do Ceará.

Já as importações de abril de 2018 alcançaram o valor de US$ 185 milhões, ou seja, queda de 12,7 por cento quando comparado com a soma das importações do mês imediatamente anterior, ficando abaixo da média ao longo do ano, sendo também o menor valor importado do ano. Comparativamente a abril de 2017, o crescimento é da ordem de 10,2 por cento. As importações cearenses alcançaram US$ 797,4 milhões no acumulado de janeiro a abril, representando aumento de 6,34 por cento em relação ao mesmo período de 2017, quando o valor atingiu US$ 749,8 milhões. Os dados estão no Enforque Econômico (nº 186) – Comércio Exterior Cearense – Abril de 2018, que acaba de ser publicado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).

Elaborado por Alexsandre Lira Cavalcante, analista de Políticas Públicas, e Ana Cristina Lima Maia, assessora Técnica, contando com a colaboração da estagiária Lilian de Sousa Pereira, todos do Ipece, o trabalho também mostra que o saldo da balança comercial cearense no mês de abril apresentou saldo negativo de US$ 35 milhões, sendo o segundo menor déficit do ano. A corrente de comércio exterior cearense foi de US$ 335,1 milhões, com crescimento de 27,7 por cento em comparação com abril de 2017. No acumulado de janeiro a abril de 2018, a balança comercial do estado do Ceará registrou déficit de US$ 158,4 milhões, valor maior do que o verificado no mesmo período do ano passado (US$ 130,9 milhões). Com o movimento das exportações e importações, a corrente de comércio do Ceará, no acumulado de janeiro a abril de 2018, alcançou o valor de US$ 1,4 bilhão, com aumento de 4,9 por cento em relação ao mesmo período de 2017.

Nos primeiros quatro meses de 2018, os Produtos Metalúrgicos foram os mais exportados pelo Ceará, seguindo o padrão estabelecido em 2017. O setor metalúrgico exportou 337,1 milhões, 52,7 por cento da pauta exportadora cearense, registrando crescimento de 6,35 por cento, relativamente ao acumulado de janeiro a abril de 2017. Mas foi o setor de frutas que apresentou a maior elevação nas exportações (604,3 por cento). Em 2018, o Estado exportou US$ 27,6 milhões, valor sete vezes maior ao exportado em 2017 (US$ 3,9 milhões). Esse ótimo desempenho foi influenciado, principalmente, pela grande quantidade de melão ao longo do ano. Calçados e suas partes aparecem em segundo lugar no ranking de produtos mais exportados no primeiro quadrimestre do ano de 2018, participando com 14,7 por cento (US$ 94 milhões) das exportações cearenses. Comparado ao mesmo período de 2017, houve um incremento ínfimo nas exportações desse setor de 0,9 por cento.

Castanha de caju foi o terceiro produto mais exportado, gerando uma receita de US$ 35,6 milhões, representando 5,5 por cento da pauta cearense. Na comparação com o acumulado de janeiro a abril de 2017, houve um crescimento de 18,2 por cento. Produtos da indústria de alimentos e bebidas ocupa o quarto lugar da pauta exportadora, com receita de US$ 32,3 milhões (5 por cento). Em comparação mesmo período de 2017, o crescimento observado foi de 5,3 por cento. Dos principais produtos exportados pelo Ceará, apresentaram queda os seguintes setores: Combustíveis minerais (-72,8 por cento); Couros e Peles (-40,5 por cento); e Ceras vegetais (-7,8 por cento). Os dez principais setores e produtos exportados responderam por 93,6 por cento de tudo o que foi vendido

Já a pauta de importação cearense, no acumulado de janeiro a abril de 2018, foi liderada pelo segmento de Combustíveis minerais, com o montante de US$ 366 milhões. Esse valor representou 45,9 por cento da pauta cearense, significando um crescimento de 13,8 por cento, relativamente ao mesmo período de 2017. Os produtos em destaque dentro desse grupo foram: Hulha betuminosa, não aglomerada e Gás natural liquefeito. Em seguida aparecem os Produtos da Indústria Química com 10,3 por cento da pauta importadora do Ceará, com crescimento significativo de 51,7 por cento em comparação ao mesmo período, puxado principalmente pelo aumento das importações de produtos para cabelo e fórmulas Dextrina e outros amidos e féculas modificadas. A importação de Cereais foi de US$ 59,8 milhões, respondendo por 7,5 por cento do total importado, com destaque para trigo e milho. O Ceará importou a quantia de US$ 54,5 milhões do grupo Reatores nucleares, caldeiras, máquinas e aparelhos mecânicos nos quatro primeiros meses de 2018, expressando uma participação de 6,8 por cento na pauta importadora. Em quinta colocação estão Produtos metalúrgicos, com valor de US$ 43 milhões.%

da pelo segmento de Combustíveis minerais, com o montante de US$ 366 milhões. Esse valor representou 45,9 por cento da pauta cearense, significando um crescimento de 13,8 por cento, relativamente ao mesmo período de 2017. Os produtos em destaque dentro desse grupo foram: Hulha betuminosa, não aglomerada e Gás natural liquefeito. Em seguida aparecem os Produtos da Indústria Química com 10,3 por cento da pauta importadora do Ceará, com crescimento significativo de 51,7 por cento em comparação ao mesmo período, puxado principalmente pelo aumento das importações de produtos para cabelo e fórmulas Dextrina e outros amidos e féculas modificadas. A importação de Cereais foi de US$ 59,8 milhões, respondendo por 7,5 por cento do total importado, com destaque para trigo e milho. O Ceará importou a quantia de US$ 54,5 milhões do grupo Reatores nucleares, caldeiras, máquinas e aparelhos mecânicos nos quatro primeiros meses de 2018, expressando uma participação de 6,8 por cento na pauta importadora. Em quinta colocação estão Produtos metalúrgicos, com valor de US$ 43 milhões

quando comparado a igual período de 2017. As exportações do Estado nos quatro primeiros meses representaram 0,85 por cento do total da pauta nacional. A participação cearense nas exportações nordestinas ocupa o quarto lugar, atrás da Bahia, Maranhão e Pernambuco. As exportações de frutas voltaram a ganhar destaque na pauta do Ceará.

Já as importações de abril de 2018 alcançaram o valor de US$ 185 milhões, ou seja, queda de 12,7 por cento quando comparado com a soma das importações do mês imediatamente anterior, ficando abaixo da média ao longo do ano, sendo também o menor valor importado do ano. Comparativamente a abril de 2017, o crescimento é da ordem de 10,2 por cento. As importações cearenses alcançaram US$ 797,4 milhões no acumulado de janeiro a abril, representando aumento de 6,34 por cento em relação ao mesmo período de 2017, quando o valor atingiu US$ 749,8 milhões. Os dados estão no Enforque Econômico (nº 186) – Comércio Exterior Cearense – Abril de 2018, que acaba de ser publicado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).

O trabalho também mostra que o saldo da balança comercial cearense em abril teve saldo negativo de US$ 35 milhões, sendo o segundo menor déficit do ano. A corrente de comércio exterior cearense foi de US$ 335,1 milhões, com crescimento de 27,7% em comparação com abril de 2017. No acumulado de janeiro a abril de 2018, a balança comercial do estado do Ceará registrou déficit de US$ 158,4 milhões, valor maior do que o verificado no mesmo período do ano passado (US$ 130,9 milhões). Com o movimento das exportações e importações, a corrente de comércio do Ceará, no acumulado de janeiro a abril de 2018, alcançou US$ 1,4 bilhão, com aumento de 4,9% em relação ao mesmo período de 2017.

Nos primeiros quatro meses de 2018, os Produtos Metalúrgicos foram os mais exportados pelo Ceará, seguindo o padrão estabelecido em 2017. O setor metalúrgico exportou 337,1 milhões, 52,7% da pauta exportadora cearense, registrando crescimento de 6,35%, relativamente ao acumulado de janeiro a abril de 2017. Mas foi o setor de frutas que apresentou a maior elevação nas exportações (604,3%). Em 2018, o Estado exportou US$ 27,6 milhões, valor sete vezes maior ao exportado em 2017 (US$ 3,9 milhões). Esse ótimo desempenho foi influenciado, principalmente, pela grande quantidade de melão ao longo do ano. Calçados e suas partes aparecem em segundo lugar no ranking de produtos mais exportados no primeiro quadrimestre do ano de 2018, participando com 14,7 por cento (US$ 94 milhões) das exportações cearenses. Comparado ao mesmo período de 2017, houve um incremento ínfimo nas exportações desse setor de 0,9 por cento.

Castanha de caju foi o terceiro produto mais exportado, gerando receita de US$ 35,6 milhões, representando 5,5% da pauta cearense. Na comparação com o acumulado de janeiro a abril de 2017, houve crescimento de 18,2%. Produtos da indústria de alimentos e bebidas ocupa o quarto lugar da pauta exportadora, com receita de US$ 32,3 milhões (5%). Em comparação mesmo período de 2017, o crescimento observado foi de 5,3%. Dos principais produtos exportados pelo Ceará, apresentaram queda os seguintes setores: Combustíveis minerais (-72,8%); Couros e Peles (-40,5%); e Ceras vegetais (-7,8%). Os dez principais setores e produtos exportados responderam por 93,6% de tudo o que foi vendido

Já a pauta de importação cearense, no acumulado de janeiro a abril de 2018, foi liderada pelo segmento de Combustíveis minerais, com o montante de US$ 366 milhões. Esse valor representou 45,9 por cento da pauta cearense, significando um crescimento de 13,8 por cento, relativamente ao mesmo período de 2017. Os produtos em destaque dentro desse grupo foram: Hulha betuminosa, não aglomerada e Gás natural liquefeito. Em seguida aparecem os Produtos da Indústria Química com 10,3 por cento da pauta importadora do Ceará, com crescimento significativo de 51,7 por cento em comparação ao mesmo período, puxado principalmente pelo aumento das importações de produtos para cabelo e fórmulas Dextrina e outros amidos e féculas modificadas. A importação de Cereais foi de US$ 59,8 milhões, respondendo por 7,5 por cento do total importado, com destaque para trigo e milho. O Ceará importou a quantia de US$ 54,5 milhões do grupo Reatores nucleares, caldeiras, máquinas e aparelhos mecânicos nos quatro primeiros meses de 2018, expressando uma participação de 6,8 por cento na pauta importadora. Em quinta colocação estão Produtos metalúrgicos, com valor de US$ 43 milhões.

Ceará investe mais R$ 68,5 milhões em segurança hídrica

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Famílias de 121 municípios no Ceará serão contempladas com mais obras de segurança hídrica. O Estado receberá o investimento federal de R$ 68,5 milhões para a construção de cisternas para abastecimento de água com finalidades de consumo humano, produção e fornecimento para escolas.

A iniciativa foi anunciada nesta quinta-feira (24), em cerimônia no Palácio da Abolição, com a presença do governador Camilo Santana, do ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, do secretário do Desenvolvimento Agrário, Francisco de Assis Diniz, lideranças políticas locais e nacionais, além de representantes de famílias do Interior que serão beneficiadas.

Camilo Santana ressaltou que a previsão é de que, com os recursos liberados, cerca de 21 mil cisternas sejam construídas – número a ser confirmado após estudos dos custos e da proposta colocada pelas entidades envolvidas. Para o governador, este será um passo importante no plano do Governo do Ceará de garantir o acesso a fontes d’água em todo o Estado.

“Essa liberação aqui hoje vai nos permitir algo em torno de 20 mil novas cisternas. Para universalizar o acesso à água no Ceará, deve ser necessário em torno de 80 a 85 mil cisternas de placas. Queremos fortalecer esse planejamento a médio prazo, para nos tornarmos o primeiro estado brasileiro a universalizar essa política de abastecimento para a população”, afirmou.