Nordeste

Esmaltec é “a cara do cearense”

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A Esmaltec foi eleita a segunda marca que mais é “A Cara do Cearense” na 8ª edição do Prêmio Grandes Marcas. O título recebido pela Esmaltec faz parte de uma nova categoria inclusa na premiação: “Marca a Cara do Cearense”. A empresa ficou com o segundo lugar, empatando com a Ypióca.

O evento, que premia as marcas preferidas dos cearenses, é promovido pelo Jornal Diário do Nordeste anualmente, por meio de uma pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi. No dia seguinte à cerimônia o jornal publicará uma revista falando sobre as marcas premiadas e resultados alcançados. A publicação também trará detalhes do evento e das pesquisas e fará parte da tiragem do jornal do dia.

Há mais de 50 anos no mercado, a Esmaltec, empresa do Grupo Edson Queiroz, oferece uma vasta linha de eletrodomésticos. São fogões, bebedouros, refrigeradores, freezers, purificadores, lavadoras e cooktops que satisfazem os mais exigentes consumidores.

Sua história começou em 1963 com pouco mais de 100 funcionários. Hoje, em Maracanaú, Ceará, com mais 2.800 funcionários, possui uma área de 360.000 m², sendo 86.555 m² construídos.

AGU tenta manter leilões do pré-sal

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Da Agência Brasil:

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou hoje (27) com um recurso no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) contra a decisão do juiz Ricardo de Sales, da 3ª Vara Federal Cível do Amazonas, de suspender os leilões de partilha de blocos do pré-sal. A decisão de ontem (26) da primeira instância da Justiça Federal havia sido tomada a pedido do Sindicato dos Petroleiros do Amazonas.

As segunda e terceira rodadas de leilão de partilha estão marcadas para hoje (27), quatro anos depois do primeiro leilão, envolvendo a área de Libra e é o primeiro que não contará com a Petrobras como operadora única. De acordo com a Lei 12.351/2010, a Petrobras deveria ser a única operadora do pré-sal, mas uma lei de 2016 acabou com essa obrigatoriedade.

O texto completo está neste link.

J. Macêdo duplica capacidade no Porto de Salvador

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A J. Macêdo e a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) apresentaram no Porto de Salvador, um novo sistema de descarregamento mecânico de grãos de navios. A estrutura, que teve obras iniciadas em março, deve dobrar a capacidade atual de descarregamento de 150 toneladas/hora para 300 toneladas/hora, ou 7.200 toneladas/dia. A modernização do terminal de grãos do Porto público de Salvador teve investimento R$ 27,5 milhões, executada pela J. Macêdo, maior fabricante nacional de farinha de trigo doméstica.

Abaixo, informações da J. Macêdo:

Dedicado principalmente às operações com trigo, o novo sistema é composto por um descarregador tipo portalino, com uma lança de 22 metros de extensão dotada de conchas para entrar no porão de navios, e um transportador que leva o grão para o prédio da nova balança e de carregamento de caminhões. Fabricado pela suíça Bühler, os equipamentos são considerados o estado da arte em matéria de manuseio de grãos.

As obras de modernização do terminal portuário começaram em março e vão permitir transferir o trigo para o moinho ao lado do cais e fazer o carregamento de caminhões que levam o grão para outras unidades por rodovia de forma muito mais eficiente, automatizada e limpa, graças ao novo sistema de aspiração e recolhimento de partículas em suspensão.

“Para nós é muito importante a parceria com o setor privado na modernização do Porto de Salvador, que permitirá beneficiar não uma única indústria, mas todos os usuários que movimentem grãos”, disse o diretor-presidente da Codeba, Pedro Dantas. “Esta parceria com a J.Macêdo abre perspectivas para fomentar novos negócios e o desenvolvimento da economia baiana”, completa.

A J. Macêdo, grupo 100% nacional de capital nordestino, fabricante dos produtos Dona Benta, Sol e Petybon, está investindo cerca de R$ 350 milhões na Bahia, que concentra o maior investimento da empresa no atual momento de expansão. Além da modernização do terminal de grãos, o plano de expansão inclui a ampliação do Moinho Salvador, localizado em frente ao terminal portuário, e de fábricas de massas e biscoitos em Simões Filho (Grande Salvador). A operação do terminal, do moinho e do complexo é totalmente integrada.

(…)

O presidente da J. Macêdo, Luiz Henrique Lissoni, ressaltou a presença da empresa no cotidiano das famílias baianas: “Produzimos aqui farinha doméstica e industrial, biscoitos, macarrão e mistura para bolo. São produtos nutritivos e saborosos que vão para a mesa das famílias baianas com uma constelação de marcas: Dona Benta, Sol, Petybon, Brandini, Favorita, Águia, Familiar, Lili, Biofibra, Premiata, Panette, Branca de Neve, Fama e Boa Sorte – e cada uma delas representa o nosso compromisso de qualidade com o consumidor”, disse.

Os moinhos instalados na zona portuária são atendidos por um conjunto de armazéns compartilhados que recebem e guardam temporariamente o trigo dos navios enquanto os silos estão cheios. Parte estratégica da operação portuária, eles funcionam como um “pulmão” e dão segurança de que o descarregamento possa ser feito a qualquer tempo sem que os navios fiquem retidos mais que o necessário.

Ao mesmo tempo, o moinho Salvador, um dos maiores complexos moageiros do país, está recebendo investimentos de R$ 103 milhões para a automatização dos processos de produção. As obras começaram em 2014, com a construção de seis silos de trigo com capacidade para 28 mil toneladas, e se estendem até julho de 2018. O objetivo é aumentar a capacidade de moagem de 920 toneladas para 990 toneladas/dia e a de estocagem de farinhas e de demais produtos derivados do trigo. Todos os processos de limpeza, linhas de transferência para envase e preparação de trigo estão sendo modernizados. Marco tradicional da arquitetura industrial baiana, o moinho, está instalado desde 1951 na zona portuária.

O terminal portuário e o moinho são ligados por um túnel subterrâneo de transporte de trigo, que assim chega aos silos sem o uso de caminhões. O sistema, robusto, sustentável e altamente eficiente, existe praticamente desde a construção do próprio Moinho Salvador e também foi modernizado.

A modernização do terminal portuário e do moinho está ligada ao aumento da capacidade de produção do complexo fabril de Simões Filho, onde a J. Macêdo está instalada desde 1989. Com um investimento de R$ 220 milhões, a empresa está aumentando para 10.500 toneladas/mês a capacidade de produção de massas e biscoitos de seu parque fabril em Simões Filho, com a construção de uma nova linha de biscoitos e três novas linhas de massas. As obras de ampliação estão em andamento e devem ser entregues em etapas a partir do segundo trimestre de 2018.

(…)

O parque fabril de massas vai ter capacidade instalada de 82.500 toneladas/ano – 120% maior que a de hoje. Isso vai permitir atender à crescente demanda da região Nordeste por diferentes tipos de massas. O projeto em Simões Filho engloba ainda a ampliação do Centro de Distribuição, que vai passar de 4.564,94 m² para 6.027,26 m².

Sirena abre temporada de cruzeiros no Ceará

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Com 1.048 passageiros, o navio Sirena abriu em Fortaleza (CE) a temporada 2017/2018 de cruzeiros. Outras 14 embarcações devem aportar no Terminal de Passageiros do Porto do Mucuripe até março de 2018. Os passageiros foram recepcionados com guias e mapas informativos e brindes da Secretaria do Turismo do Ceará (Setur).

Vindo de Miami, na Flórida (EUA), o Sirena já passou por Barbados, Guiana Francesa, Santarém, Manaus e Macapá. De Fortaleza, parte para Recife, Rio de Janeiro, Santos, Porto Alegre, Punta del Leste, Montevideo e Buenos Aires, encerrando o percurso no dia 10 de novembro. A maioria dos passageiros é norte-americana (394). Também há canadenses (92), ingleses (35), alemães (25), australianos (19), neozelandeses (15), entre outros. Todos na faixa etária de 60 a 100 anos.

“Fortaleza tem a grande vantagem de ser porto de passagem. Parar aqui praticamente não é mudança de curso. Estamos no caminho dos cruzeiros que vêm dos EUA e Austrália para a América do Sul e dos que vêm da Europa para a América do Sul. Além de estarmos no percurso dos navios que vêm do Sul em direção ao rio Amazonas. A tendência é que a quantidade de cruzeiros atracando na nossa capital só aumente”, destaca o secretário do Turismo, Arialdo Pinho.

Neste ano, o Terminal do Mucuripe já recebeu 11 cruzeiros, totalizando quase 13 mil visitantes. Um não atracou por mau tempo. Outros dois estão previstos até o fim deste ano. O número de turistas chegando pelo porto em 2017 já é maior que o total de passageiros que vieram em todo o ano de 2016, quando a Capital recebeu oito navios, com 8.625 passageiros. Em 2015, Fortaleza recebeu sete navios com 18.585 passageiros ao todo.

BNB financia mais energia

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O Banco do Nordeste vai financiar R$ 1,326 bilhão em três empreendimentos de energias renováveis por meio do FNE Infraestrutura, linha de crédito com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). A assinatura dos contratos com Enel Green Power Brasil Participações, CPFL Renováveis e Apodi Energia será realizada às 10 horas de hoje, 24 de novembro, na sede do BNB, em Fortaleza, com a presença do presidente, Marcos Costa Holanda.

O FNE Infraestrutura participará com R$ 678,7 milhões para implantação de três parques de energia fotovoltaica da Enel Green Power Brasil Participações, subsidiária de energia renovável da Enel. Os empreendimentos, com capacidade instalada de 553 megawatts, estão localizados, respectivamente, nos municípios baianos de Bom Jesus da Lapa e Tabocas do Brejo Velho, e em Ribeira do Piauí (PI). A empresa investirá cerca de 585 milhões de dólares nos três parques. O contrato será assinado pelo presidente da Enel no Brasil, Carlo Zorzoli.

A usinas de geração de energia fotovoltaica Apodi, das empresas norueguesas Scatec Solar e a Statoil, e brasileira Kroma Energia, contarão com R$ 477,4 milhões do FNE e R$ 187,4 milhões de recursos próprios das empresas. O empreendimento, com capacidade de 132 megawatts (MW), será implantado no município de Quixeré, na região do Vale do Jaguaribe, no Ceará. Estará presente no evento o diretor presidente e acionista, Valério Veloso Borges Bezerra de Carvalho.

A CPFL Renováveis assinará contrato para o financiamento das usinas eólicas Pedra Cheirosa I e II, com 48,3 megawatts de capacidade, no município de Itarema, a 237 quilômetros de Fortaleza. Serão financiados R$ 170,1 milhões pelo fundo constitucional e a empresa investirá R$ 76,1 milhões de recursos próprios.

A linha de financiamento FNE Infraestrutura promove a ampliação de serviços de infraestrutura econômica, dando sustentação às atividades produtivas da Região. O produto, lançado em abril deste ano, financia implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos, incluindo as Zonas de Processamento de Exportação, contemplando créditos para investimentos e capital de giro associado ao investimento. São setores atendidos pelo programa: energia, oferta de água, infraestrutura de transporte e logística, telefonia e exploração de gás natural.

No setor energético, o recurso tanto pode ser utilizado para expansão da rede de distribuição de energia elétrica, como para a geração, transmissão e distribuição de energia oriunda de fontes convencionais e de fontes renováveis.

Castanha de caju tem retração em exportações

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A castanha de caju e seus derivados, itens tradicionais de pauta de exportações do Ceará, têm  registrado retração nas vendas externas em 2017. De janeiro a setembro, esse comércio caiu 14,1%, passando de US$ 78,3 milhões em 2016 para US$ 67,2 milhões no ano vigente.Já as importações aumentaram de US$ 10,0 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2016 para US$ 28,3 milhões no mesmo período de 2017. O resultado gerou um superávit de R$ 38,8 milhões, valor 43% mais baixo que o registrado em igual período de 2016.

As informações são do Miniestudo Setorial Castanha de Caju produzido mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará.

A queda de 23,5% na comercialização para os EUA (principal comprador dos produtos do setor cearense) explica tal desempenho. Apesar da redução, o Ceará continua sendo o maior exportador de castanha de caju do Brasil, com mais de 80% das exportações do País. Em compensação, em busca de satisfazer a demanda criada, o Estado passou a ser um grande importador do fruto, praticamente triplicando o volume, de US$ 10 para 28,3 milhões (alta de 183,2%) tendo a Costa do Marfim seu fornecedor.

Mais informações, neste link.

Bebidas em alta no Ceará

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Terceiro maior estado exportador de bebidas do País, perdendo somente para São Paulo e Paraná, o Ceará já soma alta de 13,1% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2016, somando US$ 58,4 milhões em vendas externas. Já as importações chegaram a US$ 8,1 milhões, 2,5% a mais se comparado igual período do ano passado. O resultado foi um saldo positivo da balança comercial de US$ 50,2 milhões – um incremento de 15% se comparado ao mesmo período de 2016.

Abaixo, informações da Federação das Indústrias do Ceará:

Os dados fazem parte do Miniestudo Setorial de Bebidas realizado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC. O estudo revela também que embora os números mostrem aumento das exportações, a participação do setor de bebidas no acumulado do ano na balança comercial do Ceará caiu de 6,24% para 3,98%. A representatividade das importações, por sua vez, subiu de 0,25% para 0,47%.

Os principais produtos exportados foram sucos (sumo), não fermentados, sem adição de açúcar; suco de acerola, com adição de açúcar; bebidas alcoólicas; água de coco; e suco de qualquer outro fruto cítrico. Os principais produtos importados são sucos (sumo) de frutas, não fermentado, sem adição de açúcar; uísques; soro de leite; e vinhos.

Estados Unidos, Canadá, França, Holanda e Argentina são os países que mais compram produtos cearenses. O Ceará importa bebidas principalmente das Filipinas, Reino Unido e Argentina.  

Pecém chega a 2 milhões de placas de aço exportadas em 2017

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Da assessoria de Imprensa da CearáPortos:

O Porto do Pecém atingiu a marca de 2 milhões de placas de aço exportadas em 2017. O material produzido pela Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) é a principal carga de exportação em toneladas no Porto do Pecém.

A marca de 2.005.000 de toneladas foi atingida ao embarcar 49.911,755 t de placas no navio NORD MISSISSIPPI que tem como destino o Porto de Altamira, no México. Para o presidente da Cearáportos, Danilo Serpa, a marca é motivo de orgulho para todos os cearenses.

“É um orgulho termos placas de aço de altíssima qualidade, made in ceará sendo exportadas através do Porto do Pecém para o mundo, como por exemplo, a indústria de petróleo norte americana. É um sonho que se torna realidade”, diz.

O material produzido pela CSP tem como principal destino os Estados Unidos, que receberam, este ano, 40,5% do total movimentado (796.087t), em segundo lugar, a Turquia, com 16,8% (329.524 t). O produto é entregue também a outros 16 países, incluindo o Brasil, que ocupa a 11ª posição no ranking, correspondente a 1,64% (27.613 toneladas).

De janeiro a outubro deste ano o Porto do Pecém já recebeu 57 navios exclusivamente para o embarque de placas de aço. Com início das exportações em agosto de 2016, já foi exportado o total 2.607.376,9 de toneladas placas de aço.

Ceará registra expansão do comércio exterior em setembro

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Da Federação das Indústrias do Ceará:

Com exportações e importações em alta, o comércio exterior do Ceará registra mais um mês de expansão em 2017. De acordo com o estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, as exportações cearenses em setembro apresentaram um crescimento de 16,7% em relação a agosto, sendo o terceiro melhor resultado do ano em termos de valores (US$ 182,6 milhões). O desempenho do mês é 28% superior no comparativo com setembro de 2016, quando foi exportado US$ 142,8 milhões. Trata-se da 14a alta mensal consecutiva em comparação com o ano anterior. 
Já as importações cearenses em setembro somaram um aumento de 0,7% sobre agosto. Foi o mês com o segundo maior montante de 2017, com US$ 214,3 milhões, atrás apenas dos US$ 251,9 milhões registrados em março. O crescimento é ainda mais expressivo ao comparar com o mesmo período de 2016, com variação de 16,0%. Como resultado dessas movimentações, a balança comercial cearense registrou um déficit de US$ 31,5 milhões em setembro. 
Observando o comportamento da balança comercial do Estado no acumulado do ano, as vendas externas cearenses alcançaram a cifra de US$ 1,47 bilhão – alta de 77,2% quando comparado com 2016. No sentido inverso, as compras do exterior atingiram US$ 1,74 bilhão – queda de 42,3%. O resultado final de tais trocas comerciais resultou em um saldo negativo de US$ 277,2 milhões na balança cearense em 2017. Apesar de negativo, o valor representa uma redução do déficit em 87,4% em relação a 2016, quando as importações superaram as exportações em US$ 2,19 bilhões. 
Os resultados das trocas comerciais do Ceará em setembro de 2017 influenciaram a balança comercial do Nordeste no acumulado do ano, onde o peso das vendas externas do Ceará avançou de 8,83% (em 2016) para 11,80% (em 2017), e das compras do exterior caiu de 21,53% (ano passado) para 12,03% (atual). Em relação à participação na balança comercial do Brasil, as vendas externas do Estado apresentaram alta, de 0,59% para 0,89%. Em contrapartida, a participação das compras do exterior regrediu de 2,93% para 1,57%. 
O Ceará posicionou-se em 2017 na décima quarta colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros. Em termos de indicadores de crescimento, o Ceará registrou a quarta maior alta percentual no país com 77,2%, acima da média nacional, de 18,1%. 

Crescimento de cargas no Pecém chega a 38%

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O Porto do Pecém mantém a ascensão dos resultados em 2017 e fecha o terceiro trimestre com crescimento de 38% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Para o período, a navegação de Cabotagem (entre portos brasileiros) apresentou crescimento de 34,78%, enquanto a de Longo Curso (Exportação/Importação) também apresentou alta, 22,75%.

Os minérios utilizados, sobretudo na CSP, foram a principal carga na movimentação de Cabotagem. Foi recebida 1.181.665 tonelada do produto, originário do Porto de Ponta da Madeira (64%) no Maranhão e de Vitória (36%) . Enquanto a Navegação de Longo Curso foi impactada pela importação de 1.484.352 tonelada de combustíveis e óleos minerais no terceiro trimestre.

Na comparação mês a mês do trimestre os resultados também foram de alta. O mês de agosto cresceu 6% em relação a julho e setembro cresceu 16% em relação a agosto deste ano.