TJA encerra comemorações aos 106 anos com reencenação da primeira peça

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TJA
O Theatro José de Alencar (TJA), equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), comemora nesta sexta-feira (17) 106 anos oferecendo ao público uma programação especial. O destaque do dia é a peça “O Dote”, de Artur Azevedo, com a Comédia Cearense. Trata-se de uma remontagem da primeira peça teatral apresentada no TJA, em 1910, quando da inauguração do Theatro. O espetáculo tem início às 20h, com ingressos a R$30,00 e R$15,00 (meia). Todas as demais atrações da programação especial desta sexta-feira no têm entrada franca, incluindo os shows dos grupos Marimbanda (a mais aplaudida formação da música instrumental cearense), Trio Bossampop e Coral Soul Cantor, que acontecem na calçada do Theatro, a partir de 16h, e atrações em todos os espaços do grande complexo cultural do TJA.

Reencenação de “O Dote”

Como forma de homenagear o aniversário do Theatro José de Alencar, a Comédia Cearense apresenta o espetáculo “O Dote”, primeira peça encenada no palco principal do equipamento cultural inaugurado em 1910. A peça será apresentada às 20h, nesta sexta-feira, com apresentações também no sábado e domingo (18 e 19). Ingressos à venda na bilheteria do TJA, a R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia).

“O Dote” é uma comédia em três atos de Artur Azevedo, que fez grande sucesso em 1907. Conta a história de Ângelo, aborrecido com as constantes despesas de sua mulher, Henriqueta. Ele devolve o dote recebido no casamento e separam-se. Os dois acabam adoecendo de tristeza e Ângelo descobre que Henriqueta está grávida.

O centenário TJA

O Theatro José de Alencar, inaugurado em 1910, desempenha importantes papéis na vida cultural cearense. Na qualidade de teatro-monumento, oferece, além da destaca programação cênica, também a mais ativa e diversificada pauta de atividades culturais e artísticas do Centro de Fortaleza. Com a dinâmica possibilitada pelo Centro de Artes Cênicas do Ceará (CENA) – unidade multifuncional anexa, o Theatro José de Alencar se afirma como espaço aglutinador de pesquisa, formação, produção e difusão artística, se consolida como palco de inclusão social e firma seu compromisso com o futuro.

Curioso exemplar da arquitetura eclética no Brasil, o Theatro José de Alencar, além da sala de espetáculo em estilo “art noveau”, dispõe de auditório de 120 lugares, foyeur, espaço cênico a céu aberto e o prédio anexo, com 2.600 metros quadrados. No grande complexo cultural do TJA estão localizados o Centro de Artes Cênicas (CENA), o Teatro Morro do Ouro, com capacidade para 90 pessoas, a Praça Mestre Pedro Boca Rica, com palco ao ar livre e capacidade para 600 pessoas, a Biblioteca Carlos Câmara, a Galeria Ramos Cotoco, quatro salas de estudos e ensaios, oficinas de cenotécnica, de figurino e de iluminação. O Theatro também abriga a Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho e o Curso Princípios Básicos de Teatro e Circo.

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Petróleo sobe após pesquisa sugerir permanência do Reino Unido na UE

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Os futuros de petróleo começaram a semana em tom positivo, com o Brent superando US$ 50 por barril, em meio ao forte avanço dos mercados acionários globais, que reagem a pesquisas indicando que o Reino Unido deverá permanecer na União Europeia. Na quinta-feira (23), os britânicos vão realizar um plebiscito para votar sobre o assunto.

Sondagem publicada no jornal inglês Mail on Sunday aponta que 45% dos eleitores apoiam a permanência do Reino Unido na UE, ante 42% que defendem a saída do país do bloco europeu. Enquanto isso, uma média das últimas seis pesquisas feitas antes do plebiscito sugere uma votação dividida, em 50% a 50%.

Diante da maior perspectiva de que o Reino Unido continue na UE, as bolsas europeias operam em forte alta nesta manhã e a libra chegou a se valorizar mais de 2% frente ao dólar. O dia também foi de ganhos nos mercados acionários asiáticos.

O bom humor nos mercados financeiros ajuda a impulsionar as commodities, como o petróleo e o cobre.

A fraqueza do dólar ante várias outras moedas, incluindo a própria libra, o euro, o dólar australiano e emergentes como a lira turca e o rand sul-africano, também contribui para o bom desempenho dos preços do petróleo.

Às 7h47 (de Brasília), o petróleo Brent para entrega em agosto subia 1,77% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 50,04 por barril, após tocar a máxima intraday de US$ 50,30. Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para agosto, que já é o contrato mais líquido, avançava 1,69%, a US$ 49,38 por barril, enquanto o futuro de julho, que vence amanhã, tinha alta de 1,71%, a US$ 48,80 por barril. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: Portal da Classe Contábil.

Arrecadação de impostos e tributos federais em maio é o pior para o mês desde 2010

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Com a contínua queda da atividade econômica, a arrecadação de impostos e contribuições federais voltou a recuar em maio e fechou o mês em R$ 95,219 bilhões. Esse é o pior resultado desde 2010 e representa uma queda real de 4,81% em relação a 2015. No período acumulado entre janeiro e maio, o total pago pela sociedade em tributos somou R$ 519,128 bilhões, o que equivale a uma redução de 7,36% sobre o ano passado. Esse também é resultado mais baixo dos últimos sete anos.

Relatório divulgado ontem pela Receita Federal mostra que a recessão econômica continuou a prejudicar o desempenho dos principais tributos. A arrecadação do PIS/Cofins, por exemplo, apresentou queda real de 7,09% em maio e fechou o mês em R$ 21,206 bilhões. Já as receitas previdenciárias, que refletem o comportamento do mercado de trabalho, caíram 4,83%, somando R$ 30,367 bilhões.

O Imposto de Importação e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) vinculado à importação tiveram redução de 19,02% e chegaram a R$ 3,655 bilhões. Neste caso, segundo a Receita, o número se deve principalmente à redução no valor em dólar das importações. Em maio, apenas o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) mostraram crescimento entre os tributos mais importantes. O total arrecadado foi de R$ 10,887 bilhões, uma alta de 4,67%. Isso porque instituições financeiras que fazem recolhimento por estimativa mensal apresentaram uma alta de 81,68% no valor pago.

No acumulado do ano, no entanto, todos os principais impostos apresentaram queda. O PIS/Cofins recuou 6,66% (somando R$ 109,485 bilhões), a receita previdenciária, 5,43% (R$ 152,969 bilhões) e o Imposto de Importação e o IPI vinculado, 25,22% (R$ 19,360 bilhões). Já o IRPJ e a CSLL apresentaram queda de 5,75% e fecharam os cinco primeiros meses do ano em R$ 93,695 bilhões.
Desonerações Ainda de acordo com a Receita, as desonerações concedidas nos últimos anos para estimular a economia continuam a impactar a arrecadação. Entre janeiro e maio, o total somou R$ 37,748 bilhões. Somente no mês passado, o valor foi de R$ 7,575 bilhões. A desoneração de folha de pagamentos custou R$ 1,211 bilhão em maio e R$ 6,054 bilhões nos cinco primeiros meses do ano. A redução do benefício foi muito criticada pelo setor privado quando o governo enviou o pedido ao Congresso Nacional, ainda no ano passado.

Com a queda na arrecadação, a Receita Federal montou uma força-tarefa com a elite dos auditores fiscais do país para investigar fraudes tributárias praticadas pelas empresas que foram contempladas com desoneração da folha de pagamentos. Para a Receita, a complexidade do modelo de desoneração da folha criado no país abriu brechas para a sonegação fiscal. O governo federal arrecadou ainda R$ 597 milhões com o Refis no mês passado, programa de parcelamento concedido através da lei 12.996 de 2014. A arrecadação com o programa de janeiro a maio foi de R$ 2,858 bilhões.

Fonte: Estado de Minas

Ampliação do Simples reduz arrecadação de tributos pagos por pequenas empresas

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Uma das principais razões para a queda real (descontada a inflação) de 7,36% na arrecadação federal em 2016, a redução no pagamento dos tributos sobre os lucros das empresas ganhou impulso por causa de um incentivo do governo para as micro e pequenas empresas. A ampliação do Simples Nacional – regime simplificado de pagamento de tributos – impactou negativamente o caixa do governo em R$ 2,9 bilhões nos cinco primeiros meses do ano.

No fim de 2014, o Congresso aprovou a inclusão de todo o setor de serviços no Simples Nacional. A mudança permitiu que empresas de 140 atividades pudessem ser enquadradas no programa, que unifica o pagamento de tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia para negócios que faturam até R$ 3,6 milhões por ano.

De acordo com estatísticas da Receita Federal, a ampliação do regime especial permitiu a inclusão de 859,7 mil empresas no programa em 2015. Em 2016, mais 530,7 mil micro e pequenas empresas pediram o enquadramento, o que elevou para 10,9 milhões o total de pessoas jurídicas que pagam tributos de forma simplificada.

Impostos
Antes das mudanças, essas empresas pagavam Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) pelo lucro presumido, em que a companhia desembolsa um percentual sobre o faturamento. A migração para o Simples reduz as receitas do governo porque as empresas pagam menos tributos no regime simplificado.

As novas regras fizeram a arrecadação de IRPJ e de CSLL pelo lucro presumido cair R$ 3,258 bilhões (-13,09%) de janeiro a maio deste ano em relação ao mesmo período de 2015. A variação desconta a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Apesar da inclusão de pouco mais de meio milhão de micro e pequenas empresas apenas este ano, a arrecadação do Simples Nacional subiu R$ 331 milhões na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo o chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias, o fato de as adesões ao Simples Nacional não terem parado um ano e meio após a ampliação do regime decorre de dois fatores: a demora natural de as micro e pequenas empresas pedirem a inclusão no modelo e a recessão que o país enfrenta.

“Em relação ao Simples Nacional, os efeitos práticos de qualquer mudança se dão gradualmente. As empresas pedem, pouco a pouco, a inclusão no regime, o que ainda está ocorrendo este ano”, disse Malaquias.

O técnico da Receita, no entanto, também culpa a crise econômica pela continuidade nos pedidos de enquadramento. “Com a crise, muitas empresas de médio porte, que declaravam pelo lucro presumido, têm decidido simplificar os negócios e reduzir de tamanho para se adequarem à demanda e pagarem menos tributos”, explicou.

Grandes empresas
Apesar de interferir na queda da arrecadação do IRPJ e da CSLL, o Simples Nacional não é o único fator que explica a queda no desempenho dos dois tributos, cuja arrecadação acumula perda de R$ 5,711 bilhões (-5,75%) em relação ao mesmo período do ano passado, descontado o IPCA. A queda no lucro das grandes empresas, que declaram pelo lucro real, também colabora para o recuo.

De acordo com a Receita, as companhias que declaram IRPJ e CSLL pelo lucro real pagaram 10,64% a menos pela estimativa mensal de lucros de janeiro a maio do que no mesmo período de 2015 em valores corrigidos pela inflação. Para Malaquias, o motivo é a queda nos lucros das companhias de maior porte provocada pela recessão.

No modelo de lucro real, que abrange cerca de 130 mil companhias que faturam mais de R$ 78 milhões por ano, as empresas pagam com base em uma estimativa mensal de lucro. Caso a expectativa não se confirme, as companhias acertam as contas com o Fisco na declaração de ajuste.

Fonte: Economia IG

Tupperware promove ação de recrutamento em Pacatuba

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TupperwareA Distribuição Ciranda, distribuidora exclusiva da marca Tupperware no Ceará, realiza no dia 22 de junho, quarta-feira, a partir das 9h, na Praça da Juventude de Pacatuba, ação de recrutamento de novas consultoras para a marca.

A iniciativa, chamada de Dia D, promove cadastro para as pessoas que queiram torna-se uma consultora Tupperware e reativação de cadastro para as consultoras que estão inativas. A equipe da Ciranda vai estar presente na ação para orientar e esclarecer as dúvidas sobre os lucros e vendas dos produtos, campanhas e brindes.

A ideia é dar oportunidade de trabalho e renda extra com ganhos reais em horários flexíveis, para as pessoas que buscam uma atividade remunerada de acordo com a sua disponibilidade.

 

Inflação medida pela Fipe mantém alta de 0,4%

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dinheiro3O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, registrou 0,4% na segunda quadrissemana de junho, repetindo o índice da primeira quadrissemana.

Os gastos com habitação passaram de 0,54% para 0,61%. Vestuário aumentou de 0,41% para 0,44%. O grupo de transportes passou de -0,51% para -0,29%. Educação manteve a mesma taxa de 0,14%.

Apresentaram queda, alimentação (de 0,26% para 0,25%), despesas pessoais (redução de 1,11% para 0,79%) e saúde, que passou de 1,07% para 0,74%.

 

Da Agência Brasil.

Claro amplia cobertura 3G para mais 7 cidades cearenses

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three girls chatting with their smartphonesA partir de agora os clientes da Claro, em Nova Olinda, Novo Oriente, Palhano, Santana do Cariri, Uruoca, Ararenda e Farias Brito, no Ceará, poderão usufruir da velocidade do 3GMax, que permite mais rapidez de conexão para uso de serviços de banda larga móvel, ao facilitar o uso da internet no celular, no tablet ou por modem em computadores. Nessas localidades, mais de 113 mil moradores serão beneficiados com a nova tecnologia.

 O 3GMax é o termo utilizado para denominar de forma mais simples a tecnologia HSPA+ (High Speed Packet Access), que permite atingir velocidades de navegação na internet até três vezes superior ao 3G convencional. Os clientes da Claro poderão a utilizar a rede 3GMax sem nenhum custo adicional e, assim, navegarão com maior velocidade na internet. “A rede da Claro foi planejada e implantada fundamentada em sólidos estudos de mercado, estando assim, preparada para atender a demanda da região”, afirma o diretor da Claro no Nordeste, André Peixoto.

A Claro está presente em 153 cidades do estado com a tecnologia 2G e em cinco com a rede 4GMax.  Com as novas cidades, a operadora agora passa a cobrir 115 municípios no Ceará com a rede 3GMax. “A Claro entende que os clientes cearenses são exigentes e têm uma demanda crescente por conteúdo em dispositivos móveis e, por isso, a empresa já está preparada para atender às necessidades de seus clientes e continuar com o projeto de expansão e melhoria contínua da sua rede no estado”, garante o diretor.

 

Obras na Praça Portugal estão com 40% de conclusão

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praça portugalA revitalização da Praça Portugal já está com 40% dos trabalhos concluídos. Equipes da Prefeitura de Fortaleza receberam, nesta terça-feira (14/06), no canteiro de obras, jornalistas para acompanhar o cronograma de serviços. A medida reforça o compromisso da gestão com a transparência na realização de projetos e obras de infraestrutura. A previsão é que o equipamento seja concluído em setembro.

De acordo com o engenheiro da obra, Eduardo Costa, todo o processo de infraestrutura elétrica e a tubulação já foram finalizados e cerca de 80% do novo piso já foram implantados nos quatro espaços laterais. Na área central, foram iniciados os serviços de instalação do piso e infraestrutura elétrica. O recuo da praça central também foi concluído com a pavimentação e toda a movimentação de terra necessária para execução da obra. A expectativa é que nas próximas semanas os espaços laterais recebam os mobiliários, como caramanchão, bancos e mesas de jogos.

Técnicos da Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) e da Autarquia de urbanismo e Paisagismo de Fortaleza (Urbfor) acompanharam todos os transplantios das árvores, que já foram finalizados. Segundo a coordenadora de políticas ambientais da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), Edilene Oliveira, um dos destaques da obra é em relação à área verde, que será ampliada. A Praça Portugal conta com 114 árvores no total e pelo menos outras 15 espécies nativas serão plantadas no espaço central. “Tivemos todo um cuidado em relação às árvores da praça. Queremos transformar o local em um espaço adequado para as espécies, ampliando a área verde”, explicou.

A nova Praça Portugal atenderá quatro pontos essenciais: urbanidade e maior acessibilidade; potencial de lazer e de turismo; prioridade e rapidez para o transporte público e vias acessíveis para todos os modais. “Queremos devolver uma nova praça para a cidade, que seja um equipamento que desenha um novo espaço, com mais área de lazer e acessibilidade para todos”, comentou Manuela Nogueira, coordenadora de Elaboração de Projetos da Secretaria de Infraestrutura (Seinf).

Da Prefeitura de Fortaleza.

Setor de serviços tem queda de 4,5%, diz IBGE

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Em todo o país, o volume do setor de serviços caiu 4,5% em abril último em relação a abril de 2015. Houve variações negativas em todos os segmentos. No entanto, na mesma base de comparação, a receita nominal cresceu 0,4%, após de ter fechado em queda de 0,4% em março.

Os dados foram divulgados hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações indicam que tinham sido negativos os resultados do setor de serviços, que, em volume, fechou com quedas de 5,9% em março e de 3,9% em fevereiro deste ano.

Com os números negativos de abril, os serviços fecham os quatro meses do ano (de janeiro e abril) com redução acumulada de 4,9% no volume, mas com expansão de 0,5% no acumulado do mesmo período para a receita nominal.

Os dados indicam, ainda, que, na taxa anualizada (últimos doze meses), houve queda acumulada de 4,6% para o volume do setor serviços e crescimento de 0,6% para as receitas nominais, comparativamente a igual período imediatamente anterior.

Números negativos

Em volumes, a queda de 4,5% do setor de serviços indica variações negativas em todos os segmentos, com os serviços prestados às famílias e de serviços de informação e comunicação fechando negativos em 3%; de serviços profissionais, administrativos e complementares (-5,4%); transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-6,5%) e outros serviços (-3,3%).

As contribuições sobre a taxa global de volume foram: transportes, serviços auxiliares de transportes e correio (-2 pontos percentuais), serviços de informação e comunicação (-1,1 ponto percentual, serviços profissionais, administrativos e complementares (-1 ponto percentual), serviços prestados às famílias e outros serviços (-0,2).

Resultados regionais

Regionalmente, na comparação com igual mês do ano anterior, as maiores variações positivas em abril deste ano foram para Rondônia (7,2%) e Tocantins e Roraima, ambas com 6,5%. Já as variações mais negativas de volume ficaram com Amazonas (-15,3%), Amapá (-12,3%) e Paraíba (-11,2%).

Ainda no âmbito da análise por regiões, entre as atividades turísticas, as maiores variações de volume ficaram em Pernambuco (4,5%) e Rio de Janeiro (0,5%). já as menores variações de volume ocorreram em Santa Catarina (-12,8%), Paraná (-12,6%), Bahia (-11,0%), Rio Grande do Sul (-9,7%), Goiás (-5,8%), Espírito Santo (-5,6%), Ceará (-4,8%), Minas Gerais (-3,9%), São Paulo (-2,2%) e Distrito Federal (-1,6%).

Da Agência Brasil.

IBGE diz que comércio tem crescimento de vendas de 0,5%

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São Paulo - Movimento no comércio da rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, durante o Black Friday (Rovena Rosa/Agência Brasil)
IBGE constatou que vendas do comércio varejista cresceram em abril 0,5%. A receita nominal aumentou 1,2%   27 13:17:57

Depois de fechar março em queda tanto na receita nominal quanto no volume de vendas, o comércio varejista do país reverteu a situação em abril com expansão em ambos os indicadores, na série com ajuste sazonal. Enquanto as vendas do comércio varejista aumentaram em abril 0,5%, a receita nominal cresceu 1,2%, comparativamente a março.

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em março, houve queda de 0,9% no volume de vendas e de 0,2% na receita nominal do setor.

Em relação a abril de 2015, série sem ajuste sazonal, o volume de vendas do varejo recuou 6,7%, a décima terceira taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. Mesmo com o resultado positivo de abril, o comércio varejista fechou os quatro primeiros meses do ano com queda acumulada de 6,9%, retração que é ainda maior no acumulado dos últimos 12 meses: 6,1%, mantendo uma trajetória descendente iniciada em julho de 2014.