Pesquisa aponta que existe bullying no trabalho por orientação política

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Desde que a criminalização do racismo se tornou lei no Brasil, há 30 anos, embora existam questionamentos, a sociedade civil tem passado por  um processo de evolução. Em junho deste ano, deu um importante passo ao criminalizar a homofobia. Mas será que isso tem contribuído para o amadurecimento e justiça dentro das empresas? 

De acordo com a pesquisa inédita A Diversidade e Inclusão nas Organizações no Brasil, realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), um percentual próximo de 90% – nunca sofreu qualquer tipo de situação de discriminação na organização em que trabalha atualmente. Nos casos onde ocorreram uma ou mais vezes situações de discriminação, foram em relação à idade (29%) ou à altura e peso (24%). 

Embora o “bullyng corporativo” ainda surpreenda, um outro dado marcante foi apresentado: 36% sofreram discriminações relacionadas à orientação política.

O estudo ouviu 269 profissionais que trabalham em diversas organizações, de todo o Brasil, sendo 68% privadas, 47% localizadas no estado de São Paulo, e 58% com mais de 1.000 empregados, representantes de quase todos os setores da economia. Os resultados demonstrados evidenciam os esforços e o bom trabalho no campo da diversidade e inclusão que vêm sendo realizados pelas organizações, onde, 57% dos profissionais acreditam que a diversidade e inclusão foram ampliadas ou se tornaram mais evidentes na organização em que trabalha.

De acordo com Hamilton dos Santos, diretor-geral da Aberje, estes dados levantados pela pesquisa demonstram que tal situação ocorre mais como decorrência do momento do país do que propriamente do clima organizacional da empresa. “Apesar de entendermos que estamos vivendo um momento intenso de polarização política, é preciso que líderes e gestores fiquem atentos para que eventuais conflitos não se tornem crônicos e contaminem a organização como um todo”, enfatiza.

O levantamento também aponta que profissionais presenciaram, uma ou mais vezes, situações de discriminação nas organizações em que trabalham atualmente, sendo: 49% com relação à orientação sexual, 42% com relação ao peso ou altura, 40% com relação à identidade ou expressão de gênero, 35% com relação à idade e 30% com relação à cor ou etnia. Novamente, onde mais se presenciou situações foi em relação à orientação política (55%).

“ Acreditamos que o fato da homofobia ter sido criminalizada e cada vez mais empresas adotarem programas de diversidade e igualdade de gênero,  o preconceito dentro das organizações tende a diminuir, assim como aconteceu em relação à cor ou etnia”, prevê Santos.

Relacionamento e liderança

Os participantes demonstram satisfação em relação à diversidade na organização em que trabalham, como ao concordarem que as pessoas, independentemente de suas diferenças, são tratadas respeitosamente em seu departamento (89%) e na empresa (69%) e que os funcionários incluem ativamente os colegas diversos (56%). Essa satisfação também deriva ao discordar em que já consideraram deixar a organização por se sentirem isolados ou indesejados (65%); de que se sintam pressionados a mudar características pessoais para enquadrar aos padrões da empresa (58%) e de que tenham que trabalhar mais que os outros para serem valorizados igualmente (58%).

O levantamento revela que se, por um lado, a liderança das organizações em que os profissionais trabalham atualmente incentiva os funcionários a trabalharem com colegas com diferentes características de diversidade (45%) e investiga as denúncias de tratamento injusto e de preconceitos (44%), por outro tem falhado ao não auxiliar os funcionários a reconhecerem preconceitos que promovem a discriminação ou a exclusão no local de trabalho (52%) e ao não agrupar funcionários com diferentes características de diversidade para trabalharem juntos (45%).

Foco nas organizações

Entre as empresas, participaram do estudo 124 corporações, entre associadas e não associadas à Aberje, e que figuraram entre as maiores e melhores do país, totalizando um faturamento da ordem de R$ 1,24 trilhão, equivalente a 18,3% do PIB brasileiro de 2018.

As questões apresentadas destacaram a existência de programas formais nos temas, os tipos de diversidade abrangidos, as justificativas de negócio para a implementação, responsabilidades de gestão e disseminação, comitê formal e grupos de afinidade, as formas de monitoramento de eficácia das políticas e ações, os canais para denúncias a violações, atividades de treinamento e conscientização e principais barreiras em relação à estratégia para a área estão entre os pontos abordados. 

Das 124 empresas participantes do estudo, 63% têm programa de Diversidade e Inclusão. Entre os tipos de diversidade mais abrangidos pelos programas das organizações, destacam-se: pessoas com deficiência (96%), identidade de gênero (83%), cor/etnia (78%) e orientação sexual (74%). Os segmentos têm sido trabalhados pelas organizações principalmente nos processos de comunicação, de recrutamento e seleção e de treinamento e desenvolvimento.

As principais justificativas das organizações para as iniciativas relacionadas à diversidade são: melhorar a imagem e reputação organizacional (68%), contribuir para as mudanças estruturais da sociedade (63%), aumentar a eficiência interna (57%), qualificar sua cultura organizacional (54%) e desenvolver soluções inovadoras (47%).

Evidenciando a preocupação das empresas com os temas, Hamilton dos Santos, diretor-geral da Aberje, revela que a pesquisa mostrou que a grande maioria das organizações utilizam nos anúncios, materiais promocionais e outras peças de comunicação externa, imagens que representam uma população diversa. “As organizações também disponibilizam canais na maioria das vezes internos, para denúncias de violações contra o programa”, detalha.

#Bolsonaro xinga e agride não só a chapa vencedora na Argentina, mas a opção dos cidadãos do terceiro maior parceiro comercial do Brasil

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As eleições primárias na Argentina não apresentaram resultado que agradasse totalmente o mercado. Após a vitória de Alberto Fernández, da chapa da ex-presidente Cristina Kirchner, contra Maurício Macri, a Bolsa Merval teve queda de cerca de 38%, com perdas até US$ 23,7 bilhões.

Para o Brasil, a crise no país vizinho, pode abalar consideravelmente as exportações, já que estas reduziram pelo menos 40% nos primeiros sete meses de 2019.

Para piorara situação, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, um trapalhão político como poucos, foi hostil com a chapa vencedora e agrediu violentamente a escolha dos cidadãos argentinos.

Abaixo, informações da Nova Futura Investimentos:

A mais afetada foi a moeda americana, que recentemente havia registrado uma queda de 1,26%, mas com o ocorrido, superou os R$ 4,00. A Bolsa brasileira sofreu uma desvalorização de 2%, operando por volta de 101 mil pontos, o que demonstra uma queda considerável, já que desde o 1º semestre tem operado por volta dos 105 mil pontos.

Para Pedro Paulo Silveira, Economista-Chefe da Nova Futura, a crise na Argentina afeta diretamente o Brasil quando se fala sobre as relações comerciais entre os dois países. “Isso se deve à queda no número de exportações daqui para lá. Uma crise econômica do nosso vizinho, derruba a demanda por nossas exportações e tem um impacto negativo sob o crescimento brasileiro”, explica. Silveira destaca que a crise econômica do país deve contaminar o ambiente de negócios caso haja descuido nas agendas internacionais. “Essa crise pode contaminar o ambiente de negócios, se fizer novamente um default de seus compromissos externos”, comenta.

Pedro Paulo afirma que a questão do descuido com a agenda internacional pode não ser um fator determinante, mas que deve deixar os agentes mais apreensivos ao investir. “Ainda que esse último evento tenha menos influência, ele acaba por aumentar a cautela dos agentes”. A votação em 1º turno das eleições deve acontecer oficialmente no dia 27 de outubro. O mercado aguarda pelos resultados, apesar da aprovação de Fernández ser de 47% nas primárias. Para Silveira, a tendência é que a volatilidade siga subindo até as eleições, visto que o cenário atual é de incerteza e deve manter o mercado com o pé atrás. “A tendência é que a volatilidade suba até as eleições em outubro, à medida que as incertezas continuem elevadas”, finaliza.

Mais Nutrição: doações no Ceará ultrapassam 50ton e entidades recebem novos alimentos

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As trinta entidades que já estão sendo beneficiadas pelo Programa Mais Nutrição receberam nesta quarta-feira (14) uma nova produção da iniciativa, o mix de legumes que possibilita a produção de sopas. Desde o início do programa, em junho, cerca de 50 toneladas de frutas, verduras e legumes foram doados, beneficiando 4.323 crianças e adolescentes. Os alimentos foram distribuídos na Central de Abastecimento do Ceasa (Ceará-CE), em Maracanaú, e o momento contou com a participação da primeira-dama do Ceará, Onélia Santana, os secretários Francisco De Assis (SDA) e Socorro França (SPS) e o presidente da central, Max Quintino.

A primeira-dama Onélia destaca o impacto do programa na vida dos cearenses. “É preciso compreender que há pessoas em situação de fome e, por isso, se faz necessário adotar ações para erradicar essa problemática. Tanto que, na contramão da desnutrição, o Ceará toma medidas para esse enfrentamento diante da grave situação de milhares de famílias que não têm acesso à alimentação saudável”, disse.

De acordo com Josenir Félix, da Associação Beneficente Nova Jerusalém, de Fortaleza, o Mais Nutrição veio para somar com o trabalho realizado pela instituição. “Nosso projeto vive de doações e esses alimentos auxiliam, e muito, no desenvolvimento de nossas crianças. O social vai para além do benefício, por isso acreditamos no objetivo que essa iniciativa apresenta, que é de combater a fome. A gratidão será eterna pelo empenho do Estado em beneficiar àqueles que estão na ponta, que somos nós do terceiro setor”, enfatiza.

O preparo do mix de legumes é feito a partir da doação dos produtos “in natura” pelos permissionários – parte dessa doação também vai “in natura”, semanalmente, para as entidades cadastradas. A meta inicial é atender 16.068 crianças e adolescentes de 91 entidades cearenses.

Preparo

O alimentos é produzido na fábrica de sopas e apresenta uma combinação de legumes desidratados, mantendo o teor nutricional dos alimentos e garantindo a proteína, carboidrato e micronutrientes do Mix de Legumes. A fabricação contará com a doação mensal de 600kg de macarrão do Grupo M. Dias Branco. O mix terá ampla capacidade de atendimento, por ser de fácil e rápido preparo (1kg de sopa prepara 40 porções) e de prazo de um ano de validade para consumo.

“Ninguém consegue nada sozinho, por isso trabalhamos com a parceria das entidades, dos permissionários e da iniciativa privada. Graças a esse conjunto e a vontade de fazer, conseguimos beneficiar inúmeras pessoas, que, muitas vezes, dependem de ações como essa, para garantir uma alimentação saudável”, salienta a secretária Socorro França.

“Estamos cumprindo o papel de reduzir o desperdício de alimentos na Ceasa. Os permissionários são fundamentais na execução dessa fábrica e na produção aqui realizada. Essa parceria só tem a somar, pois estamos contribuindo no enfrentamento a fome, no combate ao descarte de forma incorreta e na alimentação saudável que entregamos para as instituições beneficiadas”, agradece o secretário Francisco De Assis (SDA).

Empresas de ensino podem protestar inadimplentes

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Embora o objetivo final das instituições particulares de ensino seja a educação, assim como qualquer empresa de outros setores, elas precisam gerar lucro. Nesse cenário, escolas e faculdades também estão sujeitas à inadimplência e, sem recursos, essas entidades não conseguem cumprir com sua principal missão, que é oferecer ensino de qualidade para seus alunos. Uma alternativa em situações como essa é o protesto extrajudicial, opção para cobrar valores em aberto, como mensalidades atrasadas, por exemplo.

“A cobrança por meio do cartório é amparada em lei e não tem custo para quem precisa receber um débito atrasado”, comenta Eversio Donizete, presidente do Instituto de Protesto-MG, entidade que representa os cartórios do Estado. Segundo ele, esse é um recurso para quem precisa receber valores em aberto, que são indispensáveis para a manutenção dos seus negócios, mas que não querem recorrer à justiça.

“A partir do momento em que uma instituição de ensino procura o cartório para protestar uma dívida, como uma mensalidade em aberto, por exemplo, o devedor é intimado a pagar o débito e ele tem até três dias úteis, após o recebimento da intimação para quitar o valor”, orienta Eversio. Caso isso não aconteça, o protesto é efetivado, implicando uma série de restrições para o devedor, como impedimento de realizar financiamentos e empréstimos, além de ressalvas em agências bancárias para retirada de talões de cheque, cartões e outros.

Legislação

O presidente do Instituto de Protesto – MG comenta que a cobrança feita pelo cartório segue as normas estabelecidas na lei, o que facilita para escolas, universidades e faculdades, que devem seguir à risca o Código de Defesa do Consumidor (CDC). “A legislação que rege o setor educacional exige que devedores não sejam constrangidos em função de mensalidades em atraso, por exemplo. Por isso, essas instituições devem ficar atentas ao fazer cobranças, pois nem o aluno inadimplente nem seus responsáveis devem ser expostos. Além disso, o código considera como prática abusiva a retenção de documentos pessoais do estudante, como o histórico escolar”, diz.

Donizete reforça que o aluno não pode ser discriminado durante o ano letivo em função de débitos. “A Lei 9.870/99, além de proibir a suspensão de provas, retenção de documentos ou qualquer outra penalidade por motivo de inadimplemento, coloca que a instituição de ensino precisa fornecer os documentos de transferência dos alunos”, diz.

Multinacional lança novo módulo óptico para análise de fibras

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A Valmet, que reivindica a posição de líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, acaba de lançar a nova versão do Analisador de Imagem de Fibra Valmet FS5. Com os seus mais de 35 anos de experiência em medições de morfologia da fibra em laboratório e online, a Valmet apresenta o módulo óptico, de altíssima definição, que mede fibras com uma resolução muito maior, expandindo suas áreas de aplicação e aumentando a precisão das medições.

“Os analisadores de morfologia de fibras da Valmet vem sendo utilizados por muitos anos, com suas tecnologias cada vez mais consolidadas, na América do Sul. O desenvolvimento deste equipamento é feito em parceria com os seus usuários e sua aplicação vai desde as áreas acadêmicas, em Universidades, até os mais desenvolvidos centros de Pesquisa e Desenvolvimento dos fabricantes de celulose e papel”, conta o gerente de vendas da Valmet, André Kakehasi.

Desde o seu lançamento em 2013, o Analisador de Imagem de Fibra Valmet FS5 possibilitou realizar medições padronizadas e precisas de morfologia de fibra, sem necessidade de treinamento especial na sua utilização, na preparação de amostras ou na instalação no laboratório. “A plataforma Valmet FS5 foi validada por mais de cem clientes satisfeitos em todo o mundo. Graças às possibilidades oferecidas pelo novo módulo óptico, tivemos um feedback positivo de nossos antigos e novos clientes”, afirma o diretor da linha de produtos de Analisadores, Medidores e Soluções de desempenho da Valmet, Tuomo Kälkäjä,.

Agora, o novo Valmet FS5 apresenta uma célula de medição mais ampla para melhor medição de Shiveseste módulo conta, também, com uma área de imagem maior para medir fibras mais longas e em maior quantidade, e uma câmera de ultra-alta definição que analisa fibras de forma mais rápida e com maior nitidez, para detecção de fibrilas e partículas pequenas. O novo módulo óptico também está disponível como uma atualização dos analisadores Valmet FS5 já existentes.

“As melhorias na parte óptica permitem que nossos clientes vejam partículas menores, identifiquem partículas como células de parênquima e sejam capazes de medir fibras mais longas ou Shives maiores,” diz o gerente do produto do Valmet FS5, Tommi Niskanen.

O Valmet FS5 destina-se ao uso regular no dia a dia da fábrica, além de atender aos requisitos dos laboratórios de pesquisa. Os resultados estão em conformidade com a norma ISO e são totalmente rastreáveis, além de fornecerem uma melhor compreensão do potencial da celulose para a fabricação de papel, ajudando os fabricantes a gerenciar melhor o processo para obter a qualidade desejada do produto final. Os requisitos de manutenção do Valmet FS5 são mínimos e cada unidade é calibrada com uma ferramenta credenciada no centro de produção da Valmet em Kajaani, na Finlândia.

Governo deve definir novo pacto federativo na próxima semana, diz senador de PE

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O Planalto decidiu avançar com o novo pacto federativo e deve definir na próxima semana a partilha de recursos da cessão onerosa e do Fundo Social do Pré-Sal com estados e municípios. Segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o dinheiro arrecadado com o leilão da cessão onerosa, marcado para novembro, também será usado para pagar R$ 4 bilhões referentes à Lei Kandir. Outros R$ 21 bilhões do leilão serão distribuídos de acordo com os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Já em 2020, começa a partilha dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal.

Fernando Bezerra explicou que a divisão de recursos com estados e municípios será definida numa reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na próxima semana. A ideia é aproveitar as propostas já aprovadas pela Câmara e que estão tramitando no Senado, como a da cessão onerosa, para fazer a partilha.

“A União não está abrindo mão de um milímetro de recursos de receita corrente. A partilha é de toda receita nova, advinda de royalties do petróleo e de reserva especial. Teremos a partilha dos recursos do Fundo Social, que é um novo recursos, que não se confunde com a cessão onerosa. O Fundo Social é outro recurso, que será partilhado a partir de 2020 – começa com 30% e vai até 70%. Isso vai configurar um novo arranjo federativo no Brasil”, afirmou o líder.

PREVIDÊNCIA – Os líderes dos partidos no Senado definiram um cronograma para a votação da Reforma da Previdência. A expectativa é que proposta de emenda constitucional (PEC) seja votada em 60 dias, o que permitiria a promulgação pelo Congresso Nacional até 10 de outubro.

Para o líder Fernando Bezerra, a Reforma da Previdência terá entre 56 e 60 votos favoráveis no plenário do Senado. “O governo está muito confiante. Estimamos entre 56 e 60 votos para aprovar a Reforma da Previdência e não vamos permitir nenhuma desidratação da proposta que saiu da Câmara.”

O senador Fernando Bezerra acrescentou que eventuais inovações no texto vão tramitar na reforma de uma PEC paralela, que retornará para análise da Câmara. “É uma única PEC que, depois de votada em plenário, será fatiada pelo presidente do Senado e tramitará como se uma PEC autônoma fosse.”

Especialistas comentam efeitos no Brasil

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O resultado das prévias eleitorais na Argentina surpreendeu as expectativas do mercado. Com a derrota por uma boa margem da chapa de Maurício Macri, os mercados derreteram, a Bolsa de Valores portenha perdeu US$ 23,7 bilhões em valor de mercado somente na última segunda-feira. Além disso, o valor da moeda caiu 16% em relação ao dólar, mesmo com as medidas do governo para reter a evasão de dólares do país. Especialistas do mercado financeiro comentam sobre como esses eventos podem afetar a economia brasileira.

Para Pedro Coelho Afonso, especialista Relações Internacionais e Economista-Chefe da PCA Capital, o histórico da chapa que saiu à frente da disputa levou a forte reação. “O mercado reagiu negativamente devido a possibilidade do retorno de um governo que acabou por degradar a economia argentina com dados manipulados, nacionalização de empresas e uma série de medidas que impactaram na crise atual. Os investidores fogem drasticamente de cenários desse tipo”, explica.

O Diretor de Câmbio da FB Capital, Fernando Bergallo, explica o movimento de compra de dólares para escapar de possíveis crises, chamado de “fly to quality” ou “voo para a qualidade”. “Em uma crise de um país emergente e importante como a Argentina, todos os outros países emergentes são ‘contaminados’. Na argentina, o candidato para o mercado é o Macri, se ele for derrotado é provável que se conflagre uma crise econômica. Existe um movimento que se chama Fly to Quality é, basicamente, uma busca por ativos de maior segurança. O Brasil e todos os outros países emergentes configuram um risco maior para investimentos que os EUA, por exemplo. Então o dólar tende a valorizar mais em frente a outras moedas. O ouro também é outro ativo que se valoriza neste caso. O que acaba afetando todo o mercado”, comenta Bergallo.

Segundo Jefferson Laatus, Estrategista-Chefe do Grupo Laatus, o principal problema está na relação entre a chapa oposicionista e seu alinhamento com a política atual do Brasil. “Não é exatamente a crise da Argentina que traz problemas para o Brasil. A Argentina é a 3ª maior compradora de exportações brasileiras, então é um mercado importantíssimo. A preocupação agora então é como vai ficar a relação do governo Bolsonaro com um possível governo Fernandez. Recentemente o Presidente Jair Bolsonaro fez duras críticas à chapa oposicionista que também é muito pouco amigável ao Presidente. O que mostra que a relação entre os países será bem complicada. Então, a grande questão é a perda de um cliente fundamental. Além dos acordos, como o do Mercosul, que possivelmente serão revisados caso se concretizem os resultados deste final de semana”, ressalta Jefferson.

De acordo com Daniela Casabona, Sócia-Diretora da FB Wealth, existe uma preocupação em relação aos acordos entre Brasil e Argentina, pois o candidato derrotado nas primárias é mais alinhado com o governo Brasileiro. “Os resultados das eleições primárias impactaram de forma bastante negativa no Brasil em função da derrota de Macri, que fez com que o dólar disparasse para quase R$ 4,00 e causasse uma forte turbulência na Bolsa. Isso porque a possível derrota da chapa de Macri pode impactar as relações que o país tem com a Argentina. O candidato e atual presidente tem uma visão mais pró-mercado que a oposição e que vai mais de encontro com a nossa política atual”, finaliza.

Empresa oferece dossiê com informações detalhadas de devedores, acompanhado de parecer jurídico

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A inadimplência é sempre impune no Brasil?Por que devedores mal-intencionados conseguem, muitas vezes, blindar tranquilamente seu patrimônio a fim de não acertar as contas com seus credores? E por que parece tão difícil detectar estas fraudes e apresentá-las à Justiça?

A Victoria Jus é uma Lawtech que chega ao mercado para romper estes paradigmas. Quem explica é o CLO da empresa, Armando Zanin: “Nosso carro-chefe é o Read, o Relatório de Estudo Aprofundado do Devedor. Trata-se de um dossiê completo com todas as informações sobre os devedores, seus relacionamentos e patrimônio; histórico de participações societárias e a análise jurídica de documentos que permite o cruzamento de datas para checar eventuais alienações de bens e até fraudes. Com esta ferramenta, o advogado consegue, de forma imediata, tomar as medidas jurídicas cabíveis em cada caso de recuperação de crédito, tanto na fase cautelar ou no processo de execução. Estamos no mercado para empoderar o credor”.

O dossiê é construído com base em muita pesquisa e tecnologia. Tiago Neves, CIO da Victoria Jus comanda consultas em mais de 2,5 mil cartórios, bureaux e órgãos diversos espalhados pelo Brasil e faz o cruzamento com informações públicas. “Completam a pesquisa muita expertise e até o uso de inteligência artificial”.

Para tornar o Read ainda mais completo, ele chega aos clientes com um parecer jurídico, responsabilidade de Armando Zanin. “O Judiciário oferece algumas ferramentas básicas para busca de bens e ativos em nome dos devedores de um processo. Contudo, tais mecanismos se mostram, na esmagadora maioria das vezes, insuficientes para a localização de patrimônio de devedores contumazes, que realizam a blindagem de seus bens na tentativa de fraudar credores e fazer com que as ações de execução se arrastem por anos”, justifica. “Com o nosso serviço, vamos ajudar os advogados num estudo mais aprofundado do devedor, fornecendo mecanismos de fato e de direito capazes de identificar eventuais fraudes que impedem o credor, em um primeiro momento, a alcançar o patrimônio do devedor”.

O Read pode ser contratado pelo site www.victoriajus.com.br; por e-mail contato@victoriajus.com.br   ou pelo Whatsapp (19) 99864-9146.

Sobre a Victória Jus

A Victoria Jus é uma Lawtech que fornece a credores e advogados o Read – Relatório de Estudo Aprofundado do Devedor,. Trata-se de um dossiê inteligível para o universo jurídico, que agiliza sobremaneira a recuperação de ativos. Além de pesquisa de bens, é capaz de dectar fraudes, blindagem de patrimônio, localização do executado bem como suas relações, além de várias outras informações de extrema relevância. Vem acompanhado de um parecer jurídico. O serviço pode ser contratado pelo site www.victoriajus.com.br; por e-mail contato@victoriajus.com.br   ou pelo Whatsapp (19) 99864-9146.

Os #comunistas estão chegando! #China expõe produtos em feiras

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Entre 17 e 19 de setembro serão realizadas no São Paulo Expo, na Rodovia Imigrantes, na capita paulista, as feiras China Machinex e China Homelife Brazil. Ambas acontecem simultaneamente e trazem produtos que vão de maquinário pesado a objetos de decoração.

A sexta edição consecutiva do evento no país comprova o interesse dos empresários chineses em fazer negócios com os brasileiros. O projeto chinês objetiva abrir mercados para fabricantes chineses em mercados em desenvolvimento, trazendo produtos que já contam com certificações de qualidade em mercados como o norte-americano e o europeu. Para os empresários brasileiros o benefício é a possibilidade de suprir carências de produtos por meio de reuniões com mais de 800 fornecedores em um único local, sem sair do país, além da possibilidade de estabelecer parcerias de longo prazo com fabricantes que almejam eleger distribuidores e revendedores no país.

Todos os anos, as empresas que aderem ao projeto que faz parte do Programa chinês “One Belt One Road”,  viajam por 13 países, como Turquia, Polônia, Cazaquistão, Índia, Egito, África do Sul,Nigéria, Quênia, Brasil, México, Irã, Emirados Árabes Unidos, e Jordânia. As empresas participantes passam pelo crivo de qualidade do governo chinês e têm experiência com exportação e compromisso ambiental. 
 

O Brasil ocupa posições de liderança entre os países que participam do road show. Em 2018, mais de dez mil empresários e profissionais de diversas regiões brasileiras visitaram as feiras e participaram das rodadas de negócios que, desde a primeira edição do evento em 2014, aumentaram 50%.
 

“As feiras deste ano terão quase o dobro de espaço. 800 expositores se juntarão e farão o maior evento já realizado em São Paulo. O positivo cenário econômico brasileiro deve resultar em um aumento no número de transações entre compradores brasileiros e vendedores chineses durante as feiras”, comenta Binu Pilai, diretor da Meorient, organizadora do projeto.

Este ano, os destaques da China Homelife estarão no setor de móveis para casa e escritório, equipamentos de ginástica, linha premium de home têxtil, iluminação decorativa, malas e acessórios de viagem, tecidos e roupas, além dos já tradicionais eletrodomésticos e artigos para o lar. No setor industrial, a China Machinex Brazil vai destacar fornecedores de empilhadeiras de vários portes e tipos, motoredutores e equipamentos e peças para indústria do plástico e borracha. Associações de negócios que apoiam o evento realizarão um evento preview para mostrar aos seus associados os destaques da edição 2019.
 

“O aumento do interesse de importadores locais para visitar a feira e o crescimento das vendas nas plataformas de e-commerce com produtos importados indicam que a feira está bem posicionada tanto para o comércio – para bens de consumo – quanto para a indústria que pode se beneficiar das ofertas de equipamentos industriais oferecidos pelos expositores”, comenta Anselmo Carvalho, da ExpoSolutions, braço organizador do evento em nome da Meorient.

Companhia inaugura casa colaborativa em Belo Horizonte (MG)

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Baanko, empresa mineira de aceleração e investimento em negócios de impacto, lança iniciativa pioneira para reunir em um mesmo espaço empreendedores, investidores e organizações que fomentem a inovação com impacto socioambiental. Localizada ao lado da Praça da Liberdade, no coração de Belo Horizonte, a Casa Baanko será aberta amanhã (sábado, 17 de agosto), mas já foi palco de um evento de pré-inauguração, em 23 de julho, que reuniu diversos parceiros e investidores. De acordo com os idealizadores, esta é a primeira de outras cinco casas compartilhadas a serem abertas até o final de 2020. O plano é criar grupo de ‘Casas Baanko’, espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, conectadas entre si como uma rede a fim de encontrar soluções de impacto para problemas das cidades e organizações.

Negócios de impacto são aqueles que promovem inovações e transformações que levam ao desenvolvimento ou melhora socioambiental de forma mensurável, de acordo com o fundador da Baanko, André Menezes. “Vemos que é preciso – e possível – resolver problemas sociais e ambientais sistêmicos através de negócios e que é urgente oferecer mais e melhores oportunidades para populações de menor renda.”Segundo ele, a capital mineira foi escolhida por ser a sede de fundação da empresa, desde 2014, com objetivo de materializar a rede de parcerias e ser o produto mínimo viável. “Esta primeira Casa Baanko é um local pensado para conectar empreendedores e investidores com organizações que estão pensando em inovação, mas com impacto. Uma vitrine a fim mostrar o potencial do projeto da casa, alinhado aos objetivos do negócio”. Ele explica que um dos objetivos, a partir de agora, é ativar comunidade do entorno, em conjunto com o Circuito Cultural Praça da Liberdade, para pensar nos impactos que podem ser gerados na região.

Como todo negócio de impacto, a iniciativa tem a intenção de ser autossustentável. Além dos investimentos dos membros, de patrocinadores e das empresas residentes, o faturamento da Casa Baanko também virá do aluguel de salas e de espaços para finalidades diversas, como eventos, galerias de arte, exposições culturais, e uma “Sala de Guerra” especial para workshops de inovação e design thinking.O empresário explica que “esta primeira é uma ‘casa conceito’, onde iremos potencializar os serviços e produtos de negócios de impacto”. Como exemplo, ele cita algumas startups parceiras já confirmadas, como a Morada da Floresta, que irá compostar 100% dos resíduos produzidos na casa; a ImpactLab, um hub de especialistas que agregam valor estratégico e compartilhado para negócios de impacto; a Mooca, para a venda de produtos criativos locais; a Cofice, para que a cafeteria seja sustentável; e a FazGame que cria aplicativos de educação para escolas públicas e irá produzir uma espécie de jogo online para que os interessados possam conhecer a casa por meio de um aplicativo.

O local, que funcionará todos os dias, das 7h às 23h, pretende ser livre de plástico e pet friendly. Contará também um ‘espaço kids’, a fim de apoiar mães de crianças até dois anos de idade, além de outros empreendimentos de impacto que poderão se beneficiar do ambiente de colaboração e inovação.

André completa que o objetivo da Casa Baanko é oferecer um ecossitema de apoio, onde os membros se beneficiam do trabalho uns dos outros, compartilhando conhecimento, ideias, conexões, formando parcerias duradouras, bem como oportunidades de crescimento de seus respectivos negócios. “Nós acreditamos na economia colaborativa, onde empresas atuam em rede a fim de idealizar e viabilizar inovações que possam gerar ou potencializar um impacto mensurável, ligado a pelo menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, finaliza.