Legislativo de Fortaleza disponibiliza Central de Atendimento da AMC

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A Câmara de Fortaleza, por intermédio da Sala do Empreendedor Delmiro Gouveia, está agora ofertando serviços da Central de Atendimento da Autarquia de Trânsito e Cidadania (AMC), órgão da gestão municipal.

A proposta foi implementada pelo presidente da Casa, vereador Antônio Henrique (PDT). O posto visa a melhorar a qualidade do serviço prestado à população, além de promover um acesso mais fácil. Neste mês de julho, o atendimento será de segunda-feira a sexta, das 7h30min às 13h.

Os motoristas podem resolver pendências com o órgão, requerer credenciamento de idosos e pessoas com deficiência para estacionamento especial, solicitar defesa e recursos das notificações de trânsito, além de pedir sinalizações, fiscalizações e fazer outras consultas.

Crise e oportunidade: como as editoras menores estão crescendo num cenário de declínio do setor?

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a comparação de 2017 e 2018, o setor editorial obteve uma queda real (considerando a inflação) de 4,5%, segundo um estudo da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) juntamente com a SNEL (Sindicato Nacional das Editoras de Livros) e a Câmara Brasileira do Livro (CBL). Além disso, a produção caiu 11%, ou seja, houve uma diminuição de 43,37 milhões de obras impressas.

O cenário gerou consequências para grandes livrarias, que foram obrigadas a fechar as portas de diversas unidades. No entanto, editoras menores estão ganhando fôlego e indo na contramão do setor; este é o caso da Editora AlfaCon.

Entre 2017 e 2018, a Editora apresentou um aumento de 27% em sua receita. Hoje, a empresa que surgiu em 2014, tem capacidade de atender mais de 400 pedidos por dia, sendo de consumidores finais ou empresas. O centro de distribuição fica na capital paulista e tem capacidade de armazenamento para mais de 150 mil livros, que são entregues em todo o Brasil.

A Editora, que surgiu a fim de suprir a demanda de materiais de alta qualidade na preparação para concursos públicos, vem expandindo o seu catálogo no âmbito educacional para: ENEM, áreas jurídicas, ciências exatas, humanas e sociais.

Em consonância com o movimento, a Editora investiu recentemente na compra dos direitos de best sellers internacionais, nos ramos de negócios e desenvolvimento pessoal. A tradução das obras já está em andamento, assim, no segundo semestre, as prateleiras das livrarias vão acomodar as mais novas versões de: Scalling Up, Great Leaders Have No Rules, Hooked e Indistractable

A estratégia é trazer títulos de grande relevância para o mercado brasileiro nas duas categorias que apresentaram aumento no faturamento entre 2018 e 2019. O tema “autoajuda” lidera com uma variação positiva de 39%, seguida pela “administração/economia” com 21%, de acordo com dados do Grupo GfK e da Associação Nacional das Livrarias. “Escolhemos esse mercado devido ao seu potencial de crescimento, mas principalmente, por estar alinhado com nosso princípio empresarial fundamental: mudar a vida das pessoas por meio da educação”, explica o diretor Javert Falco.

Outro fator que faz a diferença na ampliação é oferecer ao consumidor diferentes canais para compra. São mais de 250 lojas físicas, considerando livrarias e outros estabelecimentos. Esse fator é relevante quando observamos que entre 2018 e 2019 houve um aumento de 17,1% no faturamento em locais diferentes de livrarias.

Além disso, as compras pela internet são extremamente relevantes para a marca, já que a Editora faz parte do grupo AlfaCon, empresa de educação e tecnologia especializada em concursos públicos que possui mais de 2 milhões de alunos ativos em sua plataforma online.

Os desafios do varejo online de moda no Brasil

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De acordo com a empresa de análise de dados Ebit|Nielsen, o comércio eletrônico tende a crescer 15% em 2019 no país, com um faturamento de  R$ 61,2 bilhões, além de um aumento de 12% no número de pedidos, chegando ao fim do ano com 137 milhões de compras online. Segundo a pesquisa, algumas das categorias que puxam essa onda de crescimento são os setores de cosméticos, perfumaria e moda.

Tais produtos comumente exigem experimentação do consumidor, mas não são mais vistos como um entrave para a aquisição online. Se antes o comportamento era ir a uma loja física para ver se determinada roupa ou tênis combinavam/serviam, hoje, a confiança do consumidor cresceu tanto que mesmo que o item desejado não sirvam, a opção de troca é rapidamente acionada. Além disso, nos últimos anos esse cenário se modificou e também agregou outras formas de compra e venda por meio da internet.

Contudo, ainda são necessários alguns cuidados para que essa confiança com a marca realmente aconteça. Alguns aspectos, como segurança digital e facilidade no momento da compra são pontos básicos de um e-commerce, mas outros exigem uma maior exploração. É o caso do atendimento personalizado. O desafio nas lojas virtuais de moda, principalmente, é mostrar para o usuário a importância e a relevância de uma peça, bem como fazê-lo compreender as formas e os tamanhos de forma mais realista.

É por este motivo que existem algumas lojas virtuais que oferecem atendimento personalizado para cada cliente, com o objetivo de tirar dúvidas, solucionar problemas e orientar o consumidor durante o processo de compra. No quesito facilidade, o objetivo deve ser a usabilidade do site para dispositivos móveis — de acordo com uma pesquisa da WGSN, 64% dos varejistas entrevistados consideram o pagamento pelo celular prioridade para o funcionamento do negócio.

As informações, como características da peça, cores, tamanhos e formatos também devem estar evidente não só como em forma de imagem como também em texto, para incluir consumidores que possuem algum tipo de deficiência visual. Todos esses pontos, aliados a um bom estoque de produtos, diminuirão o índice de desistência da compra.

Um e-commerce de moda também precisa ter uma logística muito bem estruturada e uma política clara de troca de produtos. Caso essa operação não seja completada com sucesso, a insatisfação do cliente comprometerá a reputação do negócio. Demora na entrega dos produtos, problemas em pedidos e devoluções são alguns dos principais riscos para o varejo de vestuário online.

Para otimizar todas essas questões, é imprescindível ter uma ferramenta de monitoramento, coleta e organização de todos os dados, como um ERP online. A vantagem desses softwares, vendidos por diversas empresas especializadas, é o fato de poder manter todas as informações na nuvem, assegurando a segurança dos consumidores e da própria empresa.

Os softwares de gestão empresarial ajudaram, e muito, no controle do estoque, envio e recebimento de mercadoria, entrega de produtos ao consumidor, trocas e devoluções, além de questões mais específicas ao universo das finanças. Obter um recurso como esse pode ajudar a reduzir os eventuais riscos e a aumentar a margem de lucro, já que também é possível observar todos os custos inerentes à operação do e-commerce.

Reforma da Previdência: um debate desonesto

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O Sindicato dos Fazendários do Ceará (Sintaf) promove nesta quinta-feira, dia 4 de julho, a partir das 8h30, o seminário “Reforma da Previdência: Um debate desonesto”. É no auditório da Sefaz (Av. Alberto Nepomuceno, nº 06, Centro)

Para tratar do tema, foi convidado o professor-doutor Eduardo Fagnani, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (IE/Unicamp). Os debatedores são o deputado estadual pelo PCdoB-CE, Carlos Felipe; o diretor de Aposentados e Pensionistas da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Celso Malhani; e o diretor de Assuntos Econômico-Tributários do Sintaf, Pedro Vieira.

As inscrições são abertas ao público interessado (vagas limitadas). Para se inscrever no seminário, é preciso acessar o site do Sintaf e preencher o formulário disponível: www.sintafce.org.br.

Eduardo Fagnani tem doutorado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas, ele tem se destacado pela visão crítica à proposta de reforma da Previdência do atual governo, apontando com detalhes o impacto que a reforma traria à sociedade, tal como ora se apresenta.

Eduardo encabeça, ainda, a equipe de especialistas que elaboraram as premissas da Reforma Tributária Solidária (RTS), projeto desenvolvido através de parceria entre a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip) e a Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco).

Glenn Greenwald será convidado pela CCJ do Senado para falar sobre flagrantes contra Sérgio Moro e Deltan Dalagnol

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Da Agência Senado:

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (3), requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para que o jornalista Glenn Greenwald (foto), do The Intercept Brasil, seja convidado a comparecer a uma audiência pública.

Os senadores querem que o jornalista — editor do site responsável pela divulgação das conversas envolvendo o ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro com procuradores pelo aplicativo Telegram — preste esclarecimentos sobre as mensagens trocadas enquanto ele atuava como juiz da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

A data da audiência ainda será agendada.

Liderança no meio corporativo: os líderes devem fugir do tom messiânico

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Artigo de Gabriela Viana, diretora de marketing da Adobe para a América Latina.

Confesso aqui meu incômodo com o tom messiânico que tantos artigos usam para tratar o tema da liderança no mundo corporativo. Um modelo de líder beatífico, ocupando um lugar semi-espiritual, intocável. Sempre que me deparo com um texto desses, tenho um primeiro pensamento: “Não conseguirei jamais ser essa pessoa”. E, na sequência, tenho outro: “Jamais conheci essa pessoa no mundo corporativo”.

Ao longo da minha carreira tive líderes maravilhosos. No entanto, nenhum deles era Jesus. E eu realmente não tinha a expectativa de que fossem. Me pergunto se as novas gerações que chegam ao mercado de trabalho, ao lidarem com a atual inflação do que esse papel representa, são capazes de ter a correta compreensão do que é liderança.

Também devo admitir que prefiro 800 páginas de um romance ruim a ler um best seller de autoajuda corporativa. Mas, como sou muito cara-de-pau, exercitei algumas máximas exatamente no estilo autoajuda empresarial – totalmente questionáveis e que não são necessariamente passos a serem seguidos – sobre minhas experiências com líderes e liderança:

  • Ser um líder passa por ser reconhecido como tal. Não há cargo, entrevista ou espuma no LinkedIn que será útil se você não for reconhecido como líder no seu próprio grupo e empresa.
  • Líder não é cargo, é uma capacidade – independe da hierarquia. Você quer e gosta de assumir responsabilidades? Está disposto a lidar com o risco e as partes ruins e inerentes de se colocar, de questionar, de cobrar, de ir adiante, de chamar para si? É um líder. Aliás, convivo com inúmeros líderes atualmente na Adobe – em diferentes cargos, idades e momentos. É um orgulho e um aprendizado vê-los em ação.
  • Você pode até não gostar do líder. Isso não quer dizer que ele – ou ela – não seja um.
  • Liderar, muitas vezes, está no ponto diametralmente oposto a fazer o que vá agradar às pessoas. Estabelecer uma visão e persegui-la com qualidade, determinação de ferro e ética pode eventualmente te render algum bem querer. Mas a imensa maioria de nós, durante grande parte do tempo, terá que “realizar sua visão” (assim, traduzido direto do inglês) – sem sermos bem quistos ou unânimes.
  • Não ter como sua prioridade ser gostado não significa de maneira alguma ser maléfico, venenoso, político na pior acepção do termo. Não se exerce liderança maquinando, fazendo conchavos, arruinando reputações. Um líder não precisa exercer poder nas sombras – não precisa ser desleal ou disfarçar suas ideias e reais intenções. A transparência é sinal de que você tem o respeito e o reconhecimento dos seus pares e do seu time para se expressar de forma genuína.
  • Um líder não consegue ser reconhecido como tal pela força. Nem apenas por obra da bondade. Aprendi muito com líderes que eram difíceis e turrões – e um outro tanto com líderes empáticos e bondosos. Mesmo que apenas em retrospecto, somos capazes de reconhecer quando aprendemos por meio da experiência com alguém. Cada vez que identifiquei que havia visão, competência, compromisso e o desejo de excelência, encontrei um líder. E nesses casos, fui liderada – mesmo que à contragosto.
  • Não há falácia mais venenosa do que vender a ideia de que trabalho e vida pessoal agora são algo “fluido”, partes que se comunicam, família. Enquanto não pudermos trazer a avó para o trabalho, ou trocar as fraldas do filho no meio do escritório, precisamos reconhecer os espaços diferentes de trabalho e família. Quando o trabalho invade o espaço pessoal, isso não é fluidez – se não permite o fluxo contrário. E mesmo a amizade deve ser tratada com a ética que uma relação de trabalho exige. Poupar alguém de uma cobrança genuína porque é amigo, não é amizade, é irresponsabilidade.
  • Nosso papel como líderes deve ser limitado, entre outras coisas, pelo reconhecimento de que você não demite seu pai ou seu filho. Estar consciente dessa diferença é base da ética na qual você se fia para não enganar, confundir ou enlouquecer ninguém – ou a si mesmo. A mesma ética que faz com que você prime pelas pessoas e também pela entrega.

Talvez essas ideias sobre liderança estejam na direção oposta ao conceito de que o líder é um buda bondoso, uma espécie de líder espiritual, uma pessoa que age apenas no campo da persuasão, que tem uma visão, aponta uma direção, e então toca uma flauta atrás da qual hordas de felizes pessoas correm atrás.

Times têm expectativas de que o líder saiba que “the bucket stops at the leader”. Ou seja, que o líder tomará não só as benesses do cargo e o eventual “status”, mas principalmente as dificuldades e a responsabilidade. Quando decidimos transformar todos os aspectos do mundo do trabalho – seja em startups, sejam grandes corporações – em ferramentas adicionais de marketing e persuasão, sem base em uma prática verdadeira, éticas, princípios – negamos uns aos outros a verdade e alimentamos a expectativa de algo irreal.

Devemos nos questionar se a idealização da figura empresarial é o caminho correto. Se as expectativas infladas sobre o que é liderança estão contribuindo para formar novos – e melhores – líderes.

Vocalista revela como é administrar uma banda. E acredite: não difere muito de uma empresa

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A banda Plutão Já Foi Planeta estourou depois de ser vice-campeã do Programa Superstar da TV Globo. O grupo musical de estilo indie tocou no Lollapalooza ano passado e se consagrou na elite da cena musical. A consequência natural foi a explosão no número de shows, que aumentaram em 300% e o cachê que subiu mais de 220%. Com todo este cenário o fluxo de dinheiro também cresceu e com ele a necessidade de gerenciar tudo isso. O Canal 1Bilhão Educação Financeira esteve com o vocalista e guitarrista Gustavo Arruda, que administra as finanças do grupo para entender como funciona este gerenciamento e como ele investe na pessoa física. Logo no começo ele já admitiu que na parte pessoal ainda precisa melhorar muito. “Eu deixo meu dinheiro na poupança. É um grande erro, eu sei. E o meu trabalho de conclusão de curso na faculdade foi sobre o Magazine Luiza”, revela. A ação do Magalu valorizou 15.467% em 32 meses, um fenômeno que o músico não aproveitou.

Durante a entrevista para Fabrizio Gueratto, Financista e Apresentador do Canal, Gustavo Arruda explicou que a administração da banda é exatamente como uma empresa. “A primeira semelhança é que uma banda é uma empresa, só que com vários sócios, o que é mais difícil ainda. Além disso, o artista é um pouco mais complexo e muitas vezes não entende o valor do dinheiro. Por isso, sempre tem que ter um cabeça para organizar tudo. É preciso estar ligado em todos os custos fixos e ter capital de giro. Tudo o que tem numa empresa a gente precisa ter na banda. Precisamos entender que existe uma sazonalidade. Janeiro e fevereiro, por exemplo, é um momento que o Brasil para em função do carnaval. Então é preciso se organizar. É igual um hotel, tem a baixa estação e a alta estação”, revelou o músico que é formado em contabilidade.

Quando questionado sobre a divisão do dinheiro do cachê ele explicou que funciona de acordo com o evento e varia muito. “O cachê é divido em categorias. Existe um cachê fixo, porém, existe o cachê de festival, teatro ou até mesmo participação na bilheteria, que seria como uma sociedade que fazemos em um determinado evento, para diluir o risco do investidor. Cada um destes cachês gera uma receita diferente, maior ou menor que nosso cachê fixo. Tem mês que ganhamos 500% a mais do que no mês anterior. É muito variável. Uma coisa importante é que toda banda tem um custo fixo, incluindo janeiro e fevereiro”, ressalta.

Sobre os erros financeiros que a banda já fez o vocalista explicou que o que mais acontece é pagar por profissionais que não geram o retorno esperado e, portanto, vira gasto e não investimento. “Você muitas vezes paga uma assessoria por um valor altíssimo e não acontece nada. Hoje com a internet todo mundo faz tudo e fala sobre tudo. Todo mundo diz que entende de tudo e isso atrapalha. Temos 6 anos de banda/empresa, então somos relativamente novos. Por isso, fora o pró-labore, nós reinvestimos o resto do dinheiro que entra na própria empresa”. Em relação a ter um especialista para ajudar com a finanças Arruda foi enfático. “O perfil do brasileiro é tratar o dinheiro em um investimento como uma aposta. O mercado financeiro é complexo e precisamos de alguém para auxiliar”, finaliza.

BB disponibiliza R$ 103 bilhões para a safra 2019/2020

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O Banco do Brasil destinará R$ 103 bilhões para a safra 2019/2020, valor 20% superior ao realizado na safra anterior. Serão R$ 91,5 bilhões para o crédito rural e R$ 11,5 bilhões para o crédito agroindustrial. Na visão por segmento, o Banco disponibilizará R$ 14,10 bilhões para a agricultura familiar e R$ 77,40 bilhões para os demais produtores.

Destaques para a Safra 2019/2020

Mercado de Capitais –  além das soluções tradicionais do crédito rural, as empresas do agronegócio poderão contar com o apoio do BB para emissão de Certificado de Recebíveis do Agronegócio – CRA e Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio – CDCA para captar recursos com taxas atrativas e adequar o perfil de suas dívidas ao seu fluxo de caixa.  

Mercado de Opções – o Banco irá disponibilizar, em toda a sua rede de agências, a oferta de opções para proteção de preços das principais commodities agropecuárias, proporcionando maior previsibilidade e planejamento aos produtores na comercialização de seus produtos.

Seguro Rural – além dos seguros agrícola e faturamento para as áreas financiadas, áreas não financiadas ou financiadas com CPR poderão ser contratadas online. A novidade permite a precificação e a contratação instantâneas para clientes específicos e parcelar o pagamento do seguro em até 7 vezes sem juros.

De forma inovadora, o Banco disponibilizará o BB Seguro Pecuário Faturamento, garantindo aos Agropecuaristas o pagamento de indenização quando o faturamento obtido com a venda do rebanho segurado for inferior ao faturamento garantido (valor segurado) constante da apólice.  

Já para os produtores de arroz irrigado do Rio Grande do Sul, será disponibilizado um novo tipo de seguro. Trata-se do BB Seguro Agrícola Personalizado, que garante melhores condições para a comercialização do produto e maior proteção para sua atividade.  

Pronaf Custeio –  solução 100% digital disponibilizada para produtores rurais no âmbito da agricultura familiar que, por meio do App BB, poderão renovar suas operações de custeio a qualquer momento, com agilidade e comodidade, sem que seja necessário se dirigir a uma agência.

Atendimento ao Produtor Rural 

Para atendimento diferenciado aos clientes produtores rurais, o BB dispõe de mais 600 gerentes especialistas, treinados e capacitados para oferecer, além das melhores soluções de crédito agropecuário, auxílio e consultoria nas atividades financeiras e um conjunto completo de produtos e serviços.

O Banco possui ainda uma rede de 250 profissionais agrônomos, veterinários e zootecnistas, que atuam nas principais regiões produtivas do Brasil, prestando consultoria em agronegócios, seguros agrícolas, mercados futuros e opções e análise de projetos.

O BB irá expandir e aprimorar a especialização do atendimento ao produtor rural, inclusive com a criação de mais de 100 espaços personalizados para fortalecer parcerias e intensificar a realização de negócios, reforçando seu protagonismo como o banco que mais investe e apoia o agronegócio brasileiro.

NÚMEROS DA SAFRA 2018/2019 – CE 

Na safra 2018/2019, o Banco do Brasil no Ceará desembolsou R$ 211 milhões em crédito para a cadeia do agronegócio. As operações de custeio, comercialização e industrialização atingiram R$ 148 milhões, enquanto as operações de investimento totalizaram R$ 63 milhões. 

PRONAF – No Programa Nacional da Agricultura Familiar, foram aplicados R$ 77 milhões. 

PRONAMP – No Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural, foram desembolsados R$ 18 milhões. DEMAIS PRODUTORES – Para Demais Produtores o Banco do Brasil no estado desembolsou R$ 116 milhões em crédito rural.

Os principais segmentos financiados pelo BB foram: Bovinos – Leite, Avicultura, Bovinos – Misto, Suinocultura, Bovinos – Carne, Carnaúba, Carcinicultura, Coco, Caju, Banana, Ovinos, Mandioca, Maracujá, Milho e Piscicultura.


PLANO SAFRA 2019/2020 – CE RECURSOS – Para Safra 2019/2020, o Banco do Brasil no Ceará   disponibilizará R$ 278 milhões em recursos para o Crédito Rural, o que representa um montante 30% superior ao desembolsado na Safra anterior, um sendo R$ 101 milhões para a Agricultura Familiar, R$ 22 milhões para Médios Produtores e R$ 155 Milhões para Demais Produtores/Cooperativas. Desse montante, serão destinados R$ 200 milhões para Custeio, Comercialização e Industrialização e R$ 78 milhões para Investimento.

ESPECIALIZAÇÃO DO ATENDIMENTO AOS PRODUTORES RURAIS – Para atendimento diferenciado dos clientes produtores rurais, nosso estado dispõe de 36 agentes de crédito rural, empresas de assistência técnica aptas a realizarem contratações de operações rurais em ambiente web em seus escritórios, gerenciadas por profissionais capacitados e treinados para apresentar as melhores soluções de crédito agropecuário, além de auxílio e consultoria técnica em projetos agropecuários.

O Banco do Brasil no Estado reforça o seu compromisso como o maior parceiro do produtor rural, oferecendo ao cliente experiências de crédito simplificadas e convenientes, amparadas em um processo ágil para a contratação de financiamentos e demais serviços.

Justiça Global obtém status consultivo na ONU

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A ONG internacional Justiça Global recebeu comunicado oficial da Organização das Nações Unidas (ONU) com a concessão de status consultivo especial à organização junto ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC). O status consultivo é uma das principais formas de acesso da sociedade civil ao sistema da ONU. Para a Justiça Global é uma forma de reconhecimento do seu trabalho na defesa e promoção dos direitos humanos, que este ano completa 20 anos. A decisão foi outorgada após dois anos de submissão da candidatura para apreciação.

Sandra Carvalho, coordenadora da Justiça Global, destaca que “a aprovação do status consultivo nessa conjuntura de ataque aos direitos humanos e de fechamento de espaços de participação da sociedade civil é fundamental para darmos visibilidade internacional ao que vem acontecendo no Brasil”.

O Conselho Econômico e Social (ECOSOC) é o principal órgão coordenador das atividades econômicas, sociais e conexas dos 14 organismos especializados das Nações Unidas, das suas comissões técnicas e das suas cinco comissões regionais. É o principal fórum para a discussão de questões econômicas e sociais e a elaboração de recomendações práticas sobre essas questões dirigidas aos Estados-Membros e ao sistema das Nações Unidas.

Agora, a Justiça Global poderá participar ativamente das iniciativas do ECOSOC, inclusive fazendo pronunciamentos e propondo eventos paralelos durante suas sessões. Uma oportunidade extraordinária de incidir sobre o trabalho do Conselho e colaborar no monitoramento e aplicação dos acordos internacionais que o Brasil é signatário. O status consultivo também credencia a Justiça Global para participar das sessões do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Fintech abre dez vagas de trabalho nas áreas de tecnologia e finanças

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Em expansão, a fintech Paketá Crédito, que oferece uma plataforma digital para a contratação e gestão de crédito consignado aos funcionários de empresas, acaba de abrir dez vagas de emprego. Oito dessas oportunidades são para profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação (TI) e duas para trainees das áreas de Finanças, Economia, Administração ou Engenharia. Todas são para trabalhar em São Paulo.

Ao todo, são três oportunidades para Desenvolvedores Full-Stack; duas para Analistas de Testes e de Qualidade de Software, Estagiários de TI e Trainees de Finanças; e uma para Líder Técnico de Tecnologia. Os interessados devem enviar seus currículos para o e-mail time@paketa.com.br

A fintech, que começou a operar em maio deste ano, vai aumentar a equipe para apoiar seu plano de expansão. Com mais de R$ 100 milhões em capital para ser emprestado ainda em 2019, a Paketá tem como meta disponibilizar R$ 1 bilhão em empréstimo consignado nos próximos cinco anos.

Seguem abaixo as responsabilidades dos cargos e os requisitos para cada oportunidade:

Desenvolvedor Full-Stack (3 vagas)

– Responsável por analisar e implementar melhorias nos produtos, além da manutenção e garantia da qualidade dos processos e das soluções. Além disso, deve assegurar a estabilidade e escalabilidade dos produtos.

– Boa noção de Experiência do Usuário (UX)

– Conhecimento intermediário em HTML 5; CSS 3; Javascript; Typescript; Angular 4; PostgreSQL; React com Gatsby; Node.js, utilizando Express.js e Sequelize; Ionic 3; e Cordova

– Desenvolvimento de APIs REST e em versionamento de código e gitflow

– Conhecimento em processos de publicação de apps Android e IOs com as tecnologias mencionadas acima

– Automação de testes em aplicativos mobile e integração contínua

– Perfil analítico

– Inglês fluente

Analistas de Testes e de Qualidade de Software (2 vagas)

– Experiência com elaboração de casos e planos de testes e na sua execução em aplicativos e sistemas Web

– Já ter atuado com alguma ferramenta para documentação dos casos e planos de testes

–  Experiência com sistemas de documentação e gestão de problemas encontrados nos produtos

– Versionamento de código e gitflow

– Automação de testes em aplicativos mobile e integração contínua

– Automação e validação de códigos

– Participação ativa nas decisões sobre tecnologia, infraestrutura e arquitetura de produtos

– Inglês fluente

Líder Técnico de Tecnologia (1 vaga)

– Responsável por planejar e acompanhar as atividades do time de tecnologia da Paketá, além de apoiar o Head de Produto na tomada de decisões estratégicas.

– Deve ter experiência e conhecimento dos requisitos de todas as oportunidades acima

Trainee Financeiro (2 vagas)

– Os trainees farão parte do time de analistas de crédito e serão responsáveis pela análise de balanços financeiros de empresas parceiras. Além disso, manterão contato constante com gestores de fundos e darão apoio ao CFO da Paketá

– Estar cursando os últimos dois anos ou ser recém-formado em Administração, Economia ou Engenharia

– Bons conhecimentos em contabilidade

– Ótimo relacionamento interpessoal para lidar com atendimento ao cliente

– Inglês fluente

Estagiário de TI (2 vagas)

– Atuação em todos os processos de desenvolvimento de sistemas, desde a fase de levantamento de requisitos das áreas de negócios e análise de demandas até a execução de testes de qualidade, desenvolvimento e implantação de melhorias de processos no desenvolvimento de aplicações

Sobre a Paketá

Em operação desde maio de 2019, a Paketá Crédito oferece uma plataforma digital para gestão e contratação de crédito consignado privado. Para as áreas de RH das empresas, simplifica e otimiza em até 90% o tempo necessário para a gestão do benefício do crédito consignado. Por outro lado, a plataforma ajuda os colaboradores a planejar e realizar seus desejos e sonhos de consumo de forma responsável, oferecendo crédito com taxas atrativas e conteúdo multimídia de capacitação profissional e educação financeira.