Fecomércio-CE divulga pesquisa de endividamento

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Close-up of a Calculator and Pen on a Financial Newspaper. Blue-toned.

A Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada em fevereiro de 2019, aponta que 60,5% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O índice veio +4,7 pontos percentuais acima do indicador do último mês de janeiro (55,8%), mas abaixo da medição de fevereiro do ano passado (70,5%).

Inadimplência

A pesquisa ainda aponta que a taxa de inadimplência potencial teve acréscimo de +0,6 pontos percentuais, passando de 7,6%, em janeiro, para 8,2%, o número de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos neste mês.

A proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso aumentou +1,4 pontos percentuais, passando de 19,3% dos consumidores, em janeiro, para 20,7% neste mês.

O tempo médio de atraso é de 66 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 66,9% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 20,8%, seguido da contestação da dívida (9,3%).

Perfil do Inadimplente

O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (inadimplência potencial de 9,1%), com idade acima de 35 anos (9,4%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (8,8%).

Comprometimento da renda

Em Fortaleza, 60,5% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 73,6% dos entrevistados; financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 11,8%; carnês e crediários, com 8,2%; empréstimos pessoais, com 7,1%; e cheque especial, com 3,1%.

O consumidor utilizou o crédito para:

• Consumo de itens de alimentação (44,3% das respostas);

• Realização de despesas de educação e saúde (34,0%);

• Aquisição de eletroeletrônicos (32,4%); e

• Compra de artigos de vestuário (29,8%).

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.377, com prazo médio de sete meses, comprometendo 35,3% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 77,6% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. Dos entrevistados, 11,7% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 10,6% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

• A falta de orçamento e controle dos gastos, com 55,4%;

• Desemprego, com 22,7%;

• As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 20,7%;

• O aumento dos gastos considerados essenciais, com 10,0%;

• Compras antecipadas, com 9,6%;

• Redução dos rendimentos, com 9,2%; e

• Gastos imprevistos, com 8,0%.

Diferença entre endividamento e inadimplência

Todo inadimplente está endividado, porém, nem todo endividado está inadimplente. Quando uma pessoa realiza um financiamento bancário ou tem contas no cartão de crédito, por exemplo, ela assume dívidas. No entanto, o que diferencia o endividado do inadimplente é o pagamento desta dívida. Quem tem contas parceladas e realiza o pagamento em dia, significa que está endividado. Porém, aquele que contrai uma dívida e não consegue realizar o pagamento em um prazo de 90 dias, este pode ser considerado inadimplente.

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A pesquisa de Endividamento é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

Tecnologia reduz custos e melhora resultados do setor varejista

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A estrutura de uma rede varejista vai muito além das gôndolas que o cliente enxerga. A organização envolve fábricas, administração, data centers, centros de distribuição, transportadoras, lojas, franquias e quiosques com produtos e tecnologia para atender as demandas e exigências do “consumidor conectado”

Uma falha em qualquer parte do ecossistema varejista pode acarretar prejuízo financeiro, insatisfação do consumidor e desgaste da marca instantaneamente compartilhada com amigos e nas redes sociais.

Para evitar esses problemas, a Tecnocomp, uma das principais empresas de Gestão de Serviços de TI, desenvolveu soluções ponto a ponto que englobam o projeto do data center, redes de comunicação, fornecimento dos equipamentos, instalação das lojas e suporte sete dias por semana de toda a instalação.

“As ofertas para o varejo são desenvolvidas por nossos engenheiros em conjunto com os clientes a partir de demandas reais na operação, tanto para inovação quanto para sustentação do “business”. Esta é a diferença entre prestar serviços de reparo das máquinas A ou B e fazer parte do negócio, além de ajudar os clientes a crescerem através do aumento das vendas e melhor atendimento ao consumidor final”, afirma Ricardo Perdigão, diretor comercial da Tecnocomp.

Em um cliente de lojas de variedades atendido pela Tecnocomp, o grande desafio era a gestão de fornecedores mais eficiente, redução das perdas e custos, além da integração de novas tecnologias. Hoje são realizados trabalhos de “field service”, instalação de servidores, switches e softwares em uma rede com mais de 1.300 lojas, 15.000 PDV’s em todo território nacional, que apura nos últimos 3 anos redução de custos crescentes que estão hoje na ordem de 35%.

O portfólio personalizado oferece os serviços de Centro de Operações NOC (monitoramento 24 horas a servidores, links, ativos de redes e PDV’s), Rollout (distribuição, remanejamento ou atualização de softwares e hardwares), Inventário e Instalação de lojas (configuração, testes, checagem de ativos, identificação e documentação fotográfica), Service Desk (atendimento telefônico e suporte remoto 24 horas por dia), Field Service (atendimento às lojas com backup e peças em todo o Brasil).

Um dos grandes diferenciais da Tecnocomp para o segmento varejista é ampla rede de parceiros que conta com mais de 160 empresas em todo o Brasil, o que possibilita entrega dos serviços com agilidade e qualidade. A Tecnocomp atende hoje grandes clientes como Lojas Americanas Lojas Americanas, Grupo SBF Centauro, Etna Vivara, Fast Shop.

Envelhecimento da população aquece mercado de franquias

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O envelhecimento da população tem impactos sociais e econômicos em diversas esferas. No universo empreendedor não é diferente: crescem os investimentos em produtos e serviços voltados para o público 60+.

Esta tendência se deve, principalmente, ao aumento da população. De acordo com o IBGE, o número de pessoas com mais de 60 anos deve triplicar até 2050 e, além de crescer em números, este público ainda tem alto poder de compra.

No Brasil, já são mais de 40 milhões de homens e mulheres acima de 50 anos, que respondem por 34% do que é gasto, o equivalente a 1 trilhão de reais por ano. Quase R$ 85 bilhões por mês.

Mais significante é que eles adicionam grande parte deste valor para preservar sua saúde e bem-estar, mercado que representa em média 7% do Produto Interno Bruto do Brasil, com uma movimentação de R$ 300 bilhões por ano, de acordo com o Sebrae.

“O idoso está atrás de qualidade de vida. O perfil mudou. Hoje ele quer agir igual ao jovem, tem dinheiro e saúde e pretende desfrutar dos prazeres da vida”, declara Ariadne Mecate, consultora do Sebrae-SP em entrevista à Folha de S. Paulo.

O segmento cresceu 17% em 2017, em comparação com o ano anterior.

Neste cenário, destaca-se a franquia Supera Ginástica para o Cérebro, que tem uma metodologia para desenvolver habilidades cognitivas e socioemocionais, como memória, raciocínio, concentração, criatividade e autoestima, e ainda previne o aparecimento de sintomas de doenças neurodegenerativas, com o Alzheimer, contribuindo para a longevidade.

Ao promover a qualidade de vida do idoso, proporciona também vantagens econômicas ao próprio idoso e seus familiares, que diminuem os gastos com enfermeiros, cuidadores e tratamentos de saúde.

Há mais de 13 anos no mercado, a rede de franquias Supera se faz presente em todo o território nacional, com 350 unidades em todo o Brasil.

“O Supera apresenta um potencial de mercado gigantesco e nós ainda temos a satisfação de saber que ajudamos a transformar vidas em todo Brasil. O curso pode ser feito por pessoas de todas as idades, e a terceira idade é o nosso público mais fiel. Do total de alunos que temos no país, mais da metade tem mais de 60 anos”, conta Antônio Carlos Perpétuo, presidente fundador da Franquia.

Para o empresário, muitos franqueados da rede optaram por investir na franquia Supera por perceberem como a degeneração das funções cerebrais impactam na qualidade de vida de seus pais e dos idosos de um modo geral. “Abraçar um negócio por conhecimento de causa já é um fator que contribui para o sucesso do empreendedor”, completa.

Além de ter 7 Selos de Excelência da ABF, o SUPERA é mais uma das franquias em alta mais premiadas: é também franquia 5 Estrelas, pela premiação das melhores franquias do Brasil realizada pela Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN), da Editora Globo.

A franquia Supera também é a primeira empresa brasileira a conquistar o Selo “Empresa Amiga do Idoso”, concedida pela Associação Brasileira de Gerontologia.

Bernardo Scudiere é o novo diretor de Energia da Oi e vai reforçar estratégia de eficiência energética

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A empresa de telefonia e Internet Oi tem um novo diretor de Energia. É Bernardo Scudiere. O executivo chega para apoiar o plano de eficiência energética da companhia, que visa ao aumento do consumo de energia renovável, com migrações para fontes incentivadas, geração distribuída – fonte solar.

Bernardo recebe também a missão de contribuir efetivamente com a restruturação da área de energia da Oi trazendo as melhores práticas do mercado global para a companhia.

Administrador por formação, pós-graduado em Telecom, Finanças Corporativas e com MBA em Gerenciamento de Projetos e Riscos na Universidade da Califórnia, Bernardo tem mais de 12 anos de experiência nas indústrias de energia e telecomunicações.

Recentemente ocupou o cargo de diretor de Energia na SGP Solar e teve uma longa passagem nas empresas do Grupo EBX. A área de Energia na Oi se reporta diretamente a Diretoria Administrativo Financeiro, liderada por Silvio Almeida, e terá como foco a redução de custos, contribuindo com a estruturação da empresa em sua nova fase de investimentos.

Startups do Programa de Aceleração Visa apresentam novos serviços e produtos

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As 14 startups participantes da segunda rodada de 2018 do Programa de Aceleração Visa concluíram o processo que percorreram desde agosto entre mentorias, aprendizados e, para cinco delas em estágio avançado, um mês de imersão no Vale do Silício. Durante o evento, os integrantes tiveram 3 minutos para apresentar suas soluções à uma plateia formada por investidores, empresários e executivos do mercado.

O pitch da startup Neomode, plataforma omnichannel para o varejo, foi escolhido como o melhor do dia pela banca de especialistas composta por empresários, investidores, executivos da Visa e do mercado. Ela participou da categoria ‘Growth’ do programa, das empresas já estabelecidas, mas que precisam ganhar tração. “O Programa de Aceleração Visa apoiou muito o nosso desenvolvimento como plataforma e, principalmente, permitiu testarmos novas tecnologias no Vale do Silício. E ser contemplado como o melhor pitch é o fechamento com chave de ouro desse ciclo”, conta Fabíola Paes, CEO da empresa. Pela avaliação do público, a vencedora foi a Gaio.

Na categoria ‘Start’, das empresas embrionárias e em validação de MVP, o destaque pela opinião da banca foi a startup Confere, plataforma para controle e conciliação de cartão de crédito. “Ficamos muito contentes. Acreditamos que a condecoração no evento de encerramento é um endosso importante para a nossa proposta de valor e nos estimula a seguir buscando um modelo exponencial de crescimento”, comenta Ricardo Cici, cofundador da Confere. Para o público presente, o melhor pitch apresentado foi o da Dod.

“O nosso principal foco nessa edição do Programa de Aceleração foi a realização de negócios com as startups. Negócios que extrapolaram o relacionamento delas com a Visa e aconteceram também com parceiros estratégicos, como bancos e empresas de varejo”, diz Percival Jatobá, vice-presidente de Produtos, Soluções e Inovação da Visa do Brasil.

Conheça as empresas em estágio inicial aceleradas no segundo batch do Programa de Aceleração Visa 2018 nesse link

Conheça as cinco startups da categoria Growth aceleradas no segundo batch do Programa de Aceleração Visa 2018 nesse link

Confira os relatos dos participantes de outras edições do Programa de Aceleração Visa sobre o que aconteceu com eles após o Demo Day nesse link

Segundo o executivo, apenas no primeiro batch de 2018, cerca de 13 contratos foram ou estão em vias de serem assinados com a Visa ou algum parceiro estratégico da empresa. “Acreditamos que a turma que acaba de sair do Programa tem potencial para manter ou ampliar esse indicador de sucesso”, complementa Jatobá.

A jornada das 14 startups começou em agosto, quando os empreendedores e suas equipes passaram por processos de imersão, bootcamp e elaboração de estratégias. Foram meses intensos de aceleração e incubação. As empresas viveram uma rotina de mentorias num espaço de coworking em São Paulo. Sendo que cinco delas, todas da categoria Growth, ainda completaram a aceleração durante um mês no Vale do Silício (EUA).

No total, 237 startups se inscreveram no Programa em 2018, o que representa aproximadamente metade das startups existentes hoje no país, segundo estudo do Radar Fintechlab. Ao longo do ano, foram feitas mais de 370 mentorias e 100 palestras com executivos da Visa e do mercado. Os times receberam até 18h de treinamento específico para os pitches. Além disso, as dez startups que foram ao Vale do Silício tiveram mais 80 atividades entre mentorias, visitas a grandes empresas e encontros com fundos de venture capital e outros investidores.

A Visa tem buscando acelerar empresas das áreas de Transações, Pagamentos, Gestão Financeira, Ponto de Venda, Soluções para e-commerce, IoT, Automação Comercial, Gestão de Vendas, Empréstimos, Investimentos, Financiamentos, Seguros, Bitcoin, Blockchain, Crédito, Big Data e Machine Learning. “A busca por inovação sempre esteve em nosso DNA. E hoje podemos dizer que o relacionamento com este novo ecossistema empreendedor de startups também é um dos nossos pontos fortes”, finaliza Jatobá.

Em ascensão, serviço de streaming Looke abre vagas para desenvolvedores

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O Looke (looke.com.br), serviço de streaming de vídeos sob demanda totalmente brasileiro, focado em conteúdo de entretenimento como filmes, séries, shows, documentários e curtas, de clássicos a produções recém-saídas do cinema, está abrindo oportunidades de trabalho.

Alavancada pelo aumento do número de usuários e pelo seu crescimento no mercado nacional, a plataforma está em busca de novos colaboradores, com sete vagas abertas para Desenvolvedores.

O Looke está atualizando sua plataforma no iOS, Android, Windows 10, e Xbox. Além disso, usuários e assinantes podem assistir a todo o conteúdo em diversos canais: via web browser; nos smartphones e tablets Android e iOs; nas Smart TVs; na Apple TV, no Chromecast e nos consoles Xbox; e também através do NOW para clientes NET e ClaroTV.

Segundo Luiz Bannitz, diretor de Conteúdo e Negócios do Looke, “a plataforma necessita de investimento constante para melhorarmos sempre a sua usabilidade. Dessa maneira, estamos buscando grandes talentos para trabalhar nos aplicativos e melhorar ainda mais a experiência do usuário com nosso serviço”.

As vagas:

Desenvolvedor(a) Back End – SR >> 3 VAGAS: https://lnkd.in/dnTXPpg

Desenvolvedor(a) Front-End – SR >> 1 VAGA: https://lnkd.in/dxA3mXG

Desenvolvedor(a) Mobile iOS >> 1 VAGA: https://lnkd.in/d6x9Xyn

Desenvolvedor(a) Android >> 1 VAGA: https://lnkd.in/dcivKYv

Desenvolvedor(a) Xamarin >> 1 VAGA: https://lnkd.in/d4yrd5v

Interessados devem enviar e-mail para: vagas@looke.com.br

Startup propõe indenização de R$ 1 mil para quem tiver voos atrasados ou cancelados no Carnaval

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Todo ano é a mesma coisa. O pico de movimento nos aeroportos brasileiros durante a temporada de Carnaval acompanha o aumento de voos atrasados e cancelados. Mais que um momento de estresse, o imprevisto costuma transformar a viagem rumo ao descanso ou à folia em pesadelo e ainda acarretar em prejuízo financeiro, com a perda de conexões, de reservas em hotéis, restaurantes ou passeios. Isso sem falar nos reveses, de extravio de bagagens e overbooking, verdadeiros desrespeitos aos passageiros.

Fundada em 2017, a start-up Quick Brasil propõe ser uma solução imediata para viajantes que já passaram por esse tipo de situação. Acessada por meio do site quickbrasil.org, a plataforma propõe uma indenização instantânea no valor de mil reais por pessoa, em depósito na conta bancária, a cada voo comprovadamente atrasado ou cancelado – a análise do problema é feita, gratuitamente, por consultores e analistas da start-up. Ao receber a compensação, o passageiro renuncia receber qualquer outro valor da companhia aérea referente ao caso. A Quick Brasil, por sua vez, passa a reivindicar a retratação diretamente com a companhia, assumindo os riscos e resultados.

“Nosso objetivo é garantir que o consumidor seja indenizado nas situações em que foi lesado pelas companhias aéreas, mas com muito mais rapidez que a justiça pública e sem riscos. O próximo passo é tornar a Quick Brasil conhecida nacionalmente, e consequentemente, impactar uma melhoria no serviço prestado pelas empresas de aviação no que diz respeito ao tratamento dos seus consumidores”, relata o advogado brasileiro Thiago Naves, um dos quatro sócios da Quick Brasil.

Desde seu lançamento, a plataforma já atendeu cerca de 2 mil casos. O procedimento está amparado no conteúdo legal previsto pelo Código de Defesa do Consumidor, pelo Código Civil e pela Lei 9.099/95.

Inédita no país, a ideia foi desenvolvida por um grupo de quatro empresários: o próprio Naves; Amory Gonzalez, da Guatemala; Gaurav Tandel, da Índia; e Jon Hanson, dos Estados Unidos. O grupo participou do Global Entrepreneurship Bootcamp 2017, na Austrália, um programa de inovação do renomado MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Inicialmente batizado de The Quick Claim, o projeto passou para a final, juntamente com os de mais outros seis grupos. Ao lado dos três vencedores, a banca concedeu uma premiação bônus a Naves e sua equipe, criada especificamente para o projeto, por considerá-lo, entre todos, o de maior chance de execução no mundo real.

“A Quick Brasil é um case de sucesso do Bootcamp em 2017, na Austrália, de tal maneira que, atualmente, é citada como exemplo em uma das disciplinas oferecidas pelo MIT”, relata Naves. A start-up também foi um dos destaques da edição brasileira do MIT Innovation & Entrepreneurship Bootcamp, programa voltado para empreendedores de inovação, que aconteceu entre julho e agosto de 2018, no Rio de Janeiro.

Gestores tóxicos

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Artigo de Susana Falchi, CEO da HSD Consultoria em RH:

Humilhações, constrangimentos, perseguição, xingamentos, obrigação de atingir metas absurdas. Tais práticas, em um mercado de trabalho onde as vagas são poucas, tornam-se cada vez mais comuns. No Brasil, os processos envolvendo assédio moral cresceram 28% entre 2015 e 2017. O dado do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abrange a soma das ações no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e nas primeiras e segundas instâncias dos tribunais regionais. Segundo o TST, nos últimos três anos, mais de 400 processos de assédio moral foram registrados, por dia, no Brasil.

Mas, o tamanho real do problema é ainda maior, pois grande parte dos assediados não entra com ações por temer que sejam rechaçados no futuro, percam seu emprego e não consigam outra colocação. Ainda mais diante do quadro do mercado de trabalho atual. Segundo os últimos dados do IBGE, cerca de 12,4 milhões de brasileiros estão desempregados. Perder o emprego numa conjuntura como a atual torna-se arriscado, o que faz com que o trabalhador aceite qualquer desaforo para manter sua renda. É a velha visão: se você não quer, tem quem queira. O baixo poder de barganha do trabalhador leva à perda da dignidade e os assediadores se aproveitam do momento.

A Pesquisa Perfil Comportamental dos Executivos, elaborada pela HSD Consultoria em RH com 3.500 profissionais que ocupam cargos de comando em médias e grandes corporações no período de 2014/2017, mostra que 27% demonstram desvio de conduta que resultam em potenciais riscos para as empresas onde atuam. É o que chamamos de gestores tóxicos. São pessoas que acreditam que se baterem as metas e derem resultados positivos à organização, tudo podem. E, de certa forma, isso acaba sendo endossado por muitas empresas, ao menos, de forma velada.

Recentemente um banco fez com que seus gerentes vestissem roupas de cores diferentes de acordo com seu desempenho perante suas metas. Os de vermelho ficaram abaixo do estipulado; os de amarelo, na linha, e os de azul eram os que conseguiram ultrapassar o objetivo. Este caso teve repercussão na mídia, ao contrário da maioria dos constrangimentos vividos por funcionários. Também chamou a atenção da imprensa, os inúmeros casos de empresas que constrangeram seus funcionários a votarem em determinado candidato, o que é ilegal.

Para as mulheres, a situação é mais grave. A última pesquisa da HSD chama a atenção pelo aumento dos casos de desvio do comportamento sexual. A pesquisa anterior apontava que apenas 4% dos entrevistados tinham inclinação a incorrer nesse problema de conduta, enquanto hoje, o percentual praticamente dobrou: 7%. Este tipo de comportamento é mais comum no sexo masculino, que se aproveita de sua posição de superioridade para constranger mulheres que atuam na posição de assistentes.

Não é só no setor privado que os casos de assédio contra mulheres se destacam. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) e o Movimento Mulheres Municipalistas (MMM) acabam de lançar uma campanha de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A ação tem um olhar direcionado para o assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, resgatando o tema da campanha de 2017. Segundo uma pesquisa recente, lançada pelo Instituto Alziras, em parceria com a CNM, entre as atuais prefeitas (gestão 2016-2020), 53% afirmam ter sofrido assédio ou violência política pelo simples fato de serem mulheres. Uma em cada três prefeitas brasileiras mencionou o assédio e violências simbólicas no espaço político.

Mesmo diante das bandeiras levantadas, ainda é possível perceber que, na prática, há uma visão de impunidade entre os assediadores. Por ocupar um cargo importante, o executivo tóxico acredita que pode tudo e que não será denunciado. É um reflexo de problemas que a nossa sociedade tem. Muita gente acredita que ter poder é um salvo-conduto para fazer o que quiser, e a sociedade, de certa forma, endossa isso.

Poucas empresas expressam preocupação com o conhecimento do perfil comportamental de seus executivos e lideranças, não só no que se refere a atitudes observáveis, mas principalmente quanto à sua estrutura de caráter. A omissão nesses casos é um erro grave, mesmo se analisada apenas do ponto de vista financeiro. Além de potenciais perdas por conta de ações trabalhistas, essas práticas acabam por comprometer a parte operacional do negócio. Isso ocorre por conta do clima instalado entre os funcionários. As consequências econômicas são óbvias, mas os prejuízos à imagem institucional da organização e à sociedade são muito maiores.

Rappi lança botão da M.A.C Cosmetics em aplicativo

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Com objetivo de ampliar ainda mais seu portfólio de serviços, a Rappi, aplicativo de delivery de tudo em minutos, anuncia parceria com a M.A.C.  Cosmetics, uma das mais desejadas marcas de beleza do mundo. O acordo surgiu para atender aos consumidores da marca de cosméticos de forma ainda mais rápida.

Por meio do botão “Lojas”, o usuário encontra o espaço da marca com diversos produtos icônicos, como o batom Ruby Woo e o iluminador Soft&Gentle. Ao escolher o que deseja, um entregador parceiro da Rappi recebe o pedido e vai até uma loja da M.A.C Cosmetics  buscar a encomenda para levar até o usuário. Por enquanto, a opção está disponível para usuários de São Paulo e Campinas.

“Nossa estratégia é ser um super aplicativo, permitindo que nossos clientes tenham acesso a tudo que quiserem. O acordo amplia nossa oferta no segmento de beleza, além de disponibilizar ao nosso parceiro mais um canal de vendas,” comenta Fernando Vilela, Head de Marketing da Rappi no Brasil.

Para Paola Vorlander, diretora da M.A.C Cosmetics no Brasil, a Rappi é um canal que agrega ainda mais rapidez e praticidade aos clientes da marca. “Queremos estar cada vez mais próximos e facilitar o processo de compras de nossos clientes, por isso, temos certeza que um parceiro como a Rappi pode nos ajudar da melhor forma a alcançarmos este objetivo”, afirma.

Sobre a Rappi

A Rappi é um aplicativo de delivery de tudo que tem como objetivo ser o assistente pessoal dos seus usuários. A startup colombiana chegou ao Brasil em julho de 2017 e hoje já está presente em 13 cidades brasileiras. Por meio da plataforma é possível comprar produtos de diferentes categorias, desde Restaurantes, Supermercados e Bebidas até literalmente Qualquer Coisa – esta última inclui a compra de qualquer produto, basta dizer o que deseja, que os assistentes compram e levam até o cliente. Além disso, o aplicativo conta com uma carteira virtual, o RappiPay, onde é possível fazer transferências e até mesmo pagamentos em estabelecimentos parceiros. Em 2016, a empresa foi acelerada pela Y Combinator, a mais importante incubadora de startups do mundo. No início de 2018, recebeu um aporte de US$185 milhões, o que permitiu a sua expansão no Brasil e na América Latina; em setembro deste ano recebeu um novo aporte, desta vez US$220 milhões, se tornando o novo unicórnio latino americano. Além do Brasil, a Rappi está presente na Colômbia, México, Argentina, Chile, Uruguai e Peru. 

Sobre A M.A.C Cosmetics

M.A.C (Make-up Art Cosmetics) é a marca de maquiagem preferida dos artistas dos pincéis. Um dos nomes mais influentes no mundo, a M.A.C foi criada em 1984. Atualmente faz parte do Grupo Estée Lauder e é vendida em 75 países. No Brasil, a M.A.C chegou em novembro de 2002 e conta hoje com 54 lojas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Campinas, Porto Alegre, Brasília, Recife, Salvador, Vitória, Florianópolis, Goiânia, Belém, Campo Grande, Fortaleza e Sorocaba, entre outras.

Debênture: vale o risco emprestar dinheiro para uma empresa?

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Debêntures são títulos de dívidas de empresas privadas, ou seja, quem investe em debêntures se torna um credor da companhia, que financia suas operações em troca de pagamentos com juros. É um investimento em Renda Fixa, que faz empréstimos para determinadas empresas, lembrando muito o Tesouro Direto, que no caso empresta dinheiro para o governo. Alguns anos atrás, investir em debêntures só era possível para quem possuía grandes montantes, mas essa realidade vem mudando e este tipo de investimento vem se tornando mais acessível, pois são importantes instrumentos para o desenvolvimento de empresas brasileiras e rentabilidade para os investidores. E claro, como todo e qualquer investimento, o risco é proporcional ao retorno.

Para a Sócia-Diretora da FB Wealth, Daniela Casabona, o mais importante é saber para quais empresas você está emprestando. “O investidor este ano está descobrindo outras opções de investimento que apenas tinha ouvido falar, mas não sabia exatamente o que era. As melhores opções de debêntures são as incentivadas, onde o investidor não paga imposto sobre o rendimento. Com a tendência de reaquecimento da economia ela pode se tornar uma ótima opção para diversificação”, explica Casabona. Também é importante lembrar que quando uma empresa emite debêntures isso não significa que ela está passando por problemas ou dificuldades financeiras. Muitas empresas fazem captação de recursos com frequência, para expandir suas atividades e produção. Sai mais barato do que pegar empréstimo com uma instituição financeira.

Um dos principais riscos que existem ao investir em debêntures é o de crédito, ou seja, quando uma empresa não consegue pagar seus credores. “Por isso é importante escolher empresas sólidas e também não apostar somente em uma única empresa. Caso o investidor não saiba fazer esta avaliação é recomendável investir através de um fundo, onde se é possível alcançar uma rentabilidade de até 2% ao mês”, comenta a Sócia-Diretora. Apenas nos primeiros 7 dias de janeiros foram captados pelas empresas R$ 5 bilhões.

Sobre a FB Wealth

A FB Wealth é uma empresa especializada em planejamento patrimonial, que utiliza uma metodologia usada pelos principais players internacionais e uma análise personalizada de cada cliente. A empresa trabalha com o foco na construção e crescimento adequado do patrimônio de seus clientes e a preservação do poder de compra. Diferente de muitas empresas, a FB Wealth nasceu com o potencial de ser uma das maiores do país, com o patrimônio da carteira de seus clientes superando R$ 5 bilhões.