Projeto da Assembleia do Ceará inova em 2019 com plataforma virtual

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O projeto Alcance Enem, implantado pela Assembleia Legislativa em 2012, com o objetivo de oferecer aos alunos e egressos da rede pública de ensino curso preparatório para o Enem, inova este ano com a  implantação da plataforma virtual alcancevirtual.al.ce.gov.br.

No espaço, são disponibilizadas apostilas, videoaulas e um banco de questões para o aluno Alcance e qualquer pessoa com acesso à internet.

O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado José Sarto (PDT), destaca a iniciativa e lembra que a atual gestão tem como um dos principais compromissos aproximar a sociedade e o Parlamento. “Este ano, com a implementação desse ambiente virtual do Alcance, temos a certeza de que mais estudantes serão beneficiados em todo o Ceará, melhorando a qualidade do ensino e aumentando o número de aprovações. Ao preparar os jovens para o ingresso no ensino superior, o Legislativo contribui para gerar mais oportunidades para eles”, ressalta o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT).

O deputado Elmano Freitas (PT), presidente do Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos (CAEAE) da AL, aponta outra novidade do projeto, que é a adoção da metodologia ativa como forma de potencializar a aprendizagem dos alunos. “Nesse processo, o aluno é o centro e o principal responsável pelo processo de aprendizado. O objetivo desse modelo de ensino é incentivar que os discentes desenvolvam a capacidade de absorção de conteúdos de maneira autônoma e participativa”, explica o parlamentar.            

A assessora para assuntos educacionais do CAEAE, Dione Félix, acrescenta que a iniciativa contempla ainda a sala de aula invertida, um método atual com foco nos conteúdos virtuais. “Nesse modelo, o aluno tem acesso aos conteúdos on-line, para que o tempo em sala seja otimizado. Isso faz com que ele chegue com um conhecimento prévio. Tal fato incentiva o interesse e participação da turma. Dessa forma, é possível melhorar a concentração e dedicação dos alunos nos encontros presenciais”, pontua Dione.

RESULTADOS

De 2012 a 2018, foram atendidos aproximadamente 20.000 alunos, com 1.504 aprovações no Enem e vestibulares. Desde então, o Alcance vem sendo aperfeiçoado para melhor capacitar o aluno da capital e do interior para uma vaga no ensino superior.

Dione Félix explica que as aulas visam ao desenvolvimento completo do aluno nas habilidades e competências exigidas pelo Enem, abordando os temas recorrentes nas provas anteriores, trabalhados de forma interdisciplinar, por experientes professores, com alto nível didático-pedagógico, metodologias e tecnologias inovadoras e experiência comprovada em cursos preparatórios.

Em 2018, com a melhoria dos meios de transmissão, “ampliamos para 30 o número de municípios com espaços organizados em câmaras municipais, secretarias de educação, escolas, sindicatos e outros, com um total de 1.617 alunos no interior e 1.893 na capital”, acentua a assessora.

Ela lembra que “o aumento do acesso à educação é medida essencial para políticas de empregabilidade e distribuição de renda, sendo um poderoso instrumento para reduzir a pobreza e a exclusão social”.

Selo Amigo da Criança e do Adolescente ganha adesão do Sindipostos

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Da Câmara Municipal de Fortaleza, com texto de Anna Regadas:

O presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, vereador Antônio Henrique (PDT), recebeu representantes do Sindicato dos Postos do Ceará (Sindipostos) e colocou em pauta a importância da participação de entidades representativas no combate à exploração sexual da criança e do adolescente. Na ocasião, foi firmada a adesão do Sindipostos ao Selo Amigo da Criança e do Adolescente.

Para o presidente do Sindipostos, Manuel Novaes, a adesão ao Selo reforça o compromisso da entidade com o social. “A adesão foi imediata pois temos a preocupação com o social. Nós estamos de mãos dadas com a Câmara Municipal nessa luta e vamos caminhar juntos para combater a exploração sexual da criança e do adolescente na cidade de Fortaleza”, reforçou Manuel.

Assegurando o compromisso da entidade com a causa, Manuel convidou o presidente do Legislativo Municipal, para participar da Plenária do Sindicato, que acontece na próxima terça-feira, 28, às 19 horas, na Avenida Engenheiro Santana Júnior, 3000, sala 605. A ideia é que os trabalhadores do setor sejam aliados na parceria e se engajem na luta, aderindo também ao Selo Amigo da Criança e do Adolescente. “Nós já marcamos uma reunião com o presidente da Câmara, para que ele possa explanar aos associados sobre a campanha”, informou.

Segundo o presidente Antônio Henrique, a adesão de mais uma entidade ao Selo demonstra o cuidado com que o Legislativo tem abordado a temática. “Nós tratamos com o Sindipostos sobre a importância da entidade aderir ao Selo e participar dessa luta no combate à exploração sexual da criança e do adolescente. E vamos continuar trabalhando para que a população fortalezense se engaje com a causa, fazendo as denúncias para combater esse tipo de crime. O objetivo é conscientizar todos”, destacou o presidente.

O Selo Amigo da Criança e do Adolescente é uma certificação de responsabilidade social, destinada a empresas de diferentes portes e segmentos, entidades e associações que se comprometem com o combate à exploração sexual da criança e do adolescente, seja proibindo a prática no interior dos estabelecimentos comerciais, ou por meio de denúncias às autoridades competentes.

Denúncias

Para denunciar qualquer tipo de violação dos direitos de crianças e adolescentes é só ligar para o DISQUE 100, que funciona 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem gratuita, de telefone fixo ou celular.

Setor óptico cresce 3,7% no primeiro trimestre de 2019

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Após encerrar 2018 com queda de 2,1% em comparação ao ano anterior, o setor óptico brasileiro deu os primeiros sinais de recuperação neste início de ano. No primeiro trimestre de 2019, o setor registrou crescimento de 3,7% frente ao fechamento do ano passado. O faturamento foi de R$22,3 bilhões, enquanto no ano anterior foi de R$21,5.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica), instituição responsável pelo levantamento, o ano começou com grande otimismo em torno de uma retomada econômica após a posse da nova equipe do Governo Federal. “Isso refletiu na confiança do consumidor, impulsionando toda a cadeia”, comenta Ambra Nobre Sinkoc, assessora de desenvolvimento da Abióptica. “Também observamos essa positividade durante a Expo Óptica Brasil, que realizamos no mês passado, em São Paulo. Os expositores, incluindo os estrangeiros que estão apostando no Brasil pela primeira vez, se mostraram bastante confiantes com a retomada de crescimento do setor óptico”, completa.

Ainda segundo Ambra Nobre Sinkoc, a expectativa é de que o setor cresça entre 8 e 10% em 2019, superando R$24 bilhões em faturamento.

TJCE e Unifor definem parceria para ações conjuntas com foco na capacitação

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O presidente do Tribunal de Justiça (TJCE), desembargador Washington Araújo, e a reitora da Universidade de Fortaleza (Unifor), Fátima Maria Fernandes Veras, assinaram acordo de cooperação técnica com o objetivo de organizar e realizar ações institucionais destinadas à capacitação permanente de magistrados, servidores, jurisdicionados, professores e alunos. A assinatura do ato ocorreu nesta segunda-feira (20/05), no Gabinete da Presidência.

A parceria tem duração de 24 meses e inclui o apoio a ações institucionais, eventos acadêmicos e solenidades de interesse comum, entre outras atribuições. “O convênio abre a possibilidade de estabelecer cooperação tanto na área de ensino quanto de pesquisa, com foco na formação e qualificação de profissionais. É uma iniciativa que beneficia a todos”, ressaltou a reitora.

Também participaram o juiz auxiliar da Presidência do TJCE, Luciano Lima Rodrigues, e a pró-reitora de Pós-Graduação da Unifor, Lília Sales. “A partir desse convênio, poderão ser firmados outros acordos relacionados às necessidades do Judiciário, para que a universidade possa auxiliar dentro da sua expertise acadêmica”, explicou o juiz Luciano Rodrigues.

Como a conversa no elevador pode ampliar o seu networking?

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Trabalhar em andares altos, tendo que enfrentar aquela fila para pegar o elevador até chegar em seu escritório, nem sempre deve ser visto como uma desvantagem. Isso porque, nesses momentos corriqueiros da vida de quem trabalha em ambiente corporativo pode apresentar um lado positivo: por que não aproveitar o “trânsito” no elevador para estreitar as suas relações com quem também trabalha no mesmo condomínio?

Segundo estudo recente da consultoria Right Management, 70% das contratações, atualmente, são fruto de indicações de outros profissionais que já estão no mercado de trabalho. E, mais do que isso, para empreendedores, o caminho deve ser o mesmo, já que é preciso aproveitar todas as oportunidades para conquistar novos clientes. Por isso, bate-papos no elevador podem gerar novas parcerias de negócios. Mas como isso ocorre?

De acordo com a especialista em desenvolvimento humano Susanne Anjos Andrade, a resposta é simples: quando o elevador estiver subindo, tente quebrar aquele silêncio e fugir das conversas que não geram nenhum resultado de parceria como: “Nossa, hoje está frio, né?” ou “Que sono, hoje foi difícil acordar”. “Você pode até iniciar o papo com esses assuntos, mas evite prolongá-los. Pergunte no que a outra pessoa trabalha, qual o serviço que ela oferece. Por mera coincidência, você pode estar necessitando dos serviços dela, e vice-versa. Outra dica é sempre ter um cartão de visitas com você, pois, assim, estamos preparados para essas ocasiões”, ensina Susanne.

A especialista cita uma “conversa de elevador” recente que aconteceu com ela mesma e gerou oportunidade. “Vi que a ascensorista de uma universidade estava lendo um livro e perguntei se era hábito comum seu, quando ela disse que era apaixonada por leitura. Comentei que era escritora e citei os títulos dos meus três livros, para que ela escolhesse um que eu pegaria no carro. Ela disse que gostaria de ler “O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil”. Um aluno de pós-graduação ouviu a nossa conversa, disse que já tinha visto meu livro nas redes sociais, começamos um bate-papo e acabei fechando um trabalho de coaching. Sei que hoje é raro ter ascensoristas em elevador, mas o importante é incentivar o diálogo e demonstrar interesse pelas pessoas que estão ali, e colhemos frutos com isso”.

Comunicação humana é essencial para os negócios

Contudo, por mais que todos saibam que as relações humanas são fundamentais para negócios, muitos empreendedores e até colaboradores não levam isso tão a sério e desperdiçam oportunidades – como uma simples conversa no elevador – para criar alianças para a carreira ou o negócio. “Não importa o setor no qual você atua, a comunicação é extremamente importante e devemos prestar atenção em todos os funcionários que convivem com a gente – desde faxineiros até CEOs de empresas. Todos se cruzam em vários momentos do dia, e podem ter novidades para te oferecer”, ressalta Susanne.

Além de aproveitar o elevador como um momento para trocar experiências de trabalho, muitos condomínios já têm usado o WhatsApp para criar um grupo com todos os condôminos, também como forma de networking. “Devemos usar os meios digitais, pois nem sempre cruzaremos com todos com quem temos interesses em comum. Por exemplo, uma médica que tem um consultório em um determinado endereço, poderá ampliar seu número de clientes por indicação, ou seja, por meio de conversas e troca de experiências”.

Para a especialista, as conversas também são capazes de mudar totalmente a forma de interação de uma equipe, já que comunicar-se é um exercício que, quanto mais praticamos, mais nos aprimoramos. “O colaborador ou líder que sabe se comunicar, promover o seu trabalho, garante maiores chances de conseguir os resultados de uma maneira mais rápida e eficaz. Profissionais satisfeitos e bem-resolvidos são muito mais produtivos”, avalia ela.

Infelizmente, até hoje, não existem campanhas que intensifiquem a importância do networking nas relações de trabalho. Mas, de forma geral, com o desemprego e as dificuldades cada vez maiores para ingressar no mercado de trabalho – ou até mesmo para abrir um negócio próprio- as relações entre as pessoas estão ficando mais fortes – principalmente com a chegada do LinkedIn, uma das principais redes sociais atualmente.

“No entanto, embora o networking no ambiente virtual seja fundamental hoje em dia, o “olho no olho” faz toda a diferença e não deve ser deixado de lado. É um erro acreditar que as conexões virtuais substituem os contatos pessoais, pois são caminhos diferentes – e ambos importantes- para ampliar a rede de contatos e garantir o sucesso no mercado”, finaliza.

Sobre Susanne Anjos Andrade – Autora dos best-sellers “O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil”, recém-lançado pela Editora Gente, e “O Segredo do Sucesso é Ser Humano”, e do livro digital “A Magia da Simplicidade”. É coach, palestrante e professora de cursos de MBA pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP) em disciplinas sobre carreira, coaching e liderança. Também é sócia-diretora da A&B Consultoria e Desenvolvimento Humano, empresa que criou o “Modelo Ágil Comportamental”, e parceira da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP).

Consórcio é ferramenta de planejamento financeiro

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Será encerrada hoje (domingo, 26.5) a 6º Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef), organizada pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), com o objetivo de promover a educação financeira e previdenciária da população, assim como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

Uma ferramenta de educação financeira que ajuda milhões de brasileiros a guardar uma quantia para determinado fim é o consórcio imobiliário. Quem adquire uma cota de consórcio paga mensalmente uma parcela. Isto disciplina o consumidor a fazer uma reserva, seja para comprar, reformar, construir um imóvel ou mesmo planejar a aposentaria. Como a pessoa se compromete com o investimento, ela separa parte do salário para isso, e não para outras finalidades que possam surgir.

Para Tatiana Schuchovsky Reichmann, diretora-presidente da Ademilar, o consórcio é uma excelente ferramenta para quem não consegue guardar dinheiro. “O brasileiro não tem o hábito de poupar, não é educado a fazer uma reserva mensal. O consórcio cria no consumidor o hábito de guardar determinada quantia todo mês para atingir um objetivo. Muitas vezes, ele é contemplado, compra um imóvel, o aluga e depois adquire outra cota, antes mesmo de quitar a primeira. Quando o consumidor entende as vantagens do consórcio para programar o futuro, ele não abre mão dessa reserva”.

O consórcio também pode ser uma ferramenta para planejar uma aposentadoria tranquila. A modalidade funciona como uma compra programada e não cobra juros nem entrada. Também é destinada a pessoas de todas as idades, que pensam em garantir um futuro financeiro seguro. “Investir na compra de uma cota de consórcio de imóveis é mais rentável que investir em um plano de previdência privada, por exemplo. Além de conseguir receber os benefícios antes do fim do plano e multiplicar os rendimentos, a pessoa terá um patrimônio, um imóvel”, finaliza Tatiana.

53% dos estudantes dizem que “estágio dos sonhos” é trabalhar com causas que se identificam

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Estagiar em uma organização que representa uma causa com a qual o estudante se identifica é considerado o “estágio dos sonhos” por ao menos 53,5% deles. O número é bem mais representativo quando comparado com o desejo de receber bolsa-auxílio com valor elevado, que representou 26,6% das respostas.

Ainda de acordo com levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, entre março e abril de 2019, participar ativamente de tarefas estratégicas e opinar em mudanças internas representam o anseio de 11% e 8,8% dos estudantes respectivamente.

Já quando perguntado qual a razão que os levariam a desistir da “vaga dos sonhos”, os valores pessoais voltaram a aparecer como principal causa. Para 31% dos alunos, “não concordar com a missão da empresa” seria fator determinante para não permanecer na organização.

Outros motivos que levariam a isso seriam: bolsa-auxílio e benefícios incompatíveis com o mercado (27,9%), o local de estágio ser longe de casa/universidade (25%) e por último falta de identificação com a equipe (16,1%). O levantamento reuniu mais de 35 mil respostas em todo o território nacional.

CIEE 55 anos – Transformando vidas, construindo futuros

Desde sua fundação, há 55 anos, o CIEE se dedica à capacitação profissional de estudantes por meio de programas de estágio. Em 2003, abriu uma nova frente socioassistencial com a aprendizagem. Atualmente, administra o estágio de mais de 200 mil estudantes e a aprendizagem de mais de 100 mil adolescentes e jovens. Em paralelo, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Acompanhe o CIEE pelas mídias sociais: Facebook,InstagramTwitterYouTube e Linkedinwww.ciee.org.br

Vendas diretas são alternativa para escapar dos 12% de desempregados no Brasil

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Em um período difícil economicamente, em que o país tem uma taxa de desemprego na marca de 12,4% no trimestre que termina em fevereiro deste ano, ou seja, cerca de 900 mil pessoas desocupadas, o setor de Vendas Diretas tem se mostrado uma opção atraente aos brasileiros. Para Claudio Apolinario, CEO da Akmos, empresa de saúde, bem-estar e nutrição: “As vendas diretas estão mais atuais do que nunca, não só pela crise que vivemos, mas porque as pessoas precisam de facilidade ao ter o produto na porta de casa”.

O setor de vendas diretas é um dos que mais cresce no Brasil, tendo faturado, em 2017, R$45,2 bilhões, de acordo com o último levantamento da ABEVD, Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas. E segundo a Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas (WFDSA), há mais de 103 milhões de empreendedores atuando nesse modelo ao redor do mundo.

Até mesmo o público que se encontra nessa área tem mudado nos últimos anos, no mesmo levantamento da ABEVD, 48,3% são jovens entre 18 e 29 anos. É por isso que as empresas desse setor estão fazendo cada vez mais eventos de capacitação. “A Akmos acredita muito em potencializar resultados e, por isso, sempre realizamos eventos que proporcionam o crescimento pessoal e profissional dos nossos distribuidores”, comenta Apolinario.

O brasileiro tem espírito empreendedor, isso é provado pelo Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, que mostrou que 182.552 novas microempresas foram abertas em maio de 2018. No ano passado, a cada 10 segundos uma empresa era aberta. Só em 2017 o setor movimentou R$ 45,2 bilhões.

Para começar a empreender, a primeira coisa a se fazer é determinar qual será o foco, as metas e objetivos a serem desenvolvidos. Saber quem é o público-alvo e, principalmente, conhecer muito bem o produto. “É importante também saber ouvir, não adianta vender o produto e esquecer que aquele cliente existe. É importante criar uma rede, ter um cronograma e um mapa de clientes a quem visitar. Essa é a beleza das vendas diretas, temos um roteiro, mas cada um irá determinar os seus horários e como é melhor para si”, finaliza Apolinario.

Sobre a Akmos

Os produtos da Akmos não são testados em animais, são livre de parabenos e contam com embalagem de frasco reciclável. Além disso, todos possuem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que garante a qualidade dos mesmos.

Vinho do Brasil ganha primeira medalha de ouro internacional

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O vinho brasileiro Bueno Anima Gran Reserva Merlot acaba de ganhar sua primeira medalha internacional de ouro concorrendo com mais de 9 mil amostras de 43 países, inscritos no Concours Mondial de Bruxelles 2019.

Reconhecido como um dos mais importantes concursos do mundo, reúne vinícolas de diversos países e júri internacional, composto por 340 degustadores, que consideraram o nosso merlot brasileiro como um dos melhores do planeta.

É com muito orgulho que recebemos mais esse reconhecimento para nosso vinho Anima, lançado recentemente nos Estados Unidos e vendido aqui no Brasil. Investimos bastante na produção do varietal de Merlot que, ao nosso entender, deve ser a bandeira do Brasil. Essa medalha nos mostra que estamos no caminho certo”, ressalta Galvão Bueno, fundador da Bueno Wines.

O Anima, primeiro Gran Reserva do Brasil, é assinado por Roberto Cipresso, diretor técnico da Bueno Wines e winemaker reconhecido em todo o mundo por criar vinhos absolutamente especiais. Roberto criou para o Anima, detalhes como a utilização da manta refletora pela primeira vez em vitivinicultura.

Uma parte dos vinhedos de Merlot recebeu a técnica, que permite uma melhor utilização da luz do sol, uma vez que as vinhas passam a receber iluminação também de baixo para cima enquanto mantém a permeabilidade do solo. Os resultados dessa técnica estão sendo estudados na universidade de Modena.

Preço médio sugerido: R$ 563,80

O que o Uber e os “Sugar Daddies” têm em comum?

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Artigo de Keith A. Spencer, com tradução e adaptação da AaZ Press. 

Durante os primeiros anos da empresa de transporte de passageiros Lyft, principal concorrente da Uber no mercado norte-americano, os veículos eram identificados por bigodes cor-de-rosa gigantes que enfeitavam os para-choques. A empresa incentivava os passageiros a se sentarem no banco do passageiro e instruía os motoristas a cumprimentá-los com uma colisão de punho (uma versão modernizada do aperto de mão). Esses detalhes podem parecer fofos e amigáveis à primeira vista, mas escondem uma intenção um tanto sinistra: fazem com que a Lyft pareça menos “um trabalho” e mais um passatempo, e fazem com que seus funcionários pareçam menos trabalhadores e mais empreendedores, tentando impedir que percebam que o que estão fazendo é, no fim das contas, trabalho. Tal rotina significaria que estes empregados estariam menos dispostos a falar sobre exploração e não fariam reivindicações.

Esse fenômeno, uma cultura capitalista chamada de “desformalização” – termo alcunhado pelo professor Peter Fleming, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, para se referir a esse tipo de serviço, tem o efeito colateral de estimular a exploração dos trabalhadores e tornar os locais de trabalho menos formais.

Em seu livro publicado recentemente, “Capitalismo Sugar Daddy”, Fleming liga os pontos da desformalização à crescente cultura de “sugar daddies” e “sugar babies”, em que a definição consiste em mulheres e homens mais velhos que procuram relacionamentos, muitas vezes sexuais, com pessoas muito mais jovens e as pagam em dinheiro e itens de luxo em troca de companhia. Essa relação não é considerada e nem regulamentada como um trabalho sexual, em locais onde o trabalho sexual é legalizado. Além do mais, desfaz a linha entre o trabalho sexual e o patrocínio, entre Sugar Daddy e Sugar Baby.

O livro cria um conceito de “capitalismo sugar” e traça contrapontos entre as relações sugar e seus causas sociais. “Uma das coisas que tentei fazer com este livro é colocá-lo em uma economia política e mostrar o que essas relações muito íntimas são realmente reflexivas, ou espelham, certas tendências econômicas. No Reino Unido, por exemplo, a cultura sugar decolou porque o “capitalismo sugar” entra nos espaços não regulamentados, à medida que a condição de conforto começa a retroceder”, disse.

De acordo com o autor do livro, na Austrália existe um pouco mais de regulamentação em relação à mão de obra, mas o problema é que o fenômeno sugar é realmente uma espécie de “uberização” (semelhante ao Uber), na medida em que evita a regulamentação.

“Então, vamos comparar o Uber e os taxistas. Antes, você tinha uma indústria regulamentada de táxi em que você tinha motoristas com certas habilidades, que eram licenciados e assim por diante – os motoristas eram treinados. Aí vem Uber e diz: “Então, nós vamos usar apenas cidadãos comuns todos os dias para dirigir. Eles não precisam ser treinados. Eles não precisam de uma licença ou qualquer coisa assim, porque eles são realmente apenas pessoas como você e eu. E podemos fazer o que quisermos com seus carros, desde que esteja dentro da lei. É semelhante ao que está acontecendo com as relações sugar. Recentemente foi apontado que esse tipo de relacionamento se assemelha ao trabalho sexual”, relata o professor.

Segundo Fleming, a comparação é semelhante: você tem homens mais ricos e mais velhos, que têm o desejo de estar com uma mulher mais jovem – sempre uma mulher mais jovem – e uma boa porcentagem delas está na universidade ou faculdade, e precisam de ajuda financeira. Elas querem ter jantares caros e às vezes viajar, e assim por diante. E então há uma troca, um acordo econômico.

No Brasil, a dinâmica de uma relação baseada na troca de benefícios econômicos tem sido mercantilizada por plataformas como Seekeing Arrangement, do Canadá, a primeira e maior do mundo, e a rede social brasileira Universo Sugar, que já alcançou um público potencial no país, somando mais de 600 mil participantes.

Mas ainda existe um tabu desde que esse fenômeno surgiu, muitas pessoas dizem que é uma transação comercial e o sexo está envolvido e, portanto, se parece muito com o trabalho sexual. Porém, não pode ser caracterizado como trabalho sexual, por ser altamente regulamentado (por motivos óbvios). Esse tipo de relacionamento não se difere de outros que ocorrem em aplicativos, como o Tinder ou o Happen. As pessoas estão lá fazendo o uso de um aplicativo pela sua livre vontade. Então, é realmente parte da economia informal que se assemelha ao Uber. Esse é, essencialmente, o argumento dos paralelos traçados no livro “Capitalismo Sugar Daddy”.

A desformalização, afinal, é semelhante à informalidade. É onde você tem regras menos padronizadas e formalizadas em relação à conduta no local de trabalho à conduta na economia, resultando a volta das relações informais. Ela é derivada de uma ideologia própria do neoliberalismo e da ideia de que os cidadãos devem ser capazes de fazer o que quiserem no campo econômico, desde que estejam dentro da lei. “Deveria haver pouca supervisão reguladora por parte de quaisquer instituições associadas ao estado ou qualquer outra coisa, isso impediria que os indivíduos fizessem acordos de forma anônima”, finaliza Fleming.