Perfil da Assembleia Legislativa do Ceará no Instagram atinge 10 mil seguidores e recebe novos recursos

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Perfil da AL no Instagram atinge 10 mil seguidores e ganha novos recursos

fO perfil oficial da Assembleia Legislativa no Instagram (@assembleiace) atingiu o número de 10 mil seguidores, fazendo com que novos recursos possam ser utilizados para aprimorar o acesso ao conteúdo do que é produzido pelos veículos de comunicação do Poder Legislativo.

Segundo o coordenador do Núcleo de Mídias Digitais da Casa, Rafael Alves, ao alcançar essa quantidade de seguidores no Instagram, fica habilitada uma nova função na rede. Essa função permite que sejam feitos links com páginas externas, ou seja, nos stories vai ser possível agora inserir links com as matérias do portal.

“Vamos poder fazer ainda mais esse cross-media (diálogo de mídias) por meio do portal, já que essa funcionalidade só é liberada para perfis que tenham a partir de 10 mil seguidores, e agora podemos contar com esse recursos na nossa conta”, assinala o coordenador.

Ele aponta ainda os benefícios para os seguidores da conta. “Em vez de ficarmos com aquela limitação do Instagram, de muita imagem e pouco texto, todos os seguidores e pessoas que tiverem acesso a essas informações vão poder ter acesso a elas de forma mais detalhada”, salienta.

Segundo Rafael Alves, “a partir da chamada do conteúdo no Instagram, o seguidor será direcionado ao portal e terá o detalhamento completo da matéria, podendo se aprofundar nesses conteúdos, não só do portal, mas também de outros canais, como o Youtube da Casa”.

Ainda para o coordenador, as mídias sociais vêm crescendo, consolidando-se e se modernizando como um núcleo de destaque da Casa, buscando oferecer uma informação mais rápida e mais acessível às pessoas. “O intuito é de que essas ferramentas de comunicação sirvam como um canal de entrada também para os jovens, para se inteirarem mais sobre o dia a dia do Poder Legislativo”, aponta.

O Núcleo de Mídias Digitais da Assembleia Legislativa faz parte do Complexo de Comunicação Social do Poder Legislativo. A função primordial é oferecer, através das mídias digitais oficiais, o acesso rápido e facilitado a informações sobre as atividades do Legislativo cearense e propiciar, por meio da interação e conectividade inerente às novas mídias, um constante canal de diálogo com a população cearense.

Atualmente as atividades do Núcleo de Mídias Digitais incluem o planejamento, criação de conteúdo, atualização e monitoramento e avaliação periódica de desempenho dos canais oficiais da Casa, que, além do Instagram, são o Facebook, o Twitter e o WhatsApp.

FenaCap tem novo presidente

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Marcelo Farinha, Presidente da  Brasilcap, é o novo presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

O executivo iniciou sua trajetória profissional, de quase 32 anos, no Banco do Brasil, na agência Mococa, no interior de São Paulo, e solidificou sua carreira na Diretoria de Finanças do BB.  Antes de chegar à Presidência da Brasilcap, foi Diretor Administrativo-Financeiro, de Riscos e Compliance da Brasilcap e Diretor Financeiro e de Benefícios no Instituto Economus, Entidade Fechada de Previdência Complementar e de Assistência à Saúde dos funcionários do Banco Nossa Caixa, incorporado pelo BB.

É formado em Engenharia Elétrica, pela Universidade Federal de Uberlândia, com especialização em Administração Financeira (USP/FIA) e mestrado em Economia (Universidade Católica de Brasília).  

O novo presidente da Federação tem pela frente o desafio ampliar o conhecimento sobre os títulos de capitalização, reforçando a sua importância social e econômica, “Trabalhamos com a perspectiva de uma retomada ainda em 2019, em razão do novo marco regulatório e das oportunidades de negócios que o normativo traz”, explica Marcelo Farinha.

Empresa viabiliza campo conectado

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Com o objetivo de levar a transformação digital ao campo, a Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, participa pelo terceiro ano consecutivo da Agrishow, maior evento de agronegócio no Brasil que começa hoje (29 de abril) e segue até 3 de maio, em Ribeirão Preto (SP). Para apoiar empresas agropecuárias, cooperativas e seus cooperados, bem como fornecedores de maquinários e insumos e outros players ligados ao setor, a Logicalis desenvolve e integra soluções sob medida para os desafios do campo, com base em tecnologias inovadoras. Dessa forma, possibilita que as empresas tomem decisões mais assertivas e aumentem a eficiência da produção.

“Devido às características da agricultura tropical, o produtor rural brasileiro, por natureza, é um gestor de riscos. Seja por fatores climáticos e fitossanitários ou por variações de preços e custos, a rentabilidade do agronegócio brasileiro está sempre ameaçada, o que requer altos níveis de produtividade. Com a aplicação de tecnologia, conseguimos entregar soluções fim a fim, levando mais assertividade ao monitoramento da produção e alavancando a produtividade e competitividade do setor”, afirma Vitor Knop, consultor de agronegócio da Logicalis.

Um dos destaques na oferta da Logicalis para o setor é o Centro de Operações Agrícolas, solução fim a fim que contribui para o aumento da eficiência e do desempenho das atividades em campo. Ao reunir informações coletadas por meio de tecnologias diversificadas de sensoriamento (como telemetria de maquinário e informações sobre irrigação, entre outros), o centro garante uma visão unificada de tudo o que acontece na fazenda, com monitoramento de medições em tempo real. Assim, possibilita a implementação de melhorias nos sistemas de agricultura de precisão e otimização dos processos produtivos.

Outra importante solução no portfólio da Logicalis para o agronegócio é o Diagnóstico da Lavoura, que combina o monitoramento agrícola por imagens de satélite, criação e operação de planos de voos de drones, detecção de pragas por análise de imagens (conhecida em inglês por video analytics) e geração de ortomosaicos em uma plataforma única, digital e inovadora, permitindo que o produtor tenha visão global sobre sua propriedade e sua lavoura.

O agronegócio oferece muitas outras possibilidades de aplicação de tecnologia em benefício dos negócios – e a Logicalis apresenta na Agrishow algumas outras soluções que fazem parte de sua oferta. Entre elas estão a Casa de Vegetação, que utiliza sensores para medir a incidência de raios ultravioleta, a temperatura e a umidade do ar entre outras informações sobre as condições para o plantio; solução  de controle de acesso por meio de reconhecimento facial e  acionamento automatizado, conhecida como Smart Door; sistemas de otimização logística e soluções de conectividade rural, entre outros.

Além disso, a Logicalis demonstrará durante a Agrishow como combina o uso de IoT e analytics para ampliar a inteligência financeira do setor, trazendo insights relevantes para segmentos como o crédito e o seguro rural. Com base em dados, é possível obter informações que indiquem uma possível quebra de safra ou como será a colheita, fornecendo informações mais detalhadas para a gestão de riscos e, consequentemente, uma precificação mais assertiva para serviços financeiros, como seguro e concessão de crédito.

Todas as soluções da Logicalis apresentadas na Agrishow 2019 são desenvolvidas sobre o AgroTools Hub powered by EUGENIO, plataforma criada a partir da parceria da Logicalis e da AgroTools. Ela conecta sensores de solo e maquinários, informações sobre o uso de insumos e dados externos à plantação, como volume de chuvas e, por meio do analytics, transforma os dados coletados em informação inteligente para orientar a tomada de decisão. “Junto com maquinário, irrigação, sementes, fertilizantes e defensivos, as soluções de TI, em conjunto com as de conectividade rural, passarão a fazer parte das operações do dia a dia e a ser encaradas pelo agronegócio brasileiro também como insumos fundamentais. Por isso, é essencial o apoio tecnológico em todos os processos no campo, para auxiliar nas atividades de agricultura de precisão e nas tomadas de decisão, e assim viabilizar resultados mais lucrativos e sustentáveis” finaliza Vitor Knop.

O problema estrutural por trás do leilão da Norte-Sul

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Artigo de Lucas Lautert Dezordi, doutor em Economia e sócio da Valuup Consultoria, professor da Universidade Positivo.

Em maio do ano passado, durante a greve dos caminhoneiros, a dependência da cadeia produtiva nacional em relação ao transporte rodoviário ficou evidente. Essa grande concentração no movimento de cargas em caminhões mostrou a necessidade urgente de buscar a diversificação dos modais de transporte – e as ferrovias se fazem essenciais neste processo. Devido à atual crise fiscal enfrentada, os recursos governamentais direcionados aos investimentos em infraestrutura minguaram e, portanto, escancararam a necessidade da injeção de capital da iniciativa privada.

O leilão realizado em 28 de março deste ano foi um sucesso em termos financeiros. A Rumo venceu o certame referente a um trecho de 1.537 quilômetros da ferrovia Norte-Sul, pagando um ágio de 100,92%. Ademais, durante os 30 anos da concessão, a empresa deverá investir R$ 2,72 bilhões em melhorias. Mas o resultado positivo do leilão não pode esconder um problema crônico no Brasil: a falta de planejamento e gestão de projetos consistentes para investimento de longo prazo. A oferta da Ferrovia Norte-Sul, espinha dorsal do sistema ferroviário nacional, esconde um problema estrutural que limita o aumento da concorrência no processo licitatório. Justifico: como o trecho não tem acesso direto ao mar, a concessionária terá que utilizar duas outras linhas, operadas pela VLI e Rumo.

No projeto licitatório, o governo garante por cinco anos a passagem e, depois desse período, o novo operador privado deverá solicitar e negociar o “direito de passagem”. As tarifas relacionadas ao direito de passagem das concessões adjacentes podem tornar o investimento menos rentável e prejudicar a operação, pois grande parte da produção transportada pelo eixo Norte-Sul envolve regiões exportadoras de grãos e fardos de celulose – e necessitam de um desembarque final em algum porto.

Que investidor, seja estrangeiro ou não, estaria interessado em fazer esse formato de negócio com o governo brasileiro nessas condições? Não fica difícil concluir que seria uma disputa bilateral entre as duas operadoras que já atuam nas ferrovias brasileiras e que são detentoras das estradas de ferro que dão acesso ao porto. Não vamos entrar no mérito das empresas – elas estão em seus direitos e aproveitando de suas vantagens, como é justo e próprio da iniciativa privada. O problema não está na empresa e sim no modelo, mas a discussão aqui é puramente econômica e sobre as necessidades brasileiras.

Este é o primeiro leilão de ferrovia em mais de dez anos. Em um país agrícola, esse dado é desolador. É muito caro transportar commodity por rodovias – o lugar dos grãos é no vagão. Mas estamos demorando muito para entender isso. E quando se faz algo, como é o caso da concessão da Norte-Sul, se faz mal feito. E aí chegamos no centro da discussão: a falta de concorrência nos trilhos. Uma única empresa, no caso a vencedora, poderá colocar seus vagões para rodar – o que torna o transporte ferroviário, em muitos casos, mais caro que o rodoviário. É inconcebível.

Enquanto o mundo caminha para o compartilhamento, o Brasil concede mais de 1.500 quilômetros de malha ferroviária sem direito de passagem por 30 anos. Isso reforça as ilhas de trilhos que temos pelo país. Sem direito de passagem, umas pelas outras, as operadoras não conseguem completar o ciclo logístico por trilhos – e aí tudo acaba caindo nas rodovias novamente.

Segundo um estudo da Confederação Nacional da Indústria, 30% da malha ferroviária está inutilizada e não tem condição de entrar em operação sem investimento em manutenção. São 28,2 mil quilômetros de trilhos, sendo que 8,6 mil estão enferrujando, à espera dos trens. Em grande parte pelo impedimento de passagem e pela impossibilidade de interconexão das malhas. Assim, o que deveria significar um grande avanço logístico, infelizmente não terá grande impacto na infraestrutura do país.

Lei da Terceirização e Reforma Trabalhista incentivam empresas especializadas em terceirização

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Pesquisa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), divulgada em 2015, mostrou que mais de novr em cada 10 empresas (91%) industriais eram favoráveis à terceirização das atividades-fim. No entanto, 53% dessas companhias tinham deixado de utilizar tal modelo devido à insegurança jurídica e 38% em razão de possíveis ações trabalhistas. Com a Reforma Trabalhista e o aval do Supremo Tribunal Federal (STF) à Lei da Terceirização, a Primee, que há 6 anos atua na terceirização de serviços com sede em Curitiba e atendimento em todo o Brasil, está surfando nessa onda, faturando R$ 15 milhões em 2018, crescimento de 35% na comparação com o ano anterior.

Com um portfólio que atende pequenas, médias e grandes empresas tanto em áreas tradicionais da terceirização (limpeza, segurança e recepção) até projetos personalizados, que envolvem áreas produtivas, de logística e de engenharia, o resultado obtido pela Primee está em linha com outro estudo conduzido pelo Sebrae em 2017. Com base na pesquisa, 25% das empresas de médio e pequeno porte da construção civil tinham interesse em terceirizar: 23,2% na área de serviços; e 21,4% no comércio. Conforme o Empresômetro, os negócios relacionados à terceirização cresceram 13,5% em 2016 e 2017.

Promulgada em 2017, a Lei da Terceirização (13.429/2017), recebeu o aval do STF em agosto do ano passado, após ter 7 votos a favor e 4 contrários no plenário. Anteriormente, as companhias podiam terceirizar apenas as atividades-meio (setores não relacionados à atuação da companhia). Com esse novo contexto, o planejamento da Primee prevê crescimento de 40% em 2019. “Com a flexibilização da lei, estamos expandindo as operações dos nossos próprios clientes e também geograficamente no Brasil. Temos clientes que operavam apenas em Curitiba e agora estamos atuando em Porto Alegre, Florianópolis, Belém e São Luís”, explica Igor Marçal, um dos sócios da Primee.

De acordo com Marçal, com a regulamentação da lei, a Primee ganhou novos ramos de atuação, que incluem as atividades-fim das empresas, seja para pequenos negócios ou multinacionais. “Antes, nos limitávamos a trabalhar com limpeza e segurança patrimonial. Pelo nosso bom atendimento, abrimos oportunidades em outros setores com a mudança da lei. Dessa forma, operamos de forma personalizada, de acordo com a necessidade do cliente”, ressalta. Um dos novos segmentos que está sendo atacado é o de condomínios. “Eles têm grande arrecadação financeira, mas têm dificuldade para fazer a administração”, diz.

Fator humano

Os fatores que levam as companhias a terceirizar não são apenas a redução de custos, mas uma gestão mais eficaz. De acordo com Marçal, em vez de cobrar colaboradores pelos resultados, as companhias mantêm uma relação profissional com a empresa terceirizada, baseada em metas e em entrega de resultados. “Quando se ganha eficácia na gestão, há mais tempo para focar na estratégia do negócio. Pode não trazer necessariamente uma redução de custos, mas flexibilidade de tempo”, esclarece sobre o principal motivo para a contratação da Primee.

Além disso, o fator humano – ou seja, a habilidade em lidar com pessoas – é reduzido quando se contrata uma terceirizada. “Somos nós que respondemos pela contratação, apresentamos as metas e fazemos as cobranças. Sabe-se que lidar com mão de obra é uma das tarefas mais difíceis de um negócio”, diz.

Ações trabalhistas

Segundo o empresário, a Reforma Trabalhista – e a possibilidade de o trabalhador ser cobrado pelas custas em caso de derrota na justiça – fez com que houvesse uma redução nas ações. O primeiro balanço do Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostrou queda de 36% no número de processos ajuizados de janeiro a setembro de 2018 frente ao mesmo período de 2017. Foram quase 1,28 milhão de reclamações contra 2,01 milhões. “Ao terceirizar, as empresas reduzem o risco de ações. Do nosso lado, somos uma empresa de mão de obra – é o nosso trabalhador dentro de um cliente que garante o crescimento empresarial. A partir disso, conseguimos capitalizar, crescer e, como consequência, contratar mais”, ensina.

O desafio, de acordo com ele, é fazer com que empresários e colaboradores atuem no mesmo sentido, sem barreira na relação de empregador e empregado. “Os empregadores não são exploradores, eles estão ao lado de seus empregados batalhando todos os dias para conseguir sobreviver como empresa no Brasil. Quando houver essa consciência, acredito que as ações vão cair ainda mais”, completa Marçal.

Santiago (Chile) é o principal destino internacional dos brasileiros nas férias de julho 2019

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A cidade de Santiago, no Chile, é o destino internacional mais procurado pelos brasileiros que vão viajar de avião entre os dias 1 e 31 de julho de 2019, com 10,98% da procura no período. Isso é o que aponta uma recente pesquisa feita pela agência virtual de turismo ViajaNet, que apurou o volume de busca de passagens aéreas internacionais para o tradicional período de férias escolares.

Na segunda colocação do ranking do ViajaNet, aparece a cidade de Buenos Aires (9,29%), seguida por Lisboa (6,37%). Na quarta e na quinta posições estão as cidades de Miami (5,68%) e Orlando (3,53%), ambas nos Estados Unidos. (veja lista completa abaixo).

Segundo o head of marketing do ViajaNet, Gustavo Mariotto, o mês de julho é um dos períodos com maior procura por passagens aéreas ao longo do ano. “Quem deseja aproveitar o período para conhecer novos lugares e fazer uma viagem para o exterior, pode garantir promoções para os países vizinhos do Brasil, ou mesmo para a Europa, e curtir as férias em grande estilo”, completa o executivo.

As cidades internacionais mais procuradas para as férias de julho 2019:


Ranking
CidadesProcura
1Santiago10,98%
2Buenos Aires9,29%
3Lisboa6,37%
4Miami5,68%
5Orlando3,53%
6Porto3,46%
7Londres2,76%
8Nova York2,53%
9Toronto2,23%
10Roma2,07%

Fonte: ViajaNet

Empresa de energia elétrica e automação passa a oferecer produtos na #Amazon

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A Schneider Electric, empresa que atua na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, completando a sua estratégia digital, passa a disponibilizar seus produtos na Amazon.com.br. Os itens são vendidos e enviados pela Amazon para qualquer lugar do Brasil.

Ampliando a presença digital e dando um passo na direção do consumidor final, desde os últimos anos, a APC by Schneider, marca com oferta voltada à infraestrutura de TI, vem trabalhando a venda online de equipamentos monofásicos por meio da parceria com outras grandes lojas virtuais como Kalunga, Kabum e Mania Virtual. Itens como estabilizadores e nobreaks já podem ser adquiridos em e-commerces, incluindo a Amazon.com.br.

Além disso, outros produtos de varejo da Schneider Electric como módulos interruptores e disjuntores também estão disponíveis na loja. É um movimento que fortalece ainda mais a presença da Schneider Electric no mercado. A companhia redefiniu sua estratégia de vendas e ampliou a rede de parceiros, facilitando a chegada de seus produtos às mãos do consumidor final.

 Para conhecer a linha de itens da Schneider Electric disponíveis na Amazon.com.br, acesse http://bit.ly/amazon-apc.

Sobral (CE) vende calçados para 71 países e têm alta de 37,4% nas exportações

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Em 2019, as relações comerciais da cidade de Sobral (CE) com outros países estão em alta. No primeiro bimestre do ano, o município exportou US$ 44,5 milhões, um aumento de 37,4% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado torna a cidade a segunda que mais exporta no Ceará, com 11,3% do total vendido ao exterior pelo Estado. Do outro lado da balança, as importações no período somaram US$ 1,91 milhões, o que gerou um superávit de US$ 42,5 milhões, um crescimento de 39,5% ante o mesmo período do ano passado. Os dados são de estudo do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). 

Representando basicamente a totalidade das exportações de Sobral, o setor calçadista permaneceu elevando suas vendas no exterior, sobretudo em chinelos e sandálias. Os US$ 44 milhões exportados no setor sustentam o município como o maior exportador de calçados do país. O principal destino são os Estados Unidos que consumiram US$ 5,6 milhões no período. Ainda entre os mercados de destino, destaca-se a Colômbia, que obteve o maior crescimento entre os 5 maiores importadores. O mercado colombiano aumentou suas compras de Sobral em 98,5%, registrando em 2019, US$ 2,6 milhões. Além de Estados Unidos e Colômbia, outros 69 países são destinos das exportações sobralenses, com representação em todos os continentes.

Ácidos policarboxílicos são a principal pauta nas importações de Sobral, com US$ 1,63 milhões importados no primeiro bimestre de 2019. Os ácidos são provenientes, em sua totalidade, de Taiwan, que foi, praticamente o principal fornecedor internacional de Sobral no intervalo observado.

Sobral concentra mais de 70% do seu PIB no setor de serviços é a quarta maior economia do Estado e a maior do interior. A indústria que corresponde a 28% do produto da cidade é destaque nos ramos de cosméticos, mineração, embalagens e cimento. Vale a ênfase também para o setor de Rochas Ornamentais. (IBGE 2015).

Camilo Santana discute parcerias entre Ceará e maior empresa de infraestrutura da China

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No penúltimo dia da viagem à China, onde mantém contatos para atrair novos investimentos para o Ceará, o governador Camilo Santana teve reunião com Sun Ziyu, vice-presidente da China Communications Construction Company (CCCC), maior empresa de infraestutura do país e uma das maiores do mundo, com faturamento global de US$ 70 bilhões.

Durante o encontro, que teve a presença de outros diretores da CCCC e do assessor especial de Assuntos Internacionais, César Ribeiro, foram discutidos possíveis acordos entre a empresa e o Estado do Ceará, principalmente na parte de infraestrutura logística. “O Complexo Industrial e Portuário do Pecém tem crescido muito, e, com a atração de novas empresas, precisamos dotar o Ceará de uma infraestrutura que seja adequada para receber os empreendimentos. Isso significa maior impulso na nossa economia e consequente geração de mais empregos para os cearenses. É isso que buscamos aqui”, afirmou o governador.

Encontro com o embaixador

Antes da reunião na CCCC, o governador Camilo Santana esteve na Embaixada do Brasil na China, onde foi recebido pelo embaixador Paulo Estivallet. Os dois conversaram durante mais de duas horas sobre projetos e ações que podem ser desenvolvidos entre o Ceará e a China. O embaixador se colocou à disposição do Governo do Ceará para ajudar nessa relação, que poderá gerar novas oportunidades de negócios.

A última agenda do governador Camilo Santana na China acontece nessa terça-feira (30). O governador terá reunião com diretores da Empresa Huawei, maior fornecedora de equipamentos para redes e telecomunicações do mundo. Em seguida, embarca de volta ao Ceará.

Agendas

Durante a missão na China, o governador Camilo Santana já firmou parcerias em outras quatro áreas consideradas estratégicas para o Governo do Ceará: Saúde, Segurança, Educação e Infraestrutura. Na última quarta-feira (24), em Pequim, foi assinado um acordo com o Grupo Meheco (Medical Health Company), um dos maiores do mundo na área de tecnologia em saúde, que estabeleceu bases de cooperação para o fornecimento de equipamentos para os hospitais cearenses, instalação de empresas no estado e desenvolvimento de tecnologia na área da saúde.

Na quinta-feira (25), o governador esteve na cidade chinesa de Hangzhou, onde se reuniu com representantes da Dahua Technology para conhecer a expertise da empresa no uso da tecnologia para o combate ao crime. Foram apresentados projetos desenvolvidos no uso de inteligência artificial na prevenção de crimes e investigação de delitos, além do serviço de monitoramento de presos que respondem pena em liberdade. Nos próximos dias, o Ceará vai receber equipes da Dahua Technology para fazer um estudo do melhor modelo a ser desenvolvido na parceria entre a empresa e o governo cearense.

Na sexta-feira (26), Camilo Santana esteve em Dalian, onde fechou acordo com o prefeito Tan Chengxu para intercâmbio de alunos e professores de escolas públicas cearenses na China. O Ceará também deverá receber estudantes chineses. Já a partir do próximo mês de agosto, dez alunos e dois professores de escolas estaduais do Ceará estarão em Dalian realizando o primeiro intercâmbio.

Já no último sábado (27), também em Dalian, a comitiva cearense se reuniu com diretores de um grande grupo chinês da área petroquímica. “Nossa equipe já havia tido uma primeira reunião em fevereiro, quando foi demonstrado o interesse deles de investirem pela primeira vez no Brasil. Mostrei todo o potencial do nosso estado e a estrutura do Complexo Portuário do Pecém e da nossa Zona de Processamento de Exportação (ZPE)”, citou o governador.VOLTAR AO TOPO

Economia B, que apoia sustentabilidade, é pauta de evento em Fortaleza (CE)

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O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT, foto), participou, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), do evento Negócios de Impacto e Sistema B. O objetivo é estimular, por meio de um movimento global, a sustentabilidade através de soluções inovadoras e criativas que envolvam a iniciativa privada, o poder público e a sociedade civil, fomentando negócios de impacto socioambiental positivo. A solenidade, realizada com o apoio da In3citi e da C. Rolim Engenharia, contou com a presença de governantes, empresários, acadêmicos, investidores, grandes compradores e lideranças políticas.

Na oportunidade, foi celebrado o lançamento da Comunidade B Fortaleza. Marcel Fukayama, representante do Sistema B no Brasil, esclareceu o intuito da proposta. “Nós queremos redefinir o conceito de sucesso na economia. É possível uma empresa obter êxito financeiro, considerar o bem-estar da sociedade e do planeta e ser certificada por isso. As instituições podem atuar em problemas socioambientais complexos. Nesse contexto, nosso foco é tornar Fortaleza a capital pioneira na criação da Comunidade B no Nordeste, escalando o movimento de maneira inclusiva e descentralizada”, informou.

Durante a cerimônia, painéis enriqueceram o diálogo acerca da temática. O prefeito Roberto Cláudio discutiu o tema “Economia de Impacto e o Poder Público” ao lado de Marcel Fukuyama, Ticiana Rolim, da C. Rolim Engenharia, e do jornalista Jocélio Leal, do Jornal O Povo. Em sua explanação, o Gestor reafirmou o papel do empreendedorismo para o desenvolvimento local e anunciou a construção de um equipamento na Praia de Iracema capaz de alinhar a prática à sustentabilidade.

“A atitude de empreender, de gerar emprego e renda já tem, em si, uma dose de compromisso. A maior contribuição da Prefeitura e dos governos é criar um ambiente que estimule hábitos de consumo responsáveis e solidários. Estamos trabalhando com empreendedores para, no segundo semestre deste ano, iniciar a montagem de um espaço que possa atrair empresas de impacto social, parte delas já certificada pelo Sistema B. Além de criar um ambiente físico, queremos estimular uma cultura de comunidades empreendedoras responsáveis capazes de gerar algum impacto positivo na sociedade”, acrescentou o Prefeito.

O segundo painel debateu a “Economia B” e contou com a presença de Felipe Carvalho, representante da Tal da Castanha, Sérgio Clério, da Selletiva, Haroldo Rodrigues Jr., da In3citi, e Marcel Fukayama.

Sistema B em números

A iniciativa apoia e certifica empresas que criam produtos e serviços voltados a resolver problemas sociais e ambientais, as chamadas Empresas B. São 2.700 instituições distribuídas em mais de 70 países, contemplando mais de 150 setores. No Brasil, 145 Empresas B já foram certificadas.