Informações do Cadastro Positivo já apoiam soluções que auxiliam o empresário na tomada de decisão

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Com a aprovação da nova lei do Cadastro Positivo – que torna automática a inclusão de consumidores e empresas neste banco de dados, e a sua regulamentação no início de julho – o mercado de crédito brasileiro vive um novo momento, que pode também ser considerado um marco nas relações de consumo. Com este feito, há grande expectativa sobre as novas soluções de análise de crédito e o quanto os dados positivos ajudarão a reduzir a assimetria de informação, ou seja, melhor discriminar o bom do mau pagador.

A Boa Vista já está utilizando toda a sua inteligência analítica por meio de modelos de machine learning e de inteligência artificial para extrair o máximo de valor das informações positivas de consumidores e empresas. Para se ter uma ideia, com a nova lei em vigor, estima-se que cerca de 120 milhões de consumidores passam a fazer parte do Cadastro Positivo, dos quais aproximadamente 22 milhões estão agora sendo inseridos no mercado de crédito, o que demonstra o grande potencial para novos negócios.

Segundo Alexandre Xavier, Diretor de Produtos da Boa Vista, os dados do Cadastro Positivo podem aumentar as vendas se usados de forma inteligente. “Diante do cenário atual, com maior acesso do consumidor ao crédito, o credor que souber identificar melhor os pagadores dos não pagadores, venderá mais e melhor”, justifica o executivo. 

Uma das soluções com essas características é o Acerta Completo Positivo, desenvolvido pela Boa Vista e já à disposição do mercado. Com esse produto é possível checar as informações analíticas como score (nota de crédito), comprometimento financeiro, pontualidade de pagamento e renda estimada.

“Esse tipo de solução ajuda o empresário a conhecer e prever o comportamento do consumidor, tendo menos riscos na hora de tomar uma decisão de venda. E tudo isso é possível porque a Boa Vista possui uma das maiores bases de comportamento de crédito e tem capacidade analítica para transformar todos esses dados em instrumentos de decisão, de forma clara e objetiva”, completa Xavier.

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