Startups se unem e integram serviços voltados a saúde no ambiente online

Quatro das principais health techs do país, a Suprevida, aMedex, aEuVô! e a Você Bem Online estão unindo suas expertises e inovando no setor de saúde. Isso porque, as startups acabam de integrar a oferta de seus serviços em uma única plataforma virtual, otimizando assim a busca dos consumidores por serviços e compra de produtos voltados a saúde e bem-estar.  

Quem irá hospedar as ofertas das outras três empresas é a Suprevida, já conhecida por ser a primeira plataforma on-line do mundo, que conecta atacadistas e fabricantes de produtos para saúde com consumidores e pequenos serviços de saúde. 

Agora, com o início da parceria de sucesso, a Medex passou a ofertar seus serviços de acompanhamento digital nutricional e físico dentro da plataforma da Suprevida, por meio de pacotes com o valor de R$299,00 voltados para gestantes, diabéticos, obesos e para quem busca redução arterial, vida saudável, alta performance e longevidade. 

Já a Eu Vô!, startup focada no transporte especializado para pessoas idosas, que conecta o público maduro a motoristas treinados, inclusive para fazer companhia em consultas médicas e compras em supermercados, passou a ofertar, dentro da plataforma da Suprevida, pacotes que variam de R$165,00 até R$600,00. Os valores estão embasados na necessidade de acompanhamento de cada cliente e distanciamento a ser percorrido. 

Completando o time, a Você Bem Online surgiu com o intuito de facilitar o acesso a psicologia, levando informação de qualidade para ajudar a conscientizar e cuidar da saúde mental das pessoas. Através da plataforma Suprevida, é possível encontrar psicólogos de diversas especialidades, de acordo com o momento atual da vida do paciente. O valor é de R$250,00 com direito a duas consultas online e individuais.   

“A Suprevida tem conquistado a confiança dos consumidores por criar estratégias voltadas a experiência coerente com o contexto de saúde e vida dos pacientes não hospitalizados e agregar valor de ponta à ponta aos fornecedores e profissionais conectados a plataforma. Nossa missão é valorizar o ser humano e tornar a Saúde mais acessível para os pacientes no mundo digital, explica Rodrigo Correia da Silva, CEO da Suprevida   

Sobre a Suprevida 

Após um problema de saúde na família, no qual o pai teve dificuldades em encontrar itens de cuidados e produtos especiais, além de não conseguir contratar cuidados específicos em domicílio, o empreendedor Rodrigo Correia da Silva enxergou neste cenário, além de uma oportunidade de mercado, uma forma de ajudar as pessoas, e, assim, fundou a startup Suprevida. 

Ao conectar compradores, profissionais de saúde e fornecedores de produtos para saúde, a empresa criou a primeira plataforma on-line do mundo conectando atacadistas e fabricantes de produtos para saúde com consumidores e pequenos serviços de saúde. Outras funcionalidades essenciais e gratuitas são reunir conteúdo confiável sobre questões relacionadas à saúde disponíveis no site com busca inteligente e estruturar uma plataforma de oferta de serviços por profissionais e empresas de saúde. 

A empresa, que foi criada em 2019, antes desse inimaginável cenário atual, se surpreendeu com seu crescimento vertiginoso gerado pela pandemia (apesar de ter decolado de forma satisfatória desde o início de suas operações). Para se ter uma ideia, na última semana de março (início do impacto do COVID-19), a Suprevida obteve 62% de crescimento de tráfego orgânico e aumento de 58% nas transações. 

A Suprevida faz parte da leva de empresas tecnológicas e inovadoras, que já estavam tratando de uma tendência e passaram a valer milhões com a aceleração da mudança de comportamento impulsionada pela pandemia. Os resultados mostram esse desempenho e explicam por si só essa valorização. A Suprevida já serve alguns milhares de usuários no Brasil, soma mais de 1800 produtos em oferta por atacadistas e fabricantes, possui mais de 400 profissionais de saúde cadastrados e tem realizado centenas de entregas em todo o Brasil. Além disso, mantém, mensalmente, um crescimento médio de valor transacionado de 30% desde o final da fase beta, em abril do ano passado. No período do início da pandemia (em março), esse valor subiu para 60%.

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