Empresa quer desmistificar mercado de investimentos para tornar mulheres protagonistas no setor

Neste 8 de março, o TradeMap, hub do mercado financeiro brasileiro, abre inscrição para o curso Investidoras a Bordo, pelo link https://trademap.com.br/investidoras-a-bordo. Com foco especial nas mulheres, o material conta com sete aulas sobre finanças pessoais e introdução ao mundo dos investimentos que ficarão disponíveis gratuitamente até o final do mês, para celebrar o Dia Internacional da Mulher na plataforma.

De acordo com Júlia Athayde M. Ferreira, head de educação do TradeMap, ainda há um caminho a ser percorrido para desmistificar o mercado financeiro para as mulheres. “Existe um estereótipo de que finanças não é assunto para mulheres. O TradeMap tem uma preocupação genuína em transformar essa realidade. Por isso, queremos inspirar as mulheres a serem não só protagonistas da sua própria carreira, como também da sua vida financeira.”, explica Júlia.

Com aulas realizadas por um time feminino de peso, as professoras, Júlia Sâmara (@as.ivestidoras), Nathalia Senna (@eu.nathsena), Sabrina (@mercadofinanceiro), Maiara Xavier (@aricasimplicidade), Bea Aguillar (@bea_aguillar), Bia Moraes (@canalpedemeia) e Glenda Mara (@glendamferreira), abordarão temas que fazem parte do cotidiano da mulher, como crenças e mindset sobre o dinheiro, planejamento financeiro, dívidas, metas e objetivos, dicas para melhorar a relação com o dinheiro, poupança e inflação, reserva de emergência, renda fixa e fundos de investimentos.

Além do Investidoras a Bordo, o TradeCast – podcast do TradeMap – convidou mulheres referências no mercado para colaborar com esse processo de democratização da educação financeira, como Paula Kovarsky (diretora de RI da Cosan), Helena Caldeira (CFO do Banco Inter), Luciana Seabra (CEO da casa de análise SPITI), Kim Farrel (diretora de marketing da América Latina da Bytedance, detentora do Tik Tok)

Mulheres no mercado financeiro

Recentemente, o IBGE divulgou que 34,4 milhões de mulheres são responsáveis financeiramente pelo domicílio. Dados do Ministério Público de São Paulo também mostram que, de cada quatro mulheres que sofrem violência doméstica, uma não denuncia o agressor porque depende financeiramente dele. Investir pode ser um caminho para a independência financeira da mulher. No entanto, elas ainda são minoria no mercado, conforme demonstra a pesquisa feita pelo TradeMap.

O levantamento apontou que, dos mais de 2,5 milhões de usuários da plataforma, apenas 13,40% são mulheres (na B3, elas chegam a 26%), das quais 55% localizadas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Os dados mostram ainda que 37,3% das mulheres que estão na plataforma fizeram cadastro nos últimos nove meses, e que 44,07% têm entre 25 e 34 anos; 70,1% investem em ações; e 23,2%, em títulos do tesouro direto. Com relação ao capital investido, 39,9% investem menos de R$ 500,00, enquanto 43,39%, entre R$ 500,00 e R$ 5 mil.

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