Ciberataques impõem desafios ao sistema financeiro

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Os dados são alarmantes. O número total de ataques cibernéticos cresce anualmente, impondo desafios. De olho neste cenário, a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acredi) promoveu, em São Paulo, discussão com especialistas que abordaram o tema “Prevenção à Fraude Cibernética”.

Alexandre Domingos de Souza, Segurança da Informação e Resiliência Cibernética – CIP), destacou que o ciberataque pode comprometer fortemente a economia de um País. “Segurança, energia, saúde e Telecom são ambientes que podem ser vulneráveis”. Relembrou que “a Argentina considerou, nesta semana, que o blecaute sofrido não é anormal e não descartou um ciberataque” afirmou Souza, projetando um levantamento da Verizon mostrando seu “Relatório de Investigações de Violações de Dados (DBIR)” de 2019, que fornece informações valiosas que abrangem 86 países e 41.686 incidentes. O resumo mostra que nenhuma indústria está imune ao ataque. Independentemente do tipo ou da quantidade de dados da sua organização, há sempre alguém que está tentando roubá-lo. “Dados expostos mostram qus 69% dos ataques são perpetrados por pessoas de fora, 39% de todos os ataques são perpetrados por grupos criminosos organizados”.

A probabilidade de funcionários de empresas menores serem atingidas por ameaças de e-mail, incluindo spam, phishing e malware, segundo ele, foi maior do que para os membros de grandes organizações.

Marcos Julião, Sócio-Fundador da JCAdvisor, alertou sobre a importância do controle de gestão de fraudes nas companhias. “Lembre-se que grande parte das ameaças estão dentro das companhias. Um levantamento da Deloitte mostra que 4 a cada 10 organizações sofreram um incidente de segurança cibernética nos últimos 24 meses. 70% das organizações afirmaram não ter certeza da eficácia de seu processo de resposta diante desses incidentes, enquanto apenas 3% realizam simulações para testar suas capacidades efetivas de resposta diante de um evento cibernético. As organizações da América Latina estão aumentando seus orçamentos dedicados à gestão de riscos cibernéticos e à segurança da informação. 89% dos entrevistados atribuem uma importância muito alta à gestão de riscos cibernéticos em um contexto de negócios vez mais digital”, relatou.

Julião destaca que segurança de tecnologia é um tripé: tecnologia, processos e pessoas. “É preciso entender o negócio, identificar os ricos de segurança e cuidar dos frameworks – série de processos que são usados para definir políticas e procedimentos em torno da implementação e gerenciamento contínuo de controles de segurança da informação em um ambiente corporativo. Prevenir é o caminho”, finalizou.

A Acrefi – Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento foi fundada em 1958 com o objetivo de congregar as empresas do setor, defender seus legítimos interesses, fortalecer as relações entre os associados e promover o desenvolvimento de suas atividades. Em todo esse período, a instituição se manteve fiel aos seus objetivos, procurando adaptá-los às constantes mudanças ocorridas no quadro econômico em geral e nas atividades de financiamentos contribuindo, assim, com o crescimento do País.

Startup lança consultoria de marketing jurídico para escritórios e advogados

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Até hoje o mito de que advogados não podem fazer publicidade e marketing de seus serviços é perpetuado entre profissionais da área. Equivocado, esse cenário é expressamente autorizado e regulado pelo Código de Ética e Disciplina (CED) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em capítulo especialmente dedicado à publicidade profissional. Inclusive, em sua nova versão que entrou em vigor no ano de 2016, o CED incorporou normas em relação à comunicação profissional por meio da internet e redes sociais. Apesar disso, não raramente, alguns profissionais recebem ameaças de denúncia à OAB dos próprios colegas ao divulgar conteúdos diferenciados – em favor da advocacia e da sociedade – em suas redes sociais, sites e até em respeitadas colunas informativas.

Visando trazer maior conscientização da classe a respeito do tema, a lawtech Roundlaw, a partir de agora, também irá realizar trabalho de consultoria em marketing jurídico para advogados e escritórios interessados em aprimorar a sua atuação na área. O movimento é uma expansão da inovação e geração de valor ao mercado após o bem sucedido lançamento, em 2018, da plataforma que conecta os clientes com os advogados mais renomados e inovadores de diversas especialidades nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

De acordo com Gabriel Teodoro de Oliveira, CEO da Roundlaw, a nova unidade de negócio visa atender uma demanda de mercado percebida quando começou a atuar como consultor da marca e realizar reunião com os advogados de forma mais frequente. “Desde então, recebi inúmeros feedbacks sobre a ausência de um player especializado para auxiliá-los na atuação do marketing jurídico de uma maneira profissional, que pudesse respeitar as normas do CED e, ao mesmo tempo, ter capacidade de gerar maior visibilidade aos profissionais e escritórios de advocacia”, argumenta.

Diante dessa necessidade, a startup decidiu implementar o modelo de negócio, oferecendo o serviço tanto para os escritórios com plano de marketing em andamento quanto para aqueles que ainda não iniciaram esse estágio. “Vale destacar que não acreditamos em uma abordagem única e pré-formatada. Confeccionamos estratégias sob medida levando em consideração o orçamento, áreas de atuação, apetite por inovação e estágio de maturidade da marca”, explica o CEO.

Estudo aponta que, em 2019, investimento global em edifícios inteligentes irá superar 14 milhões de euros

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A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, e a Unwork, consultoria especializada nas novas formas de trabalho, lançaram o “Smart Working”, relatório que expõe as vantagens dos edifícios inteligentes para os seus ocupantes e para os desenvolvedores de propriedades imobiliárias comerciais. O relatório também identifica os principais facilitadores tecnológicos e demonstra como os edifícios inteligentes contribuem para transformar os ambientes de trabalho e o panorama urbano.

O investimento em sistemas de construções inteligentes cresceu consideravelmente nos últimos anos. A despesa global aumentou em 5.816 milhões de euros em 2015. Para o ano de 2019, prevê-se que este número chegue aos 14.460 milhões de euros, segundo dados do IDC, o que reflete a sensibilização cada vez maior que as empresas têm sobre os benefícios que esse tipo de edificações pode agregar: melhoria do rendimento do negócio, atração de novos talentos, entre outros.

No relatório, estabelece-se um novo modelo orientado para os resultados que avalia até que ponto um edifício é inteligente, o modelo Activ8, que detalha os oito benefícios que um prédio deve ter para poder ser considerado como tal. Assim sendo, o edifício inteligente é sustentável e evolutivo, uma vez que proporciona informação de valor sobre o edifício e permite agir com base nos resultados, obtendo melhorias em eficiência energética. Também é flexível, permitindo instalar modelos de trabalho mais ágeis, dinâmicos e saudáveis, permitindo progressos na experiência dos utilizadores e uma maior eficácia e produtividade. Além disso, graças à utilização avançada de dados e análises, os edificios inteligentes são mais colaborativos.

Principais tecnologias

Segundo o relatório da Schneider Electric e da Unwork, as soluções inteligentes de gestão de energia adotadas nos edifícios inteligentes permitem otimizar o rendimento dos sistemas e dos consumos, conseguindo alcançar a eficiencia energética. Além disso, a geração de energia on-site, em conjunto com um software avançado de analítica e os novos tipos de materiais de construção inteligentes permitem que alguns edifícios sejam fornecedores de energia para as companhias elétricas nacionais.

Devido às tecnologias emergentes como a Internet das Coisas (IoT), o Big Data e a Inteligência Artificial, os edifícios inteligentes podem detectar de forma eficaz possíveis falhas e diagnosticá-las, melhorar a segurança de seus ocupantes e usuários ou medir o nível de saúde organizacional da empresa, entre muitos outros benefícios.

Sete passos para criar um edifício realmente inteligente

O relatório “Smart Working. Os edifícios inteligentes e o futuro do trabalho” indica os sete passos que um desenvolvedor deve seguir para construir um edifício inteligente. Esses passos começam idealmente, no mesmo momento da conexão do projeto e expandem-se desde a identificação dos especialistas que ajudarão a tornar a ideia real, até a escolha dos parceiros que a implementarão, passando pelo estudo dos aspetos básicos como a oferta e a procura de eletricidade, o iBMS ou os sistemas construtivos resilientes interconectados; a eleição das tecnologias e componentes que irá incluir o projeto ou o tratamento de dados que devem ser recolhidos para alcançar os objetivos.

Empresa compra companhia turca líder em automação eletrônica

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A empresa Sovos,que reivindica o título de líder mundial em tecnologia para tratamento fiscal, anuncia a aquisição da Foriba, organização turca líder em automação eletrônica, eReceipts e relatórios fiscais. Somada às aquisições recentes de Invoiceware, Paperless e TrustWeaver, a Sovos fortalece ainda mais a sua primeira solução fiscal global, rumo à missão de “Solve Tax for Good” (“resolver impostos para o bem e de uma vez por todas”, em tradução livre). 

Como um dos provedores líderes da Turquia, a Foriba, fundada em 1999, continuou a ampliar suas capacidades de compliance fiscal digital com serviços como relatórios eletrônicos, transferência obrigatória de documentos contábeis, notas eletrônicas e outros requisitos. Com países como Espanha, Hungria, Portugal, Reino Unido e Itália investindo em requisitos de controle de transações em tempo real, a Sovos aplicará a experiência da Foriba para ajudar os clientes a lidar com a nova onda de tributação digital. 

“Até 2025, as empresas em economias com IVA devem trocar mais de 75% de todas as invoices eletronicamente junto à entrada das novas administrações fiscais em tempo real de seus governos ou logo após o processo de troca de invoices”, afirma Andy Hovancik, CEO da Sovos. “A aquisição da Foriba pela Sovos, juntamente com outros investimentos recentes, ajuda-nos a proteger os clientes à medida em que os países adotam regulamentações de automação eletrônica”. 

A Foriba surgiu como uma integradora de sistemas SAP e permanece enraizada no mercado por meio de seus acordos SAP OEM e clientes blue-chip. Com a estrutura operacional em grande escala, a Foriba solidifica ainda mais a estratégia SAP da Sovos, de tornar a abordagem ao compliance fiscal mais simples para as corporações multinacionais. A Sovos integrará as soluções da Foriba na plataforma Sovos S1, que permite às empresas com operações em vários países centralizar a conformidade e atender a todos os requisitos fiscais indiretos no mundo. 

“A Sovos acumulou o talento de empreendedores e especialistas em regulamentação para fornecer uma solução líder, escalável e completa, capaz de garantir o compliance com invoices eletrônicas em mais de 60 países”, relata Koray Gultekin Bahar, co-fundador e CEO da Foriba. “Tanto a Foriba quanto a Sovos têm equipes focadas na qualidade do produto, experiência do cliente e diferenciação competitiva. Juntos, somos a escolha certa em um mercado global pronto para o crescimento”. 

Com equipes de especialistas na América Latina, América do Norte, Europa Ocidental e agora na Turquia, a Sovos tem a capacidade global de enfrentar o desafio de conformidade contínua com os impostos sobre valor agregado (IVA), à medida em que os governos em todo o mundo avançam sobre estes mandatos. Com a Turquia considerada como o país mais complexo especialmente pela quantidade de normas tributárias, o país é um dos poucos fora da região latinoamericana a ter controles de IVA digitais obrigatórios desde 2014 e um mandato maduro de automação eletrônica consolidada.

“Combinadas, as equipes da Sovos e da Foriba fornecerão recursos operacionais ampliados para serviços profissionais, suporte e projetos SAP de larga escala. Nossos clientes também se beneficiarão da sólida base de P&D da Foriba e de produtos confiáveis, assim que os integramos à Plataforma S1 e os levarmos a um mercado mais amplo, na Europa e além”, comenta Steve Sprague, vice-presidente e gerente geral da Linha de Negócios Globais de IVA da Sovos. “O espírito empreendedor da Foriba está em total sincronia com a Sovos. Juntos, estamos em uma posição única para cumprir nossa missão compartilhada de ajudar as empresas a prosperar no novo mundo da tributação digital”, conclui John Gledhill, vice-presidente de desenvolvimento corporativo da Sovos.

Empresa personaliza aplicando o design de atendimento

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A Mindbe, empresa de tecnologia e design de atendimento, e a Terex Latin America, fabricante de produtos e serviços de elevação e processamento de materiais, fizeram em conjunto o redesenho dos processos de atendimento da multinacional com o objetivo de tornar os atendimentos no Brasil mais personalizados e eficientes.

Segundo o CEO da Mindbe, Julio Moretti, o maior desafio da Mindbe é tornar o atendimento B2B personalizado, assertivo e eficiente, com todo o suporte técnico necessário sem causar ruídos na comunicação. “Para apresentarmos a melhor estratégia, fizemos um estudo de imersão no universo dos equipamentos de movimentação de cargas e plataformas aéreas, assim pudemos entender as necessidades do público composto por especialistas e executivos nas áreas de infraestrutura”, ressalta o executivo.

Para apresentar soluções efetivas que fizessem sentido para o cenário atual da empresa e as necessidades dos clientes, a Mindbe promoveu uma sessão de design de atendimento, ou seja, uma ação propositiva para elevar a qualidade do atendimento, trazer mais eficiência para negócio, além de reduzir custo. A partir disso, a Mindbe centralizou o SAC nacional – para um atendimento mais técnico -, treinou e preparou os agentes técnicos para que o atendimento seja cada vez mais especializado, criou um espaço exclusivo e privativo para ambientação desses agentes, entre outras soluções personalizadas que melhorou a produtividade e qualidade no atendimento.

O resultado da parceria, segundo Ricardo Neto, Gerente de Suporte ao Cliente da Terex Latin America é reflexo dos anos que vêm investindo no aperfeiçoamento e inovação no relacionamento com o cliente final.

Sobre a Mindbe

Surgimos em meio a turbulenta transformação digital. Viemos como resultado de uma longa experiência de sucesso, com mais de 15 anos de know-how em tecnologia e sistemas para centrais de contato e atendimento. A fusão de duas empresas referências em seus segmentos, G4 Solutions e Quaddra Contact Center, em meados de 2018, deu origem à Mindbe Tecnologia e Design de Atendimento, com DNA hibrido de sistemas e processos, melhorado por novas metodologias e conceitos que envolvem Design Thinking e User Experience, e um punhado de criatividade e inovação. Passamos uma vida entendendo como as pessoas querem se relacionar com as empresas, e o que as empresas desejam dessas relações.

Especialista da FGV indica 10 regras para alcançar a excelência

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Por que algumas pessoas se destacam dentro de uma empresa? Por que são incansáveis na entrega pelo melhor!

As vezes, esse profissional recebe nome de chato, outras de perfeccionista, mas para o especialista em gestão de carreiras, professor Luciano Salamacha, que ministra  aulas em MBA’s da ESIC Business School e da FGV, especialista em gestão e carreira, essas pessoas na verdade estão em busca da excelência.

Excelência é uma palavra que vem do latim excellentiae. Ex significa fora ou sobre e cellentiae significa subir, estar no alto. No dicionário excelência tem muitos significados: erguer, ser superior, ter grandeza, grau máximo de perfeição, grandeza, elevação, qualidade muito superior, sinônimos sempre associados ao local supremo de estar algo ou alguém. Podemos também interpretar a excelência em uma escala evolutiva onde “Bom” pode ter um posto a mais a ser alcançado e “Ótimo” é o estado máximo de desempenho. E o excelente? Excelente é psicologicamente, um posto muito alto, inalcançável, onde imaginamos que poucas pessoas possam estar. Mas, é possível alcançar o Olimpo das entregas perfeitas? Para professor Salamacha é possível e indica 10 regras para atingir a excelência.

1- Estabeleça seu próprio padrão de excelência. Quando você determina quais foram as entregas que você desempenhou excelentemente, você terá algo a se apoiar, em que se espelhar. Um histórico todo seu como uma espécie de régua de avaliação. Algumas pessoas elegem níveis muito baixos e outras elegem patamares inalcançáveis, gerando acomodação ou frustração. Por isso, eleja sua própria régua.

2- Na dúvida, eleja um nível mais baixo de excelência para alcançar. Neurocientificamente, se você estabelece um alvo e o atinge, automaticamente sente-se cofiante para elevar o grau de dificuldade. Se estabelecer um nível alto demais e não conseguir, a frustração pode ser decisiva para diminuir a confiança em si mesmo. O fracasso pode ficar no seu histórico negativo, em suas más experiências e, por consequência, pode impedir que tente de novo. A sua régua de excelência se ajustará conforme a escalada na carreira.

Por outro lado, quando você atinge a meta de excelência, mesmo que baixa, um neurotransmissor chamado dopamina manda estímulo para o cérebro com a sensação de recompensa. A mensagem será “sim, eu posso” e a alegria e o prazer impulsionam pra tentar mais vezes, uma espécie de propulsor para novos desafios.

3 – Mire no horizonte e siga. Para que serve a linha do horizonte? Serve pra ser um guia, um objetivo, um norte, uma referência. A linha divisória. A excelência é seu horizonte, ou seja, uma busca eterna. Esteja sempre em busca da superação. A busca pela excelência está conectada a evolução pessoal e profissional.

4 – Venda o seu conceito de excelência . Deixe as pessoas trabalharem por conceito e não por regra. Conceito justifica o porquê de uma conduta, enquanto a regra determina apenas como se deve fazer. Venda os princípios do seu grau máximo de qualidade. Assim você não engessa os padrões de ninguém em busca da própria excelência.

5 – Não julgue as pessoas a sua volta pelo nível de excelência que elas elegeram. Cada um sabe até onde podem alcançar. Saber das suas limitações, seus temores e até onde arriscar é fundamental. Agir com soberba pode anular e prejudicar o esforço de cada um pela busca da excelência individual.

6 – Flexibilize a excelência conforme sua escalada na empresa. Aprenda a declinar de seu padrão de excelência para que os outros desenvolvam seus próprios padrões. Não tente manipular as pessoas à luz do que você chama de excelência. Claro, que colegas e subordinados têm de estar alinhados aos conceitos que você utiliza na sua excelência, mas lembre-se: o grande gestor não é o que engessa as pessoas, mas sim aquele que inspira a evoluírem em busca do melhor resultado.

7- A excelência não é o que você oferece, mas o que o outro percebe. Muitas vezes, um profissional pode estar orgulhoso de ter atingido um alto padrão na entrega de um produto ou serviço, mas esse padrão pode não ser reconhecido pelo cliente como de valor. Excelência tem que gerar valor ou resultado para quem recebe e não apenas para quem elabora ou entrega. Você só saberá o valor do que entrega se conhecer a escala do outro. Conhecer, o receptor da entrega, o cliente é fundamental.

8 – Corrija o percurso. Se perceber algo errado no caminho que você traçou até o topo pare e reveja. Os gargalos impedem o alcance da excelência. È que a busca da excelência parte sempre de um objetivo a ser atingido e, muitas vezes, as condições do ambiente impedem que isso seja alcançado. Logo, um profissional deve agir sempre com flexibilidade em sua busca pela excelência

9 – Nunca perca o padrão de excelência para agradar o cliente, isso é perder a personalidade profissional. Como resolver isso ? Faça três perguntas:

Você está violando os seus valores?  Se sim, terá que se questionar. Será que essa pessoa/cliente é importante para mim? Lembre-se que um profissional somente consegue entregar o seu melhor quando a tarefa está alinhada com seus valores pessoais. Em alguns casos, é preciso abrir mão do cliente para manter seus princípios.

A terceira pergunta é: Você sabe qual é o melhor resultado para o seu cliente? Se sim, deixe-o seguro que seu nível de excelência vai elevar o dele e trazer bons resultados. Não sucumba! Isso porque o seu padrão de qualidade pode ainda não ser do conhecimento do cliente e, portanto, não consegue vislumbrar tudo o que você pode entregar.

10- Prepare-se para atingir os resultados que planejou. Por incrível que pareça algumas pessoas sentem-se motivadas para a busca da excelência e acabam não se preparando para reconhecer quando o padrão  foi atingido. É importante manter o equilíbrio entre o que ofertou e o que está entregando. Passar do ponto também é um erro a ser evitado.

Agência cria metodologia de inovação com foco em sustentabilidade

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A CBA B+G, agência de branding, inovação e pesquisa, está lançando metodologia proprietária para auxiliar marcas que pretendem se adaptar a conceitos sustentáveis e à economia circular, estratégia que implica na redução de uso de materiais, reciclagem e fontes de energia diversas. O processo envolve profissionais de agências, clientes, demais players do mercado e consumidores, entre estrategistas, criativos, makers, especialistas em logística, sustentabilidade, finanças, inovação e pesquisa e desenvolvimento.

A metodologia foi criada a partir do entendimento de três aspectos importantes para efetividade na busca de soluções. O primeiro deles é a colaboração, já que integração de perspectivas e conhecimentos de agentes distintos é fundamental para se resolver o problema. O segundo é a tecnologia, pois o uso de ferramentas digitais possibilita escalabilidade das soluções. Por fim, a busca por novos modelos de negócios é parte importante do processo, pois as possibilidades viáveis no longo prazo e que trarão resultados efetivos vão nascer de novos modelos, alguns deles ainda não identificados.

“As marcas estão sendo desafiadas a adotar princípios da economia circular em sua práticas e processos, principalmente relacionadas à gestão e descarte dos resíduos gerados por seus produtos. Nesse contexto, queremos auxiliar os clientes em suas jornadas de transformação de negócios, lidando melhor com a geração e gestão de seus resíduos e impactando diretamente em melhores resultados de negócios”, explica Carolina Barruffini, diretora de estratégia da CBA B+G.

Metodologia

A metodologia parte de equipes reunidas em workshops imersivos com objetivo de gerar soluções em três perspectivas essenciais: Pessoas, que cria iniciativas engajadoras para mobilizar e envolver os consumidores, parceiros, clientes e colaboradores); Sistema, que estabelece jornadas eficazes e escaláveis de logística reversa com objetivo de fechar o ciclo das embalagens, desde a compra do produto até o pós-consumo; e Embalagens, que explora materiais e formas mais inteligentes para entregar embalagens com menor impacto ambiental e otimização de uso de materiais.

O processo de trabalho se dá em quatro etapas subsequentes e colaborativas. No diagnóstico, identifica-se a realidade do cliente na geração de resíduos, identificando as frentes prioritárias a serem trabalhadas. Em seguida, há dois dias de workshops de cocriação,  em que são desenhadas as jornadas de logística reversa com objetivo de fechar o ciclo das embalagens. A terceira etapa é composta pela análise de campo, em que as ideias são avaliadas diante da realidade do consumidor, parceiros e da empresa. Por fim, há dois dias de workshop de prototipagem, em que as ideias são desenvolvidas em protótipos de baixa e media fidelidade (físicos e digitais) e testadas com clientes e consumidores. Ao final, faz-se uma apresentação em formato “Shark Tank Pitch” para a liderança da empresa.

A partir da prototipagem, as soluções são pilotadas pela empresa com objetivo de gerar um “backlog de aprendizados”. Por meio das melhorias incorporadas, as estratégias são transformadas em projetos reais que endereçam soluções envolvendo o consumo dentro e fora do lar. Assim, a CBA B+G propõe uma forma das empresas repensarem sistemas, reavaliarem a forma como fazem negócios, e reimaginarem seus processos produtivos.

Cargos para o Ministério Público da União atraem a geração “Millennials”

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Não é de hoje que os cargos abertos por concursos para o Ministério Público da União atraem brasileiros. Afinal, a atuação deste órgão é muito abrangente e engloba o Ministério Público Federal (MPF); o Ministério Público do Trabalho (MPT); o Ministério Público Militar (MPM) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

O salário também é um ponto que, definitivamente, atrai o interesse dos brasileiros. Para os cargos técnicos do MPU, os ganhos chegam a R$ 8.475,37 e para os cargos de analista, o total é de R$ 13.339,30, a partir deste ano.

Um recente mapeamento desenvolvido pelo portal Gran Cursos Online, especializado na capacitação de candidatos para concursos públicos, mostra que brasileiros entre 25 e 34 anos – considerados parte da geração Millennials – representam um total de 524.528 interessados no concurso MPU, seguidos pelo público entre 35 e 44 anos.

Modelo híbrido de ensino, já usado no Brasil, vai reunir especialistas em educação

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Educador Fabio Toledo apresenta as tecnologias utilizadas em sala de aula para os alunos colocarem a mão na massa. Foto: Divulgação

No próximo dia 24, o Colégio Teresiano, na Gávea, vai reunir educadores e dezenas de especialistas para lançamento do livro ‘Educação Neural: A Revolução do Saber na Era das Conexões’ de Fabio Toledo, sócio da i9group – desenvolvedora de soluções e plataformas inteligentes para instituições de ensino de todo o Brasil como as Redes Anglo-Americano e Franciscanas de Ensino, CAP da PUC-RJ entre outras.

Será um encontro fechado no qual o autor vai abordar o tema central do livro: a implementação do ensino Híbrido, que alia aulas online à presenciais. Segundo Toledo as teorias ensinadas em sala de aula devem ser colocadas em prática por meio de experimentos e projetos multidisciplinares onde os alunos possam colocar a mão na massa.

Obra foi publicada em Inglês, Espanhol e Português Foto: Divulgação

“O livro defende a utilização de programações, robôs, protótipos eletrônicos e mecânicos dentro das disciplinas lecionadas em sala de aula. Acredito que, além de aumentar o interesse do aluno, isso facilita a compreensão dos conteúdos teóricos e objetiva direcionar e desenvolver as inteligências tecnológica, empreendedora, financeira e socioemocional dos estudantes”, explica Toledo, autor do livro.

Sobre Fabio Toledo:

Foto: Divulgação

Fabio Toledo é empresário, Educador, idealizador dos conceitos Educação Neural e Era das Conexões, apresentador das colunas voluntárias “Educação Neural” e “Sucesso  Requer Atitude”, difundidas em dezenas de rádios do Brasil e nas Mídias Sociais, palestrante, EduTuber (Youtuber que aborda assuntos relacionado à Educação),  autor de livros internacionais, professor de cursos de pós-graduação, executivo internacional com mais de 20 anos de experiência e especialista em inovação, tecnologias inteligentes e Internet das Coisas (IoT).

Toledo estudou em escola pública e iniciou sua carreira executiva em uma concessionária  de energia elétrica no Rio de Janeiro com apenas 14 anos de idade, como menor aprendiz de eletricista. Lá, galgou diversas posições e ocupou diversos cargos de alta gestão, tendo inclusive trabalhado na Europa como executivo por mais de 4 anos e coordenado renomados e premiados projetos inovadores internacionais.

Após sobreviver a um atentado, decidiu realizar dois sonhos,  tornar-se empresário do ramo da educação e ajudar pessoas a construir uma trajetória de sucesso por meio da educação e de atitudes éticas e sábias.

Além  de criar  as colunas  de rádio, Toledo  fundou a startup i9group  em 2014, empresa inovadora  que oferece a implementação da  disciplina de inteligência tecnológica e empreendedora, soluções e plataformas inteligentes  voltadas ao setor de educação, da qual é sócio. Para ele, a educação é fundamental para trilharmos uma trajetória de sucesso nos tempos modernos. Isso se aplica a vida pessoal, profissional e acadêmica, no ambiente escolar e na “Escola da Vida”.

Sinopse do Livro Educação Neural

O mundo contemporâneo é tecnológico, dinâmico, conectado e compartilhado. A forma de educar precisa ser compatível com este cenário. O desafio de educar vai além da aprovação do ENEM, da Robótica, dos muros da escola e da trajetória acadêmica. Para trilhar uma trajetória de sucesso nos tempos atuais é preciso garantir um processo de reinvenção contínua. Como neurônios, precisamos buscar continuamente o conhecimento, estar aptos a aplicá-lo de forma sábia, a nos adaptar, bem como a criar conexões éticas e inteligentes conosco, com o próximo, o ambiente e a tecnologia que nos cerca. Flexibilidade, pensamento crítico, raciocínio lógico-construtivo, capacidade de adaptação e saber unir a teoria à prática são fatores essenciais! É fundamental preparar os estudantes para a vida!

Não basta ensinar a criar robôs! A tecnologia, programação e criação de protótipos eletrônicos e mecânicos são ferramentas que devem ser utilizadas a serviço da educação e do desenvolvimento pessoal dos educandos, objetivando facilitar o processo de aprendizagem e melhorar o rendimento escolar dos alunos, bem como seu desempenho futuro no mercado de trabalho.

É preciso disseminar nas instituições de ensino a Cultura Maker para que os alunos apliquem as teorias aprendidas em sala de aula por meio da criação de maquetes, experimentos e outros projetos tecnológico-interativos multidisciplinares e de cunho empreendedor. Tudo isso deve ser feito em um ambiente de aprendizagem imersivo que facilite o despertar de aptidões, engajamento, sentimento de pertencer e a revelação de talentos.

É importante, ainda, direcionar e desenvolver as inteligências tecnológica, empreendedora, financeira e socioemocional dos alunos, além de tornar hábito colocar a mão na massa, empreender, inovar e a busca contínua pelo saber, a fim de tornar-lhes aptos a conquistar sua trajetória de sucesso na “Escola da Vida”.

O livro aborda as temáticas acima e é o resultado de anos de trabalho de parceria da empresa do autor com renomadas instituições de ensino, como o Colégio Teresiano,  Rede Anglo-Americano e Rede Franciscanas. Ele descreve, o que empresário, educador, radialista, EduTuber, palestrante, executivo internacional e especialista em inovações tecnológicas, Fabio Toledo, desenvolveu e observou na prática: a forma de educar acima descrita tende a aumentar o interesse, melhorar o desempenho escolar e facilitar a trajetória de sucesso pessoal e profissional dos alunos.

Conheça as 51 startups que você deve acompanhar em 2019

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Em um universo de 12 mil iniciativas registradas na Associação Brasileira de Startups (ABS), a Fisher Venture Builder seleciona 51 boas ideias para se acompanhar durante o ano de 2019. A seleção foi feita considerando o perfil do empreendedor à frente da startup, a capacidade de facilitar a vida dos clientes e a possibilidade de transformar seu  mercado de atuação.

As startups estão divididas por segmento de mercado, das conhecidas Fintechs até as Edtechs e Lawtechs. Os números também são relevantes para a seleção: a Trigg, fintech de cartões de crédito com modelo de cashback, é um dos destaques, e já tem mais de 1,2 M de cartões emitidos e pretende atingir R$ 1 bilhão em vendas este ano; no segmento de Proptechs, a ATTA gerou R$ 360 milhões em crédito imobiliário e R$ 5 milhões em garantias locatícias em 2018; a Gupy, startup de Recursos Humanos, teve crescimento de 400% em 2018, recebendo um aporte de 11,5 milhões de reais; e a iSportistics, uma das pioneiras no segmento de Sport tech, captou R$ 1,8 MM em 2018 e a Mandaê, que se destacou no setor logístico, vem crescendo 15% ao mês e 300% ao ano desde sua fundação em 2014. A empresa recebeu, em 2018, uma rodada de investimentos série B no valor de US$ 8 milhões.

As promessas do mundo de startups estão listadas abaixo:

https://www.fishervb.com/51boasideias