#Oi, #OiFuturo e Ministério da Cidadania apresentam Museu das Comunicações e Humanidades

Posted on Updated on

Fotos de Renata Mello

O Insttuto Oi Futuro, da operadora de telecomunicações Oi, apresentou hoje (terça-feira, 21 de janeiro), o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, que conta a história do desenvolvimento tecnológico das comunicações a partir da ótica das relações humanas. O projeto, no Rio de Janeiro, no bairro do Flamengo, é uma evolução do Museu das Telecomunicações, que funciona faz 13 anos e que teve as instalações integralmente remodeladas devido à nova proposta. Com atrações interativas inéditas, ambientes imersivos e novas tecnologias, o museu oferece ao público experiências únicas a cada visita. Com entrada gratuita, o espaço é situado no Centro Cultural Oi Futuro.

“O Oi Futuro inicia 2020 entregando um novo conceito de museu aos moradores e turistas do Rio de Janeiro, um espaço que combina história, conhecimento e inovação de uma forma lúdica e acessível para todas as idades”, diz Suzana Santos, presidente do Oi Futuro.

Após seis meses em modernização, o espaço reabre transformado, com experiências personalizadas para cada participante e novas plataformas de conteúdo e interação, usando tecnologias como realidade virtual, displays interativos sensíveis ao toque, fotografia digital 3D, monitores de LED de alta definição, celular, game e outros. 

A ideia é que o visitante se integre ao museu para gerar reflexões sobre o impacto das comunicações no desenvolvimento humano. O museu também disponibiliza projeto expográfico inovador, com acessibilidade para todos os públicos, além de uma seleção inédita de peças do acervo, algumas nunca antes expostas.

“Queremos surpreender o visitante, que pode ter experiências inéditas e pode se reconhecer como parte fundamental dessa história que estamos contando, como um acervo dinâmico do museu. Aqui vamos além da interação: o público é um colaborador ativo na construção do museu, porque a comunicação, verdadeiramente, é a troca de afetos, conhecimentos e informações, e as pessoas são as protagonistas desses processos. É o humano que dá sentido à tecnologia”, explica Roberto Guimarães, gerente executivo de Cultura do Instituto Oi Futuro.

A modernização do museu foi patrocinada pela Oi e pelo Ministério da Cidadania, por meio da lei federal de incentivo à cultura.

Entre as novidades que o público vai encontrar no Musehum estão:

·         Ambiente imersivo: Quem sou eu nas redes sociais e redes reais?

A tecnologia não está presente só nas formas de interação, mas também no conteúdo. Em grupos de duas a quatro pessoas, o público entra numa cápsula espelhada, sendo envolvido por uma experiência de luzes, sons e efeitos visuais que revela seus próprios rastros digitais e conexões; a instalação reforça a necessidade de mantermos nossos laços fora do ambiente digital.

·         Experiência em Realidade Virtual: Na dobra do tempo

Com o uso de óculos de realidade virtual, o visitante faz uma espécie de viagem no tempo, em que conhece o passado do prédio histórico que abriga o museu, onde há mais de 100 anos funcionava a Estação Telefônica Beira-Mar, com dezenas de telefonistas em plena atividade, trabalhando para conectar pessoas. A reconstituição do ambiente foi criada a partir de casos reais encontrados em pesquisas realizadas no acervo documental do museu;

·         Super-selfie: virei peça de museu

 Neste dispositivo, o visitante pode tirar uma selfie e gerar uma foto digital 3D de grandes proporções, que mostra uma versão desconstruída da sua própria imagem;

·         Gabinete de curiosidades: objetos, memórias, afetos

 O público poderá conhecer mais de 400 objetos históricos de diversas épocas: aparelhos telefônicos de design variados, celulares, mesas de telefonista, telefones públicos, câmeras, rádios, televisores, computadores e equipamentos industriais de telecomunicações, dispostos em nichos temáticos, alguns deles abertos para que os visitantes possam tocar nos itens;

·         Janelas digitais: o acervo na ponta dos dedos

Por meio de quatro grandes monitores sensíveis ao toque, o público pode explorar o acervo museológico do Oi Futuro, que possui mais de 130 mil itens, entre objetos históricos, fotos de época, documentos e listas telefônicas. O visitante pode navegar por “playlists” de peças da coleção, sugeridas pela da curadoria do museu a partir de assuntos ou épocas específicos;

De Museu das Telecomunicações para MUSEHUM

A instituição nasceu como Museu do Telephone, inaugurado em 1981 no prédio centenário da Rua Dois de Dezembro, onde funcionava a estação telefônica Beira-Mar, uma das principais do Rio de Janeiro nos primórdios da telefonia brasileira. Em 2007, o museu ganhou uma perspectiva mais ampla virando o Museu das Telecomunicações, passando a abordar a expansão da internet, da telefonia celular e da indústria de telecom. Agora, como MUSEHUM – Museu das Comunicações e Humanidades o Oi Futuro dá um passo à frente ao centrar a narrativa do museu nas relações humanas, entendendo que não basta falar de tecnologia sem tratar da troca de afetos e conhecimentos que motiva as conexões e as redes e também do impacto da expansão da conectividade na sociedade. Essa nova visão motivou um reposicionamento da marca e uma restruturação física e tecnológica do espaço, para colocar o visitante no centro da experiência de visitação e contemplá-lo como parte integrante do repertório do museu.

Com um acervo de mais de 130 mil peças, o museu também está ampliando em cerca de 30% o número de objetos em exposição permanente, incluindo alguns nunca vistos pelo público. Entre as curiosidades estão um contador de fichas telefônicas de 1900, uma central telefônica francesa do século 19  e um arquivo rotativo analógico utilizado pelas telefonistas nas primeiras décadas do século 20, uma espécie de tio-avô do banco de dados. Entretanto, o novo formato do museu possibilita que a curadoria renove a exposição com maior frequência, tanto a seleção de itens de acervo, quanto os conteúdos multimídia disponíveis para interatividade, de forma que, a cada visita, o público terá novidades para descobrir e experimentar.

Para ajudar a desenvolver o projeto do novo museu, o Oi Futuro realizou a pesquisa “Narrativas para o Futuro dos Museus”, lançada nacionalmente em maio de 2019, um estudo de campo inédito com o público brasileiro, para entender por que as pessoas vão ou não vão aos museus. A partir de dados quantitativos e qualitativos, a pesquisa faz um raio-x da percepção do público sobre museus brasileiros e também aponta tendências e desafios para repensar o papel do museu no país e engajar mais visitantes. A íntegra da pesquisa está disponível para download gratuito no site do Oi Futuro: https://oifuturo.org.br/pesquisa-museus-2019/

O resultado aponta que para a maioria dos entrevistados as ferramentas tecnológicas podem melhorar a experiência nos museus e para 50% dos entrevistados museu é lugar para se visitar uma única vez. “É o que chamamos do efeito ‘viu está visto’, em que a pessoa visita a instituição uma vez na vida e não precisa voltar. Queremos proporcionar ao nosso público uma experiência nova a cada visita; como as novas atrações dependem de informações inseridas pela pessoa, cada visita será única”, diz a museóloga Bruna Cruz, que coordenou o estudo. Conclusões como essa, tiradas da pesquisa, também inspiraram que o Oi Futuro criasse o programa HiperMuseus, ainda em 2019, voltado para a formação de profissionais do campo dos museus com foco na transformação digital de instituições culturais brasileiras.

Sobre O Oi Futuro

O Oi Futuro, entidade de inovação e criatividade da Oi, serve de laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura e Inovação Social. Por intermédio de iniciativas e parcerias no País, estimula-se o potencial dos indivíduos e das redes para um presente com mais inclusão e diversidade.

Na Educação, o Oi Futuro investe em novas formas de aprendizagem e ensinamento com o Nave, ação que, em 13 anos, já responde pela formação de mais de 2,5 mil jovens.

Fruto de parceria com as secretarias de Educação dos estados do Rio de Janeiro e de Pernambuco, o Nave é desenvolvido em duas escolas públicas, no Rio e em Recife, na modalidade de Ensino Médio Integrado ao Profissional, visando às economias criativa e digital. As escolas são laboratórios de criação e experimentação de metodologias pedagógicas inovadoras, disseminadas em cursos oferecidos gratuitamente a educadores da rede pública, em áreas como Robótica e Midiaeducação, e de publicações digitais como o “E-Nave – Guia de Práticas Pedagógicas Inovadoras”, que em 2019 lançou a segunda edição.

Na Cultura, o instituto mantém o Centro Cultural Oi Futuro, com agenda que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia e também abriga o Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil e com um acervo de mais de 130 mil itens que contam a história do setor no país. O Oi Futuro gerencia há 16 anos o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores. O instituto também criou e mantém o LabSonica, laboratório de experimentação sonora e musical, abrigado no Lab Oi Futuro, no Rio de Janeiro, e o Oi Kabum! Lab, formando jovens de periferia nas áreas da arte e da tecnologia, entre outras ações.

Na Inovação Social, o Oi Futuro criou o Labora, laboratório dedicado à conexão e ao fortalecimento de empreendedores, negócios e organizações comprometidos com o impacto social. O Labora é um ambiente de aprendizagem, criação e articulação e oferece ciclos de aceleração para startups e organizações sociais selecionados por editais públicos, além de uma agenda contínua de workshops, cursos, seminários e palestras para o público em geral. Desde 2017, foram 50 negócios e organizações acelerados, com cerca de 340 empreendedores impactados diretamente.

Em interseção das áreas de Cultura e Inovação Social, surgiu o Lab Oi Futuro, ponto de criação, experimentação e colaboração projetado para impulsionar criadores de campos distintos e startups de impacto social de todo o Brasil, escolhidos por meio editais públicos.

Com mais de 500 metros quadrados, o laboratório reúne o LabSonica e o Labora e assegura estrutura física e suporte técnico para que participantes viabilizem projetos num ambiente que estimula a produção colaborativa, a formação de redes e a inovação.

Deixe uma resposta