Previsibilidade é o desafio da indústria de flores, frutas, legumes e verduras na pandemia

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Buquê de Flores Vermelhas Aconchego | Nova Flor

A PMA Brasil, entidade que representa a indústria de flores, frutas, legumes e verduras, afirma que março foi atípico e a imprevisibilidade das últimas semanas exigiu um esforço e mudanças de estratégia de gestão de pessoas, logística e comercial de todas as empresas para atender todo o país e garantir o abastecimento. “A primeira etapa foi vencida, “a duras penas” por todos os lados. A pergunta agora é: quais são os produtos que os consumidores continuarão consumindo? Prever esse comportamento será o diferencial para que a indústria de frutas, flores, legumes e verduras possa se organizar e passar por essa fase difícil”, informa Giampaolo Buso, presidente da entidade.

O cenário do setor mostra que houve forte redução na venda de folhosas para restaurantes, sendo 35% menor a semeadura no cinturão verde de SP, colocando alguns produtores em dificuldade. O segmento de flores foi o mais prejudicado com mais de 70% de queda nas vendas. No varejo, a demanda desacelerou porque o consumidor está seguro que não haverá desabastecimento.

Agora, o mercado busca responder à pergunta: Quais são os produtos que os consumidores continuarão consumindo? Prever esse comportamento será o diferencial para que a indústria de frutas, flores, legumes e verduras possa se organizar e passar por essa fase difícil.

Sobre PMA – Produce Marketing Association é uma associação de produtos agrícolas frescos e flores, fundada em 1949 nos Estados Unidos, com a missão de conectar os interesses das cadeias produtivas de frutas, flores, legumes e verduras. A entidade conta com 2.900 empresas associadas, 54.000 compradores e fornecedores, em 55 países de cinco continentes. No Brasil, a entidade conta com 93 associados (produtores, distribuidores e varejistas).

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