Na pandemia, Black Friday exige ampliação emergencial da armazenagem

A primeira Black Friday após o começo da pandemia do novo coronavírus pode ser uma das maiores no Brasil. Apesar da crise econômica gerada pelas políticas do governo de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, além do necessário distanciamento social e interrupção de atividades para contenção da doença, a expectativa de especialistas tem como base o crescimento do mercado varejista após meses de incertezas. Além disso, a digitalização e a mudança no comportamento de compra dos clientes também são fatores que criam um ambiente de perspectivas mais otimistas.

Segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Comércio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, as vendas no varejo cresceram 5,2% em julho em comparação ao mês anterior – terceira alta seguida em 2020 e que só reforça as expectativas. Contudo, o cenário instável deixou muitos negócios com o planejamento comercial e logístico comprometido, principalmente, no que diz respeito ao armazenamento de cargas e produtos.

Com as projeções positivas para a Black Friday, decisões precisam ser tomadas com urgência. “Um dos setores mais procurados durante a ação, a indústria da chamada linha branca – que abrange eletrodomésticos de maior porte como geladeira, fogão, microondas e freezer – vai precisar de galpões flexíveis para se adaptar à nova realidade imposta pela pandemia”, afirma Silvia Ayala, gerente Comercial da Tópico, líder no segmento de infraestrutura flexível para armazenagem e cobertura, com mais de 2,5 milhões de m² instalados no país.

Será uma Black Friday digital, que exigirá das indústrias um desempenho melhor, pois as lojas estarão com funcionamento restrito para evitar aglomerações. “Isso vai provocar o crescimento do comércio eletrônico, maior quantidade de produtos armazenados nas fábricas e centros de distribuição para atender os pedidos e se mantendo a expectativa de entrega para atender os clientes. Os galpões flexíveis e temporários são essenciais para que esses processos sejam eficientes”, explica Silvia.

Vantagens – “Estamos a pouco mais de um mês para a data, as empresas precisam buscar soluções o quanto antes. Ampliar a capacidade com uma construção em alvenaria é oneroso e não há mais tempo hábil. Para aumentar de forma rápida os estoques, a locação de galpões lonados ou de zinco é a alternativa mais acertada e com melhor relação custo-benefício. São estruturas que também podem ser utilizadas para agregar novas áreas em centros de distribuição”, destaca Sergio Gallucci, diretor Comercial e de Marketing da Tópico

Outra vantagem, segundo Gallucci, é o fato dos projetos modulares serem mais dinâmicos: se adaptam a qualquer tipo de piso, são projetados de acordo com a necessidade de cada empreendimento, podem ter o layout facilmente alterado e não geram ativo ocioso. “Montamos o galpão no tamanho desejado e ele permanece disponível no período de atendimento da sazonalidade do cliente, não mais que isso. Além disso, tudo é pensado para se adaptar ao que vai ser armazenado”, conclui.

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