Diversificação de negócios torna investimento sustentável

Muitos proprietários de casas de veraneio nos Estados Unidos, especialmente no estado da Flórida, que tem clima semelhante ao tropical, enfrentam o mesmo problema dos que têm esse tipo de imóvel no Brasil nos períodos de baixa temporada, principalmente por conta do inverno rigoroso ou do período em que o país sofre com furacões: as despesas fixas para manutenção desses imóveis que acabam, até certo ponto, corroendo as receitas obtidas com a locação na alta temporada.

O ATM Club, clube de investimentos em redes de caixas eletrônicos, criou uma solução que pode ajudar esses proprietários a reduzir o impacto dessas despesas fixas. Ao investir em uma rede inicial de dez caixas eletrônicos, ATMs nos Estados Unidos, o investidor passa a ter uma renda recorrente sem custo fixo mensal porque todos os equipamentos trabalham por transação, ou seja, a cada saque que uma pessoa faz no caixa. “A rentabilidade do negócio ou o volume de dinheiro que é gerado pelo ATM Club pode ser empregado para pagar as despesas fixas da casa de veraneio, ou seja, elimina-se a despesa fixa mensal e o investidor passa a ter dois negócios como diversificação”, esclarece Francisco Moura Junior, sócio e um dos fundadores do ATM Club.

Francisco dá um exemplo de como o investimento pode ser interessante. “Imagine que sua casa de veraneio tenha um custo fixo mensal de US$ 1 mil. Ao adquirir uma rede inicial de 10 caixas eletrônicos com um investimento de US$ 100 mil, a receita mensal pode chegar a US$ 1 mil ou até um pouco mais, ou seja, você vai ter dois negócios e a receita obtida com os ATMs vai acabar suplantando essa despesa fixa que você tem com a sua casa”, pontua.

Na opinião do empresário, esse investimento gera uma relação de ganha-ganha na qual se obtém uma receita mensal sem despesa fixa e, nos períodos de alta temporada, quando o imóvel estiver locado, é gerada uma segunda receita, configurando uma maior lucratividade.

Fundado por dois empresários brasileiros, o ATM Club foi criado com o objetivo de ajudar empresários e investidores de outros países a terem seus próprios negócios nos Estados Unidos, com segurança e sem burocracia, em um setor com grande potencial de crescimento.

O investidor se torna o proprietário de uma rede de caixas eletrônicos, recebendo comissões por cada retirada.

O negócio transmite segurança ao investidor porque não existem aportes mensais para cobrir eventuais riscos ou prejuízos que venham a ocorrer, pois o giro é feito por meio das transações feitas nos caixas.

Nos Estados Unidos, quando uma pessoa retira dinheiro em um caixa eletrônico, paga uma taxa média de U$ 2,99 por saque sendo que 30% é transferido para o local em que o caixa eletrônico está instalado, U$ 0,75 relativos ao capital de giro fornecido pelo investidor para distribuição eletrônica de dinheiro, que são utilizados para serviços de manutenção e administração, e o valor restante é para o próprio investidor. Dessa forma, o proprietário do caixa eletrônico receberá diariamente U$ 1,25 por transação.

Presente em cidades como Orlando, Miami, Nova Iorque, Nova Jersey e São Francisco, o ATM Club tem uma rede hoje de aproximadamente 600 pontos de atendimento e o investidor pode formar uma rede própria de acordo com o aporte inicial. O empresário recomenda um investimento inicial de U$ 50 mil, o que equivale a cinco ATMs. “O valor do investimento mínimo é de U$ 9,5 mil, sendo U$ 7,5 mil do ATM com locação por cinco anos e U$ 2 mil de capital de trabalho que é o dinheiro que circula, ou seja, está na máquina ou na conta e é aportado uma única vez”, explica.

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