Investimentos em startups de varejo online crescem com surgimento de novas tecnologias

O recente impulso no setor vendas online tem atraído novos investimentos, players e soluções, que mutuamente têm possibilitado um crescimento consistente neste ecossistema como um todo. O crescimento de uma demanda por produtos online tem sido colocado para grandes empresas como também uma oportunidade para abrigarem outros lojistas em seus canais de venda. O processo mais crítico, nesse sentido, é o da qualificação tanto da adesão por parte dos lojistas quanto a gestão destes mesmo lojistas por parte dos donos dos canais de venda.

Empresas ‘jovens’ no setor, como a Conecta Lá, têm feito investimentos que convergem nas duas pontas desse processo. De um lado, qualifica a entrada dos lojistas no ambiente dos marketplaces por meio da Loja Conecta Lá, integrando esses vendedores aos principais portais de venda do País, disponibilizando ferramentas que permitam uma gestão da própria loja e auxiliando em todo o processo logístico. 

Desde o ano passado, a empresa de Santa Catarina também desenvolveu uma inovadora versão brasileira da ferramenta seller center, que permite gestão de lojistas e processos para o proprietário de um canal de vendas. “Por meio dessa nova ferramenta, permitimos que grandes empresas que já vendem por um portal próprio, abriguem novos lojistas e transformem o canal em um marketplace. Isso porque tornamos mais acessível o uso de um serviço de gerência completa de todo o marketplace”, explica Fernando Schumacher, CEO da Conecta Lá.

De acordo com pesquisa realizada em 2020 pela Ebit|Nielsen, os marketplaces são responsáveis por 78% de todo o faturamento do e-commerce brasileiro. Outros dois dados reforçam o crescimento do marketplace como protagonista do volume de vendas online: segundo pesquisa da Mastercard/AMI, em 2020, 46% dos brasileiros aumentaram o volume de compras pela internet; e em estudo anterior da UPS Pulse of the Online Shopper, foi indicado que, no Brasil, 95% dos consumidores que compram online utilizam marketplace,  e que por volta de 44,1% deseja continuar consumindo seus produtos em canais desse tipo – que possuem várias fontes.

“É um momento em que os investimentos vão se concentrar em acompanhar a expansão do setor e, ao mesmo tempo, qualificá-lo. Nesse sentido, todos passarão por um mergulho cada vez mais profundo em novas soluções tecnológicas e nas possibilidades de transformação digital. Algumas startups já têm saído na frente apresentando seus produtos e ferramentas mais completas”, arremata Schumacher.

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