O potencial de Hidrogênio Verde do Ceará é tema de Seminário Internacional

O Ceará sedia hoje (quinta-feira, 14.10) o “Seminário Internacional Hidrogênio Verde no Ceará: as vantagens competitivas do Ceará para a implantação do Hub de Hidrogênio Verde”. As vantagens competitivas, como o potencial de energias renováveis (eólica onshore, eólica offshore e fotovoltaica), a localização geográfica privilegiada, a infraestrutura de logística do Porto do Pecém, a parceria com Roterdã – o maior porto da Europa -, a única ZPE em funcionamento do Brasil, entre outras, serão ressaltadas no encontro.

O seminário vai reunir especialistas reconhecidos internacionalmente no tema. Será no Centro de Eventos do Ceará, das 9h às 12h30, com transmissão no Facebook, YouTube e LinkedIn do jornal Valor Econômico, que realiza o evento. Participam do evento o governador Camilo Santana, além de Ignácio Ybánez, embaixador da União Europeia. Também estarão presentes os secretários estaduais do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Arthur Bruno e Francisco de Queiroz Maia Júnior, e representantes de empresas internacionais e instituições que já atuam no desenvolvimento de fontes de energia renovável, no estado, no Brasil e no mundo.

O encontro demonstra que o Ceará está comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). O Ceará está ciente de que, ao atingir o objetivo estabelecido no Acordo de Paris, as fontes renováveis de energia precisarão substituir combustíveis fósseis em todos os setores que demandam energia.

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Por ser considerado o combustível do futuro, o Governo do Ceará foi o primeiro a despertar para a produção do Hidrogênio Verde criando o Hub no Complexo Pecém e atraindo investimentos de indústrias para a transição energética para um mundo descarbonizado.

Até agora já foram assinados acordos com os principais players mundiais para a instalação de empreendimentos que já chegam a 20 GW, e a planta-piloto da primeira usina de Hidrogênio Verde do Brasil já está prevista para operar em 2022. Os protocolos incluem em usinas para produzir 40 GW de energia renovável.

De acordo com o o estudo “Scaling Up”, do Hydrogen Council, até 2050 o hidrogênio vai representar 18% de toda a energia consumida no planeta. A cada ano, vai representar uma redução de 6 gigatoneladas de emissões de gases poluentes, além de gerar US$ 2,5 trilhões em valor e empregar 30 milhões de pessoas.

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