Brasil

Ceará licita 182 km de obras de restauração e pavimentação de rodovias

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O Departamento Estadual de Rodovias – DER, vinculado à Secretaria da Infraestrutura, se prepara para pavimentar e restaurar mais oito trechos rodoviários no Ceará, totalizando 182 quilômetros de estradas que vão ficar em melhores condições de trafegabilidade. Parte do Ceará de Ponta a Ponta, o Programa de Logística e Estradas do Estado, as obras estão sendo licitadas. A abertura das propostas ocorrerá nos dias 16 de abril, às 15h, e 17 de abril, às 9h, na Comissão Central de Concorrências, na sede da Procuradoria Geral do Estado – PGE.

Do total, 99 km correspondem a obras de restauração, e 83 km a obras de pavimentação. O investimento, de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, inclui serviços preliminares, movimento de terra, drenagem, pavimentação, obras d’arte, sinalização (horizontal e vertical), proteção ambiental e outros.

O Ceará de Ponta a Ponta consiste na ampliação e melhoria da malha rodoviária estadual, objetivando melhorar a integração regional e a logística econômico-produtiva através da maior acessibilidade aos Polos de Desenvolvimento e integração dos grandes eixos viários de escoamento da produção, portos e aeroportos do Estado. As intervenções na infraestrutura rodoviária também dão suporte para que cearenses e turistas tenham um melhor acesso às diversas regiões do estado.

Trechos em licitação

Restauração

CE-397 (Mauriti – São Miguel – Divisa CE/PB)
CE-265 (Quixadá – Dom Maurício (Serra do Estevão)
CE-397 (Brejo Santo – Poço do Pau)
CE-085 (Itarema – Acaraú)

Pavimentação

CE-187 (Barão de Aquiraz – Campos Sales)
CE-354 (Contorno de Itapipoca)
CE-263 (Entr. BR-304 – Jaguaruana)
CE-397 (Palestina – Poço do Pau)

As novas possibilidades profissionais do plástico

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Artigo de Alexandre Farhan, diretor da Escola LF de cursos profissionalizantes em plásticos. https://escolalf.com.br.

Ofertas de empregos na área de plásticos são recorrentes na internet, mas ainda há uma carência de profissionais habilitados para atender adequadamente essa demanda. O número de faculdades de engenharia química, de materiais e de cursos técnicos em química ou plásticos até pode atender o mercado, mas o ‘chão de fábrica’ ainda não conta com trabalhadores qualificados em número suficiente para diversos segmentos e principalmente ‘nichos de mercado’, ou seja, áreas novas ou inexploradas, que estão à espera de serem examinadas para gerar mais dividendos aos empreendedores.  

Sabe-se que o Brasil já é o quarto produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla 1,2% apenas do material produzido, segundo o Fundo Mundial para Natureza (WWF).

No País, passam por reciclagem apenas 145 milhões de toneladas, portanto, há um enorme mercado a ser explorado e que precisa mão-de-obra bem treinada e capacitada, para que não ocorram mais perdas e o aproveitamento seja otimizado ao máximo, visando a rentabilização do negócio.

Para se ter uma ideia, cerca 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas inadequadamente por aqui. E isso, em muito se deve ao desconhecimento e inabilidade de profissionais do setor, mas talvez aconteça também pela falta de políticas públicas de reciclagem e ainda por decisão equivocada de alguns empresários. No último ano, só nos aterros sanitários foram descartados mais de 2,4 milhões de toneladas de plásticos, que em boa parte delas poderiam ser reprocessadas. Além disso, mais de 1 milhão de toneladas nem sequer foi recolhida em nosso território nesse último ano. Na realidade, o Brasil recicla muito pouco e neste quesito ficamos entre os piores e bem abaixo dos 9%, que é a média do planeta. A contradição é que estamos entre os que menos reciclam e um dos que mais produzem.

Hoje, há diversas iniciativas socioambientais para redução do consumo de plásticos no mundo, mas por outro lado há também infindáveis ações para sua reciclagem. Portanto, essa mindset que pode influir na produção tradicional no futuro poderá ter como opção o reprocessamento industrial do plástico em maior escala, com investimento em tecnologia, insumos e naturalmente mão-de-obra bem treinada ou qualificada. Inclusive é preciso pensar também na própria qualificação profissional dos catadores ou coletores de resíduos sólidos para que eles otimizem cada vez mais seu trabalho, e tenham melhor segurança individual e ganhos.

O Brasil vem sofrendo uma estagnação econômica há alguns anos. A última notícia que se tem de aumento de contratações no setor de plásticos em São Paulo foi em 2013. Aparentemente, o aumento dos trabalhadores com carteira assinada na indústria de transformação do plástico se deu por causa da desoneração da folha de pagamentos realizada pelo governo federal da época. Ou seja, ocorreu uma queda e arrecadação tributária no segmento e dos 20% de contribuição previdenciária sobre a folha de pagamentos, a alíquota passou a ser paga entre 1% e 2% sobre o faturamento anual.  Mas por outro lado, lideranças do setor reclamavam na época que o grande problema na produção era que ficava caro transformar plástico no Brasil. Além disso, ouvia-se a reclamação de que havia perdas com as importações de países da América do Sul e asiáticos.

É nosso pensamento que as instituições de treinamento e formação profissional podem ajudar muito nas novas possibilidades industriais, inclusive tanto na parte técnica, de produção, logística, como na esfera filosófica da operação. É preciso, portanto, incutir entre empresários, funcionários e análogos uma mentalidade mais afinada com as novas eras que devemos viver mais à frente, buscando novas alternativas de ganhos com sustentabilidade no plástico.

A importância do inconformismo para conquistar o sucesso

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Artigo de Thais Lima, Coach Criacional, analista comportamental, estrategista e desenvolvedora de carreiras.

Certa vez ouvi o Mario Sérgio Cortella falar em uma palestra sobre o conceito de insatisfação positiva.

Naquele momento foi como se o peso de uma tonelada saísse das minhas costas, pois foi o melhor resumo do que eu realmente acredito para a minha vida pessoal e profissional.

Com o passar das gerações muitos são os jargões que são colocados para cada uma das décadas. Baby Boomers, Geração X, Geração Y, Millenials e por aí vai.

Certa vez ouvi que somos a geração dos eternos insatisfeitos. Essa afirmação mexeu muito comigo, pois de certa forma a pessoa que tinha dito aquilo tinha razão.

Conquistamos um aumento de salário e na semana seguinte já estamos desejando uma promoção.

Fazemos uma viagem já pensando na próxima. Sempre mais, sempre melhor. É praticamente este o lema em todas as esferas da nossa vida.

Na minha opinião, o inconformismo é essencial para nos tirar da mediocridade, ele é um excelente motor para o sucesso.

Mas, a verdade é que o problema na realidade não é querer mais e melhor. O problema é a nossa dificuldade de viver o hoje, o agora.

Comemorações que duram 30 segundos e já nos colocam de novo na incessante corrida dos ratos, e eu me incluo nessa categoria.

Já vivi muito menos o momento presente, hoje consigo aproveitar muito mais, mas ainda sim faço um exercício diário de deixar o passado ir, aproveitar o que tenho agora e trabalhar para o futuro chegar.

Por isso, a definição do Cortella fez tanto sentido. Não é simplesmente uma inquietação de quem está eternamente insatisfeito com aquilo que realizou.

Não é a sensação de que eu posso fazer melhor e o que o que eu fiz até então “não tem valor”.

É ter a absoluta certeza que fizemos coisas extraordinárias, que somos excelentes profissionais, pais e filhos, mas que também aprendemos com tudo que passamos e por isso podemos nos motivar a querer mais e melhor.

Querer mais e mais é natural! Só precisamos estar atentos a essa linha tênue entre reconhecer, comemorar e abraçar todas as nossas qualidades e ainda assim querer melhorar da linha em que nos tornamos amargurados, insatisfeitos com tudo ou como a minha avó costumava dizer: “sacos sem fundo”.

Prefeitura de Salvador (BA) firma parceria com universidades para enfrentar chuvas

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“Encontro com as Universidades – O Saber e as Ações de Defesa Civil” foi o tema de evento, promovido pela Defesa Civil de Salvador (Codesal), no auditório do Teatro Gregório de Mattos. Na ocasião, foram apresentados o o painel “Universidade x Defesa Civil x Desenvolvimento Urbano” e os trabalhos resultantes do Convênio de Cooperação Técnica e Científica, celebrado em novembro de 2017, entre a Prefeitura e as instituições de ensino superior Área I, Ruy Barbosa, UCSal, Unifacs, Unijorge e Uninassau. 

As universidades atuam, por meio de competência acadêmica, em áreas de ocupação precária, caracterizadas por situação de risco, cabendo à Codesal o apoio necessário à consecução dos objetivos do acordo com o apoio das Prefeituras-Bairros. 

Ao abrir o evento, o diretor-geral da Codesal, Sosthenes Macêdo, agradeceu o “empenho das instituições no esforço de criar mecanismos de aprovação rápida e que assegurem projetos elaborados para atender a famílias de baixa renda de Salvador e também às Prefeituras-Bairro, ao oferecerem apoio logístico a alunos e professores”. 

Resiliência – O secretário de Cidade Sustentável, Inovação e Resiliência (Secis), André Fraga agradeceu à colaboração das instituições de ensino superior com a Defesa Civil e lembrou que, quando atual gestão municipal decidiu investir na Codesal, com o objetivo de fazer de Salvador uma cidade mais preparada para enfrentar os transtornos climáticos, “seguiu uma rota diferente do Rio de Janeiro”, cidade que tem sofrido com os efeitos de temporais.   

“Adotamos a estratégia de resiliência, considerando as alterações dos padrões do clima, fazendo com que nossa cidade possa responder rapidamente a estes desafios”, disse André Fraga. 

Falando em nome das instituições participantes, o chanceler da Unifacs, Manoel Barros, destacou que toda ação universitária deve priorizar o desejo de trabalhar pelo desenvolvimento da Bahia e Salvador. “Este sentimento instalado na vida universitária resulta em cidadão melhores e mais conscientes”.  

Projetos – No evento, foram apresentados os projetos das instituições UniRuy, Ucsal, Unifacs, Unijorge e Uninassau desenvolvidos entre 2017 a 2019. Alunos dos cursos de Arquitetura, Engenharia e Serviço Social da Unifacs auxiliam a Defesa Civil na concretização do Plano de Contingência do Centro Histórico de Salvador.  A UnyRuy apresentou projetos de intervenção urbana, a exemplo de hortas comunitárias, contenção de encostas, drenagem natural, entre outros, na comunidade de Vila Tiradentes. 

Estudantes da Ucsal atuam em projetos destinados aos Trabalhos de Conclusão de Curso de Engenharia, realizados no bairro de Cassange, dentro do convênio de cooperação. Foram apresentados projetos de instalação de usina de energia solar fotovoltaica em creches, de eficientização de iluminação na Escola Raimundo Lemas Santana e sobre o uso de espectrorradiômetro para classificação da pavimentação e análise de patologias. 

A parceria com a Unijorge se sustentou no desenvolvimento habitacional, urbano e ambiental na comunidade de Novo Horizonte, onde a instituição desenvolve suas atividades com o objetivo de prevenir desastres naturais e prover assistência às famílias de baixa renda, a exemplo do projeto de recuperação do talude. Alunos da Uninassau desenvolveram projetos na área de avaliação de risco nas comunidades de Moscou I e II, no bairro de Castelo Branco.

Companhias de couros apostam em novos mercados com exportações

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As exportações têm um peso determinante sobre a atividade industrial curtidora do Brasil: atualmente, mais de 80% de todos os couros produzidos no país são vendidos ao mercado externo. Neste cenário, cabe ao Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), entidade que representa este setor brasileiro, destacar o papel determinante da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para a evolução e participação do couro do país no mercado internacional. Se, antes do surgimento da agência, o Brasil exportava menos de US$ 700 milhões por ano em couros, hoje podemos destacar que chegamos aos US$ 2 bilhões anuais – um salto de 65%.

Companhias curtidoras de todos os portes – começando pelas microempresas, que iniciam seus primeiros passos nas exportações –  foram oportunizadas de ascender no comércio exterior por meio de ações da Apex-Brasil, criando empregos, renda e divisas para o país. Promoção comercial, sustentabilidade, design e inteligência de mercado são alguns dos pilares que dão base ao trabalho desenvolvido pela agência – que conduz, em parceria com o CICB, o projeto Brazilian Leather, para o incentivo às exportações de couro. Somos 260 curtumes no Brasil, dos quais 110 (que abrangem mais de 90% das exportações totais do país) estão inseridos no Brazilian Leather, participando de ações que nos possibilitam exportar para mais de 90 nações, como China, Itália, Estados Unidos e Vietnã.

É inegável o papel das exportações no crescimento econômico de qualquer país. E é incontestável a importância dos projetos e ações desenvolvidos pela Apex-Brasil em parceria com o CICB para que o couro do Brasil pudesse chegar ao patamar que se encontra atualmente, sendo um dos cinco maiores exportadores deste material no mundo. Seguimos com desafios diários nesta pauta intensa que é a exportação, sobre a qual o investimento constante de todos os atores da indústria, a pesquisa, a sustentabilidade e a união se fazem determinantes para o crescimento e a continuidade no mercado internacional. 

Lojistas apostam em softwares nacionais para turbinar vendas na Internet

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Quinze de março foi o marco de comemoração do Dia Mundial do Consumidor e muitos varejistas aproveitam não só a data mas o mês todo para impulsionar vendas. Considerada a Black Friday do primeiro semestre, o Dia do Consumidor se popularizou no Brasil – principalmente no comércio eletrônico – e só no ano passado obteve um aumento de 65% nas vendas, de acordo com levantamento da Criteo S.A.

“Quem vende online precisa ter uma estratégia bem definida, preparar ações de marketing para que as pessoas conheçam seu negócio, além de ser craque no atendimento ao cliente. Estas qualidades fazem com que o consumidor tenha uma boa experiência e volte a comprar na sua loja”, explica Frederico Flores, especialista em marketplace e head de negócios da Becommerce (www.becommerce.com.br), maior plataforma para gestão de vendas em marketplace da América Latina.

Tecnologias brasileiras como aliadas

De acordo com levantamento realizado pela plataforma Agendor, mais de 60% das empresas registraram vendas melhores em 2018 – em relação a 2017 – e um dos principais fatores que impulsionou esse  aumento está relacionado ao uso da tecnologia.

Conheça 3 ferramentas nacionais que estão ajudando milhares de lojistas a impulsionarem suas vendas pela internet:

Go Bots: chatbot personalizado para turbinar o atendimento

Por meio da inteligência artificial, a Go Bots criou soluções para tornar a comunicação escalável de forma inteligente e acessível. Entre suas ferramentas estão os chatbots personalizados, que ajudam empresas de diversos segmentos no atendimento ao cliente pela internet.

De acordo com o site da empresa, 30% dos clientes que utilizam as ferramentas criadas pela Go Bots tiveram aumento nas conversões.

Becommerce: Machine Learning para monitorar e comparar o preço da concorrência

O uso de ferramentas que utilizam machine learning cresce todos os dias no Brasil. Um exemplo é o comparador de preços que age por meio de um sistema inteligente. Criado pela Becommerce – empresa do grupo Mercado Livre – a tecnologia permite que os empreendedores monitorem e comparem o preço da concorrência dentro dos Marketplaces sem intervenção humana, diminuindo automaticamente o valor dos produtos (até o limite estabelecido pelo vendedor) – caso um concorrente venda o mesmo produto com um preço mais barato.

Além disso, é possível utilizar o software de gestão para otimizar toda a rotina do negócio, desde o controle do estoque até a emissão de notas fiscais e o gerenciamento dos anúncios. Já são mais de 3.000 vendedores no Brasil utilizando os serviços oferecidos pela Becommerce e 80 dos 100 maiores vendedores do Mercado Livre escolheram usar as soluções da empresa para aumentarem suas vendas e reduzirem seus custos.

TrustVox: tecnologia para divulgar a experiência do consumidor

Se você tem uma loja virtual, ter avaliações e opiniões dos consumidores são fundamentais, pois creditam confiança para outros potenciais compradores. Segundo levantamento da Nielsen, 92% dos consumidores confiam na palavra de outros consumidores que fazem reviews, mostrando a importância desses comentários nos sites que comercializam produtos e serviços.

A TrustVox, criou uma solução que ajuda a coletar, avaliar e publicar os comentários dos consumidores de forma automatizada. De acordo com a empresa a cada 15 segundos é coletado um novo review sincero no e-commerce brasileiro. A ferramenta pode ser integrada com diversas plataformas de lojas virtuais e já reuniu mais de 3 milhões de opiniões sobre produtos.

Ducati bate recorde e expande negócios no Brasil, inclusive no Nordeste

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O ano de 2019 começou acelerado para a Ducati do Brasil. A marca italiana de motocicletas registrou o melhor trimestre desde o início da sua operação no país em 2012. Foram 297 unidades emplacadas impulsionando um crescimento de 26% da marca nos primeiros três meses do ano no comparativo com igual período de 2018.

“Este resultado inédito é reflexo do trabalho consistente realizado pela Ducati do Brasil nos últimos dois anos e meio. Sem dúvida a unidade brasileira está em seu melhor momento”,  explica  Diego Borghi, Presidente da Ducati do Brasil.

Segundo o executivo, à frente da companhia desde novembro de 2016, após finalizar um processo de reestruturação bastante profundo, a empresa conseguiu redefinir uma linha clara e bem orientada de atuação. 

“Além da consistência nas ações, temos sido persistentes ao demonstrar que é possível conquistar mercado, melhorar a rentabilidade e aumentar a capilaridade no território brasileiro. Este direcionamento nos permitiu dar um salto de 26% de crescimento em 2019 enquanto o mercado de duas rodas acima de 500 cm3 de cc evoluiu apenas 4,3% nos primeiros três meses do ano, comparado a igual período do ano anterior”, detalha Borghi.

 “A sinergia com a rede de concessionários e uma equipe altamente comprometida e eficaz tem sido fundamentais para a conquista deste resultado que já se destaca como o melhor trimestre da história da companhia no Brasil. A matriz nos deu um voto de confiança e não vamos decepcionar”, destaca Borghi, primeiro executivo em nível mundial da companhia a liderar uma unidade com gestão 100% nacional.

Ampliação acelerada em 2019

A Ducati inaugurou a primeira concessionária integrada no modelo Audi-Ducati no Brasil. A décima concessionária da marca italiana no País foi inaugurada no dia 21 de março na cidade de Campo Grande (MS). 

O novo formato inclui um espaço exclusivo de 100 metros quadrados para motocicletas com oficina e pátio. Já a área de showroom apresenta um novo modelo de exposição – as motocicletas estarão distribuídas pela concessionária ao lado dos carros da Audi, exemplificando a sinergia entre os modelos de quatro e duas rodas.

Serviços ao cliente já atinge 90% de satisfação

Totalizando mais de 30 mil peças, o Estoque Local de Peças de Reposição da Ducati, localizado na região metropolitana de São Paulo, atende clientes da marca em todo o Brasil. Em funcionamento há dois anos, o serviço de atendimento aos clientes alcançou 90% de nível de satisfação. Os pedidos de peças são entregues, na média, em até dois dias. 

Para atender localmente os clientes nas praças nas quais a Ducati ainda não possui concessionário foram abertos pontos de serviços. São oficinas credenciadas atuando nas praças de Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Caxias do Sul (RS), Cascavel (PR) e em breve em Salvador (BA). 

Relator da Reforma da Previdência tem empresa na lista de devedores do INSS

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Do UOL (texto de Leandro Prazeres):

O relator da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, Arthur Maia (PPS-BA), é sócio de uma empresa que está na lista de devedores do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). O débito, estimado em R$ 151,9 mil, se refere a tributos previdenciários não pagos por uma distribuidora de combustíveis da qual Maia é sócio no interior da Bahia. Maia diz ter parcelado a dívida da empresa em 2013 e que, desde então, vem pagando seus débitos em dia. A Receita Federal, por sua vez, diz que o parcelamento de dívidas não muda a condição de devedor de um contribuinte.

Além de político, Maia é advogado e empresário. De acordo com o cadastro de pessoa jurídica da Receita Federal, o deputado aparece como sócio da empresa Lapa Distribuidora de Combustíveis, cuja sede fica no município de Serra do Ramalho, no interior da Bahia. Em 2014, sua declaração de bens à Justiça Eleitoral indicava que ele tinha uma participação equivalente a R$ 15 mil do capital social da empresa.

A íntegra está aqui.

Itamaraty questiona pedido da #Amazon para registrar domínio .amazon

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Do “Opera Mundi”, já reproduzindo a Agência Brasil (texto de Jonas Valente):

O Itamaraty divulgou nota nesta sexta-feira (18/04) na qual questionou movimento da empresa de comércio eletrônico Amazon, dos Estados Unidos, para obter um domínio de primeiro nível “.amazon” (a exemplo dos “.com”, “.org” e outros). A companhia entrou com pedido para ter o controle do domínio junto à Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Icann, na sigla em inglês), ente responsável pela definição de designação dessas denominações.

Na nota, o Ministério das Relações Exteriores argumenta que a medida da empresa “não atende preocupações importantes dos países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).” O órgão informa que há uma tentativa de países da organização para chegar a uma solução consensual que passe por uma administração partilhada do domínio.

A íntegra está aqui.

Pesquisa indica fatores para melhorias da competitividade na indústria

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Fornecer “serviços de alta qualidade” é o principal fator de competitividade para a maioria das empresas entrevistadas pela sondagem da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Este item apresentou uma média de 4,5 pontos, em uma escala em que zero representa sem importância e cinco muita importância. “Com uma necessidade cada vez maior de oferecer um serviço de qualidade e com os custos mais baixos, como apontado na pesquisa, é possível perceber um movimento da indústria na busca da digitalização dos procedimentos, o que na nossa visão seria essencial para aumentar a competividade”, explica Guto Ferreira, Presidente a ABDI.

Na sequência, os empreendedores apontaram que “oferecer serviços de baixo custo e com qualidade”, é o segundo fator em relevância para a empresa ter bom desempenho no mercado, com 4,4 pontos, seguido por “velocidade de entrega” e por “confiabilidade”, ambos com 4,3, e “flexibilidade” com 4,1.

Os empresários apontam ainda que, os principais fatores para alcançar estes elevados graus de competitividade são: “especialização em produtos e/ou segmentos de mercado” 58,7%; “definição de política de preços e posicionamento de custos” 54,7%; “aumento da qualidade do produto e liderança tecnológica” 53,7%; e “aumento do relacionamento com o cliente” 50%. O presidente da ABDI também comentou sobre como esse investimento pode ser benéfico.

“O desenvolvimento da pesquisa e a imersão da tecnologia nos negócios é fundamental para o desenvolvimento da indústria 4.0 no Brasil. A partir disso é possível encontrar várias soluções para resolver problemas que seriam entraves à nossa indústria anteriormente”, disse. Dentre as empresas pesquisadas, 59,5% possuem departamento de P&D, com índices maiores nas regiões Sudeste (66,7%) e Sul (64,6%). No Centro-Oeste/Norte e Nordeste esses percentuais são de 33,3% e de 32,4%, respectivamente.

O período de coleta da Sondagem de Inovação é trimestral e ocorre nos dois primeiros meses subsequentes ao trimestre de referência da pesquisa. Para a edição do 4º trimestre de 2018, foram aplicados 304 questionários entre 3 de janeiro e 14 de março, em empresas industriais com 250 ou mais funcionários. “A pesquisa apresentou resultados muito importantes para entender melhor o cenário da indústria brasileira. Mesmo com a diminuição da produtividade as empresas estão vendo a inovação como uma alternativa para retomar o rumo do crescimento”, finalizou Guto Ferreira.