Mulheres alcançam novos direitos no mercado de trabalho

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Uma pesquisa publicada pela FGV, intitulada “Mulheres perdem trabalho após terem filhos”, indica que há imediata queda no emprego das mães ao fim da licença-maternidade e, depois de 24 meses, metade delas saem do mercado – na maior parte das vezes, por iniciativa do empregador.

A partir desse cenário, no qual 48,5% do mercado de trabalho é representado pela atuação da mulher – dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), fica a indagação se não está na hora de rever conceitos e formas de tratar a mulher no mercado de trabalho.

Um exemplo de contraponto é decisão da empresa Youse, integrante do grupo Caixa Seguradora, no programa empresa Cidadã, que garante licença-maternidade de 180 dias (a licença normal é de 120 dias) e licença-paternidade estendida para 30 dias.

Além disso, todas as gestantes, a partir da entrega da comunicação no RH, têm direito a vaga de estacionamento, independentemente do mês de gestação. E a partir da 34ª semana de gestação, a gestante poderá utilizar o Uber corporativo para ir e vir do trabalho, exclusivamente para o trajeto casa/Youse/casa.

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