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Plataforma de “atacarejo” projeta índice de vendas

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O Giro no Brás é uma plataforma online de marketplace de roupas, acessórios e calçados de fabricantes e lojistas da região do Brás, em São Paulo. Online há pouco mais um ano, já atingiu a marca de 2 milhões de visualizações e um crescimento de 1134% em relação ao mesmo período do ano anterior (2018). Números que reforçam que o shopping online do histórico bairro paulistano vem conquistando cada dia mais o reconhecimento nacional.

O propósito do Giro no Brás é reunir a comunidade de vendedores da região em um único endereço na Internet, facilitando e proporcionando a lojistas e compradores as diversas formas de venda tão conhecidas do bairro – atacado, varejo e ‘atacarejo’.

A plataforma atende aos lojistas da região, que administram seus produtos e vendas sem intermediário. Com o Giro no Brás sacoleiras de todo o país tem acessos aos produtos de qualidade e com nota fiscal do comércio local, mas com a facilidade da compra pela internet. Além claro, do consumidor final, que também encontra todas as facilidades de compra online e os preços e qualidade dos produtos do Brás.

HISTÓRIA

A plataforma nasceu, oficialmente em 27 de outubro de 2017, da evolução do SmartModa, um marketplace especializado em jeans por atacado. A idealização do projeto é das sócias Maria Cristina Terreiro e Viviane Marrese. Maria Cristina faz parte da família proprietária da antiga casa Ibéria, tradicional loja de cama, mesa e banho do Brás. Cristina também é uma das fundadoras e proprietária do Shopping Oriente. Viviane é a atual CEO da empresa, com mais de 35 anos de experiência no setor, trabalhou no Grupo Inditex (Zara, Zara Home e Tempe) e Walmart Brasil. O reconhecimento entre os fornecedores e o histórico profissional das sócias garantiram a transição natural de uma plataforma especializada em jeans para um marketplace variado atendendo a todos os profissionais da região do Brás, tornando-se o Giro no Brás, que passou a oferecer também a venda no varejo.

A ideia principal do projeto é representar, online, o comércio do Brás exatamente na forma como ele acontece: com suas variedades, com sua tradição e bons preços. Mas também surgiu de uma oportunidade: a queda do comércio local, que independente de crises ou momentos econômicos conturbados, sempre foi muito grande, em função dos melhores fabricantes se localizarem nesta região.

“Está mais do que claro que o Brás vai se modernizar e nós do Giro no Brás, queremos fazer parte do time que vai tornar isso possível.” Afirma Viviane Marrese. A marca também planeja, em breve, ampliar a variedade de produtos incluindo itens de cama, mesa e banho.

A PLATAFORMA

A empresa SM Places – especializada em Marketplace – foi a responsável por desenvolver, e é quem administra toda a parte de TI do site. Deixando assim ao lojista, a gestão dos produtos e ao Giro No Brás a competência de converter o fluxo de visitas do site em compradores por todo o país.

O Giro no Brás é responsável pela divulgação, contratos com fornecedores, adquirência de cartão de crédito e sistema antifraude. Em outras plataformas semelhantes o lojista precisa passar por uma curadoria de produtos, o que não acontece no Giro no Brás, gerando mais autonomia aos pequenos empresários. Não existe custo fixo ao comerciante, o marketplace recebe apenas uma comissão sobre o que é vendido.

Atualmente o Giro no Brás conta com mais de 50 lojas parceiras, com produtos de diversas categorias. Por exemplo, o hidratante facial anti-idade, Plástica Natural – recordista de vendas e cases de sucesso. Destaque também para as lojas em crescimento de Plus Size e Moda Evangélica, e para as marcas Fact e Darlook, especializadas em peças de jeans.

PARCEIRO – SEBRAE

Desde 2016, fabricantes e lojistas do Brás contam com um espaço exclusivo de treinamento gerenciado pelo SEBRAE, (responsável por capacitar e promover o desenvolvimento econômico de micro e pequenas empresas, para estimular o empreendedorismo no país). O Gironobrás e o Shopping Oriente também oferecem palestras, feiras de negócios, reuniões e workshops.

E, para estar mais próxima de seus parceiros, hoje a Associação de Lojistas do Brás (ALOBRAS), mantém sua sede dentro do Shopping Oriente e utiliza os espaços de formação do Giro no Brás para seus eventos. Essas ações qualificam e fortalecem ainda mais as boas relações com os lojistas.

CRESCIMENTO

Mais do que ser um marketplace de venda dos produtos dos fabricantes e lojistas da região, o Giro no Brás incentiva a profissionalização dos seus parceiros, dando a possibilidade para que eles tenham as informações necessárias para o crescimento e a digitalização de seus negócios, contribuindo para a manutenção do tradicional comércio do Brás.

Para o ano de 2019 a expectativa é de consolidação da marca Giro no Brás. Com o funcionamento ideal da plataforma o negócio está pronto para aumentar seu público e aumentar suas vendas. O crescimento atual é de 3 dígitos por mês e o plano é alcançar a marca de 4 em relação ao ano anterior.

Projeto facilita desativação de trechos ferroviários inativos

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto que trata da desativação ou erradicação de trechos ferroviários de tráfego inexpressivo e não passíveis de arrendamento ou concessão.

A proposta foi aprovada como substitutivo apresentado pelo relator, deputado Jaime Martins (Pros-MG) e diz que a União fica autorizada a desativar esses trechos desde que haja alternativa de transporte para os usuários. Já a erradicação dependerá, como determinava o projeto original, de prévia autorização do Congresso Nacional.

“Entendo que podem e devem ser tratadas de forma separada as hipóteses de desativação ou de erradicação de trechos ferroviários”, explicou Jaime Martins. “Diferentemente da desativação, quando se fala em erradicação de trechos ferroviários antieconômicos ou de tráfego inexpressivo as consequências podem ser definitivas ou, no mínimo, de difícil reversão.”

As alterações são introduzidas na Lei 12.379/11, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Viação. O substitutivo também determina que a União poderá alienar os bens decorrentes da desativação ou erradicação dos trechos ferroviários de tráfego inexpressivo.

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Sudene e Sudam podem ter novos percentuais de impostos

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Já tramita no Senado projeto que estende o prazo para a aprovação de projetos com redução de imposto sobre a renda nas áreas de atuação da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). A proposta do autor, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), é a de que o prazo atual não seja renovado a cada cinco anos e possa perdurar enquanto ainda é mantida a Zona Franca de Manaus.

Na justificativa do Projeto de Lei do Senado (PLS) 281/2018, o autor explica que a CAE, recentemente, aprovou uma proposta (PLS 656/2015) para prorrogar por mais cinco anos o prazo para a aprovação de projetos beneficiados com a redução de 75% do imposto sobre a renda e adicionais nas áreas de atuação da Sudam e da Sudene. Na opinião de Bezerra, porém, o prazo de cinco anos não é suficiente para a reversão das desigualdades das Regiões Norte e Nordeste em relação ao restante do país.

“Além disso, na ausência de um horizonte temporal de longo prazo, os empresários não têm segurança para fazer investimentos que podem requerer décadas para sua maturação”, argumenta o autor.

O senador explica que os incentivos fiscais estimulam a formação de capital fixo nas regiões menos desenvolvidas e contribuem para reverter a tendência de concentração da atividade econômica nas regiões que já contam com uma infraestrutura econômica mais sólida.

O projeto modifica artigos da Medida Provisória 2.199/2001 e aguarda designação de relator na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai dar a decisão terminativa, após a deliberação da CDR.

Investimentos com incentivos fiscais superam R$ 8,7 bilhões no Nordeste

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Os incentivos fiscais a empreendimentos no Nordeste garantiram mais de R$ 8,7 bilhões para investimentos e a geração de aproximadamente 83 mil novos empregos na região. A medida, coordenada pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), órgão vinculado ao Ministério da Integração Nacional, aprovou até outubro deste ano um total de 195 projetos para a concessão de benefícios. Somente fora das capitais, foram 161 iniciativas.

A Bahia liderou o volume de benefícios, com R$ 3 bilhões para reinvestimentos, seguida por Ceará (R$ 1,8 bilhão), Pernambuco (R$ 1,5 bilhão), Maranhão (R$ 945 milhões), Piauí (R$ 557 milhões) e Rio Grande do Norte (R$ 289 milhões). Entre os setores industriais com mais projetos aprovados estão os de Transformação, Têxtil e Agrícola. Empreendimentos como o Polo de Beneficiamento de Alumínio do Maranhão, o complexo hidrelétrico do São Francisco e o Polo Têxtil do Ceará são alguns exemplos.

Do total de iniciativas, 153 foram aprovadas para obter a redução de 75% no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) sobre o lucro real da empresa, no período de 10 anos. Outras 42 propostas irão garantir às inciativas o reinvestimento de 30% do IRPJ, calculado sobre os rendimentos da atividade durante o período de apuração.

Câmara avalia novas regras para devolução de dinheiro em aquisições de imóveis

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O Plenário da Câmara dos Deputados está para analisar novas regras para devolução de dinheiro ao comprador na rescisão de contrato de compra e venda de imóvel na planta.

Uma das emendas do Senado ao Projeto de Lei 1220/15, do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), diminui de 1% para 0,5% do valor atualizado do contrato de venda o montante que a construtora pode cobrar por mês do ocupante do imóvel até sua desocupação.

Os senadores mantêm a regra de devolução de 50% dos valores pagos pelo consumidor em caso de desistência da compra quando o empreendimento tiver seu patrimônio separado do da construtora, mecanismo chamado de patrimônio de afetação.

Esse sistema foi criado após a falência da Encol nos anos 90, permitindo que as parcelas pagas pelos compradores não se misturem ao patrimônio da incorporadora ou construtora para evitar seu uso pela empresa no caso de dificuldades financeiras. Para os demais casos, ou seja, fora do patrimônio de afetação, a devolução do dinheiro ao consumidor atinge 75% do total pago, descontadas taxas.