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Caucaia (CE) obtém US$ 80 milhões

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O Município de Caucaia, no Ceará, conseguiu um feito inédito. Aprovou no Senado Federal a liberação de um financiamento internacional no valor de 80 milhões de dólares. Trata-se da primeira operação do gênero da cidade e foi efetuada no Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF). O valor será integralmente investido no Programa de Infraestrutura Integrada.

Com a aprovação do Congresso Nacional, a cidade aguarda apenas a sanção do presidente Michel Temer para acessar o recurso. Por lei, isso deve acontecer em no máximo 15 dias. “Estamos aqui para agradecer a todos que nos apoiaram. Tenho certeza de que Caucaia será uma antes e uma depois dessas obras. Estamos falando de projetos fundamentais para o desenvolvimento do município e que nenhuma outra gestão teve a ousadia de tentar executar”, comemora o prefeito Naumi Amorim.

A agilidade na tramitação do recurso foi fruto da articulação política do prefeito Naumi.

Na cotação de hoje do dólar, o financiamento equivale a R$ 344 milhões. Trata-se de um montante jamais sequer pleiteado por Caucaia a organismos internacionais. Mais da metade desse valor (66%) será aplicado em obras de mobilidade urbana. Vias serão abertas e requalificadas, ciclovias serão criadas, e pontes e viadutos serão construídos.

Tudo para interligar Jurema, Centro e Litoral, os três principais distritos de Caucaia. “O município cresceu de forma desordenada nos últimos anos. Com esse programa de infraestrutura, nós queremos resgatar o tempo perdido e dar a Caucaia uma estrutura à altura da grandeza dela”, acrescenta o prefeito Naumi Amorim.

Além de impulsionar a política de mobilidade urbana de Caucaia, o Programa de Infraestrutura Integrada prevê a urbanização de três lagoas, a criação de dez ecopontos, a requalificação total do Centro Histórico do município, a construção e reforma de praças, e a construção de um Centro de Eventos.

Contábeis da Unifor aprofunda conhecimentos e investe em inovações

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Com mais de 35 anos de atuação, o curso de Ciências Contábeis da Universidade de Fortaleza (Unifor) capacita o estudante para dominar e interpretar de forma plena a linguagem globalizada do mundo dos negócios. A grade curricular insere o aluno no estudo das Normas Brasileiras de Contabilidade, convergidas ao padrão internacional, com ênfase na legislação societária e nas normas fiscais tributárias.

Avaliado com 4 estrelas pelo Guia do Estudante da editora Abril em 2017, o bacharelado, que tem duração de cinco anos, oferece integração acadêmica por meio do Programa de Monitoria, iniciação científica e pesquisa, sob a direção do Núcleo de Pesquisa do Centro de Ciências da Comunicação e Gestão. Além disso, a estrutura oferecida garante vivência em laboratórios de práticas, que adotam sistemas utilizados por empresas de excelência no mercado local e de plataformas inovadoras.

Criado em 2014, o Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal é o espaço onde alunos e professores realizam atendimentos gratuitos à população, tirando dúvidas e prestando orientação sobre assuntos das áreas contábil e fiscal, com o com o objetivo de aprimorar o conhecimento acadêmico e prestar assistência aos contribuintes de baixa renda.

Entre os diferenciais, o curso da Unifor oferta o programa de dupla graduação, podendo ser concluído junto com o curso de Administração. Além disso, disciplinas na língua inglesa também podem ser cursadas pelos estudantes que, assim, podem aprofundar os saberes na área de negócios e compartilhar da companhia de colegas estrangeiros que estão em intercâmbio na Unifor.

Confira a seguir entrevista com o professor Welington Lima (foto), coordenador do curso:

Como está o mercado de trabalho para o profissional de Ciências Contábeis? Está crescente, em expansão, em alta? Por quê?

Welington Lima: A contabilidade tem como objetivo a geração de informações úteis e tempestivas para usuários externos e internos da organização. Essas informações fornecem aos usuários condições apropriadas para tomada de decisões em diversos níveis. Nessa linha, seja em cenários de crise ou de plena lucratividade, a informação contábil se mostra imprescindível para tornar claro os rumos das empresas. Tal como um painel de controle de uma aeronave, a contabilidade, do mesmo modo, gera informações para possibilitar o sucesso das organizações. Assim, é fácil concluir que não há cenário adverso para o profissional da área contábil. Esse profissional atua em diversas esferas visando a otimização dos resultados auferidos pelas entidades, tendo espaço garantido nas áreas contábil, financeira, custos, tributária, dentre outras, o que se revela um mercado em franca expansão.

Quais são as áreas de atuação em que há mais contratações de recém-formados? E para quem já tem experiência? Por quê?

Welington Lima: Os recém formados em ciências contábeis, ao contrário de outras profissões, sabe exatamente em que áreas poderá atuar de forma a gerar valor às organizações. O campo de atuação é bem definido pelo Conselho Federal de Contabilidade, os recém formados podem optar por montar seu próprio negócio, ou seja, uma consultoria em contabilidade, tributos, custos empresariais e outros. Como dono de seu próprio negócio poderá aliar conhecimento e empreendedorismo objetivando a solução de problemas e demandas de clientes. Há ainda outros caminhos, como auditoria, exercendo a atividade de auditoria o recém formado terá acesso a grandes corporações visando a revisão de suas demonstrações financeiras. Adicionalmente, se preferir, o recém formado poderá atuar em consultorias tributárias; sabe-se que a carga tributária no Brasil representa percentual significativo do lucro das organizações. Não menos importante, poderá atuar em áreas como controladoria, finanças, custos industriais, etc. O profissional com experiência atua nas diversas áreas citadas, contudo, em posições ligadas a alta administração contribuindo para que o leme do navio empresarial o conduza ao sucesso. A área pública com concursos públicos também é um forte atrativo para profissionais da área contábil; como funções de ampla relação se destacam auditores fiscais das diversas esferas do Estado.

Onde estão as melhores oportunidades (regiões, cidades etc)? Por quê?

Welington Lima: As oportunidades estão em qualquer lugar, cabe ao profissional identificá-las. Em todas as regiões são encontradas empresas de pequeno, de médio e grande porte, o estudo de seu patrimônio representa o objeto da contabilidade. Os grandes centros econômicos, onde se localizam grandes corporações tornam-se sempre mercados atrativos para o profissional da área contábil. No estado do Ceará o Porto do Pecém tem atraído fortes investimentos e o estado conta com a presença de companhias abertas de forte representação no mercado global o que é sempre favorável ao estudante de ciências contábeis.

Quais são as tendências e perspectivas futuras para essa profissão?

Welington Lima: A competitividade das organizações exige decisões cada vez mais suportadas em fatos e dados, as tendências fortes na profissão se concentram na inovação tecnológica contínua; sistemas informatizados no formato ERP, cada vez mais integrados ao negócio, propiciam o foco do profissional contábil na interpretação dos dados e contribuição efetiva nas decisões. Outro aspecto importante e inovador é o processo de convergência contábil brasileira às normas e padrões internacionais de contabilidade. Hoje no Brasil e no mundo a contabilidade é a linguagem global dos negócios e o contador é o profissional que entende com propriedade esse idioma. No Brasil falamos a mesma linguagem dos negócios praticada e países da Europa, Estados Unidos, e outros; isso com pequeníssimas variações. Essa padronização repercute positivamente para a contabilidade e os profissionais que nela atuam.

Surgiram novas áreas de atuação?

Welington Lima: A internacionalização da linguagem contábil tem gerado sinergia entre as corporações em diversos países e o contador tem sido peça fundamental para viabilizar as relações globais com vistas a abertura de capitais dessas empresas. Noutra linha, com o ingresso do SPED – Sistema Público de Escrituração Digital o profissional de contabilidade também passou a ter a necessidade de um forte componente de inovação tecnológica o que lhe impulsiona sempre para o estudo e a formação contínua.

No caso do curso, há novidades no currículo? Tem trabalho de conclusão de curso e estágios obrigatórios? Se sim, como funcionam esses estágios (mais detalhes)?

Welington Lima: A matriz curricular do curso de Ciências Contábeis da Universidade de Fortaleza contém foco relevante nos ramos de estudos mais requisitados pelo mercado. De forma longitudinal, o estudante adquire conhecimento de contabilidade societária; auditoria; perícia; legislação tributária; contabilidade pública; legislação trabalhista e previdenciária; dentre outros. O curso utiliza laboratórios dotados de sistema informatizado credenciado com excelência pelo mercado. Nesses laboratórios são promovidos estudos práticos que simulam a realidade que será imposta pelo mercado no exercício da profissão. O uso de metodologias ativas somada à tecnologia de ponta permite a prática das atividades que se inserem no cotidiano do profissional da contabilidade. A divisão de estágio da Unifor também opera em sinergia com o curso abrindo portas de empresas aos alunos. Face a grande empregabilidade do curso é muito comum que os estudantes se insiram em programas de estágio já a partir do terceiro semestre. O forte componente relacionado à gestão e empreendedorismo possibilita a realização de dupla graduação com o curso de Administração, um forte diferencial. Outro ponto é a oferta de disciplinas em inglês o que mantém consonância com a internacionalização do curso.

BNB renegocia dívidas rurais

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Produtores rurais interessados em regularizar suas dívidas com o Banco do Nordeste têm até dezembro para garantir descontos que podem chegar a 95% sobre o saldo devedor. O benefício vale para liquidação de dívidas contratadas até 2011, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O prazo para pagamento pode estender-se a 2030, com parcelas a partir de 2021.

Mais de 1 milhão de pessoas dos estados nordestinos e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo foram beneficiadas com ação de regularização de dívidas do BNB. O total renegociado atingiu R$ 9,8 bilhões em agosto, abrangendo 271,6 mil operações de crédito antes em inadimplência.

Metade dos acordos de renegociação, ou seja, 135,8 mil, foi realizada com a opção de liquidação de toda a dívida. Ao todo, 92% das renegociações foram realizadas com miniprodutores rurais, incluindo beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os juros variam de 0,5% ao ano, para esse grupo, a 3,5% ao ano, para grandes produtores.

O BNB possui 292 agências distribuídas em todo o Nordeste, além do norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. A instituição possui mais de 4 milhões de clientes. Em 2018, somente com recursos do FNE, já aplicou volume superior a R$ 19 bilhões na economia regional.

Quem deseja mais informações sobre as condições de renegociação ou liquidação de dívidas pode procurar uma unidade da rede de agências ou entrar em contato pelo número 0800 728 3030.

Diretor da Universidade John Hopkins participa de evento na Unifor (CE)

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A quarta edição do Fórum do Observatório de Segurança Viária de Fortaleza recebe hoje (20.9), pela primeira vez, Abdulgafoor M. Bachani, diretor da John Hopkins International Injury Research Unit, da Universidade da Johns Hopkins (EUA), referência internacional em saúde pública e colaboradora certificada da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Desde o início do século, a maior autoridade em saúde no planeta passou a tratar as mortes e ferimentos em acidentes de trânsito como uma epidemia de saúde pública: a cada ano, cerca de 1,25 milhão de pessoas morrem no trânsito e até 50 milhões sobrevivem com ferimentos e sequelas, resultando em custos pessoais, sociais e econômicos incalculáveis.

Esse é o alerta que Abdulgafoor traz ao Fórum, que será realizado no Teatro Celina Queiroz, da Unifor. A agenda integra a Semana da Mobilidade de Fortaleza, que pelo segundo ano consecutivo chama atenção para a importância da segurança viária como prioridade para ruas e avenidas.

O professor Bachani é graduado em Neurociência pela Faculdade de Bastes (EUA), com mestrado, doutorado e PhD em saúde pública pela Universidade de Johns Hopkins. Hoje ele coordena pesquisas em busca de soluções para a melhoria dos sistemas de saúde com ênfase em aprimorar a mensuração de impactos de problemas de saúde não fatais em contextos com poucos recursos, assim como os efeitos sociais e econômicos sobre os indivíduos e suas famílias – como é o caso dos acidentes de trânsito. Ele vem trabalhando no desenvolvimento de novas maneiras para dimensionar lesões e deficiências para que possam entender e tratar estes impactos como um problema de segurança pública. A ideia é tornar cada vez mais fáceis e acessíveis soluções para ajudar comunidades a enfrentar o problema.

O Observatório de Segurança Viária foi anunciado em junho do ano passado pelo prefeito Roberto Cláudio e pela reitora da Unifor, Fátima Veras, como uma parceria entre poder público e academia para aproximar representantes de diversos setores da sociedade civil para apresentação de melhores práticas e o engajamento no combate ao elevado número de acidentes de trânsito. Em 2017 a capital cearense registrou 256 mortes no trânsito, um número 35% menor do que em 2011, mas ainda assim extremamente elevado.

Nas duas primeiras edições, o Fórum do Observatório de Segurança Viária promoveu a discussão sobre a mudança de comportamento de condutores para padrões mais seguros, aliada à fiscalização de trânsito e também ao conceito de sistemas seguros e de ‘visão zero’, em que nenhuma morte no trânsito é tolerável e todos compartilham a responsabilidade por tornar ruas e avenidas mais seguras.

Especialistas de grande destaque internacional, como a PhD em psicologia Judy Fleiter, gerente global da Global Road Safety Partnership (GRSP) e Claudia Adriazola, diretora global do Programa de Saúde e Segurança Viária do World Resources Institute (WRI), também já participaram de outras edições do evento.

A terceira edição do Fórum ocorreu no mês de agosto, quando a urbanista neozelandesa Skye Duncan, diretora da Iniciativa Global de Desenho para Cidades’ da National Association of City Transportation Officials (Nacto, EUA). A especialista apresentou o conceito de ‘Cidades para Pessoas’ e como é possível planejar as cidades colocando pessoas em primeiro lugar, com a quebra do paradigma da mobilidade urbana focada no automóvel individual.

Grito dos Excluídos é tema de audiência no Ceará

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A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa promove, nesta quarta-feira (19/09), audiência pública conjunta com a Câmara Municipal de Fortaleza, para discutir a “Campanha da Fraternidade 2018 – Fraternidade e Superação da Violência” e o “Grito dos Excluídos 2018 – Vida em primeiro lugar”. O debate ocorre a partir das 14h, no Complexo de Comissões Técnicas da Casa.

Para a deputada Rachel Marques (PT), que solicitou a audiência, as campanhas têm o objetivo promover a reflexão sobre as causas que tornam o Brasil um lugar de injustiças e desigualdades sociais.

O Grito dos Excluídos, segundo a parlamentar, é um movimento “sem dono”. “Não é da Igreja, nem do sindicato e nem da Pastoral. Não se caracteriza por discurso de lideranças e nem pela centralização de seus atos. O ecumenismo é vivido na prática, nas lutas, pois entendemos que os momentos e celebrações ecumênicas são importantes para fortalecer o compromisso.

O movimento surgiu em 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade daquele ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e responder aos desafios da segunda Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, Alternativas e Protagonistas”.

Foram convidadosrepresentantes do Fórum Popular de Segurança Pública, do Comitê pela Desmilitarização da Polícia e da Política, da Conferência Nacional de Bispos do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e das secretarias estaduais de Justiça e Cidadania e de Segurança Pública.

Unifor realiza Semana de Responsabilidade Social

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Instituída em 2005 pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), a Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular tem por objetivo apresentar ao público projetos sociais nas áreas de educação, saúde, cultura, esporte, meio ambiente, entre outros, visando demonstrar, com fatos e números, que as instituições vêm cumprindo com a sua responsabilidade social.

Nesse cenário, a Universidade de Fortaleza promove até o próximo dia 22 de setembro, sábado, sua Semana da Responsabilidade Social. A proposta é engajar alunos, apresentar projetos sociais da Fundação Edson Queiroz e incentivar a interação da comunidade acadêmica com essas ações.

A campanha acontece em âmbito nacional, com a participação de 800 instituições de ensino superior, promovendo atividades que beneficiam a população em várias áreas. Na Unifor, a programação inclui palestras, prestação de serviços, atendimentos jurídicos para toda a comunidade, entre outras atividades. O evento é aberto ao público e a realização é da Divisão de Responsabilidade Social da Unifor.

Para o professor Marcus Mauricius, gestor da Divisão de Responsabilidade Social da Unifor, a Universidade se beneficia a partir do momento em que desenvolve a sua própria sociedade. “Essa é a função da Unifor: desenvolver e criar o bem-estar a todos para contribuir com um Brasil melhor e uma sociedade amplamente capacitada. É como uma via de mão dupla, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da sociedade”, relata.

BNB investe em ideias inovadoras

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O Banco do Nordeste está disponibilizando R$ 5 milhões para projetos que tornam ideias inovadoras em negócios de alto impacto. Os recursos do Fundo de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação (Fundeci), não reembolsáveis, estão previstos no edital de subvenção econômica para inovação em empresas da Região Nordeste, disponível na página da Instituição na Internet (bnb.gov.br).

As propostas podem ser enviadas até 24 de outubro e devem ter como finalidade o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos ou a agregação de novas funcionalidades ou características a produtos, serviços ou processos já existentes relacionados aos temas: Agronegócios; Cidades Sustentáveis; Concessão, administração e recuperação de crédito; Economia Criativa – jogos eletrônicos; Educação – Edtechs; Energias renováveis; Espaços Inteligentes; Finanças – Fintechs; Microfinanças e inclusão financeira para microempreendedores; Negócios de Impacto Social; Saúde Inteligente – Healthtech; e Serviços e processos de gestão para micro e pequenas empresas.

Os projetos devem utilizar as tecnologias de Big Data, Biotecnologia, Blockchain, Inteligência Artificial, Internet das Coisas (loT), Fotônica, Plataformas de Marketplace ou Tecnologias da informação e comunicação (TlCs).

Podem concorrer micro ou pequenas empresas, com receita operacional bruta ou renda agropecuária bruta auferida no exercício anterior de até R$ 4,8 milhões, que se encontrem sediadas em municípios localizados nos Estados da Região Nordeste, no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Beto Studart receberá comenda do Governo do Ceará

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O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), empresário Jorge Alberto Vieira Studart Gomes – Beto Studart -, foi escolhido para receber a segunda medalha Ivens Dias Branco. A comenda, instituída pelo Governo do Estado do Ceará em agosto de 2016, reconhece empreendedores que contribuem para o desenvolvimento econômico no Estado. A primeira medalha foi concedida ao também empresário José Dias de Macêdo.

Conferida anualmente, com comenda única, a medalha agracia “os que tenham tornado merecedores do reconhecimento do Poder Executivo em razões de ações, feitos ou outras iniciativas em prol do desenvolvimento econômico do Estado do Ceará”, como descreve a publicação no Diário Oficial do Estado.

Formado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), Beto Studart iniciou cedo a carreira que hoje é referência no âmbito empresarial do País. Aos 22 anos, o fortalezense assumiu a presidência da Agripec – Química e Farmacêutica S.A., onde permaneceu de 1969 até 2005.

Em 2004, criou a BSPAR Finanças e Assessoria Empresarial, operando em vários estados com foco em soluções financeiras e no desenvolvimento de empresas. Mais tarde, a marca expandiu para outros mercados: foram criadas a BSPAR Incorporações (2008) e BSPAR Construções (2010).

Também implantou a Fundação Beto Studart de Incentivo ao Talento que, há 14 anos, apoia projetos culturais, esportivos, educacionais e de geração de trabalho e renda. A fundação beneficia mais de 30 mil pessoas.

Ocupa, ainda, a vice-presidência da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), já tendo sido vice-presidente do Sindicato da Indústria Química (Sindiquímica); de diretor do Centro Industrial do Ceará (CIC); e de conselheiro do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindag), entre outras funções.

Pai de cinco filhos e avô de dez netos, hoje Beto Studart tem 72 anos e lidera desde 2014 a Fiec — instituição ligada à Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nela, permanecerá até 2019. A federação reúne 40 sindicatos patronais associados e representantes de diversos segmentos produtivos industriais.

Secretário da Segurança do Ceará se reúne com ministro

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O secretário da Segurança Pública do Ceará, André Costa, participa hoje (18.9), em Brasília, de reunião com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, com a finalidade de apresentar o modelo de assessoramento jurídico voltado aos agentes de segurança que respondem a processos disciplinares ou judiciais, em razão do exercício de suas atividades.

Criado há um ano, o Conselho de Defesa do Policial no Exercício da Função (CDPEF) do Ceará é uma iniciativa pioneira no Brasil e pode servir de base para um projeto nacional. Presidido pelo advogado Ricardo Valente Filho, o conselho é composto por 35 advogados que atuam nos municípios de Aquiraz, Barbalha, Caucaia, Crato, Eusébio, Fortaleza, Iguatu, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Missão Velha e Sobral.

O serviço é integralmente prestado pelo grupo de forma voluntária. Ao todo, 330 procedimentos foram acompanhados pelos integrantes do conselho. Todos foram arquivados.

STF não autoriza homeschooling

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu não autorizar que os pais eduquem os filhos em casa, prática mais conhecida como homeschooling. Por conta disso,  o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) questionou em enquete com internautas, na última semana, se são favoráveis à modalidade.

Sessenta por cento dos participantes não são a favor da proposta. Para eles, educar fora da escola compromete a socialização de crianças e adolescentes, além de retirar do Estado e depositar apenas na família a responsabilidade pela educação dos filhos. Já 33% afirmaram que cabe à família a escolha do gênero de instrução a ser ministrado aos filhos. Também acham que a modalidade evita que a criança sofra com casos de violência e bullying. Outros 7% não têm opinião sobre o assunto. Ao todo, 181 pessoas participaram.

Nos Estados Unidos, país em que a prática é muito comum, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar, no ano de 2017, mais de dois milhões de pessoas estudavam em casa. Já na Alemanha a ideia é proibida por lei. No Brasil, não existe uma legislação que regulamente a educação familiar.