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Setor químico do Ceará importa 40,6% a mais do que em 2017

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Da Assessoria da Fiec:

As importações do setor químico brasileiro apresentam constantemente cifras muito altas, (US$ 7,4 bilhões) principalmente por tratarem de produtos de alto valor agregado, devido à tecnologia empregada. O Ceará não foge a esta regra e importou, nos primeiros três meses de 2018, US$ 59,7 milhões, valor 40,6% maior do que o de 2017. Sob o âmbito das exportações, o total desse trimestre foi 67,6% menor do que o do ano passado, com o Estado vendendo ao exterior US$ 1,3 milhão.

As exportações de “herbicidas a base de glifosato ou seus sais” representaram mais de 55% do total exportado. O Chile é o principal destino das exportações cearenses de químico. Fertilizantes e protetores agrícolas são os principais produtos importados, principalmente de países como China, Índia e Austrália. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará.

Reforma trabalhista impõe perdas à Justiça e aos cidadãos

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A queda no número de ações trabalhistas depois de a reforma ter entrado em vigor é uma indicação de que há problemas no encaminhamento da reforma trabalhista nos moldes como os que estão colocados pela gestão de Michel Temer (MDB).

A seguir, informações da Agência Brasil:

Segundo a vice-presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra1), Adriana Leandro, a redução chegou a 40% este ano. A média anual, antes da reforma trabalhista, ficava entre 1,7 mil e 2 mil processos.

Para a magistrada, a queda tem a ver com a divergência de interpretação da lei. Na avaliação da juíza, os advogados estão aguardando a jurisprudência que ainda se formará sobre o tema, para então definir as estratégias processuais e acionar a Justiça do Trabalho.

“Houve um decréscimo no agendamento dos processos e, em contrapartida, a gente não percebeu um aumento do emprego”, disse.

Adriana Leandro avalia que a reforma trabalhista foi criada de forma muito rápida e, por isso, muitas dúvidas estão surgindo. Outro aspecto para o decréscimo de processos, para a juíza, é que a reforma tornou mais severa “em termos processuais que provoca receio das pessoas que se sentem lesadas em acessar a Justiça” e citou a questão da gratuidade da Justiça.

Leia mais neste link.

Portaria do governo Temer pode prejudicar 500 mil pescadores artesanais

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Um projeto do senador Cássio Cunha Linha (PSDB–PB), aprovado pelo Senado e enviado à Câmara dos Deputados, suspende portaria que limitou o pagamento de seguro-defeso a pescadores artesanais.

De acordo com a senadora Fátima Bezerra (PT–RN), relatora da proposta, a medida do governo prejudica meio milhão de pescadores artesanais em todo o Brasil, sendo 27 mil no Rio Grande do Norte.

Fátima disse esperar que a Câmara aprove o projeto com rapidez. Para isso, recomenda aos pescadores que se mobilizem e cobrem dos deputados a votação do texto.

Fiec registra sinais positivos de recuperação industrial do Ceará

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A Sondagem Industrial do Ceará em março, apurada pelo Núcleo de Economia e Estratégia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará e divulgada no fim de abril, revela sinais positivos para a recuperação industrial, com crescimento da produção, recuperação da capacidade instalada e estoques de produtos finais abaixo do planejado. O mesmo levantamento indica os fatores que tem dificultado a recuperação mais efetiva do setor: alta carga tributária; dificuldades ligadas à obtenção ou custo de crédito; bem como entraves decorrentes da crise, como a alta inadimplência e demanda interna insuficiente.

Apesar do cenário, as informações de março apontam o aumento da produção industrial cearense, cujo indicador registrou 56,7 pontos, valor acima do limiar divisório de 50 pontos, resultado usual para o mês. Por consequência, a Utilização da Capacidade Instalada também apresentou crescimento em relação a fevereiro, aproximando-se do nível de operação usual para o mês de março.

O comportamento positivo da produção resultou em queda do nível de estoques, que se manteve abaixo do planejado, gerando necessidade de expansão produtiva nos próximos meses para sua reposição. Apesar disso, ainda não houve impacto na variável número de empregados, com indicador próximo da estabilidade (50 pontos).

Segundo os empresários cearenses, as expectativas para os próximos seis meses no que concerne à demanda, à compra de matérias-primas e à quantidade exportada são otimistas, com indicadores acima do limiar dos 50 pontos. Para o número de empregados, as perspectivam indicam estabilidade para o mesmo período. Por fim, os industriais cearenses estão mais propensos à realização de investimentos, índice de 58,5 pontos, maior valor registrado desde novembro de 2014.

Inflação de abril chega a 0,31%

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O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação de preços da cesta de compras de famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,31% em abril. A taxa é superior ao 0,08% de março.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou hoje (4.5) os dados no Rio de Janeiro, o IPC-C1 acumula inflação de 1,65% em 12 meses. As taxas são inferiores às observadas pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que acusou 0,34% em abril e 2,98% em 12 meses.

Cinco das oito classes de despesa componentes do IPC-C1 apresentaram alta em suas taxas de variação de março para abril: alimentação (de -0,27% para 0,25%), saúde e cuidados pessoais (de 0,30% para 1,32%), educação, leitura e recreação (de zero para 0,15%), despesas diversas (de 0,03% para 0,29%) e comunicação (de -0,25% para -0,18%).

Dois grupos tiveram queda na taxa: transportes (de 0,38% para -0,16%) e vestuário (0,43% para 0,32%). O grupo habitação repetiu em abril a taxa de variação do mês anterior: 0,23%.

Governo do Ceará consolida início das operações do hub aéreo de Fortaleza

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Fortaleza recebeu no final da tarde de hoje (3.5) os dois primeiros voos diretos de Paris, na França, e de Amsterdã, na Holanda. A chegada das aeronaves da KLM, de Amsterdã; e da Joon/Air France, de Paris, na qual estava o governador Camilo Santana (PT), deram início às operações do centro de conexões da Air France/KLM/Gol no Aeroporto de Fortaleza.

“É um dia muito importante para Fortaleza e o Ceará, um passo importante na consolidação de um centro de conexões aéreas do Nordeste a partir de Fortaleza. (…) Quero agradecer por toda a parceria e tenho certeza que estamos consolidando um grande projeto”, disse Camilo ao chegar no Aeroporto Internacional Pinto Martins.

Com os novos voos, o Governo do Ceará calcula um aumento no número de turistas estrangeiros entre 60 mil e 70 mil por ano. Ao final de dois anos, o incremento deve ser de cerca de 150 mil turistas, que é a metade do fluxo internacional atual. Já em números domésticos, o hub deve ser responsável por um aumento de 1,5 milhão de passageiros/turistas ao ano.

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), destaca que o hub impulsionará os negócios na capital cearense. “É um dia muito significativo e histórico para Fortaleza. Recentemente tivemos a notícia da administração portuária por concessão de uma das maiores empresas do ramo, a Fraport. E agora temos ligação direta com o continente europeu através de dois voos. Isso representa na prática a viabilidade do próprio aeroporto, gerando frutos objetivos, e vamos tirar proveito disso gerando oportunidade de emprego, renda, inclusão da população, tendo em vista que novos turistas virão para tirar proveito das nossas belezas”.

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, destaca que este é um momento para ser celebrado. “É a efetivação de um sonho, que começou a ser embalado há dois anos, se concretizou no aspecto formal há oito meses. Agora, estamos vendo a materialização do projeto. A expectativa está sendo agraciada pelo volume de pessoas que estão usufruindo deste hub a partir de hoje, que está funcionando plenamente”. O sentimento de realização é compartilhado por Jean Marc Pouchol, diretor comercial do grupo Air France/KLM na América do Sul.

Além do impacto no turismo, o grupo Air France/KLM aponta que as empresas enxergaram como diferenciais de Fortaleza para instalação do centro de conexões fatores como proximidade com a Europa, sendo a Capital porta de entrada para o País; posição estratégica em relação às capitais do Norte e do Nordeste; potencial de desenvolvimento da Economia e do Turismo; modernização do Aeroporto Internacional Pinto Martins.

A partir desta semana, serão três voos semanais vindos de Paris (Joon/Air France) e três vindos de Amsterdã (KLM). Até o fim deste ano, terão início cinco novas operações para a Argentina (Gol) e duas diárias para os Estados Unidos (Gol), uma para Miami e outra para Orlando. Além dos voos internacionais, a Gol passará a operar 50 voos nacionais por dia.

Massa de rendimentos cresce no Ceará

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O Ceará apresentou aumento na massa mensal de rendimento, passando de R$ 4,7 bilhões em 2016 para R$ 5,1 bilhões em 2017. No Brasil, registrou-se no mesmo período queda de R$ 197,5 bilhões para R$ 194,2 bilhões. A média cearense, em 2017, foi de R$ 1.503 (R$ 73 maior se comparada à média do ano anterior, ou seja, com variação positiva de 5,10 pontos percentuais).

Apesar de não ter grandes diferenças com a média nordestina, mostrou-se 45% menor do que a média brasileira (com diferença de R$ 675).

Abaixo, informações do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará:

Os dados estão no Enfoque Econômico nº 183 – Rendimento de todas as fontes 2016 e 2017 no Ceará, que acaba de ser lançado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), e que tem como autores Dércio Nonato Chaves de Assis e Luciana de Oliveira Rodrigues, assessores técnicos, e a técnica Rayén Heredia Peñaloza. O estudo, ao analisar os rendimentos médios mensais de acordo com o gênero, constata que, em ambos os gêneros, os rendimentos tiveram uma variação positiva quando comparados os anos de 2016 e 2017 para o Brasil, Nordeste e Ceará.

O Brasil apresentou uma pequena diferença entre as variações dos rendimentos entre os gêneros no período analisado (1,3 p.p para os homens e 1,7 p.p para as mulheres), Já o Nordeste e o Ceará apresentaram uma variação maior nos rendimentos dos homens quando comparados aos das mulheres – no Nordeste as variações foram de 7,6 p.p para os homens e 2,9 p.p para as mulheres. No Ceará as variações foram de 7,9 p.p e 0,6 p.p nesta mesma ordem.

Em 2017, o Ceará apresentou taxa de proximidade (isto é, a proporção de rendimentos das mulheres em relação ao dos homens) de 81,31%, onde os rendimentos médios mensais para homens e mulheres foram de R$ 1.627,00 e R$ 1.323,00, respectivamente. Já o Brasil, apesar deste apresentar uma grande diferença entre os rendimentos, tanto para os homens, quanto para as mulheres, quando comparado ao Ceará, apresentou uma taxa de proximidade menor de apenas 77,5 por cento, mostrando uma maior desigualdade salarial entre os gêneros.

O nível de instrução da população ocupada representa um importante indicador, uma vez que o rendimento de um indivíduo ao longo da sua vida tende a apresentar uma correlação positiva com seu grau de instrução alcançado. Em 2017, aqueles que não haviam se quer completado o ensino fundamental representavam 31,9% da população ocupada no Ceará. Dentro deste grupo, aqueles que não tinham qualquer grau de instrução, ou menos de um ano de estudo, possuíam o menor rendimento médio mensal entre os grupos analisados de 594 reais (apresentando uma variação negativa de 3,3 p.p quando comparado ao ano anterior) e, aqueles que não haviam completado o ensino fundamental, apresentaram um rendimento de 794 reais (uma queda de 1,1 p.p dentro do período analisado).

A proporção da população ocupada no Ceará que havia concluído o ensino médio era de 52,1 por cento em 2017 e seu rendimento médio era de R$ 1.366,00. Apesar da diferença pequena quando comparado ao Nordeste, o Ceará foi o único que apresentou variação negativa (de 1,1 p.p) em relação ao ano anterior. Por último, apenas 14,1 por cento da população analisada possuía superior completo com um rendimento médio de R$ 4.152,00. Tal rendimento constatou-se como sendo 3,04 vezes maior quando comparado àqueles com ensino médio completo e 5,54 vezes quando comparado ao rendimento daqueles que não possuíam o ensino fundamental completo.

E, mesmo sendo próximo do rendimento da população nordestina com o mesmo grau de instrução, ainda é 1,23 vezes menor quando comparado ao Brasil. É importante destacar a variação positiva nos rendimentos recebidos pelos cearenses que possuíam ensino superior no período. Para os que possuíam ensino superior incompleto a variação foi de 4 p.p e 1,3 p.p para aqueles que já haviam concluído o ensino superior.

O Ceará detinha, em 2016, um rendimento médio dos 50% mais pobres de R$ 507,00, passando para R$ 497,00 em 2017. Em termos relativos, esses valores são similares à região Nordeste, contudo, inferiores à média nacional. O estudo mostra que o percentual do rendimento médio dos 50% da população com os menores rendimentos no Ceará em 2016 representava 65,6 por cento do rendimento médio desse grupo para o Brasil, já em 2017 esse valor era de 65,9 por cento. Pode-se destacar com essa informação que o decrescimento do rendimento médio desse grupo populacional foi mais elevado no Brasil do que no estado do Ceará.

Uma medida tradicionalmente utilizada para aferir o nível de desigualdade em uma sociedade é o Coeficiente de Gini (O índice de Gini mede o grau de desigualdade na distribuição de renda). Seu valor pode variar teoricamente desde 0, quando não há desigualdade – as rendas de todos os indivíduos têm o mesmo valor -, até 1, quando a desigualdade é máxima (apenas um indivíduo detém toda a renda da sociedade e a renda de todos os outros indivíduos é nula). O Ceará e a região Nordeste apresentaram crescimento do índice de Gini nos anos de 2016 e 2017. O Estado apresentava em 2016 coeficiente de Gini de 0,534, passando para 0,552 em 2017. valor superior ao Brasil, mas inferior à região Nordeste.

Fortaleza fica com a maior parcela do FPM no primeiro trimestre de 2018

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Hoje (2.5), no jornal Diário do Nordeste, de Fortaleza (CE):

Fortaleza recebeu a maior parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) dentre todas as capitais do Nordeste no primeiro trimestre deste ano. O valor de R$ 178 milhões foi 9,87% superior aos R$ 162 milhões de igual período do ano passado. A fatia que a Capital cearense recebeu foi ainda 11,25% superior a Salvador (R$ 160 milhões), que ficou com o segundo maior volume do Fundo na região. Os dados são da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Neste primeiro trimestre, o Ceará recebeu R$ 1,436 bilhão do Fundo de Participação dos Estados (FPE), aumento de 9,11% ante o ano de 2017. Foi o segundo maior volume da região Nordeste, atrás apenas do Estado da Bahia (R$ 1,840 bilhão). Quanto ao FPM, foram R$ 1,025 bilhão destinados aos municípios cearenses, incremento de 9,62% em comparação com o período de janeiro a março do ano passado. Também foi o segundo maior valor do Nordeste, novamente atrás da Bahia (R$ 1,894 bilhão).

De acordo com o assessor econômico da Associação dos Prefeitos e Municípios do Ceará (Aprece), Irineu de Carvalho, o crescimento da verba representa alívio para os municípios, que vão deixando os piores dias da crise econômica no passado. “Esse crescimento significa uma tendência de alívio nas contas públicas. Tem muito a ver com essa tendência de crescimento econômico prevista para esse ano. Isso melhorou os lucros das empresas, melhorou o Imposto de Renda e, logicamente, melhora o FPM”, ponderou.

Conforme os cálculos de Carvalho, o FPM nacional teve um crescimento real de 6,71%, descontando a inflação. No caso do Ceará, o crescimento real foi de 6,76%. Fortaleza registrou avanço de 7,03%, quando descontado o IPCA.

O economista alertou, também, que o crescimento por si só não é suficiente para realinhar gestões que já venham há tempos com as contas fora de controle. “Se o município já traz algum desajuste de anos anteriores, não significa dizer que o fato desse ano estar melhorando vai resolver o problema que já carrega, de vários anos de crise. Mas, pelo menos, não vai aprofundar mais. Existe a tendência de aliviar o tamanho do déficit fiscal”, afirmou Irineu.

FPE tem crescimento real

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Todos os estados do Nordeste obtiveram crescimento real no volume de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), nos três primeiros meses de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017. A Região recebeu 52,3% do total do FPE, ou seja, R$ 10,3 bilhões, aumento real de 6,3%.

Conforme o Escritório de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisas do Banco do Nordeste, os estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Pernambuco concentraram 58,7% do FPE destinado à Região. Alagoas, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe ficaram com 41,3%. O estudo pode ser obtido no Caderno Diário Econômico, disponível em www.bnb.gov.br/publicacoes-editadas-pelo-etene/.

Os repasses para os Estados são determinados, principalmente, pela dimensão da população e nível de renda per capita. A pesquisa ressalta que as unidades federativas das regiões de menor desenvolvimento econômico, a exemplo do Nordeste, dependem de forma substancial dos repasses constitucionais.

O FPE é composto de 21,5% da receita obtida com o Imposto de Renda e com o Imposto sobre Produtos Industrializados. Dos valores distribuídos para o fundo, 20% são deduzidos para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Ceará terá representação de escritório de negócios holandês

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A Câmara de Comércio Brasil-Holanda, Bradutch, sediada em Amsterdã, vai inaugurar em maio seus primeiros escritórios de representação no Brasil. Serão abertas sete unidadess em diferentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Ceará, Goiás, Brasília e Tocantins.

A Bradutch foi criada em 2015, para promover oportunidades de negócios entre empresas brasileiras e holandesas.

No Ceará, o ato de lançamento das atividades da Bradutch será na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), em 2 de maio, às 19h. A data do evento foi escolhida devido ao voo inaugural da companhia holandesa de aviação KLM, partindo de Fortaleza para Amsterdã, em 3/5.