Pernambuco

BNB fomenta exportação de produção industrial

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O Banco do Nordeste estabeleceu linha de crédito para fomentar a exportação da produção industrial e agroindustrial e atividades comerciais das empresas de todos os portes sediadas nos nove Estados da Região, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. A instituição financia até 100% do valor das necessidades de crédito, limitadas a R$ 100 milhões, de acordo com a localização e o faturamento anual dos empreendimentos.

O programa Nordeste Exportação – Fomento às Exportações Regionais (NExport) aplica recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que tem taxas de juros diferenciadas, sem vinculação a variação da taxa de câmbio. A linha financia aquisição de matérias-primas e insumos utilizados no processo produtivo, mercadorias, máquinas, veículos utilitários, aeronaves, embarcações e equipamentos para revenda no mercado externo.

O BNB também financia gastos gerais para o funcionamento de empreendimentos com atividades voltadas ao comércio exterior, como folha de pagamento, contas de água e energia, combustíveis, lubrificantes, material de expediente e limpeza, despesas com manutenção de veículos, máquinas e equipamentos, postagem, frete, aluguel e condomínio. Os prazos para pagamento são de até 12 meses.

Este ano, as empresas da Região já obtiveram R$ 105 milhões para exportação pelo NExport.

Frente em defesa da Chesf completa um ano

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O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), deputado Lucas Ramos (PSB), registrou no plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco a passagem do primeiro ano de funcionamento do grupo. O socialista comemorou os resultados obtidos pelas mobilizações contra a privatização da Eletrobras e subsidiárias – como o arquivamento da proposta que abriria caminho para planos do Governo Federal de abrir mão do controle das empresas do sistema elétrico.

“Pernambuco mais uma vez se mostrou na vanguarda das lutas e das causas nacionais”, disse Ramos, acrescentando que a Frente Parlamentar da Alepe foi a primeira do Brasil a tratar do tema. “A partir daqui, o movimento ganhou musculatura em todo o País”, acrescentou, relatando que o grupo realizou 12 audiências públicas, cinco reuniões com dirigentes de instituições e duas visitas técnicas – à Transposição do Rio São Francisco e ao Complexo Hidrelétrico de Paulo Afonso. “Estivemos em oito estados nordestinos, em reuniões de trabalho no Palácio do Campo das Princesas e em ações de articulação. Alcançamos mobilização regional”, celebrou.

O parlamentar afirmou que a proposta de desestatização tinha como objetivo cobrir déficits nas contas públicas provocados pela “má gestão do Governo que aí está”. Ele avaliou que os projetos de privatização ameaçam políticas de uso da água do Rio São Francisco voltadas ao abastecimento, à agricultura familiar, à irrigação, à pesca artesanal, ao turismo e à geração de energia. “Continuaremos na defesa de uma Chesf cada vez mais forte”, pontuou.

Ineficiência do Estado brasileiro é criticada até por aliados do golpe

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado realiza hoje, a partir das 14 horas, audiência interativa sobre a crise orçamentária e seus reflexos na segurança pública.

Para o debate foram convidados o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do programa de pesquisa em segurança e criminalidade do Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas, Leandro Piquet, e o secretário especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Hussein Ali Kalout.

A iniciativa do debate é dos senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Armando Monteiro (PTB-PE), ambos relacionados ao golpe político que tirou a presidenta Dila Rousseff (PT) do poder e colocou no lugar dela o vice, Michel Temer (MDB).

Segundo os autores, a falta de segurança pública reduz a atratividade de investimentos internos e externos, além de diminuir a capacidade de investimento público devido ao volume de recursos demandado por outros setores.

Os senadores alegam ainda que a ineficiência do Estado brasileiro é reforçada pelo reduzido investimento em segurança, alvo de frequentes contingenciamentos, e pela desproporcionalidade na distribuição de recursos entre a União, estados e municípios.

DCDN reafirma posição no mercado de energia

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O setor de energia no Brasil vive um momento de transformação. E a DCDN, companhia cearense com penetração no mercado de energia elétrica, acompanha esta mudança. “Crescemos, em média, dois dígitos ao ano. Nós temos atingido muitos mercados, fornecendo energia para prédios, shoppings e hospitais, por exemplo. Todos esses segmentos precisam de energia emergencial e a DCDN tem suprido essa demanda por meio dos geradores”, explica o diretor da DCDN, Luiz Antonio Trotta.

Responsável pela cobertura de peças e serviços em grande parte da região Nordeste, a empresa também conta com uma filial na cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE). Essa unidade apresenta moderna estrutura em uma área de quatro mil metros quadrados. Recentemente o espaço teve a ampliação e recebeu a instalação de um novo galpão. A matriz, em Fortaleza, está localizada na BR 116 em uma área total de 14 mil metros quadrados.

O grupo também fornece empilhadeiras dos mais variados portes, além de tratores de esteiras, escavadeiras e carregadeiras para empresas de todos os segmentos de mercado. A distribuição dos produtos e serviços é feita em parceria com as empresas Cummins, Hyster e Komatsu.

Evento na UFPE aborda abolição da escravatura

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A mesa-redonda “130 Anos de Abolição: Um Debate” será realizada hoje (6.8.2018), das 15h às 17h, no auditório 3 da Biblioteca Central (BC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Campus Recife. Participam do evento o professor Kabengele Munanga (USP/UFRB) e a professora Lilia Schwarcz (USP). No evento, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS), com apoio do Instituto de Estudos da África, será lançado o livro “Dicionário da Escravidão e Liberdade”, organizado por Lilia Schwarcz e Flávio Gomes.

Lilia Schwarcz é doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo e, atualmente, professora titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas na mesma universidade. É autora de importantes obras como “Raça e diversidade” e “As Barbas do Imperador”. Também é fundadora da editora Companhia das Letras.

Kabengele Munanga é um antropólogo e professor brasileiro-congolês. É especialista em Antropologia da população afro-brasileira, atentando-se à questão do racismo na sociedade brasileira. Ele é graduado pela Université Oficielle du Congo e doutor em Antropologia pela Universidade de São Paulo (1977). Foi professor de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, vice-diretor do Museu de Arte Contemporânea, diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia e do Centro de Estudos Africanos da USP. Desde 2014, é professor visitante sênior da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

São João tem reflexos na economia do País

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Levantamento feito pelo Ministério do Turismo indica que o crescimento do fluxo de turistas e moradores locais em junho e julho tem movimentado o comércio e gera empregos antes, durante e depois dos festejos de São João, ocorridos em 24 de junho.

A seguir, informações da Agência Brasil:

Segundo a pasta, somente em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB), que promovem as maiores festas do país, o público somado chegou a 5 milhões, com injeção de R$ 440 milhões nas economias locais.

“Além de ser uma das manifestações mais tradicionais da cultura brasileira, as festas juninas estão se transformando também em grandes negócios para municípios”, diz nota do ministério.

Acrescenta que Campina Grande teve crescimento de 10% nas vendas do comércio, apesar do incêndio que atingiu o Parque do Povo e da greve dos caminhoneiros que adiou o início da festa.

No total, de acordo com dados parciais da Coordenadoria de Turismo, a cidade recebeu 2,5 milhões de visitantes, com incremento de R$ 240 milhões na economia. Em público, Caruaru teve a mesma marca, e o faturamento alcançou R$ 200 milhões.

Em São Luís (MA), o Bumba Meu Boi, patrimônio imaterial brasileiro, recebeu cerca de 50 mil pessoas, entre residentes e turistas, que participaram das apresentações nos diversos palcos e nas ruas da capital maranhense, com mais de 500 grupos folclóricos.

“O resultado foi uma movimentação econômica de R$ 25,8 milhões em uma cidade na qual o “boi” fortalece a cadeia produtiva do turismo, gerando empregos para costureiras, bordadeiras, brincantes (o pessoal que se apresenta nos grupos) e no comércio”, diz o Ministério do Turismo.

(…).

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OAB e entidades protestam contra cobranças de companhias aéreas

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Texto de Jonas Valente, da Agência Brasil:

A Ordem dos Advogados do Brasil e outras instituições de defesa do consumidor, como o Ministério Público do Consumidor e a Associação Brasileira de Procons, promovem hoje (27) ato contra a cobrança por despacho de bagagem por companhias aéreas. As instituições vão realizar blitzes em aeroportos nas capitais dos 26 estados do país, além do Distrito Federal.

A iniciativa faz parte da campanha “Bagagem sem Preço”, promovida pela OAB em parceria com as diversas organizações. O objetivo é esclarecer passageiros sobre violações de direitos cometidas na cobrança pelo despacho de malas. A OAB e as organizações promotoras da campanha consideram a exigência do valor adicional uma prática ilegal.

Além deste aspecto, os envolvidos vão fiscalizar outros possíveis desrespeitos com passageiros. Será averiguado como as companhias aéreas estão se comportando no caso do atendimento prioritário, de cobranças adicionais e de alterações contratuais.

O pagamento pelas malas despachadas foi aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em dezembro de 2016 e entrou em vigor em junho de 2017. Defensores da medida, como as companhias aéreas, afirmaram que esta alteração traria uma redução nos preços das passagens. A iniciativa foi acompanhada de críticas.

Contudo, no fim do mês de junho, a Agência Nacional de Aviação Civil divulgou levantamento no qual apontou aumento nas passagens de 7,9% no primeiro semestre de 2018, evidenciando que a cobrança pelo despacho de bagagens não serviu para reduzir as tarifas. A Anac também afirmou que demorará cinco anos para avaliar o impacto desta cobrança nos preços gerais das passagens.

Professores da UFPE são premiados em evento de computação

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Os professores Augusto Sampaio e Alex Sandro, do Centro de Informática (CIn) da Universidade federal de Pernambuco, foram premiados no 38º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC), realizado em Natal (RN). Pelo segundo ano consecutivo, dois professores do CIn receberam prêmios da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), representando uma importante conquista para o Centro.

Neste ano, o Prêmio Mérito Científico, destinado a um associado efetivo ou fundador da SBC com reconhecida contribuição científica e/ou técnica em uma das várias áreas e especialidades da computação abrangidas pela Sociedade, foi concedido ao professor Augusto Sampaio. Já o professor Alex Sandro recebeu o Prêmio Tércio Pacitti 2018, que homenageia pessoas na comunidade nacional que se distinguiram em termos de inovação na área de Educação em Computação.

Na edição do ano passado, o mesmo prêmio foi recebido por Geber Ramalho, enquanto o professor Paulo Cunha foi agraciado pelo Prêmio Newton Faller, homenagem destinada a membros da SBC que se distinguiram ao longo de sua vida por serviços prestados.

Todos os anos a SBC premia membros da comunidade que se destacam em diversas áreas acadêmicas. Os prêmios são concedidos após análise de comitês de apreciação, formados por membros da Sociedade Brasileira de Computação. A cerimônia de premiação será realizada durante o congresso, que reúne as comunidades científica, acadêmica e profissional para discutir tendências inovadoras e a troca de experiências na área da computação.

Pernambuco tem vagas de trabalho na área de educação

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Com informações do portal de notícias G1 Pernambuco:

Estão abertas inscrições para uma seleção simplificada com 395 vagas para profissionais da área de educação em Pernambuco. As oportunidades são para profissionais dos níveis médio e superior, para atuar no Programa Nacional de inclusão de Jovens (Projovem Urbano). Os salários variam de R$ 1,3 mil a R$ 4,5 mil.

As inscrições podem ser feitas até amanhã (26 de junho) no site da Secretaria Estadual de Educação. As vagas são para assistentes administrativos, pedagógicos jurídicos, técnicos de nível médio, professores e intérpretes de Libras. A seleção é feita em uma etapa única, por meio de análise de experiência profissional e de títulos.

De acordo com o edital, há vagas em municípios da Região Metropolitana do Recife, da Zona da Mata, do Agreste e do Sertão. O documento pode ser encontrado no Diário Oficial do Estado.

A divulgação do resultado preliminar está prevista para o dia 30 de junho. Após o envio de recursos, previsto para acontecer entre os dias 2 e 4 de julho. Já a divulgação do resultado final está prevista para acontecer no dia 5 de julho.

Universidade Federal de Pernambuco investe em biodiesel

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A Universidade Federal de Pernambuco já produz biodiesel para os tratores da equipe de limpeza do Campus Recife. O primeiro teste foi realizado esta semana na área da Usina Piloto de Biodiesel da Biorrefinaria Experimental de Resíduos Sólidos Orgânicos (Berso), localizada num antigo galpão do Departamento de Energia Nuclear (DEN) da UFPE. Nas atuais condições, é possível produzir 100 litros de biodiesel por dia, utilizando óleo de fritura e álcool metanol. O produto da usina também serve como combustível para o gerador, que, atualmente, tem capacidade para produzir energia elétrica suficiente para cinco residências, mas a ideia é aumentar a geração e injetar a energia na rede do Campus Recife.

A transformação do óleo em biodiesel é rápido. O líquido é filtrado, depositado em um tonel e direcionado a outros tanques, onde permanece de quatro a seis horas. O procedimento resulta em biodiesel e glicerina, que pode ser utilizada por indústrias ou transformada em álcool e reutilizada no fluxo de produção. As operações estão funcionando, desde o final do ano passado, em esquema piloto.

“O esquema piloto das atividades está acontecendo há cerca de seis meses. A previsão é que, até o final do ano, toda a tecnologia esteja desenvolvida”, explicou o professor Rômulo Menezes, do DEN, que coordena a Berso em parceria com a arquiteta Fátima Xavier, diretora da Diretoria de Gestão Ambiental (DGA) da Superintendência de Infraestrutura (Sinfra) da Universidade. A finalização estrutural da biorrefinaria deve ser realizada até o final deste ano. “Estamos em fase de finalização da estrutura do centro de recepção, onde serão recebidos os estudantes para a apresentação da Berso”, explicou o docente. Ele explicou que o uso do biodiesel no trator proporcionou o mesmo desempenho que o diesel fóssil.

A produção de biodiesel não é a única atividade realizada na biorrefinaria. Já está em funcionamento o pátio de compostagem, no qual restos de alimentos e material de podas de árvores, jardins, capina e varrição são utilizados para gerar material orgânico, que serve para adubação de hortas, parques e jardins.

Os resíduos sólidos gerados na Universidade são utilizados, ainda, no biodigestor anaeróbio, que recebe os restos de alimentos para transformá-los em biogás e, em seguida, em energia elétrica. “O reator para o processamento da totalidade dos resíduos terá 160 metros cúbicos. O sistema vai custar cerca de R$ 2 milhões, mas se pagará em quatro anos, com a energia gerada, já que garantirá uma economia de R$ 350 mil por ano, na conta de energia elétrica, além da eliminação dos custos de envio dos resíduos para o aterro sanitário”, afirmou Rômulo Menezes.