Alagoas

Exportações de Alagoas crescem 58,01%

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Estudo do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) indica que o desempenho das exportações alagoanas em 2017 foi consideravelmente melhor em relação ao ano anterior. Em 2016, o saldo da balança comercial do Estado registrou déficit de US$ 191,15 milhões. Já em 2017, houve superávit de US$ 20,5 milhões. As exportações alagoanas somaram R$ 2,14 bilhões em 2017, ante R$ 883 milhões em 2016, com avanço de 58,01%. Os números são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

No ranking de exportações do Nordeste, Alagoas fechou 2017 como o quinto maior exportador regional, ficando à frente de Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Sergipe. Os resultados foram puxados pelo aumento constante das exportações no setor sucroalcooleiro, assim como pela maior diversificação da pauta de exportações alagoana.

A corrente comercial – soma das exportações e importações – do período de janeiro a dezembro de 2017 registrou recorde para os últimos cinco anos, somando US$ 1,3 bilhão. Em dezembro passado, as exportações de Alagoas registraram recorde na análise semestral, alcançando US$ 45,9 milhões. O resultado positivo foi um efeito direto da entrada de novos produtos na pauta de exportação não registrados no mês anterior.

Cesta básica mantém índices nas capitais nordestinas

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Nenhuma capital do Nordeste teve incremento no preço da cesta básica, avaliando-se os índices acumulados nos últimos 12 meses. A informação é do Banco do Nordeste.

As maiores quedas foram registradas em Salvador (BA) (-6,4%), São Luís (MA) (-4,2%) e João Pessoa (PB) (-4,1%). Em seguida, aparecem Aracaju (SE) (-2,9%), Recife (PE) (-2,8%), Fortaleza (CE) (-1,8%) e Natal (RN ) (-0,8%). Em janeiro, porém, houve expressivas elevações em todas elas. A pesquisa não alcançou Maceió (AL) e Teresina (PI).

Em relação a valores monetários, Fortaleza continua com a cesta básica mais cara no Nordeste (R$ 387,61). A cesta básica dos fortalezenses é 8,1% maior que o valor da cesta regional (R$ 358,66) e supera em 16% a cesta mais barata da Região, a de Salvador (R$ 333,98). O custo da cesta básica nas demais capitais é: João Pessoa (R$ 368,76), Natal (R$ 360,48), Recife (R$ 356,47), São Luís (R$ 355,22) e Aracaju (R$ 349,97).

As variações mais expressivas em 12 meses foram verificadas nos preços da banana (+12,1%) em Recife e do tomate (+5,5%) e do pão (+4,4%) em Salvador. As maiores retrações foram verificadas no preço do feijão (-43,8%) e da banana (-13,2%), ambos em Salvador, e leite (-12,8%) em Recife.

O estudo do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste, área do BNB que analisa dados do Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos, conclui que os aumentos da cesta básica têm superado a variação da inflação do país. Em conseqüência, as famílias de baixa renda são penalizadas.

Pointer inaugura CD em Fortaleza

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A Pointer, empresa do Portobello Grupo, localizada em Alagoas, inaugura hoje às 17h, o seu primeiro Centro de Distribuição (CD) em Fortaleza, capital do Ceará. O CD, localizado na Rodovia Anel Viário, bairro Pedras, em Fortaleza, tem 5.000 m² de área total e 2.300 m² de área construída, com capacidade de estoque de 90.000 m² por até dez dias, e de faturamento (recebimento e venda) entre 50 e 60 mil metros quadrados a cada mês neste início de operação. Em sua curva de maturidade, esse número pode chegar a 270.000 m² de faturamento e expedição.

O espaço da Pointer em Fortaleza vai conter um showroom, com cerca de 150 produtos expostos de maneira ilustrativa, transportando os visitantes a espaços residenciais que poderiam ser em suas próprias casas. E desses, 30 produtos estarão disponíveis em pronta entrega: “como o espaço físico desses lojistas é menor, a ideia é que o CD funcione também como um estoque para eles, oferecendo-lhes vantagem competitiva”, explica o executivo.

Com carregamentos diários de Alagoas para o Ceará, a promessa é que a empresa consiga entregar, em até 05 dias úteis, quaisquer produtos de seu portfólio além dos que terão estoque constante, diminuindo assim a distância de mais de 1000 quilômetros entre as duas localidades.

A inauguração do Centro de Distribuição é um marco importante para a companhia. Para lançar a coleção ‘Morada Brasileira – Cotidiano’, entre fevereiro e março de 2017, a Pointer organizou um verdadeiro tour por capitais chaves do Nordeste, Fortaleza entre elas, em coletivas de apresentação para jornalistas, formadores de opinião, arquitetos, decoradores, vendedores e representantes comerciais. Desta vez, volta ao Ceará para ficar.

A Portobello, marca líder em revestimentos cerâmicos no Brasil, e a Pointer, nova marca do segmento com unidade fabril em Maceió, AL, voltada ao mercado do Nordeste, fazem parte do Portobello Grupo. As duas marcas juntas empregam mais de 3.000 colaboradores e produzem 50 milhões de metros quadrados ao ano e, mesmo tendo posicionamentos e públicos diferentes, compartilham valores como inovação, sustentabilidade e design. Com proposta de design democrático, a fábrica Pointer é a mais moderna e sustentável do país, projetada para produzir revestimentos diferenciados de forma competitiva. A Portobello Shop, maior rede de lojas do segmento no Brasil, com cerca de 150 lojas, próprias e franqueadas, e posicionamento voltado aos profissionais de arquitetura e decoração, é o principal canal de vendas da marca Portobello, que distribui também através das revendas multimarcas, vendas diretas às grandes obras e construtoras e exportação para os cinco continentes.

Articulação defende subsídio do milho

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O presidente do Senado, o cearense Eunício Oliveira (PMDB), iniciou com o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Francisco Marcelo Rodrigues Bezerra, mobilização para estender os efeitos de portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que beneficia pequenos criadores e agroindústrias de pequeno porte das regiões Norte e Nordeste.

A portaria dá aos pequenos produtores, por meio do Programa Vendas em Balcão da Conab, acesso aos estoques de milho do governo a preços compatíveis aos do mercado atacadista local. Mas a regra perderá validade já em 31 de dezembro próximo, o que pode prejudicar milhares de produtores e criadores rurais.

Em decorrência da medida, a saca de 60 kg é vendida hoje a R$ 33 nos municípios do Norte e Nordeste.

O presidente da Conab argumenta que, com sete meses em vigor, as repercussões da Portaria são “bastante
expressivas” na movimentação da economia local. Segundo estudo da Companhia, no volume de vendas nos 15 estados atendidos, de 10 de abril passado a 9 de novembro, o comércio em balcão de milho em grãos a preço subsidiado superou 86% o volume de vendas no mesmo período de 2016.

Eunício disse que vai tratar com o presidente da República, Michel Temer, e com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, defendendo a prorrogação da medida.

Inclusão debatida em Maceió

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Da Agência Câmara, da Câmara dos Deputados:

Os avanços da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (13.146/15) e da Lei de Cotas (12.711/12) serão avaliados em seminário em Maceió (AL) nesta sexta-feira (18).

(…)

A conquista da acessibilidade e a inclusão para o trabalho serão alguns dos temas que serão discutidos pelos convidados, entre eles representantes da Secretaria Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Ministério dos Direitos Humanos; da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão e da Justiça do Trabalho.

“O novo paradigma da deficiência baseado nos direitos humanos é o da visão ou modelo social, no qual o ambiente tem influência direta na liberdade da pessoa com limitação funcional, sendo fundamentais estratégias políticas, jurídicas e sociais que excluam esses obstáculos e discriminações”, afira a deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), que pediu a realização do evento.

Hoje a LBI já garante, entre outros direitos, a oferta gratuita no SUS de órteses e próteses, assegura sistema educacional inclusivo em todos os níveis e a prioridade processual no acesso à Justiça.

Nordeste tem inflação abaixo do índice nacional em junho

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dinheiroO Nordeste apresentou crescimento de 0,32% da inflação em junho, índice inferior ao verificado em âmbito nacional no mês (0,35%). A avaliação é resultado de monitoramento periódico do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de estudos regionais do Banco do Nordeste.

No acumulado dos últimos doze meses, a inflação no Nordeste registrou alta de 9,0%, nível mais elevado que o verificado em todo o Brasil (8,8%). Apesar disso, a região apresentou indicadores abaixo do nível nacional em seis dos nove grupos de preços pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fortaleza continua com a maior taxa de elevação de preços na região, chegando a 10,4%. Em seguida, aparecem Salvador, que registrou inflação de 8,8%, e Recife, com índice de 8,5%.

Na avaliação mensal de junho, as três capitais mais populosas do Nordeste registraram variações equilibradas em comparação a maio: Fortaleza e Salvador, com 0,32%, e Recife, com 0,33%.

“Apesar de certa resiliência do processo inflacionário nos últimos meses, espera-se que, em razão da atividade econômica, conjugada com a diluição dos efeitos da elevação dos preços administrados em 2015, resulte no arrefecimento da pressão inflacionária”, afirma o estudo.

Do Banco do Nordeste.