Paraíba

João Pessoa (PB) estima novas perspectivas para a economia turística

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A inserção de João Pessoa (PB, foto da orla de Tambaú) entre as oito cidades brasileiras que participam da Rede Mundial de Cidades Criativas da Unesco, e a única reconhecida no país pelo artesanato, põe a capital paraibana como rota turística brasileira pela riqueza da arte popular.

A cidade agora é “cidade brasileira do artesanato”. Além de João Pessoa, só outra cidade latino-americana tem o título na mesma categoria: Chordeleg, no Equador, a “terra das jóias”. Para o prefeito Luciano Cartaxo, é impossível falar em turismo sem falar em cultura e a arte popular produzida na Capital paraibana torna-se mais um atrativo que faz de João Pessoa um destino turístico mundial.

No mundo, só 180 cidades integram a Rede Mundial de Cidades Criativas em sete categorias: design, artes midiáticas, gastronomia, cinema, literatura, música e artesanato e arte popular. E são apenas oito cidades brasileiras na lista: Belém (Gastronomia), Paraty (Gastronomia), Florianópolis (Gastronomia), Curitiba (Design), Brasília (Desing), Salvador (música), Santos (Cinema) e João Pessoa, única cidade na categoria Artesanato e Arte Popular.

Articulação defende subsídio do milho

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O presidente do Senado, o cearense Eunício Oliveira (PMDB), iniciou com o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Francisco Marcelo Rodrigues Bezerra, mobilização para estender os efeitos de portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que beneficia pequenos criadores e agroindústrias de pequeno porte das regiões Norte e Nordeste.

A portaria dá aos pequenos produtores, por meio do Programa Vendas em Balcão da Conab, acesso aos estoques de milho do governo a preços compatíveis aos do mercado atacadista local. Mas a regra perderá validade já em 31 de dezembro próximo, o que pode prejudicar milhares de produtores e criadores rurais.

Em decorrência da medida, a saca de 60 kg é vendida hoje a R$ 33 nos municípios do Norte e Nordeste.

O presidente da Conab argumenta que, com sete meses em vigor, as repercussões da Portaria são “bastante
expressivas” na movimentação da economia local. Segundo estudo da Companhia, no volume de vendas nos 15 estados atendidos, de 10 de abril passado a 9 de novembro, o comércio em balcão de milho em grãos a preço subsidiado superou 86% o volume de vendas no mesmo período de 2016.

Eunício disse que vai tratar com o presidente da República, Michel Temer, e com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, defendendo a prorrogação da medida.

Vantagem para arquitetos e engenheiros

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Arquitetos e engenheiros podem ser autorizados a exercer, ao mesmo tempo, dois cargos públicos, segundo proposta de emenda constitucional aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. A matéria vai para discussão e votação final em Plenário, em dois turnos.

O autor, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), ressalta na justificação que, em razão das crescentes demandas nas áreas de infraestrutura e tecnologia, engenheiros e arquitetos assumem um papel essencial no desenvolvimento do país. Segundo ele, nesse contexto se “requer a atuação de profissionais qualificados e aptos a realizar atividades de alta complexidade”.

Para que a demanda seja atendida, Cássio defende que seja estendida a essas duas categorias o mesmo regime já aplicado aos professores e aos profissionais de saúde, que já são autorizados a acumular até dois cargos ou empregos públicos, “desde que haja compatibilidade de horários que permita o bom desempenho das funções”.

Nordeste tem inflação abaixo do índice nacional em junho

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dinheiroO Nordeste apresentou crescimento de 0,32% da inflação em junho, índice inferior ao verificado em âmbito nacional no mês (0,35%). A avaliação é resultado de monitoramento periódico do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de estudos regionais do Banco do Nordeste.

No acumulado dos últimos doze meses, a inflação no Nordeste registrou alta de 9,0%, nível mais elevado que o verificado em todo o Brasil (8,8%). Apesar disso, a região apresentou indicadores abaixo do nível nacional em seis dos nove grupos de preços pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fortaleza continua com a maior taxa de elevação de preços na região, chegando a 10,4%. Em seguida, aparecem Salvador, que registrou inflação de 8,8%, e Recife, com índice de 8,5%.

Na avaliação mensal de junho, as três capitais mais populosas do Nordeste registraram variações equilibradas em comparação a maio: Fortaleza e Salvador, com 0,32%, e Recife, com 0,33%.

“Apesar de certa resiliência do processo inflacionário nos últimos meses, espera-se que, em razão da atividade econômica, conjugada com a diluição dos efeitos da elevação dos preços administrados em 2015, resulte no arrefecimento da pressão inflacionária”, afirma o estudo.

Do Banco do Nordeste.

Rio Grande do Norte se torna o maior produtor de energia eólica do Brasil

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O Rio Grande do Norte segue como principal produtor de energia eólica no País. No primeiro semestre de 2015, as usinas potiguares registraram 650 MW médios de energia, montante 142,6% maior do que o produzido nos seis primeiros meses do ano passado.

As usinas eólicas brasileiras aumentaram em 114% a produção de energia no primeiro semestre de 2015. De acordo com levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, a geração média nos seis primeiros meses deste ano foi de 1.840 MW médios frente aos 860 MW médios alcançados no mesmo período do ano anterior.

Na sequência, aparece a Bahia, que triplicou sua geração eólica, com 406 MW médios (+297%), o Ceará com 362 MW médios (+48%) e o Rio Grande do Sul com 287 MW médios, aumento de 91% em relação ao montante gerado no mesmo período de 2014.

A geração eólica também ganhou mais representatividade na matriz energética brasileira neste primeiro semestre. No fim de junho do ano passado, a fonte era responsável por 1,4% do total gerado de energia no Sistema Interligado Nacional – SIN. Atualmente, ela representa 3% de toda a energia produzida.

A capacidade instalada das 244 usinas eólicas cadastradas na CCEE chegou a 6.211 MW ao final do primeiro semestre de 2015. O crescimento é de 60%, em relação ao mesmo período do ano passado, quando a capacidade das 156 instalações em operação era de 3.891 MW. Os dados consolidados da CCEE apontam que o Rio Grande do Norte com 2.104 MW também segue na liderança em capacidade instalada da fonte, seguido por Ceará (1.301 MW), Rio Grande do Sul (1.300 MW) e Bahia (959 MW).

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