Tipos de lideranças e suas influências dentro do ambiente corporativo

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O líder é responsável por inspirar, motivar e direcionar as equipes, o que torna a função desse profissional essencial dentro da estrutura organizacional. Importante destacar que o principal papel de um líder é, acima de tudo, servir.   Tem que se dedicar a extrair de cada colaborador o seu melhor e, por consequência, obter excelentes resultados, servindo à sua equipe, a sua corporação e a sociedade.

“Existem vários tipos de liderança que ajudam a entender quais caminhos uma equipe deve seguir. As corporações precisam desenvolver os gestores para que exista um alinhamento entre a empresa e as equipes. O treinamento proporciona aos líderes meios de aproveitar melhor suas capacidades e ainda de compartilhar esse aprendizado com os liderados”, comenta Patrícia Lisboa, head trainer e hacker profissional.

Para entender mais sobre os diferentes perfis de liderança, o psicólogo Kurt Lewin desenvolveu a Teoria dos Estilos de Liderança. Nela foram definidos tipos de líderes com base em seis características observadas nos principais gestores norte-americanos: situacional; dos traços; do comportamento; dos estilos de decisão; da atribuição e do carisma; que analisam a forma de comportamento, o modo de pensar, ser e agir, e as capacidades de gerenciamento. Esses perfis surgiram a partir dessa teoria proposta por Lewin e, ela é utilizada até os dias de hoje.

Na Liderança Autocrática, o líder é o centro das decisões. Ele centraliza o poder, impedindo que a equipe participe e cresça. Esse gestor cobra muito e não aceita sugestões e intervenções. Pouco comum nos dias atuais, mas ainda existe. “Esse perfil promove um ambiente de forte pressão, que acaba desmotivando os funcionários e possibilita perda de grandes profissionais. Entretanto, sua capacidade de liderança nata associada a um treinamento que a adapte para uma gestão mais horizontal, renderá resultados positivos e promissores”, analisa a head trainer.

Já a Liderança Democrática valoriza as decisões e planejamentos em equipe. Nesse estilo, o gestor consulta a opinião, ideias e feedbacks, priorizando a qualidade de vida no trabalho e a valorização do empenho de todos. Patrícia Lisboa avalia que nesse modelo as pessoas tem mais liberdade e satisfação para desempenhar suas funções e que o treinamento adequado potencializará os rendimentos e criará uma cultura de sucesso.

No perfil Liberal, a equipe possui total autonomia para decidir os caminhos e tomar as decisões. “Este modo exige bastante disciplina. Uma vez que a falta de supervisão pode causar um relaxamento e uma baixa produtividade. Quando as metas são bem trabalhadas cria-se um ambiente propício ao desenvolvimento individual e de grupo”, comenta Patrícia.

E, com ênfase na performance, há a Liderança Coaching, que tem preocupação em desenvolver as habilidades dos integrantes da equipe, para liberarem seus potenciais. “Nesse estilo, o líder busca motivar os profissionais, criando um clima de confiança e cooperação. O acompanhamento entre gestor e liderado é individual, o que determina metas e resultados diferentes dentro do mesmo ambiente”, explica Patrícia Lisboa.

Abertas as inscrições para cobertura colaborativa da Feira do Conhecimento 2019

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Estão abertas as inscrições para a Cobertura Colaborativa da Feira do Conhecimento 2019. Será uma oportunidade para que universitários e estudantes de cursos profissionalizantes adquiriram experiência na cobertura jornalística/fotográfica de grandes eventos, com a supervisão de profissionais com extensa bagagem de mercado. As inscrições vão até o dia 27/9, pelo site da FdC3: www.feiradoconhecimento.com.br/cobertura-colaborativa.

Podem se inscrever estudantes de graduação, de pós-graduação e de cursos profissionalizantes das áreas de Design Gráfico, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Mídias Digitais, Cinema, Fotografia e áreas afins. Os estudantes selecionados irão integrar a equipe de Comunicação da FdC3, que será realizada de 16 a 19 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará.

Com programação totalmente gratuita, a FdC3 reunirá atrações em diversas áreas da CT&I, robótica, jogos digitais, inovações científicas, workshops, corrida de drones, hackathon, rodadas de negócios, apresentações culturais e muito mais. A expectativa é receber mais de 15 mil pessoas na feira, entre estudantes, professores, pesquisadores, jovens empreendedores, empresários, gestores e comunidade em geral.

A Cobertura Colaborativa é uma atividade de caráter voluntário e os selecionados serão certificados pelo Instituto Centec. A Feira do Conhecimento 2019 é uma realização do Governo do Estado/Secitece, Instituto Centec, Fiocruz, Aprece e Cosems/CE. O evento tem o patrocínio do Sebrae, Etice, OSF Global, Zeiss e Supera, e conta com o apoio da Ivia e Wissen Tech.

Especialista diz que todos os modelos de negócio podem ter sucesso pela Internet

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Há uma frase do Bill Gates que diz: “Em alguns anos vão existir dois tipos de empresas: as que fazem negócio pela internet e as que estão fora dos negócios.” Foi a partir desse pensamento que Samuel Pereira, criador do maior evento de tráfego e audiência da América Latina, o “Segredos da Audiência Ao Vivo”, decidiu mostrar que a internet não é apenas uma vaidade ou um diferencial no mundo do empreendedorismo.

O Hootsuite, plataforma de gerenciamento de redes sociais, e a agência We Are Social fazem pesquisas anuais sobre o uso da internet e das redes sociais pelo mundo. A pesquisa deste ano mostrou que, das 7,6 bilhões de pessoas no mundo, 4,3 bilhões são usuários da internet. É surpreendente: mais da metade da população mundial está no mundo online.

É muito provável que empresários de segmentos ativos apenas no “mundo real” não vejam a exposição virtual como uma estratégia muito efetiva, e ainda continuem apostando nas mídias off-line e nas indicações do “boca a boca”. No entanto, os cinco pontos a seguir, estudados e levantados pelo especialista em tráfego e audiência pela internet provam que é tudo uma questão de abordagem e conteúdo. “Infelizmente, muitas empresas ainda não entenderam isso e deixam os dias passarem sem desenvolver uma estratégia para atuar neste mundo em que o online se torna cada vez mais importante”, diz Samuel.

1º A atenção de todos os públicos mudou

“Se compararmos o modo como vivemos hoje às nossas rotinas de dez anos atrás, perceberemos rapidamente mudanças em todas as frentes: o modo como nos relacionamos com amigos e parentes mudou; o modo como trabalhamos mudou; o modo como consumimos mudou; o modo como fazemos negócios mudou”, analisa o especialista.

Segundo Samuel, tudo isso é consequência da forma como a informação é veiculada hoje. “A democratização do acesso às tecnologias dos dispositivos móveis (como os smartphones) faz com que os comportamentos, os anseios e as necessidades das pessoas sejam, hoje, totalmente diferentes do que eram há alguns anos”, completa.

2º O poder nas mãos do consumidor

David Ogilvy, um dos maiores publicitários do mundo, dizia: “Se você falar com uma pessoa da mesma maneira como faz uma propaganda, vai levar um soco na cara”. Ou seja, está cada vez mais difícil ficar interrompendo o tempo das pessoas com propagandas – o YouTube é um exemplo disso. Quantas vezes você espera a propaganda de 1 minuto terminar, ao invés de “pular o anúncio” nos primeiros 5 segundos?

“Obrigar” o consumidor a ver sua propaganda não é efetivo. Ele precisa estar na posição de escolher o que assiste/ouve/lê. O melhor jeito de fazer isso é oferecendo conteúdo de interesse ao público. “O que o seu cliente ideal consome na internet? Quais são os interesses dele? Uma vez que você define questões como essas, a sua produção de conteúdo vai atrair e reter a atenção dos compradores certos”, observa Samuel.

3º Case de sucesso

“O Luis Navarro e o Eduardo Miranda são ótimos exemplos. Em 2012, depois de quebrar duas empresas no off-line, eles resolveram arriscar um terceiro negócio: uma empresa de cursos on-line focada em segurança com eletricidade, a Engehall Elétrica”. Com as estratégias certas de entender o que a audiência quer ouvir (qual o conteúdo esperado), como quer ouvir (em qual mídia quer recebê-lo) e quando quer ouvir (qual o contexto), em pouco mais de dois anos, o canal do YouTube deles saltou de 2.500 inscritos para mais de um milhão, tornando-se o maior canal de elétrica da América Latina.

4º O caso da Blockbuster

No ano 2000, a Blockbuster vivia o auge do seu sucesso. O empreendedor Reed Hastings propôs ao CEO, John Antioco, uma empresa de aluguel de filmes on-line. John não aceitou com a justificativa de que o valor cobrado, 50 milhões de dólares, não geraria o retorno necessário e que o nicho de atuação era “muito pequeno”. John chegou a escrever na carta para os acionistas que a preocupação sobre a internet era “exagerada”. Essa empresa de aluguel de filmes era a Netflix, que, no ano passado, ultrapassou o valor de mercado de 100 bilhões de dólares. Já a Blockbuster, 13 anos depois da proposta, declarou falência.

A questão aqui, dada as devidas proporções, é a mesma de vários empreendedores brasileiros: não perceber que o público dele vai estar, sim, na internet. E, além disso, como foi citado no segundo ponto, o poder de escolha deve estar nas mãos do consumidor. A ideia da Netflix para a Blockbuster era apenas uma transição natural do mundo off para o mundo on-line, já prevendo que esse fluxo aconteceria em todos os setores do mercado.

5º O cliente como embaixador da sua marca

Lembra-se do marketing “boca a boca” que foi citado no começo? Ele está presente nas estratégias online, mas com algumas adaptações. “O seu cliente vai continuar sendo sua melhor propaganda, mas isso acontece se ele consumir seu conteúdo antes da compra do seu serviço ou produto, e esse conteúdo estará nas redes sociais da sua empresa, da sua marca. É de lá que novos clientes tirarão suas próprias conclusões e decidirão comprar de você e indicar para os outros”, analisa Samuel.

No entanto, existem fatores fundamentais que precisam ser observados para atingir sua audiência: o momento certo de expor seu público-alvo à venda, a preparação correta e o porquê do seu produto ser o melhor investimento para o seu público naquele momento. Ao trabalhar tais estratégias, o seu destaque entre a concorrência é mais garantido e as chances de atrair e reter a atenção do seu público aumentam.

“Afinal, se mais da metade da população mundial está na internet, como é que pode você e sua empresa ainda não estarem!?” indaga o especialista.

Dicas para um modelo de gestão humanizado

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Já passou a época em que uma pessoa que ocupava um cargo mais alto em uma determinada empresa tratava o funcionário com superioridade. Hoje, os “chefes” que seguem um modelo de gestão antigo e “engessado” estão com os dias contados. Um mapeamento com 1.115 empresas no país, realizado pela USP de São Carlos junto com o Instituto Capitalismo Consciente, mostra que corporações que investem no bem-estar dos colaboradores criam um vínculo maior com os funcionários e clientes. Mas, para aqueles que ainda não se humanizaram, qual a melhor forma de mudar o sistema de gestão?

Em seu best-seller “O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil”, a especialista em desenvolvimento humano Susanne Anjos Andrade apresenta formas de engajar os funcionários, fazendo com que eles se sintam felizes com o que fazem, e valorizados dentro da empresa. “Um líder precisa ter tato para lidar com os colegas de trabalho, mesmo que liderados por ele, e se colocar no mesmo “patamar” dele, ser “gente como a gente”. Assim, ele criará uma equipe colaborativa, onde cada um tem suas qualidades que contribui para todos juntos chegarem a um resultado de excelência”, explica.

Abaixo, a especialista lista algumas medidas humanas que podem ser inseridas em uma gestão humanizada:

1. Crie proximidade com os colaboradores

Uma das principais características da gestão por conflito – aquela em que o chefe “manda” e o funcionário “obedece” – é essa barreira imposta entre o líder e o colaborador. No modelo de gestão mais humanizado, com menos hierarquia, isso está com os dias contados, pois uma relação de proximidade e respeito pode e deve ser construída por ambos, líderes e liderados. 

“Uma das dicas é que o líder saia para almoçar com a equipe, promova um happy hour, com o intuito de gerar interação que não seja unicamente sobre trabalho”, explica a especialista.

2. Dê espaço para que os funcionários assumam o protagonismo

Outra coisa que já está caindo em desuso são os líderes que acham que têm razão o tempo todo, pelo simples fato de estarem em um cargo mais alto. Hoje, os profissionais jovens já apresentam as “soft skills” – habilidades não técnicas – muito mais afloradas e estão aptos a opinar, solucionar problemas no dia a dia. 

“É necessário um um líder que saiba ouvir as estratégias e opiniões de seus funcionários. Dessa forma, haverá mais confiança no trabalho de ambos, podendo elevar ainda mais o sucesso da empresa”, defende.

3. Inove nos benefícios

Junto com esse sistema de humanização dentro das empresas, surgem também os benefícios para os funcionários se sentirem mais felizes. Entre eles estão: o home office pelo menos uma vez na semana, espaço de lazer para depois do expediente, “day off” no dia do aniversário, levar os pets para o trabalho em datas específicas, o chamado “casual day” (não precisar usar roupa social), entre outras medidas.

“É importante lembrar que adotando essas e outras medidas, todos os membros da equipe se sentirão mais acolhidos, os resultados aparecerão naturalmente e as horas de trabalho não se tornarão maçantes. Além disso, os dois propósitos – tanto o pessoal quando o da empresa – terão mais chances de estarem alinhados, para que ambos alcancem o sucesso”, finaliza. 

Mais segurança e menos atrito nas transações online aumentam o engajamento e qualificam as vendas

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O número de pessoas que realizam transações em sites e aplicativos mobile é cada vez maior. E diversos são os momentos em que empresas e usuários se relacionam. Desde o cadastro, passando pelos acessos ao aplicativo, realização de transações e também nas atualizações cadastrais. Mas como oferecer segurança, agilidade e uma ótima experiência para empresa e usuários durante todas estas etapas? Este é o principal desafio de companhias dos mais diversos setores da economia que investem cada vez mais no relacionamento online.

Lançado pela Tempest, o AllowMe é uma das ferramentas de certificação de identidade digital mais completas do mercado por participar de todos os momentos desta experiência, protegendo as relações digitais entre as empresas e seus clientes e conferindo entre as partes envolvidas uma relação segura, ágil e sem desgastes, algo fundamental em toda relação comercial online nos dias de hoje. Além de reduzir o custo de aquisição de clientes no processo de onboarding em até 40% e a despesa com avaliações de transações no processo de Fraude.

Dados da Cantarino Brasileiro, empresa especializada em relacionamento para o setor financeiro, apontam que quase metade dos consumidores (48%) tende a desistir do cadastro em bancos digitais por problemas que vão desde a autenticação, captura e extração de documentos, ao tempo de demora na resposta.

Pensando em já iniciar esta relação da melhor maneira possível, e resolvendo os problemas citados na pesquisa, o AllowMe entrega às empresas um serviço que reduz significativamente qualquer ponto de atrito, conhecido como fricção, com o usuário durante esta experiência. Algo que, se bem feito, faz com que o usuário não abandone a transação e, consequentemente, qualifique as vendas da empresa.

Já no onboarding, ou cadastro digital, o AllowMe verifica e valida automaticamente as informações cadastrais dos usuários – dados como CPF, e-mail, número de telefone e endereço – sem a necessidade de envio de comprovantes de endereço, reduzindo significativamente o ponto de fricção, melhorando a experiência do usuário e reduzindo em 30% o abandono das propostas. O mesmo vale para novos devices. O AllowMe autentica automaticamente o usuário na troca de celulares, sem a necessidade do cliente ter que se deslocar a uma agência bancária, por exemplo, para atualizar o novo aparelho.

Mas além de resolver o problema de usabilidade, a segurança durante todo o processo é vital para garantir uma boa experiência ao usuário. E mais uma vez, o produto da Tempest se destaca, pois é capaz de diferenciar perfis reais de falsos e detectar falsas localizações, reduzindo o risco de fraudes desde o início da relação e protegendo as relações digitais entre as empresas e seus clientes.

João Paulo Lins, vice-presidente da área de identidade digital da Tempest, afirma que espera dobrar a base de clientes do AllowMe até o final do ano. “Esta expectativa é possível, pois transformamos o AllowMe na plataforma de identidade digital mais completa e atraente do mercado brasileiro. Ao solucionar diversos problemas apresentados pelo mercado, possibilitamos que as empresas melhorem e protejam a relação digital com seus clientes. Além de contar com a base de dados, integração, inteligência e expertise da Tempest, que é a maior companhia especializada em cibersegurança do Brasil”, assegura João Paulo.

Presente nos principais bancos digitais do mercado brasileiro, o AllowMe já foi vencedor, por duas vezes, do efinance, premiação organizada pela revista Executivos Financeiros que tem como objetivo destacar as implementações de soluções de infraestrutura e aplicativos na área de TI e Telecom mais inovadoras e que contribuem para elevar a qualidade dos serviços prestados pelas instituições financeiras que operam no País, fazendo com que o Brasil seja reconhecido mundialmente como um dos mais avançados em termos de tecnologia bancária.

Evento mundial discute inovação e sustentabilidade

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Nos dias 6 e 7 de novembro, São Paulo será palco de grandes ideias e soluções de negócios sustentáveis com a nova edição do Sustainable Brands São Paulo. Criado em 2007 e considerado o maior evento mundial voltado para inovação em sustentabilidade, a conferência recebe em cada edição, nacional e internacional, milhares de participantes em dois dias de diálogos, workshops e palestras com especialistas.

Pensado para ser um espaço de cocriação, o local escolhido para o SBSP 2019 será o Pavilhão das Culturas Brasileiras, localizado no Parque do Ibirapuera, com 4 mil metros em um único piso. O evento atrai pessoas e marcas preocupadas com a inserção da sustentabilidade em seus modelos de negócios, reunindo estudantes, profissionais, empresas, empreendedores e criadores de ideias inovadoras em sustentabilidade, num ambiente de compartilhamento, aprendizado e desenvolvimento criativo.

Este ano, o tema Delivering the Good Life completa uma sequência de aprendizagem que começou em 2017, com a Redefining the Good Life – a abertura para o entendimento sobre os novos parâmetros para viver e fazer negócios por meio da sustentabilidade – e que prosseguiu no ano seguinte, com a Redesigning the Good Life – no qual os participantes construíram soluções empresariais que contemplassem esses novos padrões. Agora, no último estágio dessa trilogia, o foco de 2019 é conhecer as soluções e iniciativas que colocam em práticas as ideias construídas nos debates anteriores.

“Reunimos uma comunidade de empresas de todos os tamanhos que acreditam que os princípios da sustentabilidade são os impulsionadores dos negócios e soluções que proporcionarão uma vida melhor no futuro. Afinal, é isso o que todos nós queremos”, afirma Álvaro Almeida, organizador e curador do Sustainable Brands São Paulo 2019. 

Serão explorados temas muito conectados com os desafios atuais das empresas e dos profissionais interessados em sustentabilidade hoje e no futuro: Como as marcas podem ajudar a proteger a Amazônia. A economia circular transforma negócios, produtos e o conceito de lixo. Diálogos de transição para negócios hoje insustentáveis. Como promover a verdadeira inclusão da diversidade nas empresas.

Especialista dá dicas para se manter na renda fixa

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Com a taxa básica de juros em viés de queda, alguns tipos de investimentos estão perdendo sua atratividade. Os produtos de renda fixa, que tem o rendimento atrelado principalmente à Selic, sempre são parte de uma carteira de investimentos diversificada, levando maior segurança ao investidor. Segundo Daniela Casabona, Sócia-Diretora da FB Wealth, é sempre recomendável ter uma parte do patrimônio na renda fixa. Ela é importante, mantendo base do patrimônio em constante rendimento, e permitindo arriscar em outras opções. Mas será que este cenário se mantém agora que a taxa Selic está em tendência de queda? A Sócia-Diretora e Assessora Financeira dá dicas de como continuar em investimentos como CDBs e Debêntures mesmo com a queda da taxa.

Redução importante para economia:

 “A redução é bastante positiva. A taxa de juros menor ajuda a economia e principalmente as empresas crescerem. Quanto mais a taxa cair, maior será a busca por investimentos mais rentáveis. Trabalhamos com uma redução para até 5,5% no final deste ano. O que faz com que o setor se movimente em busca de opções. Inclusive, os investimentos em renda variável também podem ajudar no crescimento das empresas”, ressalta Casabona.

Fundos de renda fixa:

Mesmo com a renda fixa perdendo rentabilidade, ainda existem boas opções. Fundos de renda fixa que tenham um mix de carteira e um pouco de crédito privado são interessantes. Debêntures e títulos atrelados à inflação também são uma boa alternativa. Esses fundos de renda fixa, que rendem um pouco mais, não trazem produtos diferentes, mas uma mistura de opções de renda fixa. Debêntures Incentivadas, CDBs, Crédito Privado, juntos na composição do fundo, fazem com que ele renda mais do que como produtos isolados. Isto serve principalmente para o investidor mais conversador, que ainda não se sente confortável em correr riscos e passar pelas volatilidades da renda variável. Podemos encontrar rentabilidade bruta de quase 8% ao ano, por exemplo.

Diversificação:

Por um lado, a renda fixa perde, mas por outro os investimentos em renda variável ganham mais visibilidade. Importante lembrar que, diversificar é fundamental em todos os cenários, mas com a queda da taxa o investidor que busca um pouco mais de rentabilidade tem que considerar correr um pouco mais de riscos e oscilação. Sempre é necessário ficar na renda fixa, por segurança, principalmente quando falamos de reserva de emergência. Mas quando tratamos de rentabilidade, a renda variável vem se mostrando mais vantajosa.

Abertura de comércio nos feriados é positivo para a economia

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A Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio-CE) aprova a decisão de abertura do comércio nos próximos feriados que caem ambos no sábado: 12 de outubro (Dia de Nossa Senhora de Aparecida) e 2 de novembro (Dia de Finados). A decisão foi acertada por sindicatos que compõem a base da Federação.

A flexibilidade do funcionamento do comércio é uma pauta defendida historicamente pela Fecomércio tendo em vista o impacto que gera na economia ao movimentar o varejo. Para a Federação essa autonomia do comércio proporciona mais agilidade nas decisões, que passam a ser tomadas diretamente no diálogo com suas bases e respeitando as convenções.

A decisão aposta numa expectativa de aquecimento de vendas para os últimos quatro meses do ano e no resultado positivo observado no último feriado, 7 de setembro, quando o comércio abriu suas portas.

“O sábado é um excelente dia para o varejo. Essa flexibilidade no setor é positiva e capaz de gerar mais renda e emprego para a população ”, afirma Cid Alves, vice-presidente da Fecomércio e presidente do Sindilojas. O funcionamento do comércio seguirá em acordo com a convenção coletiva dos comerciários.

Brasil ganha etapa do Best Franchisee of the World, “campeonato” mundial de franquias

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O mercado brasileiro de franquias tem cada vez mais se consolidado entre os maiores e mais sofisticados do mundo. Seja em número de unidades franqueadas e de marcas franqueadoras, seja em termos de práticas e criação de novos conceitos, o país figura entre os cinco mais notáveis de acordo com levantamentos de diversas entidades do ramo.

Com o setor registrando um crescimento consistente e mais rápido do que a economia geral do Brasil, mesmo com os últimos anos de recessão econômica, o franchising tornou-se um dos principais motores de crescimento da economia. Assim, nada mais justo que o país também marque presença em um dos eventos mais importantes deste mercado no mundo.

Em 2019, o especialista em franchising Paulo Cesar Mauro, presidente da Global Franchise Network, concretizou a parceria com o programa Best Franchisee of The World (O Melhor Franqueado do Mundo), no qual já participam outros oito países: Estados Unidos, França, México, Alemanha, Suíça, Itália, Áustria e Canadá. A responsável pela realização do evento é a MFV Expositions, que também organiza a International Franchise Expo e outras ao redor do mundo. A ABF (Associação Brasileira de Franchising) apoia a iniciativa.

Será a primeira vez que o Brasil terá uma etapa. “O sistema de franquias no Brasil é um dos melhores do mundo e não fazia sentido estar de fora de algo dessa magnitude, que reconhece as boas práticas e o trabalho sério de franqueados no país. A partir de agora, isso tende a se tornar uma grande disputa saudável entre as milhares de redes que temos por aqui. Além disso, é fundamental lembrar que, em geral, os eventos e o mercado reconhecem os esforços apenas do franqueador, sendo essa uma das poucas chances que o franqueado tem de ser valorizado”, argumenta Mauro.

Já estão confirmadas as participações de franqueados inscritos por marcas como Havaianas, Sorridents, Divino Fogão, Gendai, China in Box, Emagrecentro, Chilli Beans, entre outras. “Cada franqueador pode inscrever até cinco casos de sucesso dentro de suas redes”, explica o consultor.

A etapa Brasil será realizada em novembro, com um coquetel de premiação na cidade de São Paulo. “No evento, os juízes – José Lamonica, Eduardo Terra, Juracy Parente, Alberto Oyama e Julio Takano –, todos nomes influentes no setor, darão o veredito do franqueado vencedor, que terá direito – com tudo pago – à participação da final mundial, que ocorre ao início de 2020, em Florença, na Itália”, completa.

Como funciona

Cada inscrito deve preencher um formulário que será submetido a uma banca de juízes independentes. Os juízes irão analisar os cases de acordo com três pilares: Impacto, Crescimento e Orgulho. “Todos têm a mesma chance de ganhar o prêmio, independentemente do segmento ou porte da rede”, explica Paulo Mauro, que agregou outros dois profissionais com papel importante no franchising brasileiro para compor o conselho: Denis Santini e Juarez Leão.

Plataforma da Boingo finaliza segunda etapa de implantação em 27 aeroportos

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O serviço de publicidade oferecido nas redes de Wi-Fi gratuito dos aeroportos brasileiros pela norte-americana Boingo Wireless (NASDAQ: WIFI), comercializados com exclusividade pela 29HORAS Mídia Aeroportuária em parceria com a Hands Mobile, finaliza a sua segunda etapa de implementação que, agora, alcança 27 aeroportos localizados de Norte a Sul do Brasil. O Aeroporto Internacional de Guarulhos foi o primeiro a ser contemplado, em setembro de 2018, e a previsão é de que até janeiro do próximo ano 56 aeroportos estejam com o serviço disponibilizado para os passageiros.

Durante a primeira fase, além de Guarulhos, outros 11 aeroportos receberam o serviço de Wi-Fi com veiculação de publicidade: Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Recife (PE), Curitiba (PR), Belém (PA), Vitória (ES), Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Manaus (AM), Maceió (AL) e Pampulha, em Belo Horizonte (MG). Neste ano, celebrando um ano desde o início da implementação e o fim da segunda fase de execução, 14 novos aeroportos são contemplados: Aracaju (SE), Campo Grande (MS), Foz do Iguaçu (PR), João Pessoa (PB), Joinville (SC), Juazeiro do Norte (CE), Londrina (PR), Navegantes (SC), Palmas (TO), Porto Velho (RO), Santarém (PA), São Luís (MA), Teresina (PI) e Uberlândia (MG).

A iniciativa chamou a atenção de vários grandes anunciantes, entre eles Nubank, Cielo e Mastercard, que patrocinaram o Wi-Fi gratuito com a realização de campanhas de alto impacto no formato “Click to Visit”. A Nubank fez uma ação no Aeroporto de Curitiba para promover a capacidade de acessar mais de um milhão de pontos de acesso da Boingo por meio de uma NuConta. Nestes mesmos moldes, foi realizada a campanha da Mastercard em Recife e Guarulhos. Os aeroportos Santos Dumont, Pampulha e de Guarulhos receberam ainda o patrocínio da Cielo, por meio de anúncios sobre a capacidade de realizar pagamentos com sua maquininha.

“A implementação deste serviço nos aeroportos brasileiros é muito importante para a Boingo, que está presente nos principais aeroportos do mundo. Agora estamos caminhando para nos tornarmos o maior provedor de Wi-Fi da América Latina”, afirma Victor Netto, Digital Sales Manager da Boingo. Pedro Barbastefano, sócio-diretor e CEO da 29HORAS, também comemora a evolução do projeto. “Conseguimos alcançar anunciantes bastante interessados em interagir com o público nesta excelente oportunidade de comunicação, em um meio altamente qualificado. Outro ponto forte deste serviço é que o período de patrocínio dura uma hora, tempo aproximado que os passageiros ficam nas áreas de embarque e desembarque dos aeroportos”, conta.