Dicas para vender o seu produto ou serviço na Internet

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A era do E-commerce chegou para ficar e é uma excelente solução em meio a crise que vivemos por causa do novo coronavírus. Só em 2018, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) reconheceu 78 mil lojas virtuais que geram 320 mil empregos diretos e quase meio milhão de empregos indiretos.

Ainda não acredita que as lojas virtuais vieram pra ficar? Então, confere esse número. Uma pesquisa feita pela Webshoppers divulgou que apenas em 2017, o faturamento do E-commerce chegou a R$ 47,7 bilhões, um aumento de 7,5% em relação a 2016. 

Para vender e ganhar destaque na internet, não importa qual seja o negócio, é preciso encantar e satisfazer o cliente. Ter um bom controle da logística, gerenciamento de pedidos, estoque sempre cheio, relatórios e faturamento, é essencial para angariar resultados positivos e satisfazer os clientes.

Apesar das previsões otimistas do mercado, é preciso estar atento: se você pretende vender produtos ou serviços na internet, lembre-se que todo negócio envolve riscos e o cenário do E-commerce está cada vez mais competitivo e duro. Desse modo, evite erros de iniciante e invista os seus recursos de maneira eficiente e inteligente. 

Confira oito dicas para vender o seu produto ou serviço na internet e lucrar bastante com seu empreendimento online. Siga acompanhando esse texto.

Elabore um plano de vendas

Defina quem serão os parceiros, fornecedores, clientes e até mesmo, os seus concorrentes diretos. É importante conhecer o mercado, para assim, se sobressair e inovar.

Para isso, elabore um plano que englobe os investimentos necessários e a estratégia de marketing que será utilizada; faça pesquisas na internet para entender o que o público procura; escolha o nicho de atuação e quais produtos ou serviços serão comercializados. 

O ideal é focar os seus recursos na compra das mercadorias e nas estratégias de marketing. Investir o máximo possível em áreas que realmente trazem receita e fazem seu negócio girar, para depois investir na experiência do cliente. 

Cuidado com o layout do site

O acesso do cliente no seu site deve ser totalmente prático e instintivo. Sites com muita informação e longo tempo de carregamento tendem a afastar os clientes, que não concluem a compra. 

Além disso, prejudicam o SEO e não permanecem nas primeiras páginas do Google. Por conta disso,  não use fotos muito pequenas do seu produto nem exagere na quantidade de anúncios. 

Busque abastecer o site do seu E-commerce com novos produtos e atualize os banners da página inicial. Os usuários procuram por novidades e uma loja que nunca é atualizada, não se torna uma boa referência no mercado e nem chama a atenção de quem pesquisa o seu produto.

Se preferir, opte pelo marketplace 

Plataformas como Elo7 e Mercado Livre, por reunirem produtos de diversos negócios e fazer a intermediação da compra, acabam sendo uma escolha para muitos empreendedores que não possuem capital necessário para investir na própria divulgação e marca. 

Além do tráfego recorrente de consumidores, ao começar a girar seus produtos e montar uma carteira de clientes, o dono de um negócio pode crescer e fazer investimentos em mídia, deslocando-se aos poucos do marketplace e criando o seu próprio site de vendas.

Dê informações detalhadas sobre o produto

Informe os preços, tamanhos, cores e formas de pagamento da sua mercadoria. Insira fotos que mostram todos os ângulos do produto e capriche na qualidade da descrição. 

Não esqueça de incluir o preço do frete e o prazo de entrega. Isso proporciona credibilidade a sua loja e transmite confiabilidade ao cliente, fatores decisivos na hora da compra. 

Obs: para ajudar no processo da descrição, responder algumas questões pode ser útil

  • O que é o seu produto?
  • Qual é o benefício, resultado ou como ele pode ajudar as pessoas?
  • Para quem ele se destina?
  • Que mensagem o produto está transmitindo para o consumidor?

Elaborar um brainstorm como este contribui para descrições mais criativas e eficientes. 

Tenha um bom relacionamento com os clientes e invista no pós-compra

Consumidores valorizam muito empresas que demonstram se importar com seus desejos e necessidades. Por conta disso, caprichar no tratamento que é disponibilizado a ele é uma maneira de conseguir transmitir a imagem de que o negócio é sua aliada e vai conseguir mais credibilidade na sua venda. 

Alex Vargas, um dos grandes especialistas em marketing e negócios do Brasil, explica que com uma boa comunicação, é possível resolver as dificuldades do cliente, efetuar uma nova venda e fidelizá-lo por um bom tempo, tornando-o uma espécie de parceiro da marca. 

E essa comunicação pode ser realizada através de inbox nas redes sociais (Instagram e Facebook), até e-mail e bate-papo no site. Só não vale demorar uma eternidade pra tirar as dúvidas dos clientes, né?

Resumindo, uma comunicação eficiente gera um impacto muito grande na questão da lucratividade da empresa, já que clientes fidelizados significam mais previsibilidade de dinheiro entrando no caixa. 

E aqui vai mais uma dica de ouro: manter o cliente satisfeito é de extrema importância para a boa imagem da sua loja virtual. 

Após a compra, peça que o mesmo faça feedbacks ou dê sugestões do que pode ser melhorado, além de enviar e-mails de agradecimento ou cupons de desconto para a próxima compra. Esse follow up dá uma grande visibilidade para o seu site.

Anuncie 

Faça testes com pequenos investimentos e analise os resultados, sempre verificando se houve aumento de cliques, de visitas e de vendas. Plataformas como Google, Facebook, Twitter e Instagram disponibilizam tutoriais gratuitos que ensinam a mexer em ferramentas para anunciar. 

Todos os formatos de promoção do Instagram permitem que o anunciante use botões que estimulam o consumidor a realizar ações como “comprar agora”, “ligar agora”, entre outros. 

Uma vez que a campanha estiver no ar, é preciso paciência e algum tempo para os resultados começarem a aparecer. Apesar de não ser imediato, investir em campanhas ideais para o seu negócio pode ser uma ótima forma de destacar seu negócio no mercado. 

Não esqueça da logística

Apesar do E-commerce não tratar de lojas físicas, ainda é necessário armazenar e transportar as mercadorias. Para os negócios virtuais, a cadeia logística envolve uma série de fatores:

  • Recebimento e conferência dos produtos; 
  • Estocagem;
  • Preparação do pedido; 
  • Atuação das transportadoras ou outras empresas que se responsabiliza pelas entregas;
  • Rastreamento dos pedidos enviados;
  • Gerenciamento das entregas.

Também chamada de “e-logística”, ela é imprescindível na gestão da empresa para atender a demanda dos clientes que acessam o seu site e prover a entrega dentro do prazo, sempre mantendo o cliente informado da locomoção do pedido. 

Com o avanço das lojas virtuais, a logística precisa ser dinâmica e eficaz. Por isso, o mercado oferece muitas soluções tecnológicas que podem ajudam a gerenciar esse processo, caso dos softwares que facilitam a entrada e saída dos pedidos. 

Divulgue nas redes sociais

Você já ouviu falar no ditado que se um negócio não está na internet, ele não existe? Pois é, e isso se aplica totalmente à presença nas redes sociais. Criar e manter perfis profissionais nas redes sociais não só traz mais credibilidade para a loja, como também um alcance muito maior de usuários. 

Antes de apelar para a venda, procure oferecer um bom conteúdo, com dicas e tendências do seu nicho, compartilhe depoimentos de clientes satisfeitos e estabeleça um vínculo próximo com os seguidores. 

Isso faz com que a marca seja bem vista e fique guardada na memória dos usuários. Não deixe sua conta abandonada, procure atualizá-la em períodos de tempo alternados, visando sempre ter conteúdo novo para seu público. 

Se você seguir todas essas dicas, pode se considerar pronto para começar a vender na internet.

Otimização de recursos: como a tecnologia pode ajudar a logística do e-commerce na pandemia

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Artigo de Thaylon Toledo Nogueira, consultor de Otimização da Fico para América Latina

Otimização de e-commerce: o que é como fazer? - E-commerce e ...

A pandemia do coronavírus irá trazer grandes impactos para a logística do comércio virtual, que podem ser sentidos de maneiras distintas por cada empresa, como dificuldade de escoamento de mercadorias devido a um certo nível de ociosidade observado ou gargalos operacionais por conta do aumento repentino da demanda. Nesses dois cenários, seja em um processo para se determinar o nível mínimo de operação a ser mantido ou como melhor lidar com uma certa incapacidade de se atender todos os clientes num prazo satisfatório – incorrendo em uma possível escolha de priorização dos pedidos a serem atendidos -, utilizar ferramentas inteligentes que suportem a tomada de decisão é fundamental.

Otimização e machine learning são técnicas que podem contribuir de forma decisiva para a logística das empresas que vendem produtos online, em especial durante essa crise atípica que estamos vivenciando. Essas tecnologias possibilitam maneiras de modelarmos as regras de negócio de um determinado problema e de um processo, e extrair uma resposta que provavelmente tem uma qualidade muito superior à que obteríamos se tentássemos realizar o mesmo exercício com outros tipos de ferramentas. Com isso, não somente podemos garantir processos mais consistentes e sustentáveis, como também sua maior transparência, ajudando a empresa a entender os impactos e o alcance de cada decisão, muitas vezes potencializando os resultados desejados.

Além disso, é importante destacar que a automatização de processos pode gerar uma economia de tempo muito grande, possibilitando que a empresa empregue seus funcionários de maneira mais inteligente e agregue mais à visão de seu negócio. Afinal, uma vez que tenha-se mapeado um problema através de um modelo, fica muito mais fácil simular novos cenários e obter respostas para testes de hipóteses, o que permite que planejadores analisem diversos aspectos antes de tomar uma decisão final, e que um operador decida rapidamente como executar uma ação de modo mais assertivo.

Conduzir de forma adequada um processo de otimização, fazendo o elo entre lojas e centros de distribuição, é cada vez mais essencial para um varejista. Isso pode alavancar ainda mais a redução de custos operacionais, seja através do aumento do seu percentual de carga útil, alocação mais inteligente da sua frota ou, em caso de terceirizadas, da contratação mais eficiente delas. Em paralelo, também possibilita a descoberta de novas estratégias, onde IA e machine learning podem prover ideias ou sugestões de novas políticas de estoque a serem aplicadas, ou indicar quais que atualmente causam maior impacto financeiro e operacional.

Já o planejamento da entrega é outra vertical importante em que a otimização pode atuar. De posse de informações como pedidos a serem entregues, localização dos clientes, frota disponível, restrições de acesso e horários de atendimento, pode-se elaborar todo um plano de entrega para se obter uma resposta precisa de qual a melhor maneira de se compor as cargas e quais clientes devem ser atendidos por quais veículos.

De uma maneira geral, a situação que a covid-19 está impondo irá alavancar o processo de transformação digital das empresas, e quem não conseguir se adaptar e inovar provavelmente perderá espaço no mercado. A situação atual não vai se normalizar no curto prazo e toda a atividade econômica seguirá instável – desde a demanda dos consumidores até a capacidade de atendimento das empresas. Sendo assim, a aplicação de tecnologias como a otimização de recursos poderá contribuir de forma decisiva para aumentar a satisfação do cliente, trazendo um diferencial competitivo muito importante em relação aos concorrentes.

Marketplace de construção civil lança Calculadora de Lucros

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O que é Marketplace? – veja as vantagens e desvantagens

Em um amplo cenário de instabilidade, avaliar  cuidadosamente cada passo para se manter ativo no mercado tem sido uma das medidas mais aplicadas pelos profissionais, independente do ramo que atuam. Os investimentos financeiros merecem atenção redobrada, já que compartilhamos um período onde buscamos ser ainda mais assertivos. Na construção civil, setor que se mantém ativo na pandemia, profissionais que oferecem serviços e atividades voltadas aos lares estão se reinventando e se especializando em soluções com atendimento remoto, especialmente para demandas de pequenas reformas ou intervenções. 

Visando agregar esse contexto, o habitissimodesenvolveu mais uma solução online que será um facilitador nesta fase de decisões. A Calculadora de Lucros, disponível a todos os profissionais cadastrados na plataforma, permitirá um levantamento mais preciso do lucro que o autônomo ou a empresa poderá conquistar ao contratar serviços digitais oferecidos pela empresa. Unindo informações como o ramo de atividade, ovalor médio cobrado por serviço e a pretensão de investimento na plataforma, a calculadora exibirá quantos contatos são viáveis e média de lucro ao fechar os negócios. A exemplo, se a calculadora exibir 15 contatos pelos valores mensurados, vai exibir o lucro pela conquista de um, oito e os 15 clientes.

Profissionais que já adquiriram contatos na plataforma poderão usufruir também do painel de estatística. Dentro da calculadora, este item traz ao profissional seu saldo atualizado, permite fazer novas recargas e exibe a relação dos leads que acessaram suas fichas identificados como potenciais clientes.

Por se tratar de um marketplace da construção civil que posiciona organicamente os profissionais e empresas no ambiente online, a partir da avaliação dos clientes, o habitissimo possui uma base de dados internosque possibilita que a mensuração chegue mais próximo aos potenciais leads.“De encontro ao formato digital que tange ao habitissimo, pensamos em mais essa solução, desenhado para atender tanto o profissional que já integra a plataforma, como o que está chegando neste momento. Nosso objetivo é que profissionais da construção civil possam ter uma mensuração real do quanto as funcionalidades da plataforma vão agregar à sua atividade”, declara Gabriela Nucci, responsável pela comunicação do habitissimo Brasil.

Dentre outras funcionalidades, a plataforma também oferece aos profissionais visibilidade em ambiente online, exposição de avaliações orgânicas feitas por pessoas que já contrataram os serviços e, para incentivar ainda mais diante do momento que vivemos, o habitissimotambém lançou o suporte profissional por vídeo chamada. De forma remota, a equipe de atendimento ao cliente para o Brasil, alocada na Espanha, esclarece dúvidas dos profissionais e orienta com dicas para que possam explorar as funcionalidades da ferramenta da forma mais adequada.

Dicas para controlar o estoque do comércio durante a pandemia

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10 causas de problemas no seu estoque

O serviço de entregas – delivery – têm garantido o funcionamento de bares, pizzarias e restaurantes durante a pandemia. A Rappi, empresa colombiana de entregas, já calcula um crescimento de cerca de 30% no número de pedidos na América Latina. Por isso, manter os insumos dos estabelecimentos em dia pode evitar prejuízos, diminuir despesas e aumentar os lucros durante a crise. 

De acordo com Leonardo Almeida, CEO da Menu – aplicativo que abastece restaurantes conectando os principais distribuidores e indústrias do mercado foodservice com os estabelecimentos -, o controle de estoque está ligada a gestão financeira do estabelecimento. “Embora pareça ser uma tarefa básica, é muito importante, pequenos e médios comércios que não realizam um controle eficaz podem gerar impactos nas vendas e na produtividade do negócio. Devido ao isolamento social, essa organização se tornou ainda mais fundamental, evitando desperdícios e perda de dinheiro”, explica.

O especialista listou 4 dicas importantes para ajudar comerciantes com a gestão do estoque de alimentos: 

1. Divida os insumos do estoque em grupos

Um restaurante lida com vários tipos de insumos. Os laticínios, por exemplo, são perecíveis e podem ser perdidos facilmente por fatores como a mudança da temperatura na qual estão refrigerados. Outros, como arroz, farinha e óleo, não exigem refrigeração e têm uma durabilidade maior. Por isso, é essencial dividir os insumos em grupos, conforme as características que você preferir. No caso de uma pizzaria, é possível separar queijo, ingredientes da massa e recheios. “Outras classificações possíveis são itens perecíveis e não perecíveis, assim como a durabilidade (curta, média ou longa), os insumos similares devem ficar fisicamente próximos uns dos outros. Isso facilita a armazenagem e organização do espaço,” comenta. 

2. Use um local adequado para o armazenamento dos insumos 

O local onde os alimentos são armazenados tem influência direta sobre a sua qualidade e durabilidade. Locais com alta incidência solar e infiltrações, por exemplo, aceleram o apodrecimento e o surgimento de mofo em frutas e legumes. Vale a pena investir em um espaço adequado para não ter perdas de insumos ou problemas com a vigilância sanitária. Ele não deve ter problemas estruturais, como rachaduras, alta incidência de raios solares nem muito úmido. Todos esses fatores diminuem consideravelmente a sua vida útil.

3. Reabasteça de forma inteligente

O principal benefícios do reabastecimento é uma gestão melhor dos custos e evita também compras erradas ou desnecessárias. Produtos sazonais, ou seja, que vendem mais em um determinado período, devem ser adquiridos de forma inteligente e comprados com base na demanda existente. Por outro lado, é ruim ter falta de produtos e, com isso, perder vendas. Logo, dar prioridade à compra dos produtos mais populares é uma boa forma de evitar que isso aconteça. 

4. Use a tecnologia a seu favor

Utilize a tecnologia para automatizar algumas das tarefas mais repetitivas e burocráticas do controle de estoque. Para aumentar a velocidade dos processos nesse setor e ter mais precisão neles, empregue um sistema informatizado que consiga assumir parte das responsabilidades dos colaboradores. Na Menu, por exemplo, é possível comprar insumos direto com fornecedores e distribuidores, comparar preços e receber as entrega chegas em até 48 horas. A  plataforma da startup possui uma tecnologia integrada à logística que ajuda no processamento de pedidos, até a gestão de estoque e transporte.

Como será a volta ao trabalho após a pandemia?

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Artigo de Ademir Bueno, professor universitário dos cursos de Gestão Estratégica Empresarial e Administração.

Home office: veja direitos e obrigações do funcionário e da ...

Imagine que você receba uma mensagem de seu gestor informando que no próximo dia primeiro — pode ser de qualquer mês — você deve retornar às suas atividades em seu ambiente de trabalho físico, ao local onde trabalhava antes do home office. O que você espera encontrar? Como será o reencontro com seus colegas? E, em termos de gestão, o que será que mudou ou mudará?

Nossa intenção neste artigo é discutir o papel da área de gestão de pessoas no que diz respeito à volta do colaborador, às tendências e possíveis ações que poderão ser tomadas após o controle da pandemia do coronavírus.

As mudanças em função da Covid-19 ocorreram de forma muito rápida. Não houve tempo hábil, como profissionais de gestão de pessoas, para refletir e estudar as melhores alternativas, escolher as mais adequadas e discuti-las com os envolvidos. Tudo aconteceu de maneira tão veloz que tem gente que ainda nem se conscientizou das mudanças pelas quais passamos, estamos passando e, principalmente, pelas que virão no tocante ao trabalho e à gestão das pessoas.

Se outras áreas sofreram impacto — a de gestão de pessoas, posso afirmar — foi uma das mais atingidas, pois todas as empresas mexeram em seus quadros de pessoal, alterando atividades e colocando a maior parte, quando possível, em home office; algumas já fizeram demissões, outras estão planejando isso agora e muitas outras as farão após o retorno dos trabalhadores aos seus postos. Logo, se a área de gestão de pessoas sofreu de forma muito marcante neste processo de mudança, também deverá responder de maneira ainda mais contundente às necessidades da empresa e dos colaboradores em todo esse processo.

A tendência é que se perceba o trabalho a distância de forma mais positiva do que se via até então, que se reconheçam as vantagens desta categoria de labor — entendidas antes da pandemia como pouco significativas. Muitos torciam o nariz quando se aventava instituir o home office. Hoje, entretanto, empregados e empregadores, com certeza, já pensam diferente. Não cabe discutir se o trabalho remoto é positivo ou negativo ainda, mas sim que foi possível e que foi factível fazer a alteração do local e tipo de trabalho executado até então.

Outro olhar recai sobre as tecnologias que temos disponíveis: as que funcionaram, as que precisam ainda de muito investimento ou aquelas que só necessitam de pequenos ajustes para servir aos objetivos de se mudar a forma de como e onde o trabalho é ou será realizado. Ficou claro o quanto somos dependentes delas e como nos tornaram independentes de uma cadeira e uma baia dentro da empresa para produzirmos. Essa área, a de TI, aliada à gestão de pessoas, conquistará grandes espaços em um breve futuro.

A volta dos colaboradores à empresa, aos seus postos de trabalho, não se dará de forma única e irrestrita, ou seja, cada empresa está decidindo quando e como isso ocorrerá. Mas, voltaremos todos, em tempos e formas diferentes. E, diferente também, será nossa percepção de como é trabalhar ao lado de outras pessoas, de ter um lugar fixo numa empresa, de ter uma rotina mais controlada e menos flexível. E, talvez isso faça com que as pessoas passem a inquirir suas empresas do porquê não poderem ter mais flexibilidade.

Cabe à gestão de pessoas pensar nesse momento de retorno, como o de um recomeço. Alguns colaboradores regressarão com mais dores e perdas do que ganhos. Outros, mais maduros e seguros, outros ainda, desconfiando de tudo e de todos. Assim, se quem tem a responsabilidade de cuidar das pessoas dentro da empresa ignorar todos esses impactos, nossa volta pode ser mais traumatizante do que nossa vinda para trabalhar em casa.

Alguns se questionam se haverá aumento de pessoas que atuarão em home office depois do controle da pandemia. Para Fabiana Marin, consultora empresarial com 20 anos de experiência em Gestão de Pessoas, a resposta é positiva. “Haverá um misto entre presencial e teletrabalho. No passado as empresas não acreditavam que os colaboradores pudessem ser produtivos se trabalhassem de seus lares, mas isso mudou”, explica. Desta maneira, cabe à gestão de pessoas ensinar seus colaboradores a como atuar longe das instalações da empresa, capacitá-los não apenas na área técnica, mas especialmente, visando seu lado humano, pois precisam estar preparados psicologicamente para essa nova etapa de suas carreiras.

#Anitta e #LeoDias são tema de debate no meio jurídico

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Áudio revela suposto esquema de Anitta e Léo Dias contra famosos ...

O que têm em comum os aficionados por celebridades e os que acompanham o mundo jurídico? Muito. Embora haja de um lado quem só se interesse pelo glamour, pelas fofocas e pela – quase sempre – boa e divertida vida dos famosos, há do outro profissionais que acusam, defendem, questionam, avaliam, elaboram pareceres jurídicos e julgam situações que envolvem imagens e reputações dos que estão no chamado “show business”.

E, hoje (quinta-feira, 27.5), haverá um debate não à toa denominado “Babados Jurídicos”. O título, até bem-humorado ou irônico, aponta para uma questão séria que envolve a cantora Anitta e o jornalista Léo Dias. Annita o acusa de tentar chantageá-la, ameaçando-a de divulgar informações sobre a via privada dela.

Os debatedores são Luiz Pimentel, advogado, especialista em Ciências Criminais e Direito Público, e Manoel Veloso, também advogado e mestrando em Direito e Instituições do Sistema de Justiça. A live começa às 20 horas, no Instagram. O acesso pode ser feito pelos perfis @luizpimentel94 ou @manoelveloso.

Madrugadores: idosos apostam em plataformas online na hora de pedir empréstimo

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Empréstimo consignado: tire 15 dúvidas importantes - Konkero

Com o avanço da inclusão digital é cada vez mais comum ver pessoas da terceira idade usando smartphones para se comunicar. Com o isolamento social indicado principalmente para o grupo de risco, os idosos passaram a usar a internet ainda mais, utilizando apps e plataformas para resolver problemas do dia a dia.

Segundo um levantamento recente realizado pela Prestho (www.prestho.com.br), fintech brasileira 100% digital e especializada em empréstimos consignados para aposentados, no primeiro bimestre deste ano cerca de 83% dos acessos na plataforma foram realizados por idosos por meio de dispositivos mobile e 16,45% foram feitos no computador. A pesquisa aponta ainda que 42% dos usuários da fintech fizeram simulações de crédito fora do horário comercial, sendo muito comum simulações entre 1h e 5h da madrugada e também aos domingos, mostrando o quanto a terceira idade está conectada.

A Prestho é um exemplo de empresa que vem apostando nesse público  e para atender com excelência passou por 12 meses de estudo até o lançamento da plataforma, fazendo desde análise de cores, mudança da jornada de contratação, mapeamento do comportamento online dos idosos, além de detalhes técnicos, como o tamanho dos botões de ação e a linguagem ideal. Tudo foi pensado para realizar o atendimento personalizado ao idoso, possibilitando que ele se sinta seguro e confortável na hora de fazer um empréstimo consignado pela internet.

“Sabemos que esse é um público muitas vezes esquecido ou mais vulnerável a golpes e fraudes. Mas eles também estão cada vez mais conectados e independentes, em busca de novas facilidades para suas vidas e as fintechs podem ajudar. Na plataforma, é possível simular um valor de empréstimo com a tecnologia analisando o perfil do usuário, e a partir de algumas informações básicas que ele fornece, é apresentado a melhor proposta de crédito. Depois deste processo, é só seguir para a fase de contratação que é totalmente online, sem restrição de horário, local ou dia, vantagem que o sistema bancário tradicional no Brasil ainda não oferece”, explica a CEO Patrícia Soares.

Além da plataforma, o cliente também tem a possibilidade de usar outros canais para simular um empréstimo consignado como: Instagram, Telegram, Facebook ou chat online. “O nosso propósito é dar aos idosos o acesso facilitado ao crédito consignado. O número de pessoas da terceira idade conectadas às redes sociais só crescem. Por isso, investimos na experiência deles também por meio destes canais. No facebook por exemplo, quando eles acessam o Messenger é possível fazer uma simulação rápida”, completa Diego Andrade, CTO da Prestho.

O mundo melhor em que você acredita não virá sozinho

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Artigo de Ronaldo Ferreira Júnior, conselheiro da Ampro (Associação das Agências de Live Marketing) e sócio-fundador da um.a #diversidadeCriativa, empresa especializada em eventos, campanhas de incentivo e trade – uma@nbpress.com.

Instituto Melhores Dias e Neo Mondo firmam parceria por um mundo ...

A questão é: qual é o seu sentimento? Vamos sair desta crise melhores ou piores do que estávamos? Algumas acreditam que a solidariedade, praticada agora por muitos, permanecerá e nos ajudará a voltar melhores do éramos e outros acreditam que ficaremos mais egoístas e que teremos mais desigualdade e violência.

Não vale ser pessimista. Pois não acreditar que vamos superar tudo isso é o primeiro passo para cruzar os braços e não lutar.  Negar que não haverá um amanhã, neste momento, chega a ser um sentimento egoísta. As pessoas positivas, que acreditam, terão mais trabalho e lutarão sozinhas. E no final, se der certo, será bom para todos. Mesmo para aqueles que só contribuíram com a esperança.

Para ser mais justo com eventuais críticas ou autocríticas, vou focar esta matéria no mundo corporativo, especificamente no mercado de live marketing, no qual trabalho e sou empresário; portanto, vou falar a partir do meu local de fala, das dores legítimas de quem tem passado por toda esta crise, vendo a minha, assim como tantas outras agências, com seus escritórios fechados, porém trabalhando como nunca, renegociando eventos cancelados ou adiados, fazendo contas para sobreviver e tentando reinventar o negócio para continuar existindo nos tempos pós-covid-19.

É claro que podemos criar este futuro a nosso favor e garantir que o retorno seja melhor para todos. Mas para que isto aconteça mais rápido temos que participar ativamente do processo de transformação. Precisamos ter consciência de nosso poder de influência e agir a partir da nossa baia no escritório, da nossa família, do nosso grupo de amigos, ou seja, das pessoas que nos cercam.

Só ações afirmativas transformam. Por isso também é importante ter consciência de como é a cara do Brasil de verdade que precisamos incluir na economia. E, a partir do nosso mundo corporativo, abrir espaço para as diferenças, criando ambientes seguros para que elas possam se manifestar, influenciar a estratégia do negócio e nos proteger com suas diferentes percepções da realidade.

Não vamos conseguir sair destas melhores, mais humanos e justos mantendo nossa fácil e passiva condição de simpáticos à causa. Para garantirmos a transformação dos ambientes de trabalho em locais mais igualitários, mais justos e com menos assédio, precisamos nos transformar em agentes de mudança e termos a coragem de nos manifestar sempre que alguma coisa estiver no caminho contrário aos princípios de valor que acreditamos.

Esta é a nossa oportunidade de virar a chave, de parar de funcionar a partir do paradigma da escassez e passar a enxergar o mundo a partir do paradigma da abundância. Precisamos acreditar que tem para todo mundo, pois é o caminho mais rápido para reconstruir um mercado mais justo, produtivo e forte. Somos mais mulheres que homens, mais negros que brancos, quase um quarto de nós tem alguma deficiência física. Mas definitivamente não nos parece um problema que essa imensa maioria não esteja representada no mundo corporativo.

Como empresário, e mesmo com todo acesso à informação que tenho, fico surpreso e indignado em saber que quase a metade dos brasileiros ativos está excluída do mercado formal de trabalho. Convivemos diariamente com quase 50 milhões de brasileiros (46 milhões já cadastrados) praticamente invisíveis aos nossos olhos. E, se não conseguimos enxergar, não nos importamos. Se não nos importamos, não nos esforçaremos para incluir.  Nós fomos educados a pensar o mundo pela escassez.

Se nos organizarmos para incluir essas 50 milhões de pessoas na economia, teremos mais consumidores para reerguer o mercado e mais cidadãos contribuindo socialmente. Isso é abundância.

Vamos colocar de forma mais simples. As grandes metrópoles sofrem diariamente com o trânsito, que chega a tirar das pessoas de 2 a 4 horas produtivas por dia. Alargamos avenidas, criamos novos viadutos, implantamos rodízio de veículos e nada resolve o problema dos engarrafamentos. Isso é pensamento baseada na escassez.  A crise que estamos passando já nos mostrou que boa parte dos trabalhadores, principalmente aqueles que lotam as avenidas com seus carros particulares, consegue trabalhar com eficiência em casa, ou de alguma outra forma remota.

Então por que devemos trabalhar todos nos mesmos dias da semana, ou entrar e sair nas mesmas horas do dia? Isso é escassez.

Temos 5 dias por semana e 24 horas por dia para otimizar os recursos de infraestrutura urbana de transporte. Isso é pensar com abundância.  A questão aqui não é dobrar o investimento escasso em mais estradas e viadutos – nem espaço físico mais temos para isso. Precisamos, a partir das necessidades das pessoas, reorganizar o uso do espaço coletivo das ruas e avenidas da cidade.

Sob pressão, fomos educados a achar que não terá para todo mundo, então, diante de crises regionais como a greve dos caminhoneiros, ou globais como a covid-19, corremos para comprar mais do que precisamos, estocando sem necessidade mercadorias tão necessárias a outras pessoas. Ao tirar os produtos de circulação, elevamos os preços e excluímos ainda mais as pessoas, principalmente as mais carentes e necessitadas. E assim, seguimos sem pensar, girando a roda da escassez, sem perceber que seremos nós os próximos a serem excluídos.

No mundo corporativo, no mercado de live marketing, por exemplo, é comum ver grandes empresas globais obrigarem suas agências a faturarem seus serviços em 90 ou 120 dias. Ou seja, o elo mais frágil do negócio, para ter direito ao trabalho, precisa ter alto capital e financiar toda a operação da grande empresa. Como é possível um negócio ser bom para ambos os lados, quando um dos lados tem que pagar antes e só receber 3 ou 4 meses depois? Isso é escassez.

Portanto, a questão aqui é: como queremos sair desta crise? Entendo que a resposta é: melhores. Então, a partir de todo o aprendizado que tivemos, do que gostamos ou não de ver, temos que reorganizar nossa atitude, para construir o mundo melhor que queremos. E o caminho para isso passa pelas necessidades das pessoas. Se colocarmos o ser humano no centro, no foco da criação das soluções, certamente teremos mais chances.

Por isso é tão importante desenvolvermos primeiro uma cultura de diversidade e inclusão no mundo corporativo. Todos os colaboradores de uma empresa precisam entender que, se estiverem conectados à realidade e protegidos por diferentes pontos de vista, eliminarão os pontos cegos e tomarão as decisões corretas para a rápida recuperação dos negócios.

O ser humano é plural, e não singular. E assim somos todos: colaboradores, clientes e parceiros. Por isso não cometa o erro de pensar em um futuro melhor, sem estar em sintonia com os principais interessados: as pessoas. E é por isso que cada vez mais temos que abrir espaços e abraçar as diferenças. E se alguém ainda tiver dúvida e insistir nesta recorrente pergunta, de por que temos tanto que falar em Diversidade e Inclusão, é só responder: porque isso é a vida real, simples assim.

A Coluna do Roberto Maciel (28.05 – quinta-feira)

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Ameaças ao magistrado e à democracia: esse é o bolsonarismo

A Coluna de hoje começa pedindo licença e desculpas aos leitores e leitoras. É que o que se lerá a seguir é uma ameaça feita por uma ativista bolsonarista contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Morais – compreenderei se não forem até o fim. Disse Sara Winter abertamente em vídeo distribuído em redes sociais. Transcrevo as palavras vociferadas por ela para quem não acredita no que ouve, mas alertando para a baixeza das expressões: “Eles não vão me calar. De maneira nenhuma. Pelo contrário. Eu sou uma pessoa extremamente resiliente. Pois agora… Meu! Pena que ele mora em São Paulo, porque se tivesse aqui eu já estaria na porta da casa dele convidando ele pra trocar soco comigo. Juro por Deus, essa é a minha vontade. Eu queria trocar socos com esse filho da puta desse arrombado, mas infelizmente não posso. Ele mora lá em São Paulo, né? Você me aguarde, Alexandre de Morais! O senhor nunca mais vai ter paz na vida do senhor. A gente vai infernizar a tua vida. A gente vai descobrir os lugares que o senhor frequenta. A gente vai descobrir quem são as empregadas domésticas que trabalham pro senhor. A gente vai descobrir tudo da sua vida até o senhor pedir pra sair. Hoje, o senhor tomou a pior decisão da vida do senhor. Foi a pior decisão que você tomou, a pior”.

Quer mais?

Esse vídeo abaixo foi postado pelo jornalista Guga Noblat no perfil que mantém no microblog Twitter. Guga avalia que Sara quer ser presa para criar uma imagem de vítima. Veja:

Sem desculpas
Sara Winter é uma das investigadas em inquérito aberto no STF para apurar a produção farta de notícias falsas – as fakes news – contra ministros e outras autoridades. Assim como ela, o blogueiro Allan dos Santos e o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, entre mais alguns nomes relacionados ao presidente Jair Bolsonaro, estão na investigação e tiveram dispositivos eletrônicos recolhidos para perícia. Sara lidera um acampamento na Praça dos Três Poderes em que abertamente é feito treinamento paramilitar, inclusive com armas. Ex-integrante do grupo Femen, feminista mas de nítida inspiração neonazista, a militante segue orientações do astrólogo Olavo de Carvalho, que se diz “filósofo” e que sustenta a teoria do bolsonarismo. No fim das contas, anote: desculpas não vão valer.

Diz aí!
Começaram a pipocar na Câmara dos Deputados pedidos para que o general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, dê o ar da graça por lá e diga o porquê de ter emitido nota que, no entender de parlamentares, é atentatória e ameaçadora à democracia. Foi aquela nota em que disse que haverá “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional” se se fizer perícia nos telefones móveis do presidente Jair Bolsonaro e do filho 02 dele, o vereador carioca Carlos Bolsonaro.

Cobrança de responsabilidade
A nota ao ministro é, essencialmente, política. Não tem sustentação jurídica, por exemplo, daí parte do incômodo que causou na Câmara dos Deputados. Corre o risco, pelo conteúdo que tem, de agredir instituições da democracia. É importante, portanto, que seja esclarecida em todos os campos. O exercício de cargo público impõe responsabilidades e é natural que essas responsabilidades sejam cobradas.

Dormindo
A maioria dos requerimentos é assinada por partidos da esquerda, mas não foi só essa oposição que chiou. A dissidência bolsonarista também se manifestou contra a nota. A líder do PSL, Joice Hasselmann (SP), considerou a nota “uma clara ameaça do comandante do GSI”. E tascou essas pergutas: “Quais seriam as consequências imprevisíveis, general Heleno? Vão desengavetar aquele ato institucional que dorme há meses na gaveta?”

Fala local
O deputado cearense André Figueiredo (PDT), líder da oposição, define a nota como demonstração do pouco apreço de Heleno “pela responsabilidade em resguardar a estabilidade democrática”. E mais: “Ameaças explícitas de desdobramentos imprevisíveis vindas de um ministro precisam ser devidamente apuradas e condenadas”.

Olhares
Informação do presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Antônio Henrique: “Todas as atenções dos vereadores estão voltadas para a busca de soluções rápidas e efetivas para conter o avanço da covid-19 na Capital e minimizar os impactos dessa crise na nossa cidade”.

Tá valendo
A frase tem status de nota oficial para a suspensão do recesso parlamentar da Casa, antes previsto para julho. Os vereadores agora vão dar duro no período em que tradicionalmente o plenário teria atividades suspensas. A decisão indica que há um represamento de trabalhos incontestável.

Incapacidade

O vereador de Salvador (BA) Alberto Braga (Republicanos) assina requerimento de moção de repúdio da Casa contra a gestão da Caixa Econômica Federal. Segundo ele, a direção da CEF se mostra incapaz de atender com dignidade aos beneficiários do auxílio emergencial autorizado pelo governo federal para que autônomos possam cumprir o isolamento social.

Dê um alô
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Procura por cursos online em energia solar cresce 50% durante pandemia

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A busca por cursos profissionalizantes e treinamentos de capacitação online na área de energia solar tem crescido de forma expressiva no Brasil durante a pandemia do novo coronavírus. Segundo levantamento da Elektsolar, uma das pioneiras no mercado de treinamentos no setor fotovoltaico nacional, a procura por tais especializações cresceu cerca de 50% no País entre janeiro e abril deste ano.

O motivo, segundo Gabriel Guimarães, diretor de educação da Elektsolar, são as grandes oportunidades de negócios oferecidas no mercado de energia solar no Brasil, que tem crescido cerca de 300% ao ano no País de 2015 para cá. “Os brasileiros têm encontrado no mercado fotovoltaico uma nova possibilidade de mudar de ramo e se especializar dentro de um segmento pujante na economia brasileira”, comenta. “Essa grande procura ficou ainda mais evidente durante a pandemia e a queda da atividade econômica, já que o setor solar é visto por autoridades no mundo inteiro como uma área estratégica para a retomada do crescimento, incluindo o Brasil”, acrescenta.

A Elektsolar, sediada em Florianópolis, oferece cursos tanto em módulos introdutórios (instalação, projetos, vendas) quanto avançados desde 2013. Em 2019, a empresa registrou um boom na procura, impulsionado pela expansão da geração distribuída no Brasil. Os cursos introdutórios da empresa já formaram mais de 100 turmas no País.

O interesse no tema e o amadurecimento do mercado fizeram com que a Elektsolar investisse na criação de cursos como comissionamento de projetos fotovoltaicos e softwares específicos para o segmento. A empresa criou uma plataforma de ensino à distância (EAD) e investiu em cursos com ferramentas de realidade virtual. A estratégia se mostrou acertada agora, com o avanço da Covid-19. “Nosso maior volume de cursos é presencial, mas já estamos adaptando nossos treinamentos para essa nova realidade. A plataforma EAD vai possibilitar alcançar tanto pessoas físicas quanto empresas, no formato in company”, diz Guimarães. 

A empresa desenvolveu um pacote de treinamento específico para esse período da pandemia, com um conteúdo que mescla aulas ao vivo, que permite a interação dos estudantes, com aulas pré-gravadas e presenciais, que serão realizadas no segundo semestre de 2020. “Era comum termos alunos que viajavam grandes distâncias para fazer nossos treinamentos, agora com o avanço dos formatos digitais, estamos confiantes de que haverá uma democratização ainda maior dos treinamentos em energia solar”, afirma Guimarães.