Os desafios da certificação das lâmpadas LED

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Artigo de Claudinei Leite, coordenador do Laboratório Elétrico da Intertek:

Impulsionado por fatores que vão desde a queda dos preços dos produtos até ao aumento do investimento em infraestrutura, o mercado de iluminação vem registando sólidas taxas de crescimento. No entanto, aproveitar este contexto favorável e entregar produtos do mais alto nível à sociedade só é possível com um investimento consciente na qualidade.

Com as novas tecnologias, produtos como luminárias e lâmpadas LED alcançaram um nível de sofisticação superior aos seus antecessores. Apesar disso, o consumidor brasileiro ainda tem acesso a uma série de produtos irregulares, que não possuem a certificação adequada – uma ferramenta que garante os padrões de segurança e desempenho estipulados pelos órgãos reguladores.  

Além de serem ineficientes, esses elementos podem ser perigosos. Um dos maiores riscos apresentados é quando são feitos com materiais inadequados e podem, após mau contato, superaquecer e causar incêndios. Existem outras causas prováveis de danos à saúde, tais como a cor da luz que deve ser branca: se azulada, pode causar, com o tempo, graves danos à visão das pessoas expostas a ela.

Para que os produtos de iluminação cumpram os requisitos de segurança, eficiência energética, consumo de energia, fluxo luminoso, fator de potência, entre outros que visam a melhor utilização de cada tipo de aparelho num determinado ambiente, eles devem passar por testes específicos, realizados em laboratório por empresas acreditadas pelos organismos competentes.
 Na Intertek, por exemplo, leva-se em consideração a inovação de seu DNA, especialmente na área de energia. Essa história remonta ao século XIX, quando Thomas Edison, o criador da lâmpada incandescente – entre muitas outras contribuições que foram incorporadas à sociedade – fundou os laboratórios de testes elétricos da Intertek, transmitindo seu brilhante legado à empresa, que ainda mantém acesa essa luz pioneira.

Como líder mundial no setor de qualidade de iluminação, a Intertek atua em todo o campo da eficiência energética, oferecendo ao mercado um conjunto completo de soluções de gestão de qualidade, incluindo testes, inspeção e certificação. São avaliadas lâmpadas LED, iluminação pública, compactas, fluorescentes e lâmpadas de vapor de sódio.

No teste de iluminação, além da segurança elétrica, também são avaliados fatores como excesso de fluxo luminoso, potência, consumo e cor da luz da lâmpada. Também são realizados testes para verificar a vida útil das lâmpadas – incluindo a simulação de diferentes tipos de ambiente e clima, variáveis que podem produzir alterações no ciclo de vida. O prazo deste tipo de teste é normalmente mais longo (devido à propriedade analisada). Por exemplo, no caso do teste de vida útil da lâmpada de rua UV, são 2.876 horas.
 Além disso, fornecemos testes de desenvolvimento, que são aplicados aos produtos em processo de criação. Assim, o fabricante pode avaliar o desempenho do seu produto e corrigir eventuais lacunas, mesmo antes da fase de certificação.

Vários dos atributos verificados nesses testes serão exibidos posteriormente, de forma padronizada por regulamento, na embalagem do produto, para informar ao consumidor sobre o tipo de lâmpada que ele está comprando. A base normativa que define estes parâmetros é global. Pode haver algumas mudanças ocasionais de acordo com o país, portanto toda a abordagem é rigorosa e transparente. Esta é outra razão pela qual é essencial comprar apenas produtos acreditados.

Acreditamos no valor dos equipamentos de última geração em nossos laboratórios. Muitos deles são automatizados e não requerem intervenção humana, acrescentando ainda mais automação e imparcialidade ao processo de certificação. Tudo isto para proporcionar tanto ao produtor como ao consumidor a certeza de que os equipamentos são seguros, eficientes e duradouros.

Nem todos os serviços da Intertek na área das lâmpadas são desenvolvidos em ambiente de laboratório. No mesmo prédio onde funciona o laboratório, em São Caetano do Sul, São Paulo, são realizados todos os procedimentos de certificação. E, indo mais além, construímos um modelo de negócio internacional projetado para trazer produtos de alta qualidade ao mercado, para que os clientes possam se movimentar mais rápido que a concorrência. Temos laboratórios em todo o mundo. O resultado desta combinação é uma redução relevante no tempo de retorno, uma diferença capaz de impulsionar a vantagem competitiva dos fabricantes.

As soluções de Segurança, Qualidade e Sustentabilidade em produtos de iluminação da Intertek abrangem todas as etapas de testes e certificação, agregando credibilidade e agilidade tanto para as empresas que atuam no Brasil quanto para aquelas que visam os mercados globais.

Focada em tecnologia, huddle room substitui antiga sala de reunião

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Salas de reunião enormes, com capacidade para muitos assentos. Este cenário, tão comum no imaginário das empresas nas últimas décadas, vem sendo, rapidamente, transformado pela necessidade da força de trabalho – cada vez mais globalizada e em movimento – e, principalmente, pela tecnologia. Hoje, negócios são fechados e decisões são tomadas em salas menores – as huddle rooms – inspiradas na ideia de “team work” eprojetadas para priorizar soluções de videoconferência e colaboração.

De acordo com o Wall Street Journal, atualmente, 73% das reuniões envolvem apenas de duas a quatro pessoas. Até 2022, segundo um estudo de mercado realizado pela Frost & Sullivan, quase 70% de todas as salas convencionais serão substituídas pelo novo formato, que prioriza a praticidade, privacidade, o clima intimista e, principalmente, a eficiência e a participação remota.

“É importante ter um ambiente que adote a informalidade e que aproveite, ao mesmo tempo, as ferramentas que facilitam a colaboração e aumentam a produtividade. Em vez de um espaço formal de discussões, hoje as salas de reuniões são pontos de encontro para alinhamentos frequentes que, em certos casos, não necessitam ser  previamente agendados”, explica Carlos de Souza, Country Manager da Jabra no Brasil, multinacional dinamarquesa líder mundial em soluções de audio e som.

Outro argumento a favor deste conceito são os altos valores imobiliários, que forçam as companhias a buscarem o melhor aproveitamento dos ambientes corporativos e  a diminuirem os locais ociosos. Plantas open space ou coworkings, por exemplo, também têm optado por salas de reunião menores, pois proporcionam maior privacidade aos usuários quando o assunto em pauta demanda.

Com o advento deste novo conceito de salas de reunião, surge também a necessidade de aparatos tecnológicos específicos, dispositivos audiovisuais que permitam que a comunicação por vídeo seja nítida, sem falhas ou interrupções, interativa e integrativa, rápida e inteligente.

PanaCast

O uso de tecnologia de ponta e a otimização de espaços mais compactos são os principais diferenciais das huddle rooms – segundo pesquisas de mercado, são essas características que tornam o espaço mais utilizado pelos funcionários quando comparados às salas de reunião convencionais, ambientes normalmente defasados e que costumam dispor apenas de televisão, conexão wi-fi e monitor.

Salas mais bem equipadas refletem no aumento da concentração e também da produtividade dos colaboradores envolvidos. Por isso, o projeto de uma huddle room deve considerar, além de mesa e cadeiras para até cinco pessoas e televisão, gadgets de vídeo de alta qualidade, que proporcionem aos participantes remotos a sensação de estarem dentro da sala.

Desenvolvida para atender esta demanda crescente de mercado, a Jabra Panacast,  dispositivo plug-and-play já disponível no Brasil, realiza a captação de imagens panorâmicas e em qualidade 4k. É dotada de três câmeras de 13 megapixels cada, que trabalham de maneira integrada e possui dois microfones embutidos,  além de promover a captura de imagens em até 180°, sem pontos cegos. Ou seja, com a Panacast todos os participantes – remotos ou não – conseguem ouvir, falar e serem vistos – um ganho enorme quando se trata de interação, visto que até então a angulação máxima de gadgets semelhantes era de 120°.

“Esse é um produto com tecnologia inovadora, que vem para melhorar a qualidade das reuniões. Se pensarmos no cenário corporativo atual, onde os escritórios estão cada vez menores e as salas de reunião cada vez mais disputadas, é imprescindível que elas estejam bem equipadas”, afirma Souza.

O dispositivo conta ainda com outros benefícios, como o zoom inteligente – um detector de presença, que pode abrir ou fechar, automaticamente, o seu ângulo de gravação, de acordo com a quantidade de pessoas presentes na sala; o Vivid HDR, solução que realiza a compensação da luz ambiente de acordo com a iluminação da sala,  e é também certificado para o uso nas principais plataformas de UC, como a Microsoft Teams e o  Zoom.

O produto fornece também informações por meio de sua API (“Application Programming Interface” ou “Interface de Programação de Aplicativos”, em tradução livre), promovendo maior automação do fluxo de trabalho da empresa e permitindo uma gestão fácil dos seus recursos, tudo por meio da análise de dados feita pela ferramenta.

Sergio Moro e o motim da PM no Ceará: um ministro que despreza – e trabalha contra – a verdade

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Do portal de notícias G1:

O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou nesta segunda-feira (24) que, apesar de o Ceará ter registrado um aumento nos crimes violentos, “não há uma situação de absoluta desordem nas ruas”. Moro participou de uma reunião para acompanhar a operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Ceará, junto com o governador Camilo Santana e os ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e da Advocacia-Geral da União, André Luiz Mendonça.

Segundo o ministro da Justiça, a situação no estado “está sob controle”, mesmo com o crescente índice de assassinatos no Ceará. Moro disse ainda que as Forças Armadas estão no Ceará temporariamente, até que a paralisação de parte da Polícia Militar seja resolvida.

(…)

Mais adiante, o texto do G1 dá indicacão de que Moro se refere a outro lugar ou, tão grave quanto, está desconectado da realidade. Ou, ainda, não mantém os pés no campo da verdade.

Durante a paralisação da PM, houve um aumento no número de mortes violentas no estado. Entre quarta-feira (19) e domingo (23), 147 homicídios foram registrados no estado pela Secretaria da Segurança Pública (SSPDS). Com mais de 70 mortes somadas, a sexta-feira e o sábado foram os dois dias mais violentos do estado desde 2012, ano da última paralisação de PMs no Ceará.

Leia a íntegra aqui: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2020/02/24/moro-diz-que-nao-ha-uma-situacao-de-absoluta-desordem-nas-ruas-do-ceara-147-morreram-em-5-dias.ghtml

Feiras abordam gerenciamento de informações

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O Instituto Information Management, em parceria com a Associação Brasileira de Empresas Usuárias e Fornecedoras de Tecnologia para Gerenciamento de Informação (Abeinfo), realizará em 2020 duas grandes feiras: a Digital Expo e a Feira RPA + AI Expo. Num momento de retomada dos negócios e de forte aceleração para o digital, as duas feiras serão o principal ponto de união para empresas e usuários trocarem experiências, conhecimento e vivenciarem na prática as soluções mais inovadoras desses mercados.

A Digital Expo, que acontecerá nos dias 12 e 13 de agosto, deverá receber mais de 2.000 visitantes e será palco de três importantes eventos já realizados pelo Instituto, o 11º Infomation Show Congress, 2º Forum Outsorcing Brasil E 1º Data Science Conferece que já possuem público cativo e conteúdo enriquecedor.

Já a RPA + AI EXPO, acontecerá nos dias 20 e 21 de maio (no mesmo local) e deve atrair mais de mil visitantes interessados em conhecer as principais novidades desse mercado. Em paralelo, acontecerá a 4º ediação do RPA & AI Congress, workshops de demonstração de plataformas RPA e ainda um espaço com palestras gratuitas para quem precisa aprender sobre o uso e aplicação dessas novas tecnologias.

Para mais informações acesse o site www.iima.com.br.

Aplicativo oferece mais proteção contra furtos e assaltos no Carnaval

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Neste Carnaval, os foliões não precisam mais se preocupar em levar a carteira para a rua. Isso porque poderão adquirir bebidas em ambulantes, bares e restaurantes pagando com o aplicativo Ame Digital. E o melhor disso tudo, recebendo parte do dinheiro gasto de volta. O pagamento é simples, rápido e seguro, via QR Code.

Patrocinador do Carnaval de Rua do Rio, o app Ame é a forma de pagamento oficial da folia, sendo aceito pelos mais de 10 mil ambulantes credenciados no Carnaval carioca. Utilizando apenas o celular, os foliões que pagarem via Ame terão benefícios como a possibilidade de comprar quatro latas de cerveja (Brahma) – ao invés de apenas três – por R$10, além de receber 10% do dinheiro de volta (cashback) em até sete dias úteis para usar em compras futuras. A marca é ainda patrocinadora oficial do evento, a Ame patrocina ainda três grandes blocos de carnaval: “Areia”, “Bola Preta” e “Chora, me liga”.

Como Carnaval combina com praia, durante todo o verão carioca, vendedores de mate e quiosques da orla credenciados pela prefeitura do Rio estão aceitando Ame como forma de pagamento e também oferecem 10% de cashback em até sete dias úteis no aplicativo para próximas compras. Além disso, a marca disponibiliza wi-fi gratuito em toda a orla de Ipanema e Leblon até dia 8 de março.

Já em São Paulo, Ame patrocina nove blocos: “Toca um Samba Aí”, “Bloco Beleza Rara”, “E Essa Boca Aí?”, “Vou de Taxi”, “Dre Tarde”, “Bell Marques”, “Baguncinha”, “Bloco do Síndico” e “Tchakabum Vem de Taxi”. E a marca ainda está com uma ação especial de 50% de cashback nos bares e restaurantes localizados na rota dos blocos citados, válida até dia 1º de março. Além disso, a marca é patrocinadora do evento Barracão, que promove ações durante todo o Carnaval no Largo da Batata.

Como forma de divulgar o serviço e os benefícios de realizar compras com a Ame durante o Carnaval, promotores da marca estão distribuindo brindes como viseiras, copos, óculos escuros, glitter e pochetes térmicas personalizados nos blocos do Rio e de São Paulo.

Não é Não – Ame Digital também fechou uma parceria com o projeto social “Não é não”, coletivo de mulheres que usa a informação, o empoderamento e tatuagens temporárias como instrumentos contra o assédio às mulheres no carnaval. O app traz um botão do pânico para alertar as autoridades sobre situações potencialmente perigosas, como parte de uma iniciativa reforçada em combate à violência sofrida por mulheres. Além disso, o projeto conta com tatuagens exclusivas da Ame sobre o tema, que serão distribuídas gratuitamente nos blocos de rua do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Empresa implementa programa de compliance para diferentes segmentos

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Pixeon – uma das maiores empresas de tecnologia na saúde – anuncia que seu programa de compliance está 100% estruturado e seu código de conduta disseminado entre os colaboradores de todas as áreas da empresa. Chamada de “Programa de Integridade”, a plataforma foi implementada pela GRC Solutions, o que garante a neutralidade dos processos, e obedece a padrões internacionais de transparência. Foi também instalado um Canal de Integridade, ferramenta que permite fazer denúncias, de forma anônima, via web, voz, secretária eletrônica ou atendimento presencial. Toda denúncia será recebida pela GRC para investigação e tomada de providências, mas sua autoria será mantida em sigilo, preservando a identidade de quem se manifestou.

Para Armando Buchina, CEO da Pixeon, a transparência como prioridade absoluta está presente na cultura da Pixeon, mas era importante consolidar um programa com capacidade de atestar este procedimento através de uma comprovação reconhecida. “Além de vivenciarmos a transparência como um dos nossos valores praticados na empresa, com processo e auditoria externa instaurados estamos aptos a participar de concorrências públicas e licitações mesmo nos Estados com legislação mais rígida em relação à compliance. Esta iniciativa não apenas reforça nosso compromisso com principios éticos, mas também mitiga possíveis riscos associados a desvios de condutas internas ou na relação com clientes e parceiros. ”, comenta.

De acordo com Marcelo Lapolla, advogado especializado em compliance, no setor da saúde, mais do que em qualquer outro, esta é uma preocupação que faz todo o sentido. “Temos dezenas de casos de apropriação indevida de recursos e corrupção ativa envolvendo empresas que fornecem serviços para a área de saúde. O que observamos na Pixeon, uma exceção louvável no mercado, é o interesse direto da alta direção em manter a transparência em todas as esferas da companhia, isso é muito raro e positivo no sentido de influenciar todo o segmento”, avalia.

Buchina e os demais membros da Comissão de Integridade se reúnem mensalmente para debater melhorias neste sentido. A GRC, empresa contratada, ficou responsável pela operacionalização do Canal de Integridade: que envolve recebimento, registro e gerenciamento das informações referentes aos relatos de infrações ao Código de Conduta e Políticas da Pixeon, enviadas por funcionários e terceiros.

Conforme comenta Lapolla, a corrupção de fato é um grave crime que pode ser investigada, combatida e até evitada por um programa bem estruturado de compliance, mas a maior incidência de denúncias envolve casos de assédio, conflito de interesses, relacionamento com concorrentes, entre outros. “Muitas vezes, principalmente no início, o programa pode receber denúncias cujo endereçamento mais indicado seria ao departamento de RH, que não se enquadram de fato em crime, para serem avaliadas via canal de integridade. Neste caso, as denúncias são encaminhadas para o setor responsável. De qualquer forma, é sempre positivo, porque auxilia no processo de educação e construção da consciência dos colaboradores”, acrescenta.

A exigência cada vez maior em torno da necessidade de um programa corporativo de compliance estruturado é uma das consequências mais diretas da lei anticorrupção (nº 12.846, de 2013), que definiu este quesito como atenuante em caso de descobertas de crimes desta natureza. No Brasil, seis estados da federação (Espírito Santo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Amazonas, Goiás e Rio Grande do Sul) já aprovaram leis estaduais exigindo a comprovação de programa de compliance ou suas ferramentas como condição para que a empresa esteja apta a ser contratada para prestar serviços à administração pública.

SOBRE A PIXEON

Uma das maiores empresas brasileiras de tecnologia para saúde, a Pixeon tem o objetivo de se tornar líder nacional neste mercado. Para isso, a companhia prevê o investimento de R$ 83 milhões em todo seu portfólio de produtos visando inovações, melhorias de processos e funcionalidades, tudo pensando em aprimorar a jornada do paciente com suas soluções, desde a marcação de um exame a entrega do laudo. Possui atualmente dois mil clientes em todo o Brasil, tendo dobrado seu tamanho entre 2013 e 2015. A empresa possui escritórios em Florianópolis (SC), São Caetano do Sul (SP) e Salvador (BA), com unidades de negócio distribuídas pelo país. www.pixeon.com

Quartorze empresas brasileiras participam da maior feira mundial de orgânicos

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A BioFach, maior e mais importante feria mundial de orgânicos, acontece essa semana em Nuremberg- Alemanha (12 a 15 de fevereiro) e o Brasil estará representado com 14 empresas associadas à Organis, a entidade setorial dos orgânicos.

As certificadoras IBD e Ecocert e a Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região ( Coopfam) estarão em estandes próprios e 11 empresas se reúnem no espaço da APEX-Brasil: Jalles Machado (açúcar), Resibras  (Castanhas da marca Marambaia), Native (açúcar, sucos, snacks, achocolatados e produtos variados), Petruz Fruit (açaí), Be Ingredient (processamento de frutas), MN Própolis (mel e própolis), Amazon Polpas (açaí), Triunfo do Brasil (mate), Xingu Fruit (polpas de Frutas), Vapza Alimentos (alimentos cozidos e embalados à vácuo) e Litholife (beneficiamento da alga marinha lithothamnium).

Uma imagem contendo pessoa, céu, ao ar livre, sorrindo

Descrição gerada automaticamente

      O setor de orgânicos fechou 2019 com R$ 4,5 bi em faturamento no mercado interno e cerca de US$ 190 milhões em exportações (referente ao grupo de empresas associadas do Organis).

“São os orgânicos em movimento na BioFach Alemanha, o encontro mundial dos maiores players do setor. Além das nossas 14 associadas, muitos brasileiros estarão visitando ou revisitando essa vitrine do que acontece no mundo dos orgânicos e biodinâmicos, um evento que vai muito além de fazer negócios, é uma “organic brand experience”, ou seja, como os orgânicos estão se comunicando com os compradores e consumidores, lançamentos, tendências, atualização dos números mundiais, é o mais importante: é o Brasil sendo percebido como um importante player nesse mercado do bem”, ressalta Clauber Cobi Cruz.

RecargaPay é um dos maiores “Minicórnios” brasileiros

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A RecargaPay, umas das maiores fintechs de pagamentos por celular do Brasil, acaba de ser apontada como um dos maiores “Minicórnios” do país, de acordo com levantamento da Tracxn, mais conceituada empresa de pesquisa de investimento do mundo. Para quem está se perguntando, um “Minicórnio” é uma empresa que está a caminho de virar um “Unicórnio”, ou seja, com valor de mercado superior a US$ 1B (um bilhão de dólares).

O estudo da Tracxn leva em conta informações dos últimos acontecimentos no mundo das startups, incluindo fundos de capital de risco, desempenho das fintechs, fundos de private equity e bancos de investimento, entre outros. Neste contexto, a RecargaPay aparece no clube dos “Minicórnios”, lista exclusiva das mais promissoras fintechs brasileiras que alcançaram marcos significativos de valorização ao longo dos anos.

No relatório, um “Minicórnio” também apresenta alto crescimento na fase inicial de investimento (a chamada Série A+). Até o momento, a RecargaPay aparece como o “Minicórnio” com o maior investimento divulgado dentre as top 16 fintechs. “Nossa missão de democratizar os pagamentos pelo celular tem resultado em um crescimento acelerado e, o melhor: organicamente. Os benefícios como cashbacks e taxa zero se torna uma indicação de amigo para amigo, de pais para filhos”, comemora Renato Camargo, CMO da RecargaPay.

Segundo a Tracxn, existem atualmente mais de 5 mil startups no Brasil, das quais mais de 600 são fintechs. “Para a RecargaPay é uma honra ser apontada por uma instituição de renome como uma das grandes fintechs do país, comprovando que somos muito mais do que uma promessa e que todo o nosso empenho em oferecer valor ao cliente está gerando resultados efetivos”, explica Camargo.

A classificação é mais uma conquista da RecargaPay este ano que celebra a marca de 12 milhões de clientes, sendo 3 milhões ativos mensalmente, além do crescimento de 500% em 2019 em comparação com o período anterior, como comenta o CMO da empresa: “Antes do boom de ‘Pays’ a RecargaPay já estava no mercado e tem expertise para oferecer a melhor experiência e o aplicativo onde o dinheiro do cliente vale mais”. Para outras informações, acesse: www.recargapay.com.br.

Empresa criada a custo zero inicia rede de franquias

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Fundada no ABC Paulista em 2016, a marca de aluguéis de vestidos de festa Paetê Closet dá início à sua rede de franquias e já conta com uma unidade em Mauá, além da sede em Santo André, ambas no ABC Paulista.

O aumento no número de consumidores engajados em causas ambientais fortalece o mercado de locação de roupas, visto que, de acordo com um levantamento publicado pela Opinion Box, especialista em pesquisas de mercado, 55% dos brasileiros dão preferência para empresas que promovem ações sustentáveis.

Além disso, a consultoria online para novos empreendedores, também criada pela empresária, expande abertura de novas franchisings do segmento com expertise de mercado.

Criação da marca a custo zero

A Paetê Closet surgiu quando a idealizadora, Marina Guazzelli, decidiu unir dois sonhos que, aparentemente, não eram compatíveis: propagar os princípios do consumo consciente sem abrir mão de um closet variado, principalmente para ocasiões especiais.

Depois de passar por inúmeras experiências frustrantes enquanto cliente, a empresária decidiu criar sua própria marca de vestidos de festa, mas sem dinheiro para investir no novo negócio, Marina teve a ideia de juntar vestidos de amigas e colegas e começar a locá-los. Em troca, fornecia parte do valor de aluguel dos vestidos como comissão para as donas das peças.

Hoje, com três anos de existência, um closet cem por cento próprio e renovado e com sua marca reconhecida no mercado, a empresária que é pós-graduada em Gestão de Marketing, compartilha seus conhecimentos de mercado e, recentemente, deu início ao projeto de franquias.

Proposta de franquias

A proposta passou por diversas fases de maturação até que a empresária encontrasse o plano ideal que garantisse ao franqueado todo o suporte desde o primeiro contato até às vendas. Sendo assim, o apoio se dá desde a busca pelo ponto comercial até a captação de clientes, antes da inauguração. E depois passa pela supervisão diária até o fortalecimento da mídia institucional.

“A principal ideia é que a identidade e princípios da Paetê Closet se mantenham fiéis em todas as franquias, afinal, foram esses traços que nos trouxeram onde estamos hoje. Além disso, queremos facilitar a logística de nossas clientes. Nós recebemos pessoas do litoral, do interior e de outras cidades mais distantes, deste modo, o licenciamento de negócio permitirá que elas nos encontrem onde precisarem”, explica a empresária.

Marina acredita no sucesso da proposta, dado que, uma pesquisa desenvolvida pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), indica que o faturamento de franquias teve um crescimento moderado com alta de 5,9% no segundo trimestre de 2019, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Incorporado a essa evolução, o segmento de moda faturou R$ 4,686 bilhões no segundo trimestre de 2018 e R$ 4,868 bilhões no segundo trimestre de 2019, com aumento de 3,9%.

O mercado de locação de moda festa, principalmente feminino, é bastante aquecido e pouco explorado e com este modelo de negócio é possível ganhar de três formas, sendo elas: aluguel de vestidos in loco, locação e venda de acessórios e venda de vestidos após o ciclo de uso. “Quando se apresenta produtos e serviços com qualidade e preço justo a evolução é muito rápida”, acrescenta Marina.

Conhecendo o mercado

Além de todo o suporte para os novos investidores da marca, Marina Guazzeli também desenvolveu uma consultoria online com seis módulos que visam esclarecer diversas vertentes do universo de aluguéis de moda festa:

1º módulo: o que é preciso saber para abrir uma loja de aluguéis?

2º módulo: qual é o melhor ponto para o seu negócio e como encontrá-lo?

3º módulo: treinamento de equipe de vendas

4º módulo: a importância do pós-venda

5º módulo: ferramenta de mídias sociais e como usá-las a favor do seu negócio

6º módulo: controle financeiro

As consultorias são focadas em planos específicos, então as pessoas interessadas podem adquirir apenas um módulo ou quantos acharem necessários, não há uma ordem a ser seguida. “Particularmente, entendo que esse conhecimento seja fundamental. Eu mesma já errei muito antes de acertar e saber onde se está pisando faz com que um novo empresário saia na frente”, confessa Marina.

Ser dono do seu próprio negócio tem sido uma saída cada vez mais buscada pelos brasileiros e investir em um mercado em ascensão pode ser a chave para o sucesso.

“Netflix da aprendizagem” reinventa treinamento corporativo e fatura R$ 1 milhão só em pré-venda

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Em tempos de restrições orçamentárias e equipes reduzidas por uma economia ainda truncada, otimizar despesas com treinamento e atualização é um desafio que permanecerá no horizonte das empresas brasileiras em 2020. Estudos apontam que, nos últimos anos, gastou-se menos em aperfeiçoamento profissional no Brasil, apesar de a necessidade de mão de obra qualificada ser crescente. No atual cenário, um novo formato de capacitação caiu nas graças dos gestores de recursos humanos por combinar menor custo e maior engajamento: as webséries educativas. 

A inovação aposta em elementos da linguagem audiovisual nos modelos das séries de entretenimento, como as da Netflix, por exemplo, para desenvolver  treinamentos em que o conteúdo é apresentado em episódios maratonáveis, abolindo as aulas no formato convencional. O principal diferencial da novidade é ir além das videoaulas. Em vez de filmar professores ensinando sobre os temas, o método apresenta problemas pertinentes à atividade profissional abordados a partir de roteiros criativos, em situações muito próximas às da realidade. Atores profissionais acrescentam elementos como humor e suspense para garantir o envolvimento do espectador a partir de escolhas e simulações: “Para treinar a equipe de vendas da rede Cacau Show, por exemplo, criamos a personagem Cacau, uma YouTuber que está em dúvida entre dois crushes e aplica seus conhecimentos de técnica de vendas para chegar a um decisão”, conta Richard Vasconcelos, CEO da LEO Learning Brasil, pioneira na disseminação da abordagem no país. “O ingrediente principal é a diversão. As equipes aprendem dando risada, e isso faz diferença”, comenta.  

O sucesso do Learningflix rendeu a edtech mais de R$ 3,6 milhões em faturamento em apenas um ano. Grandes marcas como Amil, Grupo Pão de Açúcar, Raízen, Natura, Porto Seguro, Dasa, Fleury, Mackenzie, e Brasken são exemplos de quem adotou o formato: “Começamos quase como uma brincadeira surgida a partir da necessidade de um cliente. Desenvolvemos a primeira solução em websérie e, a partir daí, a demanda só aumenta. Virou febre”, comenta Richard. 

Hoje a Learningflix conta com 40 cursos e os primeiros episódios de todas as webséries da plataforma estão disponíveis para acesso gratuito em www.learningflix.net.  

Números

Plataformas móveis e games foram apontados por um estudo desenvolvido pela consultoria Deloitte como ferramentas necessárias para atender às demandas da educação corporativa no futuro. Afinal, investir na construção de universidades corporativas com aulas presenciais pode não ser possível no cenário atual, e os números mostram que a Educação à Distância já vem roubando a cena. 

Em um universo de 126 empresas ouvidas pela pesquisa, a média de investimento em educação corporativa é de 0,47% do faturamento no período. Deste montante, 7% são destinados às iniciativas de educação presencial e 33% já são aplicadas em programas à distância. Soma-se a isso o fato de que o investimento em treinamento e desenvolvimento no país teve retração de 8%, segundo o Panorama 2018-2019 do Treinamento no Brasil. “O aperfeiçoamento via websérie é vantajoso porque possibilita menor custo quando é distribuído para muitos colaboradores.”, observa Vasconcelos. 

Além da LEO Learning Brasil, outros provedores de educação corporativa já vem oferecendo treinamento online de olho na potencial ascensão do ensino móvel para fins de aperfeiçoamento profissional. Entretanto, o formato de videoaulas ainda é predominante, com reprodução de aulas filmadas como alternativa às aulas presenciais. Udemy, Ciatech, TRAMPOS Academy e LinkedIn são exemplos atuantes no mercado de educação corporativa à distância.

Sobre a empresa

Revolucionar a aprendizagem através de novas linguagens, como webséries, realidade virtual e games pensados para desenvolver habilidades específicas, são ingredientes com os quais a LEO Learning Brasil vem aperfeiçoando, de modo customizado, os times de diversas organizações no país. Uma empresa nacional em sociedade com a LEO Learning britânica, pioneira em educação à distância no cenário mundial, a edtech é uma novidade promissora no mercado de educação corporativa e deve crescer bastante nos próximos anos.