Programa socioambiental “Reciclocidades”, no Ceará, faz 10 anos com mais de 20 mil pessoas beneficiadas

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Uma iniciativa que nasceu com o objetivo de estimular novos talentos para a reciclagem, reutilizando materiais como banner, jornal, papel e até mesmo pallets, completa 10 anos de atuação no Ceará neste ano. O Reciclocidades, que começou como projeto e ganhou continuidade se tornando um programa, hoje comemora a sensibilização de mais de 20 mil pessoas em todo o estado, oferecendo inclusão social e oportunidade para geração de renda aos participantes.

O programa, que atualmente acontece nos bairros Messejana, Vila União, Antônio Bezerra, Canidezinho, Barroso, Parque Santo Amaro e Pici, tem um público-alvo diverso, constituído por homens e mulheres com mais de 16 anos. Nesses locais e por onde já passou anteriormente, o Reciclocidades atua em duas frentes: oficinas e sensibilizações pontuais em espaços públicos e formação de grupos produtivos, estes últimos feitos de forma sistemática, com acompanhamento técnico-social, até o grupo atingir a autogestão.

As habilidades descobertas por Vanessa Ferreira, ex-participante do grupo produtivo de Maracanaú, foram desenvolvidas durante as oficinas do projeto e ao fim, levadas para a vida: “desde que entrei no projeto passei a me sentir muito bem comigo mesma. Isso porque saí de casa para fazer algo que gosto, descobri uma aptidão. Hoje, a partir do jornal crio cestas, mesas, abajures e complemento minha renda vendendo esses itens em feiras, festivais e até para pessoas da minha convivência”, conta.

Ao todo, o programa já formou 22 grupos produtivos e atuou em 16 diferentes comunidades. Os produtos elaborados pelos participantes dos grupos são expostos e comercializados em eventos e feiras de economia solidária e preservação do meio ambiente, em instituições, empresas, universidades, shopping, terminais de ônibus, etc. Até hoje, os produtos comercializados por intermédio da Cagece já geraram uma renda de cerca de R$ 110 mil reais para os artesãos.

Segundo a coordenadora de responsabilidade social da Cagece, Waleska Gurgel, os objetivos do projeto vão muito além da produção e comercialização dos produtos: “Procuramos trabalhar o lado social das comunidades localizadas, na maioria das vezes, próximas à Cagece, o que permite ainda um acompanhamento pós-ação. Incentivamos a sociabilização e a auto-estima das pessoas por meio da produção do artesanato e da interação” informa.

Além de tudo isso, o programa olha também para a sustentabilidade ambiental, tendo em vista que os produtos trabalhados nas oficinas são escolhidos de acordo com o resíduo reciclável mais comum em cada comunidade, incentivando a educação ambiental. Assim, programa possui os três pilares da sustentabilidade, tendo em vista que produz resultados sociais, ambientais e financeiros.

Instituto para Desenvolvimento do Varejo renova diretoria

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A chapa encabeçada por Marcelo Silva foi eleita em abril para mandato de dois anos. Além de ser um dos fundadores do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), ele é conselheiro e atual vice-presidente da entidade.

Toda sua trajetória profissional foi construída no varejo. Atualmente, Marcelo é vice-presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza e integra o Conselho de outras empresas, como Raia Drogasil (RD), Movida, Grupo Silvio Santos, Grupo Raymundo da Fonte e Grupo Avenida.

Formado em Economia e Ciências Contábeis e pós-graduado em Administração Financeira, em sua carreira profissional exerceu os cargos de diretor-executivo e CEO do Bompreço Supermercados do Nordeste, G Barbosa, Pernambucanas e Magazine Luiza.

Na eleição do da 25, o IDV também elegeu os novos membros do Conselho Executivo: Antonio Carlos Pipponzi (RD), Fernando de Castro (Independente), Flávio Rocha  (Riachuelo), Hugo Bethlem (Independente), Jorge Gonçalves Filho (Independente), Luiza  Helena Trajano (Magazine Luiza), Marcos Gouvêa de Souza  (GS&MD) Ronaldo Iabrudi (GPA), Sérgio Herz (Livraria Cultura), Sérgio Zimerman (Petz), Jorge  Herzog (Walmart), Ronaldo Pereira (Óticas Carol), Sérgio Borriello (Pernambucanas) e Juliano  Ohta (Telhanorte).

Marcelo Silva sucederá o atual presidente da entidade, Antonio Carlos Pipponzi, que disse sentir-se honrado por ter presidido o IDV. “Só tenho a agradecer a todos por este trabalho que rendeu muitas conquistas nos últimos dois anos, como a atualização da governança corporativa do IDV, o novo estatuto da entidade e a definição dos compromissos, crenças e propósito, alinhados com a nova realidade do país. Também fomos protagonistas no processo de aprovação da modernização das leis trabalhistas, obtivemos avanços com relação ao ambiente concorrencial financeiro e plantamos uma semente no tocante à simplificação tributária e no ambiente de negócios”, diz Pipponzi.

Marcelo Silva reforçou seu compromisso de continuar contribuindo, juntamente com os componentes do Conselho do IDV, para o desenvolvimento e fortalecimento do varejo brasileiro. “Nossa missão é servir às pessoas do nosso país. Como bem disse Mahatma Gandhi, quem não vive para servir, não serve para viver”, afirma.

Sobre o IDV

O IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) representa 67 empresas varejistas de diferentes setores, como alimentos, eletrodomésticos, móveis, utilidades domésticas, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, material de construção, medicamentos, vestuário e calçados. Atuante em todo o território nacional, o IDV tem como principal objetivo contribuir para o crescimento sustentável da economia brasileira, além do desenvolvimento do varejo ético e formal.

Conheça as empresas associadas: AleSat, Avon, B2W, Bio Ritmo Academia, Bob´s, BR Home Centers, C&C Casa e Construção, Cacau Show, Carrefour, Cencosud, Centauro, Companhia Sulamericana de Distribuição, Cybelar, Dafiti, Decathlon, Dimed, DPaschoal, Drogaria Onofre, DPSP, Estée Lauder, Etna/Vivara, Grupo Boticário, Grupo IMC (Frango Assado/Viena), Grupo Pão de Açúcar, GS&MD Gouvêa de Souza, Habib’s, Hering, Inbrands, Itapuã Calçados, Kalunga, Leo Madeiras, Leroy Merlin, Livraria Cultura, Lojas Americanas, Lojas Avenida, Lojas Cem, Lojas Leader, Lojas Pompeia, Lojas Renner, Magazine Luiza, Marisa, Marisol, McDonald’s, Mundo do Cabeleireiro, Netshoes, Novo Mundo, Óticas Carol, Pague Menos, Pandora, Pernambucanas, Petz, Polishop, Quero-Quero Casa e Construção, Raia Drogasil (RD), Ráscal, Reserva, Ri Happy, Riachuelo, Roldão, Saraiva, Sephora, Spoleto, Telhanorte, Tok&Stok, Via Veneto/Brooksfield, Walmart, Zara

Justiça garante direito de empresa aderir a benefícios fiscais do setor têxtil após ter saído de programa

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Considerada por lideranças do setor têxtil do Rio como um dispositivo fundamental para que muitas empresas permaneçam abertas, a Lei nº 6.331/12, conhecida como “Lei da Moda” criou um regime especial de tributação que mantém a cobrança de ICMS no patamar de 2,5%, sem direito ao crédito referente às operações anteriores. Caso a lei não tivesse sido implementada, a alíquota do imposto teria subido para até 18%, ao fim do ano de 2018, com direito ao crédito das etapas anteriores, contudo.

A Lei da Moda foi relevante para o desenvolvimento da indústria no Estado, atraiu investimentos, além de gerar emprego e renda. De 2003, quando a lei entrou em vigor, até o início de 2017, o número de estabelecimentos da indústria têxtil cresceu em 190% no Rio, enquanto a arrecadação de ICMS apresentou um incremento de 295 %.

“Mas uma interpretação equivocada da lei, de que a exclusão de uma empresa do programa automaticamente impediria uma nova adesão, criou a possibilidade da formação de um precedente que levaria ao risco da fuga de empreendedores da área têxtil do Estado”, alerta o advogado Paulo Victor Vieira da Rocha*, pós-doutorando em Direito Tributário Internacional pela USP – Universidade de São Paulo e sócio do escritório Vieira da Rocha Benevides Frota Advogados.

A desidratação do setor têxtil, o terceiro que mais emprega no Rio, agravaria a profunda crise fiscal pela qual passa o estado fluminense. A Secretaria da Fazenda determinou o cancelamento do benefício fiscal de uma empresa após a Repartição Fiscal de Rezende detectar uma suposta irregularidade relacionada ao cumprimento de obrigações acessórias.  Ao ser informada sobre a determinação de sua exclusão do regime autorizado pela Lei da Moda, a empresa entrou com recurso administrativo contra essa decisão, que não foi apreciado até o momento.

Para garantir o direito de continuar recolhendo o ICMS sob o regime especial de apuração trazido pela Lei da Moda, a empresa protocolou nova comunicação de adesão. Isso porque o regime não depende de autorização do fisco. Basta ao contribuinte aderir e comunicar ao fisco que está apurando e recolhendo o imposto nos termos do regime de incentivo.

No entanto, em despacho, a administração tributária determinou que a nova adesão fosse associada ao processo administrativo que trata da primeira, como que tornando a segunda adesão “dependente” do cancelamento do ato que excluiu a empresa da primeira adesão.

O argumento contra essa decisão, apresentado pelo VRBF Advogados, do qual Vieira da Rocha é sócio,  e acatado em sede liminar 11ª Vara da Fazenda Pública da Comarca do Rio de Janeiro, foi o de que “a Lei nº 6.331/2012 não possui qualquer previsão no sentido de impedir uma segunda adesão ou mesmo autorizar que um eventual cancelamento produza efeitos futuros em relação ao contribuinte e, assim, impeça uma segunda adesão.”  A decisão traz um norte de como a Justiça pode se comportar em um cenário de benefícios fiscais mal regulados e legislação repleta de vácuos.

“O texto da Lei não fala em impedimento para uma empresa tentar renovar a sua adesão ao regime previsto pela Lei da Moda  em caso de a primeira ser cancelada ou suspensa, não há previsão legal para ‘banir’ a empresa”, explica o tributarista Paulo Vieira da Rocha. “Ou seja, desvinculamos a segunda adesão da primeira, bem como do recurso administrativo.”

O advogado reforçou a argumentação contida em sua peça ao apontar que as autoridades fazendárias estão indo além da competência de seus cargos ao impedir o segundo cadastramento da empresa.

“Quando a lei não cria restrições aos direitos dos particulares, é inconcebível que as autoridades administrativas o façam de acordo com sua liberalidade ”, aponta Paulo Vieira da Rocha. “A autoridade fazendária cria uma hipótese não prevista na Lei da Moda, ou seja, regulamenta situação estranha ao diploma normativo, indo além dos limites do que poderia/deveria e, violando, destarte, o princípio da legalidade.”

Enel Compartilha Empreendedorismo é o vencedor do Prêmio ODS Pacto Global

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A Enel Brasil, por meio do projeto Enel Compartilha Empreendedorismo, foi reconhecida no Prêmio ODS Pacto Global, iniciativa que reconhece as melhores práticas do país inspiradas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). O programa foi o vencedor na categoria Prosperidade do prêmio, na avaliação entre as Empresas, realizado em São Paulo.

“Esse prêmio é muito representativo para Enel, pois é a consequência de um trabalho de longo prazo que se iniciou há alguns anos. Um grande trabalho de toda a nossa equipe, com forte engajamento das linhas de negócio. Baseado no ODS 8, um dos objetivos com o qual a Enel tem metas globais estabelecidas com a ONU, esse programa busca promover uma verdadeira transformação na vida dessas pessoas e de suas comunidades. Trabalhamos com o propósito de criar valor e com o programa alcançamos esse objetivo com resultados claros e tangíveis”, comenta Marcia Massotti, diretora de Sustentabilidade da Enel no Brasil.

O projeto apresentado pela companhia apresenta a metodologia de Criação de Valor Compartilhado e engloba uma série de ações voltadas ao empoderamento local das comunidades nas quais atua, focando, principalmente, no ODS #8, que trata do “Trabalho Decente e Crescimento Econômico”.

A iniciativa busca engajar e dar suporte às comunidades inseridas nas áreas de concessão em que a empresa atua no Brasil, criando valor e promovendo a consciência empreendedora e maximizando os impactos positivos nessas localidades. Por meio de tecnologias sociais que possibilitam a prosperidade socioeconômica da população, as iniciativas do Enel Compartilha Empreendedorismo contemplam, entre outros temas, a formação de redes e associações produtivas comunitárias; abordam temas ligados ao meio ambiente, destacando ações de reuso, reciclagem e descarte de resíduos; e promovem a economia circular, contribuindo para a inclusão social, o empoderamento feminino e a geração de renda às comunidades.

Somente entre 2015 e 2018, foram beneficiadas diretamente mais de 6.500 pessoas e a renda gerada pelos grupos produtivos que participam do programa totalizou R$ 2,7 milhões. Como resultados já verificados também estão um projeto voltado ao fortalecimento da cultura quilombola por meio de ateliês de costura na comunidade Lage dos Negros, em Campo Formoso/BA, no entorno do parque eólico Delfina; a implementação de um sistema de agricultura familiar que utiliza água de uso doméstico em Morro do Chapéu, Cerro Azul e Parque Cristal, na Bahia, no entorno dos parques eólicos; e a instalação de painéis solares para geração de energia para a produção de alimentos em São João do Piauí (PI), nas comunidades quilombolas de Saco e Curtume.

Sobre o prêmio

O Prêmio ODS Rede Brasil do Pacto Global contou com mais de 800 inscritos, sendo que foram escolhidos 36 finalistas. Os critérios para a escolha dos cases foram criados pela consultoria PwC, que também auditou todo o processo. Uma banca avaliadora independente definiu os finalistas e vencedores.

Síndrome de Estocolmo corporativa?

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Texto de Taís Lima,  estrategista, desenvolvedora de carreiras e coach.

Meu gestor é muito duro comigo, mas é porque ele quer o meu melhor!

Quantas vezes você já disse ou pensou nessa frase?

Eu perdi as contas de quantas vezes eu disse isso para mim mesma durante a minha carreira no mundo corporativo.

A verdade é que eu achava que se o meu chefe me elogiava demais tinha algo que não estava certo.

Os gestores que mais me inspiravam eram aqueles que me pressionavam, que eram exigentes comigo, pois só assim eu acreditava que realmente estava evoluindo e que eles de fato estavam demonstrando que queriam o meu melhor.

Mas o que isso tem a ver com a Síndrome de Estocolmo?

A Síndrome de Estocolmo foi o nome dado a um estado psicológico em que uma pessoa, submetida a um período prolongado de receio, temor ou acanhamento passa a ter simpatia e está mesmo sentimento de amizade com relação aquela pessoa.

Agora, se você parar e observar não era exatamente isso que eu vivia?

Somos diariamente pressionadas para cumprir prazos, para fazer as coisas em menos tempo, com menos pessoas e, de preferência, perfeito.

Estamos o tempo todo sendo avaliadas, testadas e questionadas para fazer mais e melhor.

Quem tem sido o gatilho desse nível de cobrança?

Eu sei que nós temos um importante papel nesses acontecimentos, mas o fato é que já existem estudos que algumas relações de trabalhos extremas podem gerar esse tipo de situação.

Ainda estudando sobre esse tema encontrei um artigo interessante de uma advogada criminalista que menciona que essa reação afetiva pode decorrer da tentativa de reduzir a tensão entre os envolvidos e que é comum ver este tipo de reação em casos de assédio semelhantes à de um sequestro.

Muitas mulheres tem a tendência a ter um nível de auto cobrança, exigência e até mesmo perfeccionismo muito alta consigo próprias.

Imagina essa régua que já é extremamente alta com uma relação com um gestor que tem um nível de exigência elevado?

Seu gestor te faz sentir receio se as suas entregas estão boas o suficiente? Alguma vez você já sentiu frio na barriga de entregar um trabalho e ouvir o feedback dele?

Fique atenta, isso pode ser você evoluindo, melhorando e crescendo profissionalmente, mas pode também ser o início de uma relação que pode destruir a sua confiança em você, nas suas capacidades e a forma que a sua carreira e o seu trabalho se entrelaçam com a sua vida.

Pense nisso!

Boa reflexão!

Sebrae traz programação voltada para os microempreendedores individuais

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Cerca de 77% dos microempreendedores individuais brasileiros nunca participaram de nenhum curso na área financeira e 40% não realizam nenhum registro das suas receitas. Estas são algumas das constatações da última pesquisa do Perfil do MEI, realizada pelo Sebrae. Para tentar mudar esta realidade, a Semana do MEI, evento promovido anualmente pelo Sistema Sebrae, terá como foco principal a educação financeira e previdenciária dos microempreendedores individuais. Em parceria com a Semana da Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), a Semana do MEI será realizada de hoje (20) a 24 de maio (sexta) com atividades em todo o país.

Durante estes dias, o Sebrae irá ofertar oficinas, palestras e orientações técnicas gratuitas, voltadas para ajudar os microempreendedores individuais a melhorarem seus negócios, por meio do aprimoramento da gestão, das finanças, da inovação e aumento da sua competitividade. Aqui no Ceará, todo o corpo técnico da instituição estará mobilizado com atividades na Capital e nas áreas de atuação de seus 12 Escritórios Regionais. Ao todo no estado, serão realizadas aproximadamente 300 atividades em 107 municípios.

Entre as atividades programadas está a realização de um Hackathon, no Sebraelab, em Fortaleza. O evento tem o objetivo de incentivar novos talentos criativos e empreendedores da cultura digital, estimulando o desenvolvimento de soluções digitais para gestão financeira para os pequenos negócios por meio da criação de aplicações e softwares que serão disponibilizados no Portal do Sebrae Ceará. Os participantes concorrem a uma premiação no valor total de R$ 30 mil, sendo R$ 20 mil para o primeiro lugar, R$ 7 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro. O edital de inscrição no Hackaton está disponível no endereço eletrônico: www.ce.sebrae.com.br.

O Sebrae Ceará também promoverá, durante a Semana do MEI, uma programação especial para os microempreendedores individuais ligados às atividades que integram a Economia Criativa. A ideia é ajudar estes empreendedores a conseguirem equilibrar a gestão criativa dos seus produtos e serviços com a gestão financeira, item fundamental para ter sucesso no negócio. As atividades para este público serão realizadas nas cidades de Aracati, Fortaleza, Juazeiro do Norte e Sobral.

Brasil

Em todo o Brasil, serão realizados cerca de 2.500 eventos, entre oficinas, webinários, palestras, seminários e orientações técnicas que têm como foco apoiar a gestão dos MEI e orientar a formalização de empreendedores interessados em registrar CPNJ como Microempreendedor Individual.

Somando os números das duas últimas edições, realizadas em 2017 e 2018, foram atendidos no país mais de 99 mil MEIs, além de 97 mil empreendedores interessados na formalização. Apenas em 2018, foram atendidos 43.836 pequenos negócios que já atuavam com MEI e 56.815 potenciais empreendedores que buscavam informações sobre como se tornar microempreendedor individual.

10 anos do MEI

Em julho, o país comemora 10 anos do surgimento dos primeiros Microempreendedores Individuais, criados pela Lei Complementar 128, de 2008. O MEI foi criado para facilitar a formalização, criando condições únicas para os empreendedores brasileiros. A Lei Complementar 128 foi sancionada em dezembro de 2008, mas entrou em vigor apenas em julho 2009, e possibilitou que em uma década, mais de 8,3 milhões de trabalhadores se formalizassem. A legislação que beneficia diretamente o MEI tem passado por várias mudanças, uma das principais diz respeito ao limite de faturamento anual que sofreu duas alterações ao longo do período. A primeira em 2012, que levou esse limite de R$ 36 mil para R$ 60 mil. A segunda, no ano passado, quando o teto de faturamento foi reajustado para R$ 81 mil. Com o aumento da faixa de faturamento, empreendedores que exerciam outras atividades também tiveram mais chances de se formalizar.

Evento aborda segurança da informação para empresas

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A segurança da informação é um dos assuntos que mais preocupam as empresas em todo o mundo. Muitos CIOs têm receio de ataques que possam prejudicar a realidade das grandes corporações, como o WannaCry. De acordo com a IDC Brasil, o uso de  soluções para proteção cibernética contra ataques à corporações deve crescer duas vezes mais rápido em relação às outras ferramentas tecnológicas. Para mostrar a importância deste tema, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, realiza, pela primeira vez no Brasil, o  ESET Security Day Brasil. O evento ocorre amanhã, 21 de maio, terça-feira, em São Paulo.

A programação terá seminários e palestras voltadas ao público corporativo, com foco em tendências e problemáticas de segurança da informação que afetam os países da América Latina. Também haverá demonstrações ao vivo, nas quais os participantes se colocarão no papel de invasores para entender como eles agem, seja por meio de phishing, engenharia social ou ataques por malwares. Assim, será possível projetar os riscos envolvidos e o impacto que esses ataques teriam na empresa em que trabalha.

Outro assunto em destaque serão as ferramentas que permitem atingir diferentes níveis de proteção digital, abordando tanto o problema do ponto de vista tecnológico, quanto o gerenciamento e implementação de soluções de segurança para o setor técnico. Atualmente, existem novas ameaças que buscam, por meio do uso de métodos sofisticados, prejudicar não apenas os sistemas de informação de uma empresa, mas também o correto funcionamento de um equipamento.

“Esta é uma iniciativa que já realizamos há 9 anos consecutivos em toda a região da América Latina. Em todos esses anos, mais de 10 mil pessoas já participaram do evento. Dada a boa recepção que sempre tivemos, decidimos trazer o acontecimento ao Brasil pela primeira vez”, diz Camilo Gutierrez Head do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

Escola indígena de Caucaia participará de evento de órgão das Nações Unidas

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A Escola Aba Tapeba, da rede municipal de ensino de Caucaia, foi a única escola pública do Ceará selecionada para o XXV Encontro Nacional do Programa das Escolas Associadas à Unesco do Brasil. O evento acontecerá de 11 a 13 de setembro, em Ouro Preto (MG).

“No ano internacional das línguas indígenas, é muito gratificante ter uma escola indígena de Caucaia representando projetos que têm potencial transformador e contribuem para a conscientização da necessidade urgente de se preservar a nossa cultura nativa”, afirma a Coordenadora de Programas e Projetos da Secretaria Municipal de Educação (SME), professora Andrea Herculano.

Segundo a Unesco, atualmente existem por volta de seis a sete mil línguas no mundo, sendo a maioria delas faladas sobretudo por povos indígenas. Sem medidas educativas adequadas, a tendência é que essas línguas se percam, bem como a história, as tradições e a memória associadas a elas. Em Caucaia, a SME trabalha exatamente para promover o patrimônio cultural e a dignidade das comunidades indígenas (e quilombolas).

Caucaia é destaque na Unesco desde 2017, quando foi o primeiro município cearense a ter uma escola pública certificada. Atualmente, já são 20 escolas que contam com a certificação, o que é motivo de orgulho para a cidade. “A Unesco é uma agência especializada das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura. Ter esse reconhecimento internacional, portanto, significa que estamos desenvolvendo um bom trabalho, que ultrapassa os muros da escola e abre as portas para o desenvolvimento de toda a comunidade”, afirma a coordenadora.

A organização desenvolve ferramentas educacionais para ajudar as pessoas a viverem como cidadãos livres de ódio e intolerância, trabalhando para que cada criança e adolescente tenha acesso a uma educação de qualidade. O papel da Unesco é ajudar os países a adotarem padrões internacionais e gerenciar programas que promovam o livre fluxo de ideias e o compartilhamento de conhecimento.

TJCE divulga data de realização da prova oral e resultados da terceira etapa do concurso para juiz

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O Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) divulgou os resultados provisórios da terceira etapa do concurso para juiz substituto (composta por inscrição definitiva, exame de sanidade física e mental, sindicância de vida pregressa e investigação social e exame psicotécnico). Também apresentou a relação provisória dos que se declararam deficientes e negros e tiveram a condição reconhecida. As informações estão no Edital nº 27/2019.

Os candidatos poderão interpor recurso e ter acesso ao laudo médico e aos motivos para indeferimento de pessoas que se declararam negras e para contraindicação na inscrição definitiva e sindicância de vida pregressa, no período das 9h do dia 23 de maio às 18h do dia 24 deste mês, no site http://www.cespe.unb.br/concursos/tj_ce_18_juiz.

Com relação aos resultados nos exames psicotécnico e de sanidade física e mental, as razões da inaptidão e o parecer da junta médica já estão disponíveis desde sexta-feira (17/05), no mesmo endereço eletrônico.

O resultado final da terceira etapa, da perícia médica dos candidatos que se declararam com deficiência e do procedimento de verificação para concorrer às vagas reservadas a negros será publicado no Diário de Justiça e divulgado no site da organizadora do concurso no próximo dia 13 de junho. Também para a mesma data está prevista a convocação para a quarta etapa (prova oral).

PROVA ORAL
A prova oral do concurso para juiz substituto do TJCE será realizada na data provável de 2 a 8 de julho deste ano.

Os candidatos poderão impugnar, de forma fundamentada, a composição da comissão examinadora. O prazo é das 9h do dia 20 de maio às 18h do dia 24 deste mês, no site http://www.cespe.unb.br/concursos/tj_ce_18_juiz, mediante petição dirigida ao presidente da Comissão do Concurso.
O programa da prova oral será divulgado no endereço eletrônico da organizadora do certame em 24 de junho.

MAIS INFORMAÇÕES
O certame oferece 50 vagas, incluindo três reservadas a pessoas com deficiência e dez para candidatos negros. A seleção está sendo executada pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Sesc-CE conquista prêmio internacional na área ambiental

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O projeto Escola Vem ao Sesc ficou em 1º lugar na categoria Floresta e Flora do Prêmio Internacional LatinoAmérica Verde. Este foi o único projeto finalista do Brasil, tendo passado à frente de trabalhos expostos pela Argentina (2º lugar) e pelo Chile (3º lugar). Os critérios analisados foram: aplicabilidade, inovação, sustentabilidade ambiental, sustentabilidade social e sustentabilidade financeira.

Com a premiação, o Sesc passa a fazer parte do ranking dos 500 melhores projetos socioambientais latino-americanos e receberá o selo que atesta essa condição, além de um certificado da Green Awards Latin America apoiado pela consultoria PwC, que reconhece ações que se destacam como exemplos de compromisso com o cuidado ao meio ambiente e responsabilidade social. Além de gratuita, a iniciativa é uma contrapartida socioambiental do Sesc para as escolas com o intuito de auxiliar na formação de novos multiplicadores ambientais.

“Esse prêmio significa o reconhecimento dos esforços conjuntos do Sesc em constantemente buscar melhorias na qualidade dos serviços e projetos ofertados à população. Estar no ranking dos melhores projetos latino-americanos é uma honra para nós e eleva a instituição a patamares internacionais, reforçando nosso compromisso em cuidar do meio ambiente em prol do desenvolvimento sustentável. O selo verde da América Latina é uma grande conquista para nós!”, destacou Rodrigo Leite, Diretor Regional do Sesc e Senac no Ceará.

Nesta última edição foram inscritos cerca de 8 mil projetos por organizações governamentais, representantes do setor privado, ONGs, comunidades e indivíduos de aproximadamente 40 países, tendo sido convidados também para participar a Espanha, a comunidade hispânica no Canadá e os Estados Unidos.

O evento é anual e teve sua primeira edição em 2013, tendo contado com a participação de 38 países em 2018, divididos em 10 categorias: Água, Florestas e Flora, Cidades Sustentáveis, Desenvolvimento Humano, Energia, Animais, Finanças Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Oceanos, Produção e Consumo responsável. Os vencedores serão homenageados na terceira semana de agosto em Guayaquil, a maior cidade do Equador.

“Quando tomei a iniciativa de inscrever o Projeto, sabia que tínhamos grandes chances de entrar para o ranking em virtude das nossas boas práticas institucionais e do grande impacto do programa em nossa comunidade, mas não esperava que fôssemos vitoriosos em uma das categorias. Fiquei muito feliz com o resultado! Isso só comprova a qualidade das ações promovidas pelo Serviço Social do Comércio no Ceará e o compromisso do Sesc Iparana Hotel Ecológico em manter o desenvolvimento sustentável para as presentes e futuras gerações”, declara Francisco Cardoso, educador ambiental do Sesc.

Sobre o projeto Escola Vem ao Sesc

O projeto Escola Vem ao Sesc faz parte do Programa de Educação do Serviço Social do Comércio e é realizado há quatro anos no Ceará, onde alunos de escolas públicas da Região Metropolitana de Fortaleza, com idade entre 7 e 14 anos, realizam uma aula de campo sobre educação ambiental na Reserva Ecológica Sesc Iparana. Na ocasião são ofertadas atividades educativas e culturais para as crianças, além de recreação no parque aquático. As visitas acontecem todas as terças-feiras pela manhã e à tarde, de acordo com o calendário escolar dos visitantes, sendo recebidos em média 120 alunos por turno.

“As crianças fazem uma trilha ecológica dentro da Reserva. Depois visitam o Viveiro de Mudas, o Horto e a Fazendinha, onde têm contato com animais, aprendem sobre a vida no sertão e acerca da preservação ambiental. Em seguida são conduzidas ao auditório para o ensino de temáticas relacionadas à educação e saúde. Também recebem dicas de alimentação saudável da nutricionista, sendo levadas ao restaurante para lancharem. Por fim, há um momento lúdico de recreação na piscina”, explica Lucy Mary Aquino, Gerente do Sesc Iparana Hotel Ecológico.

Mary destaca ainda que a Reserva Ecológica de Iparana é a única unidade do Sesc guardiã de uma Área de Preservação Ambiental, que se transforma em uma verdadeira sala de aula e um laboratório vivo para os estudantes. “Essa é uma experiência muito enriquecedora para os alunos e importante para as instituições de ensino, considerando que Educação Ambiental é lei no Brasil, mas muitas vezes essa demanda não é atendida pelas escolas”, ressalta.


Próximas visitas

O Projeto Escola Vem Ao Sesc acontece todas as terças-feiras no Sesc Iparana Hotel Ecológico. Hoje (21 de maio), uma escola pública de Caucaia  participa da visita guiada pela manhã, de 8h às 11h, e à tarde, entre 13h30 e 16h. No próximo dia 28 de maio, os estudantes do Liceu de Maracanaú serão recebidos para a aula de campo na reserva ambiental do Sesc  nos mesmos horários.