Andbank Brasil propõe fundos multimercados para todos os perfis de investidores

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O Andbank – banco europeu especializado em gestão de patrimônio para clientes de alta renda – acaba de divulgar sua Carta Mensal “Alocação Estratégica de Ativos”, com propostas para as carteiras dos diferentes perfis de investidores. Em comum, a sugestãos de fundos multimercados para todos.

A composição dos portfólios de novembro foi estruturada tendo em vista o cenário atual de juros baixos e a perspectiva de manutenção nesse patamar. No contexto atual, para continuar gerando um resultado satisfatório é inevitável a exposição ao risco, mas respeitando o perfil de cada investidor.

O portfólio das carteiras recomendadas para o mês foi incrementado por uma maior diversificação de temas na classe de Fundos Multimercados, fator fundamental para resultados em meio ao novo cenário macroeconômico.

Para os investidores mais conservadores, a proposta do banco é manter 70% dos recursos em renda fixa e os restantes 30% em fundos multimercados. Já para os perfis moderados, a alternativa seria alocar 44,5% da carteira em renda fixa, 36% em fundos multimercados e 19,5% em renda variável. Os arrojados podem dividir suas aplicações em renda fixa (30%), fundos multimercados (40%) e renda variável (30%).

As propostas estão sustentadas na avaliação da situação do mercado feita pelo CIO do Andbank, Rodrigo Octavio Marques de Almeida. Ele destaca que “o mercado já aposta em nova redução na próxima reunião do COPOM, marcada para dezembro, quando os juros poderão chegar a 4,50%. E não estão descartados novos cortes na Selic no próximo ano, como resultado de mais estímulo monetário em economias desenvolvidas associado à capacidade ociosa da economia brasileira”.

Já o real, segundo o CIO, “continua pressionado e deve se manter no patamar de R$ 4 por dólar norte-americano. Essa relativa fraqueza da moeda brasileira está diretamente relacionada ao contexto de desaceleração global, que tradicionamente atinge o fluxo de capital em direção aos mercados emergentes, bem como a perspectiva de novos cortes na Selic, o que restringe o diferencial das taxas de juros brasileiros e de outros países.

Depois da aprovação da reforma da previdência, Marques de Almeida lembra, como fator positivo para o governo, o programa de privatizações, que devera ter um “forte impacto fiscal, estabelecendo um círculo virtuoso que vai colaborar com a formulação e negociação das novas reformas a serem votadas em 2020”.

O tempo da reforma trabalhista nos contratos de trabalho e nas relações coletivas

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Artigo de Paulo Sergio João, advogado e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas:

A Reforma Trabalhista da Lei nº 13.467/17 vai para o seu segundo ano (dia 11 de novembro). Talvez não de vigência completa em razão da Medida Provisória nº 808, editada em 14 de novembro do mesmo ano e com perda de vigência em 24 de abril de 2018. Depois veio a Medida Provisória nº 881/2019, tratando da Liberdade Econômica, com algumas alterações da Reforma e, ao final, foi aprovada e sancionada, convertendo-se na Lei nº 13.874/19, chamada “reforminha”.

Foram dois anos de expectativas, incertezas e de insegurança nas relações individuais e coletivas do trabalho. Alguns caminharam para o “pode tudo” e outros para o “não pode nada”. Os mais cautelosos, ainda aguardam as discussões acalmarem após juristas, juízes e ministros se manifestarem sobre conjecturas que consideram a mudança e a transformação do velho (CLT) para o novo (CLT reformada).

O confronto do Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (CLT) com as novas disposições da Reforma obrigou o intérprete, necessariamente, no nosso sentir, a dois aspectos transformadores: (i) à revisão dos efeitos da manifestação da vontade e da responsabilidade do modelo de protecionismo paternalista e (ii) de um sindicalismo monopolista.

A revisão dos efeitos da manifestação da vontade e da responsabilidade aplicadas, comparativamente ao período anterior à reforma, deveria considerar o contrato de trabalho mais próximo dos contratos de natureza civil pura, em que o ajustado faz lei entre as partes contratantes. Contudo, a justificativa histórica (e que ultrapassa os tempos para que nas relações trabalhistas se encontre um componente diferenciado da lei civil) justificou-se pela necessidade de emprego e desigualdade econômica entre as partes, além do que cuida a relação de força de trabalho humano, incompatível de ser tratado como coisa e, portanto o direito civil não lhe servia e demonstrou seus efeitos danosos na relação de trabalho. A proteção encravada pelo direito do trabalho, na garantia de direitos mínimos, parece justificar a existência de uma legislação específica e fora do alcance dos princípios civilistas.

A Reforma Trabalhista contrariou a tradição e, em alguns casos, a realidade ainda existente. Assim, aumentou o grau da manifestação da autonomia da vontade individual, como exemplo, no disposto pelo artigo 444, parágrafo único, tratando como diferenciados trabalhadores com salários acima do dobro do teto da previdência e que tenham nível de ensino superior. Ao mesmo tempo, a Reforma enfrenta temas que pareciam essenciais no contrato de trabalho e que gozavam de indisponibilidade de direitos e garantias legais e convencionais. Aqui, a responsabilidade contratual prevalecerá e não será submetida a revisões judiciais em período posterior ao rompimento contratual dado que homenageia a prevalência do negociado, aplicando-se a regra “rebus sic stantibus”. O preenchimento dos dois requisitos parece, todavia, pertencer a um grupo reduzido de trabalhadores. Para os demais, aplicam-se os princípios históricos e que justificaram e que ainda podem justificar a garantia contratual mínima de direitos.

O segundo aspecto, que diz respeito à forma pela qual os trabalhadores se organizam em sindicatos para negociar novas condições de trabalho, fez destacar que a proteção social coletiva de grupos identificados por vínculos de interesses comuns seria capaz de equilibrar e evoluir nas conquistas e avanços de melhoria da condição social (art. 7º caput da Constituição Federal).

A Reforma Trabalhista, no tema direito coletivo nele compreendido a organização sindical, enfrentou dificuldades. Não se pretende cair em lugar comum, de reconhecimento quase unânime, mas vale lembrar a fragilidade de nosso sindicalismo (com poucas exceções) acostumado no modelo de receita certa (contribuição sindical compulsória) e de pouca prestação de contas aos representados. Deste modo, a alteração da forma de custeio com a transferência para a manifestação favorável do trabalhador ou empresa não sofreu resistência porque faltaram justificativas para sua permanência.

Assim, nesta continuidade de prática da Reforma Trabalhista no âmbito das relações coletivas, a evolução ainda está a caminho porque as negociações, contrariamente ao que foram no passado, em que se negociavam os prejuízos, devem pautar condições de responsabilidade para o futuro e, em especial, de forma consistente e programática, abandonando o aqui e agora. A autonomia da vontade coletiva foi prestigiada e impõe aos negociadores (patrões e empregados) responsabilidade de seus efeitos. Os sindicatos devem entregar para seus representados um plano para o futuro, acompanhando as transformações do mundo do trabalho e que não seja exclusivamente imediatista.

Também as negociações coletivas, compreendidos sindicato profissional e patronal, devem observar a Convenção Internacional nº 98, da OIT, em seu artigo 4º, ratificada pelo Brasil em 1949, no sentido de que o objetivo da negociação é o de regular, os termos e condições de emprego. Neste passo, constata-se avanço desordenado e desgovernado na fixação de contribuições sindicais ou, no mesmo sentido, de excluir de obrigação de quota de deficientes empresas que sejam associadas ao sindicato patronal. Todas violando a garantia de exercício do direito de liberdade sindical e, da quota de deficientes, a própria lei.

Mas, os erros e acertos devem ser atribuídos à pouca familiaridade com o novo. O tempo deverá acomodar a Reforma cuja aplicação é inexorável e são prematuras interpretações futurísticas.

#BluesLabel volta ao #CanoaBlues em alto estilo

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Integrada por Roberto Lessa (guitarra e voz), Leonardo Vasconcelos (teclado e voz), Marcelo Holanda (bateria) e Victor Fontenele (baixo), a Blues Label é uma das mais maduras formações do Blues nos palcos do Nordeste. E é uma das atrações do Festival Canoa Blues, que inicia amanhã, em Canoa Quebrada (Aracati, CE, a 150 km de Fortaleza), a 12ª edição.

Tanto quanto músicos experientes, os integrantes da Blues Label são amigos músicos com a proposta de pesquisar e executar as várias vertentes dessa popular música centenária nascida dos lamentos, festejos e labores de afrodescendentes norte-americanos, expressada e apreciada hoje em vários países sem restrições de classe ou etnia.

O Festival Canoa Blues tem apostado, e acertado com a Blues Label. A banda se apresentou na primeira edição, em 2008, e volta agora acompanhando sábado, 16.11, o gaitista argentino César Valdomir.

Como nas edições anteriores, o Canoa Blues 2019 tem atenção especial para a responsabilidade social. Este ano, o Festival estimula novamente que o público faça doação de livros, que serão repassados ao Conselho Comunitário de Canoa Quebrada. As doações serão recolhidas nos locais dos shows.

Sebrae, Banco do Nordeste, Governo do Estado do Ceará, Assembleia Legislativa e Prefeitura do Aracati apoiam a edição 2019 do Canoa Blues. O evento também conta com a participação do Portal Invest Nordeste, Associação dos Empreendedores de Canoa Quebrada e Cantina Pet.

Sistema S no Ceará apresenta resultados

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Números do Ceará nas áreas de empreendedorismo e inovação, educação profissional e promoção social serão apresentados no próximo dia 18.11, segunda-feira, durante café da manhã, no Senac Reference, em Fortaleza.

Senadores e deputados federais que compõem a bancada cearense serão recepcionados por dirigentes do Sistema S no Ceará.

Entre os indicadores a serem apresentados está a geração de mais de 1 milhão de empregos no Estado, compreendendo setores do comércio, indústria, meio rural e transportes, além de segmentos nas áreas da saúde, gastronomia e outros.

Bebidas e petróleo puxam crescimento da produção industrial da Bahia

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Os setores de bebidas, com 25,3%, e derivados de petróleo (9,7%), foram os responsáveis pelo desempenho positivo da produção industrial baiana, em setembro, com crescimento acima da média nacional. Enquanto a produtividade no país ficou em 0,3%, a Bahia aumentou 4,3% frente ao mês anterior.

Os números, divulgados pelo IBGE, confirmam dados do Panorama de Desenvolvimento Econômico, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), que revelam tendência de elevação de investimentos no mês de outubro. De acordo com a SDE, houve um crescimento de 22,6% no volume de investimentos previstos para o estado, com os protocolos de intenções assinados em outubro de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado. São previstos R$ 985,1 milhões de aporte financeiro, em 10 protocolos, contra R$ 222,8 milhões investidos e oito protocolos assinados, em 2018.  

 “Os números são animadores e servem como motriz para o Governo do Estado, por meio da SDE, que tem se esforçado para atrair novos empreendimentos e consolidar os já existentes. No acumulado deste ano, temos 98 protocolos de intenções assinados, com previsão total de investimentos de R$ 7,8 bilhões e estimativa de geração de 6,1 mil empregos diretos”, afirma o vice-governador João Leão, secretário da pasta. 

O estado tem 357 empreendimentos incentivados em fase de implantação, totalizando mais de R$ 36 bilhões em investimentos e oferta potencial de 46,5 mil empregos. São 276 empreendimentos com previsão de implantação até 2021, com aporte financeiro estimado em R$ 19,7 milhões e geração de 30 mil postos de trabalho.

Destaque para o setor de Eletricidade e Gás, que deverá investir, sozinho, R$ 13,7 bilhões e gerar 4,3 mil empregos diretos e indiretos. Em 2019, foram implantados 55 empreendimentos incentivados, que investiram R$ 3 bilhões e geraram mais de 3,5 mil novos empregos. Os destaques ficam por conta das implantações da J. Macêdo, em Simões Filho, com investimentos de R$ 148 milhões, e da Be Life Indústria, Comércio e Exportação, em Lauro de Freitas, com geração de 100 novos postos de trabalho e investimento de R$ 7 milhões.

Black Friday: dicas para comprar passagens aéreas no dia mais barato do ano

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Viajar é maravilhoso e, praticamente, todo mundo gosta. Mas viajar gastando menos é o tipo de coisa capaz de conquistar o coração de qualquer um, não é mesmo? Você pode estar planejando o roteiro de fim de ano ou mesmo a próxima temporada de férias – tanto faz. O importante mesmo é aproveitar a Black Friday para economizar, sem cair em ciladas.

Durante a sexta-feira mais barata do ano, é muito comum encontrar a famosa promoção da “metade do dobro do preço”. Ou seja, muitas marcas aumentam os preços finais para que, com o desconto, os consumidores paguem os mesmos valores aplicados em quaisquer outros dias do ano. 

Dessa forma, duas práticas são decisivas para a garantia de um bom negócio: a escolha de um buscador de confiança e a pesquisa de valores prévios para as datas e/ou locais desejados. Uma dica é verificar as possíveis datas que podem deixar as viagens mais baratas. Até mesmo em feriados prolongados, por exemplo, é possível encontrar boas opções, se a consulta for feita antecipadamente. 

Para comprar passagens e ainda economizar, um excelente aliado é o buscador de voos TurismoCity (www.turismocity.com.br). Ele reúne, compara e envia, em primeira mão, aos usuários voos disponíveis e passagens aéreas promocionais para diversos destinos.

Segundo Paula Rebouças, Country Manager do TurismoCity, a tecnologia tem sido uma forte aliada dos viajantes e pode ajudar a garantir economia com a compra de passagens.“O TurismoCity, por exemplo, atua por meio de inteligência artificial e permite que os viajantes tenham uma economia de até 30% em qualquer dia do ano – número que ainda pode aumentar durante a Black Friday. A plataforma reúne os resultados de todos os voos disponíveis em um único lugar, possibilitando ao cliente comparar as ofertas. Também ajuda os usuários a decidir quando e para onde viajar, já que oferece datas alternativas com melhores preços”, explica Paula.  

Mais de 80% dos pequenos lojistas virtuais dizem que participarão da Black Friday

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Não são apenas os consumidores que esperam ansiosamente pela data em que podem fazer compras com desconto de até 90% sobre o valor da etiqueta. De acordo com levantamento exclusivo da Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br), plataforma gratuita para a criação de lojas virtuais com mais de um milhão de unidades criadas, cerca de 80,4% dos  lojistas entrevistados pretendem participar da Black Friday em 2019 – muitos pela primeira vez.

A pesquisa também aponta em que o consumidor deve ficar de olho para encontrar as promoções! De acordo com os entrevistados, as redes sociais mais utilizadas em suas estratégias de vendas são, respectivamente, Instagram, Facebook e Whatsapp. Entre os benefícios oferecidos aos clientes, estarão descontos em produtos avulsos ou em combo, frete grátis e brindes.

Aliás, o Whatsapp é o queridinho dos lojistas nesta edição da Black Friday. Cerca de 90,7% deles farão atendimento pelo canal durante as 24 horas de promoções.

Invista nos pequenos

Segundo Alfredo Soares, especialista em comércio eletrônico e autor do livro #BoraVender, comprar dos pequenos e médios lojistas pode ser uma boa oportunidade de aproveitar a data e garantir bons negócios. “As grandes redes recebem muitos pedidos, o que pode atrapalhar a entrega. Sem contar que, com o micro e pequeno varejista, você consegue negociar políticas mais flexíveis de troca e devolução – caso necessário – e encontrar produtos e presentes mais exclusivos”, explica.

Para os comerciantes, as maiores dificuldades da data se concentram em oferecer preços realmente bons aos clientes (60,9%) e atraí-los para as compras (58,8%), de maneira geral. 

Por outro lado, a expectativa em relação ao retorno financeiro para o e-commerce é grande. 54,9% dos entrevistados esperam faturar até 5 mil reais na data, seguidos de 33,8% que estimam o ganho entre 5 e 30 mil reais. E não para por aí: cerca de 2,5% dos lojistas acreditam no faturamento acima de 300 mil reais.

Apesar de o termo só ter se disseminado a partir dos anos 90, a Black Friday teve origem nos Estados Unidos e, hoje, é adotada em vários países do mundo, incluindo o Brasil.

Liderança é comunicação, conexão e confiança

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Artigo de Rafael Souza, diretor de serviços da XGEN, especializada em plataformas de Inteligência Artificial para canais de atendimento.

A cada dia que passa, percebo que uma boa comunicação e liderança têm total relação com conexão. Se você consegue se conectar com outras pessoas em todas as esferas, — individual, em grupos e com uma plateia — seus relacionamentos se fortalecem, sua percepção de comunidade melhora, sua habilidade de criar um trabalho em equipe é aprimorada, sua influência aumenta e sua produtividade vai à estratosfera.

Os líderes só conseguem alcançar os seus objetivos porque trabalham e interagem com outros indivíduos e, para isso, o requisito é manter uma comunicação constante. Se as mensagens não forem claras e bem recebidas, o processo de liderança pode estar comprometido. E quando me refiro à comunicação, não está em causa a capacidade oratória do líder, mas as competências que lhe permitem dirigir, instruir, compartilhar e inspirar os seus colaboradores. É através da comunicação e do relacionamento que o líder vai conhecer os seus colaboradores, proporcionar-lhes crescimento, inspirá-los e motivá-los para elevados desempenhos, para que sejam autônomos e capazes de contribuir para o desenvolvimento da organização.

As barreiras na comunicação podem acontecer pelos seguintes motivos:

Filtragem
Ocorre quando o emissor manipula a informação de modo a agradar ao receptor. Por exemplo, um gestor diz ao seu líder o que acha que este quer ouvir, e não o que realmente pensa. Neste caso, o líder precisa deixar o colaborador à vontade para dizer o que, de fato, acontece ou aconteceu.

Erros de percepção
Os indivíduos têm tendência a projetar os seus interesses e as suas expectativas na comunicação, ouvindo o que lhes convém, e não o que foi realmente transmitido. Mensagens muito longas podem fazer com que os receptores desviem a atenção. Procure saber se todos realmente perceberam a mensagem. Faça perguntas e solicite feedback.

Excesso de informação
Muitas pessoas não conseguem processar demasiada informação (a informação fornecida não deve ultrapassar a capacidade de processamento dos indivíduos). Tenha atenção a quem se dirige. A comunicação deve ser adequada ao “outro”. Se possível, nunca diga nada de muito importante de uma vez só.

Defesa
Quando, de alguma forma, os indivíduos se sentem ameaçados, tendem a reduzir a sua capacidade de comunicar eficazmente, ficando na defensiva. Quando estiver num dia ruim, evite reuniões. Se for inevitável, tente não expressar emoções negativas. Não use, de forma alguma, sarcasmos ou insultos.

Linguagem
Não são apenas as diferenças do código linguístico que se tornam barreiras à comunicação. Mesmo quando as pessoas falam a mesma língua, nem sempre conseguem se comunicar eficazmente, porque acabam atribuindo sentidos diferentes às mesmas palavras. Por isso, não tema repetir-se. A repetição pode ajudar a fazer-se entender. Aposte também em exemplos e ilustrações da vida real.

Lidar com estas barreiras é o primeiro passo a ser dado. É preciso criar um ambiente de abertura e franqueza, não hostilizar as diferenças de interpretação e fomentar as trocas de comunicação. Este processo não se resume a falar, até porque todo tipo de comportamento e postura é uma forma de comunicação. Mesmo as pausas e os silêncios indicam a nossa posição no processo de comunicação, e devemos estar despertos e atentos a cada movimento. É necessária a consciência de que comunicar não é um processo fácil, uma vez que se reveste de fatores complexos como a interpretação de significados, muitas vezes emocionais e sujeitos a erros e interpretações questionáveis acerca da real intenção das mensagens.

Primeira edição do Cabíria Festival será no Rio entre 22 e 26 de novembro

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O Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual realiza primeira edição entre os dias 22 e 26 de novembro, no Rio de Janeiro. Com programação gratuita, o evento é uma expansão do Cabíria Prêmio de Roteiro que desde 2015 incentiva a valorização de roteiristas mulheres e protagonistas inspiradoras, sob o lema “Por mais mulheres nas telas e atrás das câmeras”.  A iniciativa ocupará três espaços da capital fluminense: a Cinemateca do MAM, o Cinemaison Rio e a Fundação Casa de Rui Barbosa; e se orgulha em ser viabilizada graças a muitas parcerias e quase 300 apoiadores, de uma campanha bem-sucedida de financiamento coletivo.

Atrizes, diretoras, roteiristas, produtoras e demais profissionais mulheres do audiovisual também se engajaram para arrecadar fundos e participarão do evento, que estará de portas abertas para todos, sem distinção de gênero. Entre elas, as cineastas Lucia Murat (“Uma Longa Viagem”; “Praça Paris”) e Adélia Sampaio (“O Mundo de Dentro”) – primeira diretora negra brasileira a realizar um longa de ficção, Amor Maldito, em 1984; a produtora Debora Ivanov (ex-diretora da Ancine) e a diretora de Políticas Audiovisuais da Spcine, Malu Andrade; as atrizes Bruna Linzmeyer (“Alfazema”; “O Grande Circo Místico”) Karine Teles (“Bacurau”; “Que Horas Ela Volta”), Maeve Jinkings (“Aquarius”; série “Onde Nascem Os Fortes”) e Suzana Pires (Instituto Dona de Si); além da multifacetada Cleo, que apresentará sua plataforma digital – Cleo On Demand – ao lado da atriz vencedora do Prêmio Shell de Teatro, Vilma Melo; – e de diversas cineastas expoentes da nova geração, como Carol Rodrigues (“3%”; “A felicidade delas”), Beatriz Seigner (“Los Silencios”), Yasmin Thayná (“Cabela”; “Fartura”), Eliza Capai (“Espero tua (re)volta”), Alice Riff (“Eleições”; “Meu Corpo é Político”) e muitas outras profissionais do audiovisual brasileiro.

O festival tem objetivo de se firmar no calendário anual de eventos do Rio de Janeiro através de uma programação voltada para o debate sobre gênero e diversidade na cadeia produtiva do audiovisual. Ao público é oferecida uma ampla programação de obras de cineastas mulheres com sessões de longas e curtas-metragens, seguidas de debates com as realizadoras, além de painéis, oficinas e masterclasses diversos, voltados para estimular a rede de cineastas mulheres, enriquecer a formação profissional das participantes e provocar reflexões inerentes ao feminino, dos desafios da maternidade à ocupação feminina em cargos de decisão. O Cabíria Prêmio de Roteiro também cresceu junto à expansão do projeto, celebrando roteiros de longas e as novas categorias de pilotos de série, e de argumentos infantojuvenis.

Para Marília Nogueira, da Ipê Rosa Produções, e Vânia Matos, da Laranjeira Filmes, realizadoras do festival, “o evento reforça a importância não apenas da equidade de gênero nos espaços de trabalho, mas também a do protagonismo feminino em suas próprias histórias. No contexto do audiovisual, a iniciativa soma à luta para que mulheres tenham vez e voz ao contar suas vivências, seja escrevendo roteiros, dirigindo projetos ou atuando em personagens de destaque. Já fora das telas, o Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual promove o reflexo desse empoderamento na vida pessoal de cada mulher, incentivando e respeitando seu direito de escolha, suas experiências e demandas”, ressaltam.

Além disso, diante dos cortes dos financiamentos públicos e privados à cultura e da constante ofensiva ao setor promovida pelo governo federal, o Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual reúne profissionais mulheres para resistir e reagir. A ideia é pensar alternativas para desenvolver projetos, resguardar os empregos gerados pela indústria do audiovisual e manter ofertas de programação para o público.

Com ex-atletas como colaboradores, agência digital torna marcas referência para fãs

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Colaboradores que gostam daquilo que fazem apresentam naturalmente novas ideias com mais frequência e se engajam até mesmo quando não estão trabalhando. Estas são algumas características de uma equipe engajada e esta paixão pelo trabalho e pelas tarefas do dia a dia se transforma em crescimento profissional e rentabilidade para as empresas. Pesquisa da consultoria Aon Hewitt revela que um aumento de somente 1% no engajamento de colaboradores pode representar alta de até US$ 20 milhões por ano nas receitas operacionais de uma companhia. 

Sabendo disso, empresas estão cada vez mais preocupadas em transformar paixão em qualidade e produtividade no trabalho e uma delas trabalha desta forma na área de Comunicação. A Skidun (www.skidun.com) – agência digital que atende grandes marcas, com destaque para os segmentos de esporte e entretenimento, ajuda empresas a construírem e engajarem grandes audiências por meio do Digital, usando criatividade, tecnologia e inteligência de dados.

Liderada pelos sócios André Ignacio e Tiago Fernandes, a Skidun já está há 11 anos no mercado e atende clientes que são referências nas áreas em que atuam, como NBA, UFC, Adidas, SporTV, Cartola FC, entre outros. A agência conta com mais de 60 colaboradores, dentre eles ex-atletas de basquete e ex-jogadores de futebol, que produzem mais de 300 conteúdos por dia.

Engajar o time para conquistar mais clientes

Segundo André Ignacio, a cultura de ter um time que tem muita afinidade com o que faz no dia a dia desperta mais criatividade, inovação e agilidade na entrega para os nossos clientes. “Trabalhamos para que a marca seja a mais reconhecida e admirada entre os fãs e o segredo é criar o conteúdo certo, para as pessoas certas, no timing correto. Pensamos que isto só é possível com uma equipe que encara o trabalho do dia a dia de forma passional. Pela intimidade e paixão pelo assunto, eles acabam acompanhando naturalmente tudo sobre esportes, se informam e se aprofundam até mesmo quando não estão trabalhando”, destaca André.

Já o cofundador Tiago explica que desde 2016 o nicho principal dos clientes é de esporte e entretenimento. Com o know-how do time, a Skidun se consolidou como uma agência de marketing digital focada na área e busca conectar os fãs às marcas por meio de estratégias que façam sentido e gerem valor para os dois lados.

“Criamos conteúdos em tempo real e sempre experimentamos novas ideias, plataformas e canais para ir além do lugar comum e gerar o máximo de alcance e reconhecimento de marca para nossos clientes. Para atingirmos estes objetivos, montamos a maior parte da nossa equipe com pessoas que levam o esporte como ‘hobby’ e trabalham com aquilo que amam”, finaliza André.