Projetos do Fundo de Combate à Pobreza impactam a vida de 3,8 milhões de cearenses

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Para ver chegar a bonança nas terras de onde tira o sustento, Dona Dira Fernandes, de 56 anos, moradora de Tauá, no Sertão dos Inhamuns, recorre ao santo padroeiro dos cearenses. Ela e cerca 155 mil agricultores iniciam cada ano que chega pedindo a São José água e mais que isso: chances para plantar e seguir a vida. Nesse momento, além da fé, entra uma ajuda importante do Governo do Ceará: o Projeto Hora de Plantar, iniciativa da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) que entrega nas mãos de agricultores familiares, de todas as regiões do estado, sementes com alto grau de germinação para gerar renda e sustentabilidade a milhares de famílias.

O Hora de Plantar é um dos projetos do Governo do Ceará financiados pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Entre 2004, quando teve início a operacionalização do Fundo, e 2019, o volume de recursos aplicados anualmente saltou 422,4%, passando de R$ 112,5 milhões para R$ 587,8 milhões. Com relação ao número de pessoas atendidas pelos projetos financiados pelo Fecop, o crescimento supera 2.944%. Em 2004, apenas 124.820 pessoas, distribuídas em 21 municípios, foram beneficiadas. Já em 2019, os projetos do Fecop impactaram a vida de aproximadamente 3,8 milhões de cearenses em todos os 184 municípios. No acumulado de 2004 até o ano passado, o Fecop aplicou mais de R$ 4,9 bilhões em 1.818 projetos voltados para a melhoria das condições socioeconômicas da população cearense.

Com os recursos do Fecop, 3.140 mil toneladas de sementes de feijão, milho e sorgo, além de 5 mil m3 de maniva de mandioca, 4,5 milhões de raquetes de palma forrageira e 620.500 mudas frutíferas, de caju anão precoce e de mudas de essências florestais e nativas, garantirão, neste ano, impacto positivo na vida de quem só quer plantar para viver.

“Eu me sinto muito feliz em receber as sementes (de milho e sorgo), porque senão fosse esse programa, nós íamos ter que comprar, né?!”, comenta uma Dira aliviada e cheia de fé. Com as sementes nas mãos, como faz todos os anos, ela repete sua jaculatória: “Ah, meu São José, proteja todos nós, bote chuva para nós agricultores pra gente poder plantar e colher uma boa safra”.

Redução de desigualdades

O comprometimento do Governo do Ceará com a redução desigualdades sociais e ampliação do acesso aos direitos básicos, através do Fecop, está refletido no investimento em diversos projetos como o Programa de Bolsa Acadêmica de Inclusão Social (Bsocial), para alunos em situação de vulnerabilidade social da Uece, Urca e UVA; o Apoio Técnico e Pedagógico às Ações do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Infantil (PADIN); o Cartão Mais Infância, para redução da situação de extrema pobreza infantil; implantação de Espaços lúdicos para o desenvolvimento Infantil – Brinquedopraças; o Projeto Agente Rural, para aumentar a renda e a ocupação dos agricultores familiares, entre outros.

“No Ceará, temos buscado superar os desafios através de fortes investimentos nas áreas prioritárias da educação, saúde, segurança, assistência social e geração de empregos. Só acredito em crescimento sustentável com redução da pobreza e da desigualdade”, afirma o governador do Ceará, Camilo Santana.

Os resultados mostram que o combate à pobreza é tratado como prioridade pelo Governo do Ceará. “Via Fecop, é viabilizado para toda a população pobre e extremamente pobre do Estado o acesso a níveis dignos de subsistência. Nesse sentido, os recursos do Fecop são aplicados, exclusivamente, em ações suplementares de nutrição, habitação, educação, saúde, saneamento básico, combate à seca, reforço de renda familiar e outros programas de relevante interesse social, voltados para a melhoria da qualidade de vida dos cearenses”, explica o coordenador de Promoção de Políticas de Combate à Pobreza da Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag), Freitas Júnior.

Repasse do ICMS

De acordo com o coordenador, os recursos para o Fundo Estadual de Combate à Pobreza são decorrentes da cobrança relativa ao produto da arrecadação, correspondente ao adicional de dois pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) ou de imposto que vier a substituí-lo, incidente sobre produtos e serviços especificados pela Lei Complementar nº 37/2003, como bebidas alcoólicas, armas e munições, fumo, energia elétrica, gasolina, serviços de comunicação e jóias, dentre outros.

A transferência dos recursos do Fecop é feita pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), responsável pela gestão financeira do Fundo, diretamente para as secretarias setoriais responsáveis pela implementação das ações planejadas, em caráter não reembolsável, após aprovação do Conselho Consultivo de Políticas de Inclusão Social, órgão de máxima gestão administrativa do Fundo.

Para garantir a correta aplicação dos recursos e o bom andamento dos projetos fomentados pelo Fecop, os técnicos da Seplag realizam, semestralmente, o monitoramento físico e financeiro. “O combate à pobreza no Ceará é feito com austeridade no gasto público, melhoria dos processos, qualificação dos técnicos envolvidos, e consecução dos melhores resultados”, afirma Freitas Júnior.

Shopping de Fortaleza faz campanha solidária de arrecadação de material escolar

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O Shopping Del Paseo, em Fortaleza, realiza, até 31 de janeiro campanha “volte às aulas com as crianças do Instituto Novidade de Vida” para arrecadação de material escolar. A doação de lápis, borracha, apontador, cadernos, lápis de cor, giz de cera, tesoura e canetinha pode ser feita no piso L1, próximo a Fazendinha de Férias.

Todo o material arrecadado durante a campanha será destinado às crianças do Instituto Novidade de Vida.

Segundo o superintendente do shopping Del Paseo, Eizon Said, ao fazer uma doação o cliente do shopping estará ajudando as crianças do instituto Novidade de Vida a construir um futuro melhor através da educação.

O Del Paseo fica na Avenida Santos Dumont, entre ruas Barbosa de Freitas e Leonardo Mota, na Aldeota.

Delivery de marmitas fit aposta em mercado que movimenta US$ 35 bi

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Dados da plataforma Euromotor Internacional indica que entre os produtos de consumo alimentícios que têm impulsionado o mercado em vendas nos últimos anos estão as refeições mais leves, ricas em nutrientes e proteínas. no Brasil, a alimentação saudável e itens relacionados ao bem estar cresceu 98%, e atualmente, o setor movimenta cerca de US$ 35 bi ao ano no país, o que o deixa na quarta posição em relação ao restante do mundo.

Com a valorização do estilo de vida saudável, a população brasileira tem dado mais atenção ao consumo de alimentos saudáveis e cada vez mais menos preferência pelos industrializados. Visando atender o público cultuador de hábitos alimentares saudáveis, o Bistrô da Carmen Fit, atua no segmento de produção e entrega de marmitas saudáveis congeladas, com o objetivo de atender a necessidade de cada cliente.

“O objetivo da nossa prestação de serviço é atender o público fitness, além daqueles que não tem como empreender tempo no preparo de uma alimentação saudável devido a rotina do dia a dia”, explica Carmen Valente, idealizadora do Bistrô da Carmen Fit.

Ainda de acordo com Euromotor, os alimentos “Livres De” se consolidam no mercado brasileiro. Os alimentos sem glúten e lactose estão em destaques, deixando de ser somente um produto para os consumidores com intolerâncias alimentares, uma vez que são considerados mais saudáveis. Em 2018, o segmentou apresentou a maior taxa de crescimento dentro do segmento de alimentos industrializados saudáveis. O consumidor está mais informado sobre seus hábitos e os produtos sem glúten e sem lactose continuarão a brilhar nos próximos anos.

Carmen revela que os alimentos disponíveis no cardápio não há frituras, e tão pouco temperos prontos. Além disso, as comidas são caseiras, e preparadas com óleo de coco, sal rosa e temperos 100% naturais. São comercializadas seis opções de marmita fit, com 300 gramas cada, sendo possível montar kits com dez, vinte e até trinta marmitas fit. E também aceitam encomendas com pedidos de cardápios personalizados, ou seja, orientados por nutricionista.

Entre as opções disponíveis merecem destaque o frango desfiado com purê de batata doce, cenoura em cubos e brócolis; carne desfiada com purê de mandioca e mix de legumes; frango em cubos com purê de abóbora, brócolis e bata doce; carne moída (patinho) acompanhando purê de abóbora e mix de legumes; frango em cubos com grão de bico, batata doce em rodelas e mix de legumes; e strogonoff de frango com arroz integral e tiras de mandioca ao forno.

O kit com dez marmitas custa R$ 129,90, saindo por R$ 12,99 o valor da unidade. O valor da marmita diminui para R$ 11,50 , que equivale a R$ 229,90 , o kit com vinte opções. Já o plano mensal com trinta marmitas fit sai por R$10,99 a unidade.

Para quem quer focar em ganho de massas muscular, outras composições disponíveis são do kit maromba, disponibilizadas em três deliciosos sabores: macarrão com almôndegas; escondidinho de frango feito com batata doce; e macarrão à parmegiana. A unidade da marmita contém 430 gramas, e custa R$ 15,00 cada.

“A marmitaria conta um cardápio com opção variada, sendo possível baixar consideravelmente os custos, e oferecer uma alimentação saudável e por preço acessível”, explica Valente.

Para o atendimento pelo Delivery, é cobrado o valor da taxa de entrega, que pode variar de cordo com a localização, mas não há restrições de bairros de Belém.

Profissionais estão sobrecarregados com a pressão por produtividade, mas existe solução

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A pressão por produtividade fez com que muitas empresas tentassem ser mais produtivas por hora trabalhada, mas de acordo com os especialistas da Hays – empresa líder mundial em recrutamento – agora é o momento de explorar outras abordagens.

O Hays Journal – publicação que fornece insights globais sobre o mundo do trabalho – reportou em sua mais recente edição que, de acordo com a análise da Deloitte sobre os dados da Organização Internacional do Trabalho o crescimento da produtividade não superou o pico de 3,9% atingido em 2006, antes de cair acentuadamente após a crise financeira de 2008.

As organizações valorizam a produtividade porque é um dos principais direcionadores de negócios e de crescimento econômico – sendo o outro o aumento no número de pessoas que trabalham. Entretanto, de acordo com a Hays, muitas empresas estão começando a questionar os métodos atuais de mensuração da produtividade.

“A estagnação dos baixos índices de produtividade citados traz a necessidade da revisão dos critérios utilizados globalmente para a análise deste parâmetro. Muitas companhias globais ainda utilizam como base da medição da produtividade principalmente os resultados finais isolados, o que na prática significa que estão apenas buscando melhores resultados por meio da pressão dos colaboradores. Há mais fatores envolvidos na produtividade – tanto organizacionais quanto relativos às pessoas. Assim, as organizações devem focar sua atenção em uma gama mais ampla de fatores para obter um cenário mais balanceado do desempenho de produtividade e ter uma maior chance de melhorá-lo “, afirma André Ferragut, Gerente Sênior de Recrutamento da Hays no Brasil.  

Serviço ao cliente: A empresa global de educação Pearson viu seus níveis de produtividade melhorarem desde que os negócios se afastaram de um foco tradicional de produção por hora O estudo do Hays Journal aponta outras soluções para ser abordadas nesse cenário:

  • para a qualidade do serviço ao cliente.

“Medir seu desempenho em relação à qualidade do serviço oferecido ao cliente mantém você ágil, revisando seus processos e analisando sua cultura e, portanto, é menos provável que a produtividade caia”, afirma Kevin Lyons, gerente sênior de RH de Londres.

  • Reorganização de processos: a gigante farmacêutica Pfizer simplificou processos, estruturas e governança para criar uma organização mais produtiva que capacite colegas e conduza à tomada de decisões mais rápidas.

Reuniões e e-mails são processos que tomam muito tempo e prejudicam a produtividade, por isso um time de voluntários se engajou para criar soluções implementáveis, práticas e rápidas a fim de reorganizar este processo. “As mudanças ajudaram a liberar capacidade de crescimento e também o nosso tempo para focar no que realmente importa – agregando valor aos pacientes e pessoas que precisam de nós”, declara Yulia Novoderezhkina, Business Partner de RH da Pfizer na Rússia.

  • Revisando funções e responsabilidades: uma pesquisa da consultoria Bain & Company revela que as melhores empresas são 25% mais produtivas do que as demais devido à maneira como gerenciam seus melhores talentos, incluindo as funções e responsabilidades atribuídas a eles. 

Isso envolve identificar e acompanhar o progresso do talento, reunir equipes com profissionais altamente qualificados e colocá-los para trabalhar em iniciativas mais críticas, e superar obstáculos para que a equipe trabalhe efetivamente em conjunto.

  • Identificação das necessidades da força de trabalho: Olhar além das funções e responsabilidades organizacionais e atender às necessidades pessoais dos funcionários também pode ajudar a aumentar a produtividade.

Juliet Turnbull é fundadora e CEO da 2to3days, uma startup cujo objetivo é promover a igualdade das mulheres no local de trabalho por meio do poder do trabalho flexível. Ela diz que as empresas que estão dispostas a se adaptar para acomodar funcionários flexíveis – através, por exemplo, de uma mudança no horário de trabalho ou oferecer tecnologia para adotar o trabalho remoto – têm muito mais chances de ter trabalhadores felizes, mais produtivos e leais. Isso, por sua vez, reduz os custos de recrutamento, impactando imediatamente o lado do custo no cálculo da produtividade.

• Impulso tecnológico: Em seu relatório de 2017 “Um futuro que funciona: automação, emprego e produtividade” o McKinsey Global Institute destaca a automação como uma maneira de compensar o impacto da parcela da população em idade ativa que está em declínio. De acordo com a análise de cenário, a automação poderia aumentar os níveis de produtividade de 0,8 a 1,4% ao ano.

A carne é fraca

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Artigo de Lucas Vidigal, diretor da Scopo Finanças Pessoais:

Nos últimos anos, o ramo das finanças comportamentais, ou behavioral finance, em inglês, tem ganhado evidência no cenário econômico. O Prêmio Nobel de Ciências Econômicas de 2017 foi concedido a Richard Thaler, “por suas contribuições à economia comportamental”. Segundo um dos membros do comitê do Prêmio, “ele tornou a economia mais humana”. As recentes mudanças no quadro econômico brasileiro, com os juros mais baixos já vistos no país, e a expressiva valorização da bolsa nos últimos anos, chegando à sua máxima histórica, reforçam a importância do tema para o investidor brasileiro.

Um excelente case de como o investidor pode se boicotar na busca por maiores retornos é o de Peter Lynch, que ficou famoso pelo seu impressionante track record de mais de 29% ao ano quando esteve à frente do Fundo Magellan, da gestora americana Fidelity, entre 1977 e 1990.

Os princípios da filosofia de investimentos de Lynch são bastante simples e são compartilhados por alguns dos maiores e mais famosos investidores globais, como Warren Buffet e Florian Bartunek. Estes profissionais não se propõem à infeliz tarefa de adivinhar o timing exato de compra ou venda dos ativos de sua carteira. Apenas investem em boas empresas, cujos negócios lhes são familiares, compreendem bem e entendem possuir boas chances de superar os desafios e crises que inevitavelmente virão, se sobressaindo com relação aos concorrentes, se fortalecendo e crescendo no processo.

Por mais simples que pareça, esta disciplina não é tão comum para a maioria das pessoas. Prova disso é o fato de que a maioria dos investidores do fundo Magellan, durante a gestão de Lynch, na verdade perdeu dinheiro. Parece improvável que tantos investidores de um fundo que rendeu impressionantes 29% ao ano durante mais de uma década tenham perdido dinheiro com suas aplicações neste produto. Mas foi o que aconteceu.

O motivo para este resultado aparentemente paradoxal está à margem de qualquer controle dos gestores profissionais, por melhor que sejam: o comportamento dos investidores. Movidos por sentimentos perfeitamente naturais a todas as pessoas, os investidores deste fundo acabavam cedendo ao otimismo exagerado influenciado pela euforia dos resultados positivos dos períodos de valorização do fundo, entrando “na alta”; da mesma forma como cediam rapidamente ao medo irracional em períodos de correção de mercado, quando as cotas se desvalorizavam, saindo “na baixa”.

 As emoções vivenciadas pelas pessoas em seus investimentos passam por diversas fases, sempre alternando-se em altos e baixos. O tamanho desse ciclo pode variar em tempo, podendo levar anos, meses ou até mesmo algumas poucas semanas. Dependendo da intensidade, essas emoções podem prejudicar a racionalidade do investidor, levando a decisões equivocadas que podem resultar na redução dos retornos ou até mesmo a perdas financeiras.

Essas decisões equivocadas por parte dos investidores estão na raiz do case do fundo Magellan, administrado por Peter Lynch. Movidos por estes sentimentos, eles investiam nas épocas de otimismo e euforia, mas retiravam seu recurso nos primeiros momentos de desconforto, motivados pelo medo ou desespero.

Para evitar se trair, o investidor deve primeiro conhecer o produto ou ativo no qual está aplicando. A decisão deve ser fundamentada por uma escolha racional com relação à qualidade e confiabilidade do investimento, que passa necessariamente por uma análise aprofundada e objetiva do ativo, e não por sentimentos momentâneos e irracionais, ou pela tentativa de se acertar “o ponto certo” de entrada ou de saída.

Em momentos de retomada da economia brasileira, onde os preços dos ativos financeiros já responderam de maneira significativa à uma expectativa de crescimento no ciclo econômico, é fundamental que os investidores estejam conscientes dessas armadilhas às quais estão sujeitos. Agir movido pela emoção é trair seus objetivos financeiros.

Robôs de investimento ajudam investidores a prosperar na bolsa

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Com os juros básicos da economia no menor patamar histórico – e em tendência de queda – cresce o número de pequenos investidores que buscam alternativas mais rentáveis, capazes de garantir o poder de compra do dinheiro e gerar um prêmio mais significativo que os tradicionais títulos públicos e privados de renda fixa. Segundo dados da B3, o número de CPFs cadastrados na bolsa brasileira dobrou em 2019, passando de 1,6 milhão.

Para ajudar os pequenos investidores a obter o conhecimento necessário para aplicar em ativos com maior risco e diversificar a carteira, num país que por muitos anos negligenciou a educação financeira da população, as casas de análise independentes têm apostado no uso de inteligência artificial para oferecer serviços mais assertivos e acessíveis aos clientes que não têm tanta experiência com o mercado de capitais.

“Desde o início do Plano Real, o brasileiro conviveu com o conforto de aplicações rentáveis, líquidas e seguras. Mas agora as distorções do mercado começam a ser corrigidas e o investidor vai precisar de uma postura mais ativa para conquistar ganhos significativos”, explica o CEO da Sabe Invest, Luiz Guilherme Dias. Mas o pequeno investidor nem sempre têm condições de arcar com os custos de um gestor de investimentos a seu dispor 24 horas por dia. Desta forma, a tecnologia pode facilitar o ingresso no mundo volátil das ações com mais assertividade, a um preço que cabe no bolso.

Além de baratear os custos do serviço de gestão de recursos, os robôs de investimento têm garantido performances superiores ao Ibovespa na seleção de ações para investir. A carteira “campeã” da SABE INVEST, por exemplo, obteve rentabilidade que superou o principal benchmark da bolsa em 83% na média dos últimos 12 meses.

Por meio do Sabe Intelligence, um relatório para apoio à tomada de decisões de investimentos, baseado em inteligência artificial, a SABE monta uma carteira de ações com empresas que apresentaram desempenho destacado. Os algoritmos mapeiam as ações de acordo com seus scores, elaborados com base na análise fundamentalista de diversos indicadores de desempenho e dados financeiros dos balanços dos últimos cinco anos. O Big Data da empresa conta com mais de 140 mil demonstrativos financeiros de todas as companhias listadas na B3.

“Com as informações de fechamento do pregão diário, após o “aftermarket”, selecionamos as ações de companhias que alcançaram as maiores altas, as maiores baixas e que foram mais negociadas no mercado à vista. Seguindo uma ótica fundamentalista, calculamos, para cada companhia selecionada, com suporte de Inteligência Artificial, vários indicadores com informações diárias de mercado”, explica Dias.

Os cálculos dos indicadores são compostos com as informações dos balanços dos últimos cinco anos mais o último período trimestral corrente, extraídas do Big Data. A Sabe faz o acompanhamento constante das ações e organiza rankings diários e mensal com as “campeãs” e as “lanternas” da bolsa, enviando relatório informativo todos os dias para seus clientes, investidores pessoas físicas, gestores de assets, fundos e bancos de investimentos. Também oferece relatórios setoriais e serviços focados em estratégias de investimento específicas, como small caps e empresas sustentáveis.

“Nosso objetivo é apoiar instituições do mercado, desde os gestores profissionais até os investidores individuais, de diferentes níveis de formação e experiência, a constituir e expandir patrimônio no longo prazo, por meio do investimento em ações de empresas de desempenho destacado”, complementa.

Para Dias, a tendência de popularização da bolsa demandará a difusão de conhecimento de qualidade em torno do mercado de capitais brasileiro. É neste segmento, carente de informações de qualidade e de fácil compreensão, que a Sabe tem focado sua estratégia de crescimento, mirando a educação financeira do investidor.

“Nosso foco ampliou-se nos últimos anos para as instituições de ensino superior, buscando auxiliar professores e alunos, em especial na área de pós-graduação, no aprendizado e no apoio às pesquisas acadêmicas e estudos de caso, facilitados pelo acesso aos dados reais de empresas brasileiras disponíveis no Banco de Dados Sabe”, ressalta Dias.

Declaração de Imposto de Renda: saiba como não cair nas garras do leão

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Artigo de Dora Ramos, contadora e orientadora financeira com mais de 30 anos de experiência. Empreendedora desde os 21 anos, é CEO da Fharos Contabilidade e Gestão Empresarial.

As festividades de fim de ano acabaram e é chegada a hora de se concentrar em algumas responsabilidades, como o envio da declaração do Imposto de Renda (IR) à Receita Federal. Os primeiros meses do ano são essenciais para planejar e organizar tudo relacionado a finanças, assim, você terá a projeção do cenário dos meses seguintes. O documento exige tempo e paciência, por isso é importante estar bem informado para evitar multas ou quaisquer outros tipos de problemas. 

Entre março e abril, ocorre anualmente a declaração de IR. Neste período, cidadãos com rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 devem enfrentar o famoso Leão (animal escolhido na década de 70 como mascote do Imposto de Renda) e prestar contas à Receita Federal. Neste documento, devem ser descritos todos os gastos e rendimentos que foram obtidos durante o ano base.

Quanto maior for a renda do indivíduo, mais alta será a taxa de pagamento do IRPF 2020. Por isso, fique ligado nas tabelas de alíquotas liberadas pela instituição, afinal, será por meio delas que o contribuinte saberá quanto deverá pagar este ano. Todas as informações coletadas junto aos valores arrecadados são repassados para Receita Federal, que direciona para o Governo Federal.    

Para adiantar o processo e ajudá-lo na declaração, seguem algumas informações importantes e a lista de documentos para o IR 2020, que já estão liberadas no site da Receita, confira:

  • Dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;
  • Nome, CPF, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento;
  • Endereço atualizado;
  • Cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (completa) entregue;
  • Atividade profissional exercida atualmente.

A declaração deve ser apresentada até 30 de abril de 2020, com informações sobre a renda que teve nos 12 meses de 2019. Para quem não consegue arcar com os custos de um contador na hora de se organizar, através de um programa disponível para download no site da Receita Federal, o usuário consegue informar todos os rendimentos pela internet e facilitar o processo.

Editora dos Frades foca na distribuição para facilitar o acesso à literatura nacional

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Na contramão do mercado editorial, que vem apostando cada vez mais na impressão por demanda, a Editora dos Frades está direcionando seus esforços para reduzir a utilização de intermediários de distribuição, facilitando o acesso dos leitores a obras qualificadas com valores acessíveis.

Segundo a diretora da empresa Cia dos Frades, Renata Gracioso Dal Poggetto: “o mercado editorial tem passado por dificuldades nesses últimos anos, talvez em função do P.O.D. (print on demand) por parte das editoras que viram nessa oportunidade uma forma mais ágil de produção, mas sem levar em conta que isso elevaria os custos e tornaria mais caro ao consumidor final. Retirar os intermediários entre quem produz a obra e quem vai adquiri-la nos pareceu ser o caminho mais sensato para esse momento delicado no qual vivemos. Até o final deste ano, nossa Editora estará completamente fora das plataformas de venda online, permanecendo apenas com as vendas através do nosso próprio e-commerce. Com isso, esperamos proporcionar aos amantes da literatura acesso fácil a um custo justo”.

Com 15 títulos publicados em seus quatro anos de mercado, a empresa, sediada na Bahia, mantém uma linha editorial que vai da religiosidade a mais atual ciência. Seu próximo lançamento, previsto para meados de março, é “Ciência da Vida no Universo”, do filósofo, internacionalista, poliglota e palestrante Marcus Mayer.

Ainda de acordo com Renata, a empresa tem enorme satisfação em publicar novos projetos. “Acreditamos que o Brasil é um celeiro com bons autores apenas aguardando uma oportunidade de publicar o seu próprio livro. E, nós da Editora, entendemos o quanto é burocrático e financeiramente oneroso ter o livro publicado aqui no Brasil. Por isso, nosso foco é em manter preço justo e qualidade em nosso trabalho”, afirma. 

Além de realizar o projeto gráfico, a Editora dos Frades trabalha à moda antiga, ou seja, comercializa direto com o mercado (editora x consumidor final), sem a intermediação de distribuidores. Dessa forma, o livro chega ao consumidor final a preços acessíveis e, consequentemente, aumenta o número das vendas das obras, fazendo com que os autores sejam cada vez mais vistos no mercado literário. A editora realiza suas vendas em duas vertentes: física, pela Livraria dos Frades, situada no Oeste da Bahia, e digital, via e-commerce próprio para todo o Brasil.

Por fim, a Editora dos Frades também realiza a divulgação das obras através das mídias digitais, garantindo assim que os títulos estejam sempre visíveis ao público.

Mais informações: www.editoradosfrades.com ou editoradosfrades@outlook.com

Saldão em rede nacional de varejo para casas tem descontos até 60%

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O Saldão de descontos da Leroy Merlin segue até hoje (domingo, 18.1). A operação comercial tem produtos com descontos de até 60% em todas as 42 Lojas, no e-commerce, no televendas e no aplicativo.

O Saldão Leroy Merlin acontece desde 2006, mas esse é o primeiro ano que a rede realizará vendas dessa operação comercial em seu aplicativo. Para baixar o aplicativo e garantir os melhores descontos, benefícios e exclusividades que só o aplicativo da Leroy Merlin tem clique aqui (Android) ou clique aqui (IOS).

Os Clientes podem comprar revestimentos, louças, equipamentos, itens de decoração, acabamento e muito mais pagando menos e com melhores condições de parcelamento usando o cartão Celebre! que  permite parcelar a compra dos produtos e dos serviços do  Leroy Merlin Instala em até 30x fixas sem juros, dependendo da Loja (verifique o limite de parcelamento permitido na Loja mais próxima).

Sobre a LEROY MERLIN

Consolidada no Brasil desde 1998, a LEROY MERLIN é especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem. A excelência em atendimento e variedade de produtos fazem com que a empresa seja a grande referência do mercado. Segundo os dados da Associação Nacional dos   Comerciantes de Material de Construção (ANAMACO) a LEROY MERLIN é líder do mercado varejista da Home Center.

São mais de 80 mil itens divididos em 15 setores: materiais de construção, madeiras, elétrica, ferramentas, tapetes, cerâmica, sanitários, encanamentos, jardinagem, ferragens, organização, pintura, decoração, iluminação e cozinha.

São 42 lojas Leroy Merlin espalhadas por doze estados brasileiros e o Distrito Federal, além do E-commerce, que atende todo o país. As lojas são equipadas com serviços especiais como mesa de bricolagem, fábrica de cores, espaço projeto, corte de madeira e vidro, coleta seletiva e drive-thru.

A preocupação com a sustentabilidade se reflete nos processos internos. Esforço que começa a ser reconhecido internacionalmente. São 23 lojas já receberam a certificação Aqua – Alta Qualidade Ambiental. A Certificação Aqua-HQE é considerada uma das certificações ambientais mais importantes do mundo. Criada em 2008 pelo Grupo Qualitel, organismo francês de certificação de empreendimentos, e desenvolvida e adaptada à realidade brasileira pela Fundação Vanzolini, ela visa não apenas racionalizar o uso da água e da energia elétrica nas construções, mas também promover o conforto e bem-estar da comunidade ao redor.

Por tudo isso a Leroy Merlin se destaca como uma das melhores empregadoras do mercado varejista brasileiro, figurando no ranking anual Great Place to Work Brasil, divulgado em parceria com a Revista Época, de 2013 a 2019. Ficou em 23º lugar na lista das melhores em 2019.

Fintech Juno é autorizada pelo BC a operar como instituição de pagamentos

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A fintech curitibana Juno acaba se tornar uma instituição de pagamentos autorizada pelo Banco Central (BC). A empresa deu entrada no pedido de autorização em março de 2019, após ter atingido o valor de R$ 500 milhões transacionados em 12 meses, marca que é necessária para que o BC passe a atuar como fiscalizador das Instituições de Pagamento. Apenas outras 19 companhias do país contam com essa chancela, que depende de uma avaliação criteriosa e é regulada por meio de Resoluções e Circulares. A autorização concedida aumenta as expectativas da startup em relação aos resultados de 2020.


Advogada da Juno e uma das responsáveis por conduzir o processo, Marta Savi conta que o BC busca garantir a inovação e segurança ao mercado, mas sem impedir o surgimento de novas empresas. “Companhias que não chegam nesse volume de R$ 500 milhões não precisam dessa aprovação. Como a Juno ultrapassou este valor no fim de 2018, deu entrada no processo”, explica Marta. De acordo com ela, o BC faz uma série de análises, entre elas: como a empresa funciona; como faz a gestão do dinheiro do cliente; como é feita a separação entre os recursos da instituição do cliente; a forma de gerir risco e liquidez; e os procedimentos adotados para evitar fraudes.


A certificação do Banco Central é necessária para dar segurança a todo o sistema financeiro do país, uma de suas principais atribuições. A autorização foi dada pelo Departamento de Organização do Sistema Financeiro. A Juno obteve o aval em nove meses, três meses a menos do que o prazo máximo estabelecido pela instituição – antes de estabelecer a meta, o BC levava de três a quatro anos para conduzir o processo.


Importância


Todos os produtos e serviços oferecidos no atual portfólio da Juno receberam a chancela do Banco Central, inclusive as transferências entre contas e os cartões pré-pagos, funcionalidades lançadas recentemente. De acordo com Marta, a mudança de marca – antiga boletobancario.com – e esses produtos já passaram por todo o processo. “Consideramos a autorização de funcionamento pelo BC uma conquista e, ao mesmo tempo, um compromisso, com o qual devemos estar adequados sempre. A fiscalização será contínua e devemos prestar informações de forma periódica – mensal, trimestral e anual, dependendo do caso”, explica Marta.


No ano passado, a Juno dobrou de tamanho – tanto em relação à estrutura própria quanto aos números de faturamento e o resultado da companhia. Para 2020, os objetivos são ainda mais ousados. “Queremos triplicar o nosso resultado, a partir da base de 2020. Com essa chancela do Banco Central, entendemos que essa meta se tornou plenamente factível, já que temos uma garantia de segurança para o usuário e um reforço da nossa marca entre as principais instituições de pagamento do país”, completa Marta Savi. 

Mais informações no site www.juno.com.br.