A Coluna do Roberto Maciel (04.04): Ainda há boas notícias, sim!

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pt]Fortaleza está entre as cidades que mais apostam em soluções ...

A cena absurdamente adversa para o Brasil e os brasileiros, na qual são ressaltados gestos de uma insensata – mas esparsa, ainda bem – oposição a medidas técnicas que visam a conter o avanço da covid-19, a pandemia que alcança e subjuga diferentes países, tem cores e formas surreais. Veem-se tresloucadas e ilógicas, insanas mesmo, declarações de autoridades e não-autoridades contra o necessário e vastamente comprovado isolamento social, o que inclui o presidente da República e pouco apreciados apresentadores de programas de aluguel no estilo “mundo cão”. Há também minúsculas carreatas feitas com veículos de placas clonadas e por pessoas que questionam o perigo do coronavírus mas não têm coragem de descer para a rua para desmoralizá-lo. Nesse meio, surgem aqui e acolá fatos que, acredite, são verdadeiros oásis de bom senso. É o caso de Fortaleza ser uma das 70 cidades de todos os continentes que se uniram em esforços para aprimorar estratégias de combate à doença. Pode-se dizer que o mal trouxe um bem (mesmo que esse seja o tipo da boa notícia que costuma aparecer arrastado por uma má notícia), já que essa inclusão pode qualificar um sistema de saúde inteiro, assim como pode qualificar profissionais. Iniciativa bancada pela fundação norte-americana Bloomberg Philanthropies, com apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Vital Strategies, a ação chama-se Parceria por Cidades Saudáveis (Partnership for Healthy Cities, em inglês).

Juntos, mas separados
Como é saudável que ocorra, a assistência às cidades componentes da rede é feita por videoconferências para troca de experiências e orientações técnicas e por um programa de apoio financeiro para facilitar as atividades de resposta. As doações podem cobrir a implementação de Intervenções Não Farmacêuticas (INP), como medidas de distanciamento social, apoio legal às opções das cidades na tomada de medidas de saúde pública, comunicação pública, além de coleta, análise e comunicação de dados epidemiológicos.

Desafio
Fala de Kelly Henning, coordenadora do programa de saúde pública da Bloomberg Philanthropies: “A Covid-19 está apresentando às cidades de todo o mundo um desafio sem precedentes no momento. Com as grandes cidades frequentemente no epicentro do Covid-19 em muitos países, as ações urgentes que os prefeitos realizam podem ter um impacto enorme na trajetória do Covid-19 em seus municípios e países. Queremos ter certeza de que podemos ajudar a preencher as lacunas”.

Imposição do bem
Palavra do prefeito Roberto Cláudio (PDT): “Esse desafio impõe a todos nós uma necessidade de cooperação sem precedentes, não apenas com nossos irmãos aqui em nosso estado e no Brasil, mas com líderes de todos os povos que enfrentam a mesma batalha que a nossa. Precisamos estar conectados com a ciência e com as práticas que tem mostrado resultado em todo o mundo e essa aliança do Parceria por Cidades Saudáveis nos oferece isso”.

Olhar e fazer
Apoiada pela Bloomberg Philanthropies em parceria com a OMS e a Vital Strategies, a iniciativa permite que cidades em diferentes países, com diferentes portes, condições econômicas e culturas, ofereçam políticas de alto impacto ou implementem intervenções programáticas para reduzir os fatores de risco para DNTs nas comunidades.

Aperto
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio-CE) pesquisou o posicionamento dos empresários do setor produtivo quanto ao funcionamento das empresas diante da situação atual. E o pessoal está mesmo preocupado, viu?

Posição
Apurou-se que 61,8% dos entrevistados defendem a abertura dos estabelecimentos, contrariando decretos governamental e da Prefeitura de Fortaleza que restringem o funcionamento. Os empresários dizem que o fechamento impõe impactos financeiros para as empresas e para a economia. E 89,0% avalia que há impacto na capacidade de pagar a folha salarial, 63,9% avaliam dificuldades no pagamento de fornecedores, 46,8% estimam restrições para pagar impostos e 31,1% apontam dificuldades no pagamento de empréstimos e financiamentos.

Quem deu
Dos 43 vereadores da Câmara de Fortaleza, 32 doaram para campanha de arrecadação de alimentos que a Casa fez: Antônio Henrique, Adail Jr., Benigno Jr., Casimiro Neto, Cláudia Gomes, Didi Mangueira, Dummar Ribeiro, Emanuel Acrízio, Dr. Eron Moreira, Esio Feitosa, Evaldo Costa, Evaldo Lima, Frota Cavalcante, Gardel Rolim, Guilherme Sampaio, Idalmir Feitosa, Iraguassú Filho, Jorge Pinheiro, José Freire, Larissa Gaspar, Libânia, Lucimar Martins (Bá), Mairton Félix, Marcelo Lemos, Márcio Cruz, Odécio Carneiro, Paulo Martins, Dr. Porto, Prof. Elói, Raimundo Filho, Renan Colares, Ronivaldo Maia.

Quem não deu
Mas não julgue que os 11 restantes são sovinas. É que alguns não tiveram, dadas as condições de isolamento social, como entregar gêneros. A justificativa é válida, sim.

Dê um alô!
Você pode fazer contato com o Portal InvestNE. Utilize o e-mail portalinvestne@gmail.com ou o número de WhatsApp +55 85 9638 5129.

Nutec analisa álcool 70 % usado pela Secretaria da Saúde do Ceará

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Coronavírus: informação de que o uso excessivo de álcool em gel ...

Para garantir que profissionais de saúde do Ceará usem álcool 70%, tanto líquido quanto em gel, sem adulterações, o Núcleo de Tecnologia e Qualidade Industrial do Ceará (Nutec), autarquia vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), a partir de uma demanda da Secretaria da Saúde (Sesa), está realizando análises físico-químicas e cromatográficas para verificar o teor de álcool.

Segundo Vitor Paulo, técnico do laboratório do Nutec, antes de ser utilizado em ações de saúde pública, o álcool precisa ser testado e receber laudos oficiais da qualidade.  “O primeiro lote já foi entregue. O produto estava adequado. Se não estivesse, não teria o efeito antisséptico desejado, ou seja, não eliminaria o vírus. Isso iria expor os profissionais que estão combatendo diariamente essa pandemia”, explica o químico.

Os testes foram iniciados na quinta-feira (02) pela equipe do LQI. Os participantes estão atuando em escalas, seguindo as medidas preventivas divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Francisco Magalhães, presidente do Nutec destaca a importância da ação para o Estado. “Essas análises são imprescindíveis, levando em conta os crescentes casos de adulteração do produto no mercado”, enfatiza.

Foram entregues para análise amostras referentes a três lotes. Dois de álcool líquido e um em gel. Os resultados estão sendo repassados para a unidade de distribuição da SESA. Após os resultados, caso o lote passe no controle de qualidade, são liberados para uso. 

Empresa aumenta 430% faturamento com delivery

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COOKIES STORIES, Curitiba - Comentários de restaurantes - Tripadvisor

A empresa Cookie Stories, confeitaria especializada em cookies e outros itens da culinária norte-americana, foi um dos primeiros empreendimentos da capital paranaense a adaptar seu formato de atendimento frente as ameaças do COVID-19. Investindo em soluções de delivery e drive-in, a empresa encontrou na mudança o fôlego necessário para passar pela crise que atinge todo o país.

Com mudanças drásticas no formato de trabalho, uma das primeiras medidas tomadas pela Cookie Stories foi a concentração do atendimento apenas em sua unidade matriz, unificando todos os pedidos em sua unidade no bairro Juvevê, um dos mais importantes da capital paranaense. “A equipe está trabalhando em regime de escala e em horários que evitam o uso de transporte coletivo em horários de pico, além de redobrarem a atenção com relação aos cuidados de higiene”, explica Rafaela Camargo, sócia-proprietária da Cookie Stories.

Para evitar a reunião de pessoas e a necessidade dos clientes de saírem de casa, foram apresentadas soluções de delivery tanto em aplicativos de entrega, como IFood e James Delivery, quanto por meio do atendimento direto pelo telefone da loja e via WhatsApp no (41)3077-0601. Os clientes podem optar ainda pela opção de drive-in, onde eles dirigem até a loja e recebem o pedido no carro. “Nos primeiros dez dias em que trabalhamos exclusivamente com delivery, nosso faturamento foi 430% maior que a média mensal de delivery dos últimos seis meses. Então conseguimos perceber que os clientes realmente embarcaram com a gente nessa mudança”, conta Rafaela.

Empresa projeta expansão no Ceará e visa a dobrar base de clientes

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A ProJuris, empresa referência no mercado nacional em software jurídico, quer expandir as operações no nordeste e, em especial no Ceará. Atualmente o Estado representa 3% da base de clientes, e a meta é de, no mínimo, dobrá-la durante o ano de 2020.

“Queremos ampliar nossa atuação regional. O Ceará vai ser a base da expansão para todo o Nordeste e estamos muito otimistas com a operação. Em 2019 a ProJuris cresceu 50% e em 2020 pretendemos crescer na mesma proporção, e o Ceará é parte importantíssima neste plano”, destaca o CEO da empresa, Sergio Cochela.

Nesta região, recentemente a Hapvida, maior operador de planos de saúde do País, entrou para o portfólio de clientes que buscam maior eficiência jurídica com a utilização do software jurídico ProJuris.

Comissões da @Assembleia_CE aprovam calamidade pública e pagamento de contas pelo Estado

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Comissões aprovam calamidade pública e que Estado pague água e energia

Em reuniões remotas nesta sexta-feira (03/04), as comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e de Orçamento, Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa aprovaram dois projetos de decreto legislativo de autoria da Mesa Diretora da Casa. As propostas reconhecem a ocorrência de estado de calamidade pública no Ceará e no município de Fortaleza, em razão do novo coronavírus.

decreto 01/20 dispensa o Governo do Estado de atingir metas previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal neste ano, em virtude dos necessários investimentos para o enfrentamento da pandemia do coronavírus.

Também é prevista pelo texto a criação de uma comissão com seis deputados estaduais e seis suplentes para o acompanhamento da situação fiscal e execução orçamentária e financeira do Estado durante o período de emergência.

Já o decreto 02/20 atende solicitação do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, que encaminhou mensagem dispondo sobre o estado de calamidade pública em Fortaleza à Câmara Municipal. O projeto foi aprovado na última terça-feira (31/03) no Poder Municipal e agora está sendo submetido à Assembleia.

Foi aprovado ainda o projeto de lei 13/20, do Poder Executivo, que autoriza o Estado a pagar as contas de água e energia dos consumidores de baixa renda durante o período emergencial de enfrentamento à Covid-19.

A proposta foi aprovada com emendas de autoria dos deputados Júlio César Filho (Cidadania) e Elmano Freitas (PT).

A medida beneficia famílias com consumo mensal de até 10 metros cúbicos de água e de até 100kWh de energia. A finalidade é reduzir os efeitos da crise sobre cearenses em situação de vulnerabilidade e risco social.

O comentário do Deodato Ramalho

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O advogado Deodato Ramalho lembra que entre as vítimas do coronavírus está o neoliberalismo com o seu “estado mínimo”.

E observa que o alcance do coronavírus é amplo – chegando ao “deus-mercado”.

Medidas emergenciais para os empreendedores em tempos de coronavírus

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Coronavírus: Governo anuncia até R$ 147,3 bilhões em medidas

Artigo de Erik Penna, especialista em vendas, palestrante de vendas e motivação, autor de seis livros e mais de 1.000 palestras apresentadas no Brasil e no exterior. É possível saber mais sobre vendas e motivação em: www.erikpenna.com.br

Uma crise sem precedentes assola o mundo e no Brasil não é diferente. Quarentena, lojas fechadas e comércios parados, os resultados da economia e das empresas despencam e comprometem o fluxo de caixa de muitas organizações. 

Segundo a ABCOMM, o cenário mostra crescimento em poucos setores como higiene, saúde, alimentação e vendas on-line. No entanto, a grande maioria dos empreendimentos apresenta um resultado pífio e que nunca na história desse país assustou tantos os líderes e empresários.  

O caminho seria então baixar a guarda, jogar a toalha e desistir? Não, jamais! O empreendedor brasileiro é reconhecido pela resiliência e costuma crescer frente às crises e, com elas, aos diversos desafios.

Mas algo precisa ser feito, e rápido, para que a economia e as vendas baixas não decretem a falência das empresas. Hora para replanejar, repensar processos, produtos e maneiras de atuar. 

A seguir, 5 medidas válidas para o empreendedor que deseja minimizar os impactos da pandemia em seus negócios e que também serão bem úteis no período pós-crise. 

1- Presença on-line

– Implantar: nunca foi tão imprescindível implantar um sistema de venda on-line, seja com a construção da própria loja on-line ou vendendo produtos em lojas parceiras como os marketplaces (plataforma em que vários fornecedores vendem seus produtos). E se por acaso isso não for possível, é fundamental atender o cliente de forma digital, seja pelas redes sociais ou pelo WhatsApp.

– Comunicar: apenas implementar o atendimento on-line não adianta. É preciso avisar toda a rede de contatos e impulsionar, multiplicar para que muitos outros clientes possam descobrir o comércio, afinal, não adianta colocar um outdoor no porão.

– Entregar: se o cliente não vai até a loja, a loja deve ir até o cliente. Mas não resolve apenas vender, é preciso atender e entregar produtos e serviços com excelência. 

– Encantar: em momentos de crise muitas oportunidades surgem e, uma delas, é o cliente que pesquisa e descobre novos fornecedores. Portanto, é preciso não perder a chance de criar uma ótima primeira impressão. Uma das formas de surpreender é personalizar o produto ou a entrega dele. Para se ter uma ideia, um estudo publicado pela Accenture – 2019 Global Financial Services Consumer Study, mostrou que 75% das pessoas são mais propensas a comprar de empresas que personalizam produtos. E a prova disso é que a venda de tênis personalizados representa 25% do total das vendas deste produto e somou 2 bilhões de dólares em 2019, segundo dado da Business Wire – Global Athletic Footwear Market.

2- Caixa

– Custos: mais do que nunca é hora de cortar custos e gerar receita. Aliás, custos são como unha, precisam ser cortados constantemente. Momento ideal para montar e atualizar a planilha de custos, renegociar com fornecedores, levar em consideração o pacote de benefícios que o governo liberou, como adiamento de impostos, aproveitar a carência dos financiamentos ofertados pelos bancos.

– Receita: nos casos onde o cliente deseja cancelar a compra, como hotéis, passagens aéreas, eventos, festas etc., vale a pena se antecipar e tentar reagendar ao invés de cancelar. 

Outro caminho poderoso é ofertar o que se tem de melhor por um preço convidativo, por exemplo, uma hospedagem no final de ano pela metade do preço. Seria algo bom para quem compra, que paga menos, e bom para quem vende, pois ganha fôlego financeiro nesse momento tão vital.

O empreendedor também pode gerar receita nesta fase vendendo algum bem, como moto, carro ou imóvel. Assim, poderá sanar o caixa da empresa e gerar tranquilidade pessoal e profissional.

3- Pessoas

É preciso pensar mil vezes antes de sair correndo para demitir os colaboradores. Isso implicará em ainda mais capital de giro para quitar as demissões. Além disso, os que sempre estiveram ao lado da empresa não podem ser esquecidos. Avaliar a folha de pagamento e negociar com os funcionários, considerando o desempenho de cada um, os resultados que podem trazer e os que concordam em reduzir parte dos salários para continuar no time, pode ser uma boa alternativa.

Envolver o pessoal solicitando ideias para os integrantes, também pode render novas práticas, além de motivar. Afinal, participação gera comprometimento e engajamento.

Hora de fatiar as metas e comemorar até as pequenas conquistas. Hora do líder inspirar e se engrandecer diante das dificuldades, como disse o escritor canadense Eric Walters: “As crises não mudam as pessoas, apenas as revelam”. 

4- Tempo

Em tempos difíceis é comum as pessoas olharem mais o “copo meio vazio” do que o “copo meio cheio” dos acontecimentos, mas é preciso considerar os 2 lados da moeda.

O copo meio vazio pode ser considerado os malefícios do vírus, a economia em baixa e a escassez de recursos financeiros. Mas e o copo meio cheio? Sim, agora se tem algo ultra precioso: o tempo. Tempo para fortalecer laços familiares, ler, treinar… Inclusive, há vários cursos on-line de instituições consagradas e até internacionalmente reconhecidas. Deve-se aproveitar ao máximo o tempo para o aperfeiçoamento. 

É preciso lembrar que conhecimento é quando se importa informação, enquanto sabedoria é quando se exporta conhecimento. Ou seja: aprende, ensina e aplica.

5- Positividade

A contaminação negativa é nociva. É preciso tomar muito cuidado em época de crise, pois o excesso de notícias negativas e fake news, tendem a contagiar as pessoas e os ambientes de forma negativa. É crucial manter a calma, seguir um passo de cada vez e não confundir situação de vida com vida, ou seja, mentalizar que se trata apenas de um trajeto e não do percurso todo.

E por fim, vale recordar os momentos difíceis já superados pela empresa e pelo País. E, a partir daí, ter a convicção que, mais uma vez, tudo vai passar e todos sairão ainda mais fortes dessa fase tão conturbada.

Ferramenta permite integração com prefeituras e facilita emissão de nota fiscal para microempresas

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Se há uma tarefa que demanda tempo na rotina de uma micro e pequena empresa é a emissão da nota fiscal e a gestão dos processos. É preciso entrar no sistema da prefeitura e depois repassar as informações para o software de gestão. Emitir nota fiscal se tornou algo obrigatório, sendo exigido por lei. De acordo com essa norma, o vendedor, independentemente do preço da mercadoria, terá que enviar uma nota comprovando que tal mercadoria foi adquirida pelo valor combinado.

Para facilitar o dia a dia das empresas, o Bling (www.bling.com.br) – startup que oferece sistema de gestão empresarial para PMEs e MEIs – criou um serviço que faz a comunicação direta com mais de 600 prefeituras no Brasil, reduzindo gastos, automatizando o processo e melhorando também o acesso aos documentos fiscais. 

Outra inovação criada pela empresa é o envio direto para o cliente, o que diminui o tempo com preenchimentos manuais, por exemplo. Além de reduzir o trabalho mecânico, com o sistema é possível cadastrar os clientes e os serviços, calcula automaticamente os impostos, emite boletos e permite o controle financeiro. “O software possibilita que o empreendedor tenha uma visão completa do negócio, como faturamento, estoque, cobranças, fluxo de caixa e informações sobre clientes, produtos e fornecedores. Para lojas virtuais, também há integração com as principais plataformas de vendas”, explica o sócio da startup, Sidney Zynger. 
Com 11 anos de mercado, o Bling cresceu cerca de 400% nos últimos três anos e tem mais de 20 mil de clientes, com presença em todos os estados do Brasil. Em sua maioria, são micro e pequenas empresas de loja virtual e física. A empresa permite que esses empresários organizem a gestão do seu negócio com segurança, facilidade, agilidade e eficiência. São diversos serviços que possibilitam o controle total sobre as vendas, finanças, estoque, produtos, clientes, pedidos, comissões de vendedores entre outros. Além disso, o Bling é integrado com os Correios e com as maiores plataformas de e-commerce e marketplace do país.

Como as empresas podem suportar a recessão econômica mundial gerada pelo #coronavírus?

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Secretaria de Saúde recomenda que isolamento social seja mantido ...

O impacto que o COVID-19 está trazendo para a economia mundial é uma realidade afirmada por todos. Entretanto, a esmagadora maioria das empresas não possui estruturas para suportar uma perda de 30% de vendas neste período. Já é possível observas milhares de pequenas e médias empresas encerrando suas atividades, como algumas lojas de shopping, restaurantes, bares, pontos turísticos, entre outros empreendimentos que simplesmente serão temporariamente fechadas, ou seja, terão zero de receita no período.

Mas como as empresas podem suportar a recessão econômica mundial gerada pela crise do coronavírus? Neste cenário, o especialista em administração de empresas Milton Rui Jaworski, fundador da Consultoria Jaworski Empresarial (www.jaworskiconsultoria.com.br), aponta dois principais problemas: os custos fixos que existem independentemente de a empresa ter receita ou não, como folha de pagamento, encargos, aluguel, energia, telefone, honorários contábeis, entre inúmeros outros; e o pagamento de fornecedores e financiamentos.

Jaworski acredita que a melhor alternativa para sair da crise seja a negociação. “É bastante provável que a empresa tenha dificuldades em receber dos seus clientes, principalmente quando falamos de pagamentos à vista, e essa falta de ganhos refletirá em dificuldade para pagar seus credores”, explica ele. “Ainda assim, não é recomendável que o empresário queime as suas reservas, então a alternativa é negociar e protelar prazos sempre que possível”, afirma.

Em caso de a crise perdurar por mais 30 ou 60 dias, como estimam as grandes organizações nacionais e internacionais, Jaworski relembra a importância de ajudarmos uns aos outros, visto que todos estamos no mesmo barco. “A turbulência é igual para todos e a perda momentânea é certa. Resta manter a calma e ser racional”, aponta. “Quando essa crise passar, será hora de o empresário rever os seus conceitos, identificar os seus pontos fracos e definir uma estratégia vencedora, sempre com os pés no chão, para então se recuperar de maneira mais rápida e eficiente”, completa o especialista.

Pandemia aponta oportunidades para startups no Brasil

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FAN F1 - As últimas pandemias que assolaram o mundo

Com a publicação da Resolução nº 55, que regulamenta o procedimento especial para a abertura da Empresa Simples de Inovação (Inova Simples), as startups e empresas que desenvolvem soluções inovadoras ganharam um incentivo do governo para a realização dos seus negócios. A desburocratização trazida pela nova legislação é uma oportunidade para essas empresas mostrarem a importância dos seus projetos e como eles podem ajudar a população em momentos de crise, como esse ocasionado pelo coronavírus.

A medida é uma das ações do Governo Brasileiro na busca por soluções na luta contra a Covid-19. “Startups com projetos de inovação voltados para a saúde, gestão pública, recuperação de empresas e análise de dados, por exemplo, são essenciais para o cenário vivido em todo o mundo hoje, inclusive no Brasil. E uma simplificação como essa possibilitada pela nova normatização vai agilizar para os empreendedores”, destaca Vinícius Roman, diretor técnico na Neo Ventures, aceleradora corporativa.

O executivo acredita que essa ação reforça a importância do estímulo à inovação, do reconhecimento de projetos criativos e da necessidade de se investir nesse campo. “A crise é sempre uma oportunidade para alternativas nunca antes pensadas. E em momentos como esse, as pessoas e autoridades ficam mais abertas a soluções ousadas, criativas, desenvolvida, muitas vezes, por meio de ideias compartilhadas, inclusive entre concorrentes, ou mesmo por startups ou setores pequenos”, comenta.

Na visão dele, a pandemia pode fortalecer o setor de inovação e as startups. “É a hora dessas empresas mostrarem do que são capazes e levarem as soluções que as pessoas e o país precisam”, reforça.   

Regras

Conforme a resolução, o Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei), da Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, prevê que, até o final deste ano, será criado um sistema que permite operações automáticas para o Inova Simples, o que facilitará ainda mais para que as empresas possam iniciar suas atividades.

No momento, as startups que desejam solicitar seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), poderão requerer no portal da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redsim), por meio de um formulário digital que já está disponível na opção Inova Simples.