Fundos de Debêntures Incentivadas cresceram 130% nos últimos anos

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Debêntures são títulos de dívidas de empresas privadas, ou seja, quem investe em debêntures se torna um credor da companhia, que financia suas operações em troca de pagamentos com juros, lembrando muito o Tesouro Direto, que no caso empresta dinheiro para o governo. As melhores opções de debêntures são as incentivadas, onde o investidor não paga imposto sobre o rendimento. 

As Debêntures Incentivadas são muito parecidas com as comuns, o que as difere das demais é exatamente a isenção do Imposto de Renda, já que o dinheiro arrecadado por esses títulos é utilizado pelas empresas para executar serviços e/ou obras importantes para a infraestrutura do país, por este motivo o Governo acaba por não cobrar o IR, incentivando também mais pessoas a investirem neste segmento e contribuindo para o crescimento do país.

Atualmente, os Fundos de Debêntures Incentivadas são ótimas opções para diversificação já que possuem diversos ativos. Estes fundos são compostos praticamente só por debêntures de infraestrutura. “O Fundo de Debêntures Incentivadas é um ótimo investimento. Pode e deve fazer parte da diversificação da carteira da maioria dos investidores que possui um patrimônio considerável. A vantagem do Fundo é entrar em diversas debêntures de uma vez com um valor menor. Além disso sua rentabilidade pode chegar até 2% ao mês já estando livre de impostos”, conta a Sócia-Diretora da FB Wealth, Daniela Casabona.  A Sócia-Diretora diz que para fazer a diversificação nas Debêntures Incentivadas costuma-se exigir no mínimo R$ 10 mil.

No atual cenário de juros baixos e inflação controlada a remuneração deste tipo de investimento passa a ser muito atrativa, pois investidores precisam buscar alternativas mais rentáveis do que, a já conhecida, renda fixa atrelada ao CDI. As emissões de Debêntures não param de crescer. Só em 2018 esse número foi 130% maior que em 2016, e 44% maior que em 2017. “Estes Fundos estão se destacando muito, principalmente agora que estão se tornando também uma opção para pessoa física que só conhecia ações como renda variável”, finaliza Casabona.

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