#Brás: como a gestão com olhar nas pessoas pode fazer a diferença e criar novo modelo no mundo digital

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Há quase dois anos, o Giro No Brás foi criado com a proposta de ser uma alternativa prática para as sacoleiras e revendedoras que compravam no Brás para vender em suas cidades. As viagens longas, e os altos custos com hospedagem e alimentação hoje se transformaram numa maior quantidade de mercadoria e tornaram a compra um processo divertido e confortável.

Mas, e o vendedor? Será que também consegue ter conforto e qualidade de vida?

Em geral, as regras para quem vende em Marketplace são extremamente duras, com prazos apertadíssimos de postagens, modelos de curadoria de produtos que podem levar até 45 dias para que o produto possa ser disponibilizado para venda, respostas de e-mails que não podem ultrapassar as 4 horas, profundidade de estoque em todas as peças ofertadas, condições de pagamento e de campanhas que variam muito, além de regras e penalizações enormes para quem vende, tornando a vida destas pessoas bastante estressante gerando jornadas semanais de 70/80 horas.

Avaliando os modelos existentes no mercado, Viviane Marrese, CEO do Giro No Brás, repensou este modelo de forma a compor os interesses do vendedor e do comprador dentro de padrões que permitam uma maleabilidade e a possibilidade da inserção de suas próprias regras. Oferecendo serviços que promovem o bom atendimento dos clientes que compram, mas também aos “clientes” que vendem. O que parece impossível aos olhos dos grandes concorrentes está se mostrando um modelo bastante promissor e aprovado por ambos os lados. “As pessoas sentem-se bem quando são tratadas com atenção e carinho. É incrível como nossos clientes e sellers gostam da atenção que recebem. Ainda que informatizar tudo pode ser prático e escalável, nada como tornar o processo uma experiência que valorize ambas as pontas”. É assim que nossa iniciativa vem crescendo de forma rápida.

O Marketplace começou o ano com 20 lojas e este mês vai atingir 70 lojas. A ideia de oferecer uma quantidade enorme de produtos e manter a característica de venda de cada loja, dando atendimento personalizado, ensinando os sellers e dando suporte para cada um, tornou-se um modelo disruptivo.

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