Exportações do Brasil para o mercado árabe renderam US$ 7,1 bilhões nos primeiros sete meses de 2020

Relatório do Departamento de Inteligência de Mercado da Câmara de Comércio Árabe Brasileira indica que as exportações do Brasil aos países árabes somaram US$ 7,1 bilhões nos sete primeiros meses deste ano. As vendas brasileiras apresentaram crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período quando comparado a 2019. Os produtos mais exportados foram carne de frango, açúcar, minério de ferro, carne bovina e milho, respondendo por mais de 70% dos embarques do Brasil para o Oriente Médio e Norte da África.

Mas, para exportar para a maioria dos países árabes, é necessário que tenha a certificação halal, respeitando à jurisprudência islâmica. “As exigências de exportação estão cada vez mais altas, principalmente, para os países árabes e islâmicos em diversas categorias. Toda cadeia deve ser certificada desde a matéria-prima, insumos, transporte e armazenamento, inclusive as empresas que prestam serviços para as fabricantes. É importante que as empresas entendam que é um conceito geral e não basta o produto ter um selo de certificação na embalagem para ingressar neste mercado. Eles querem entender todo o processo para ter certeza da validação da certificação halal de acordo com as leis islâmicas”, comenta o gerente comercial da Cdial Halal, Omar Chahine.

O mercado halal é muito promissor e pretende faturar, no mundo, em torno de US$ 3,2 trilhões até 2024, de acordo com os dados da Africa Economic Foundation e Dinar Standard. Entre os setores, destacam-se: Cosmética deve faturar em torno de US$ 95 bilhões; Fármaco US$ 134 bilhões, entre outros.

A Cdial Halal – uma das maiores e importantes certificadoras halal do Brasil. É única certificadora da América Latina acreditados pelos principais órgãos oficiais dos Emirados Árabes (EIAC) e do Golfo (GAC), o que confere seriedade e competência nos segmentos que atua. “São certificações que comprovam que seguimos as rígidas regras e garantimos a excelência e integridade dos produtos e empresas acreditadas. Somos a certificadora brasileira com maior número de categorias certificadas pelo GAC. Podemos certificar as categorias C, voltada a produtos de origem animal, e L, de produtos químicos. E recentemente, conquistamos mais cinco categorias, sendo: D (voltada para sucos); E (destinada para produtos industrializados com maior tempo de prateleira); F (produção de ração); H (Centros de Distribuição) e J (Transporte e Centros de Armazenagem)”, finaliza Chahine.

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