Festival Juventude Rural Conectada abre novos campos para juventude debater temas importantes

“É uma expectativa muito grande para o nosso primeiro dia do 1º Festival Juventude Rural Conectada ‘Construindo um mundo novo’, que acontecerá de forma virtual, a partir das 17h30, de hoje (6) a 8 de agosto (sábado), no Portal e Redes Sociais da Contag. Debateremos temas importantes do cotidiano da juventude rural e de todos(as) os(as) agricultores(as) familiares. Contamos muito com a participação de todos e todas”, compartilha a secretária de Jovens da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Mônica Bufon.

É com expectativa, e também de muito otimismo compartilhado pela secretária de Jovens da Contag, que às 17h30min desta quinta-feira terá início o 1º Festival Juventude Rural Conectada, a ser realizado no Portal e Redes Sociais da entidade.

Serão três dias, em que a Juventude Rural do Brasil e da América Latina debaterá sobre respeito às diversidades, produção sustentável, preservação do meio ambiente e novas maneiras de organizar a produção, garantindo renda e qualidade de vida no campo, floresta e águas.

A programação do 1º Festival Juventude Rural Conectada será dividida em dois momentos. Das 17h30min às 20h serão realizados os Debates e das 20h às 21h acontecerão as Noites culturais. Ao longo dos três dias também serão socializados depoimentos e expostas várias experiências produtivas e culturais da juventude rural.

PROGRAMAÇÃO

1º DIA (06/08)

No primeiro dia, o diálogo será sobre o processo eleitoral de 2020 e sua importância para lidar com os impactos sociais, políticos e econômicos da pandemia para a juventude rural, assim como o debate sobre as consequências da elaboração e disseminação de notícias falsas (fake news) para o processo democrático de nosso país, especialmente depois da Eleição de 2018, que foi profundamente influenciada pela veiculação de notícias falsas pelas redes sociais.

2º DIA (07/08)

O segundo dia vai trazer questões fundamentais sobre o respeito às diversidades, pois a luta por pela igualdade deve incluir o respeito às diversas formas de existir e de amar, assim como todos os tons de pele. “Um dos passos é dar visibilidade aos desafios enfrentados pela juventude negra rural, assim como pela juventude LGBTQIA+ do campo, floresta e águas. Quais são esses desafios e qual a importância de superá-los? Nossa intenção é discutir como a sociedade e a luta do movimento sindical se fortalecem ao abraçar essa causa.”, explica Mônica Bufon.

3º DIA (08/08)

O terceiro e último dia trará também um olhar sobre as novas formas de comercialização da agricultura familiar que foram potencializadas pela necessidade de isolamento social, e também sobre a produção agroecológica, uma vez que não é possível construir um mundo novo sem pensar a produção de alimentos de maneira sustentável, respeitando todos os elementos envolvidos nesse processo, sociais e naturais. Como o movimento sindical está participando e potencializando essas questões fundamentais para a agricultura familiar e toda a sociedade?

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