Empresa lança plataforma de gestão para o mercado de coaching no Brasil

A pandemia, que levou muitas pessoas a repensarem suas carreiras, vai acelerar também o crescimento do coaching no Brasil. Segundo estimativas, a área terá mais de 80 mil profissionais em 2021. Foi pensando em desenvolver a atividade, que tem enorme potencial, mas ainda carece de organização, estrutura e processos bem definidos, que nasceu a Climby, a primeira plataforma inteligente de gestão para o mercado de coaching no Brasil.

A Climby reúne uma série de recursos para profissionalizar e facilitar a atuação do coach e ainda aproximar os profissionais do público interessado em contratar os seus serviços, como aplicações ligadas a relacionamento, vendas, marketing, programas em curso (cada cliente, sessão a sessão), materiais de apoio e bibliografia, além de controle financeiro e relatórios.

Como uma autêntica startup do nicho das RHTechs, a Climby fica hospedada na nuvem e pode ser acessada de qualquer dispositivo e lugar, facilitando a consulta e a administração dos dados. Permite enviar vídeos e relatórios; organizar conteúdos, textos de referência, testes e assessments; emitir e monitorar virtualmente o andamento de cada proposta; registrar planejamento e histórico sessão a sessão de cada cliente; digitalizar anotações referentes aos atendimentos.

Ciente da importância da gestão financeira, a Climby permite ainda acompanhar o fluxo de caixa. A gestão de marketing é outro diferencial, possibilitando que cada coach crie um site próprio dentro da plataforma, ampliando sua visibilidade na rede e divulgando seus serviços de maneira mais profissional.

“O coach em geral trabalha sozinho, sem estrutura de retaguarda. Neste cenário, ele precisa assumir tanto as questões técnicas, ligadas ao planejamento e desenvolvimento de conteúdo para o programa de cada cliente, quanto as administrativas. Com a Climby, ele pode focar no desenvolvimento do seu negócio e de sua própria carreira, o que vai refletir na profissionalização do mercado de coaching como um todo”, explica Marcos Rodrigo Silva, um dos sócios da startup.

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